UFMA adere ao Programa Nacional de Prevenção à Corrupção, coordenado pelo TCU

A Universidade Federal do Maranhão aderiu ao Programa Nacional de Prevenção à Corrupção (PNPC), coordenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O objetivo do programa é reduzir a corrupção no Brasil a partir da adesão de órgãos públicos. Na UFMA, a Pró-Reitoria de Planejamento, Gestão e Transparência (PPGT), a Ouvidoria, a Superintendência de Correição, a Auditoria Interna, a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas e a Superintendência de Tecnologia da Informação estão à frente do processo de implantação.

A diretora de Gestão, Modernização e Transparência da UFMA, Aline Álvares de Melo, comentou as etapas de desenvolvimento do PNPC. “Neste primeiro momento, está sendo realizado um processo de diagnóstico nas instituições, para ver até que ponto elas já contam com ferramentas de controle que auxiliam nesse combate. O próximo passo será o plano de ação, em que o programa fornecerá indicações do que esses órgãos podem adotar em suas estruturas para que se torne uma instituição cada vez mais transparente e preventiva com relação a atos ilícitos”, enfatizou.

Além disso, Aline também destacou a importância do PNPC para a Universidade. “A relevância é que um programa como esse é também educativo, pois ele nos mostra como adequar os nossos processos e como torná-los mais eficientes e com menos riscos de atos ilícitos”, ressaltou.

As orientações das próximas fases do Programa serão fornecidas pela coordenação do PNPC, para informar à comunidade universitária as ações de adequação necessárias e o cronograma de implantação.

O Programa Nacional de Prevenção à Corrupção (PNPC), lançado no dia 10 de maio deste ano, é um projeto colaborativo que tem por principal objetivo mobilizar as instituições de controle, suas redes constituídas e gestores públicos em uma estratégia para combater à corrupção em resposta aos anseios da sociedade. A proposta é avaliar todas as três esferas de governo – nos três poderes – em todos os estados da federação.

O PNPC é uma proposta inovadora adotada pela Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla), com coordenação e execução pelas Redes de Controle nos Estados, patrocinada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Controladoria-Geral da União (CGU). Conta com o apoio da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), Conselho Nacional dos Presidentes dos Tribunais de Contas (CNPTC), Associação Brasileira dos Tribunais de Contas dos Municípios (Abracom), Conselho Nacional de Controle Interno (Conaci) e Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Por: Hérika de Almeida
Produção: Laís Gomes
Revisão: Jáder Cavalcante