DENÚNCIA: Ponte da BR-316 no KM 17 pode desabar a qualquer momento e causar uma tragédia

Uma ponte na BR-316, no KM 17 está com a estrutura comprometida e pode desabar a qualquer momento.

Os condutores de veículos fizeram registros da situação solicitando soluções dos governantes.

VEJA O VÍDEO:

“Pessoas com Deficiência terão uma secretaria específica para cuidar dos seus direitos”, afirmou Neto Evangelista

O compromisso foi firmado, na manhã deste sábado (5), pelo pré-candidato a prefeito de São Luís, Neto Evangelista (DEM), durante mais um encontro do movimento “Vamos Caminhar Juntos”, que reuniu mães e pais de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e membros da Associação de Amigos do Autista (AMA).

O evento, promovido pelo pré-candidato, tem o objetivo de ouvir vários segmentos da sociedade para a elaboração de um Plano de Governo que atenda às necessidades da população.

Sobre o tema, Neto afirmou que a administração municipal terá uma coordenação na Secretaria de Direitos Humanos que cuidará, especificamente, das questões das pessoas com TEA ou qualquer outra deficiência. “É preciso escutar e cuidar das famílias, essas pessoas que muitas vezes são invisíveis aos olhos do poder público e que a prefeitura precisa cuidar. Quando falo que é preciso cuidar de um por um, o que a gente está fazendo hoje é ouvindo essas demandas que geram um compromisso nosso de mudar essa realidade”, afirmou.

“É necessário instituir uma política direcionada e unificada para todas as partes. É inadmissível que essas mães e pais tenham que ficar andando de secretaria em secretaria, como na saúde, transporte, educação, para mostrar suas necessidades. Vamos unificar essas ações para que sejam bem atendidas ”, garantiu Neto Evangelista.

Várias mães e pais de crianças com TEA expuseram suas angústias e elogiaram a postura de Neto Evangelista. Um exemplo foi Darly Machado, secretária da Associação dos Amigos Autistas, mãe do Felipe, um autista de 18 anos, que relatou o drama que enfrenta há 18 anos para garantir os direitos mínimos para o filho.

“O autismo é muito complexo, principalmente para os adolescentes que não têm áreas de lazer. A gente passa despercebido pelos governos. Que bom que a gente tenha esse diálogo com você, Neto. É muito bom ver você abraçar a causa dos deficientes”, ressaltou.

Outro depoimento foi o de Eloísa Ribeiro, mãe de Eraldo Neto, de 5 anos, criança que tem TEA, que defendeu uma mudança geral no modelo de atendimento atual do município. “Temos uma equipe técnica muito reduzida na educação especial. Temos mais de duas mil crianças autistas em São Luís e são poucos os profissionais para dar essa assistência”, afirmou.

Ela disse que, além de pedagogos, as crianças precisam de psicopedagoga, assistentes sociais, psicólogos e psicoterapeutas. “O Neto tem um trabalho social bonito e espero que na Prefeitura ele amplie”.

Cláudio Veiga, pai de Felipe, autista de 18 anos, também compartilhou da mesma angústia. “Precisamos de profissionais de qualidade, para termos um bom atendimento na saúde, na educação e no transporte”, afirmou ao registrar que Neto já apoia a causa dos autistas e “com certeza fará um excelente trabalho à frente da prefeitura”.

Pela primeira vez, eleitores com deficiência visual poderão ouvir nome do candidato na urna eletrônica

Tecnologia que permite a sintetização de voz foi desenvolvida sem custos para as Eleições 2020

Nas Eleições 2020, pela primeira vez, os eleitores com deficiência visual poderão ouvir o nome do candidato após digitar o número correspondente na urna eletrônica. Trata-se do recurso de sintetização de voz, tecnologia que transforma texto em som e simula como se a máquina fizesse o papel de uma pessoa lendo o conteúdo de algum documento.

Até as últimas eleições, a urna emitia mensagens gravadas que indicavam ao eleitor com esse tipo de deficiência o número digitado, o cargo para o qual estava votando e as instruções sobre as teclas “Confirma”, “Corrige” e “Branco”. Eram mensagens pré-gravadas, instaladas no equipamento para melhorar a experiência desses votantes.

Mas, pelo fato de as mensagens serem gravadas previamente em estúdio, havia uma limitação: como em um pleito concorrem milhares de candidatos e, ao longo do processo eleitoral, muitos deles são substituídos, seria inviável gravar os nomes de todos os concorrentes.

Além disso, “se adicionássemos uma tela ou funcionalidade nova durante a votação, isso teria de ser gravado também, então era bastante limitado”, afirma Rodrigo Coimbra, chefe da Seção de Voto Informatizado da Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

De acordo com Coimbra, a partir de muita pesquisa e após o descarte das urnas mais antigas, dos modelos 2006 e 2008, o TSE teve condições técnicas para implementar a sintetização de voz para as Eleições 2020.

“Utilizamos uma solução toda baseada em software livre. Então, não houve nenhum custo para o Tribunal, que não precisou gastar absolutamente nada para implementar essa tecnologia. A novidade traz uma confiança muito maior para o eleitor, naturalmente, sobre o voto que ele está depositando na urna”, enfatiza.

Passo a passo

Para utilizar a novidade, o eleitor precisa informar o mesário sobre sua deficiência visual, para que o colaborador da Justiça Eleitoral habilite o recurso e entregue fones de ouvido, necessários para garantir o sigilo do voto.
Mesmo habilitada, a urna não iniciará a votação de imediato, permanecendo estática em uma tela com orientações sobre como votar. Além disso, enquanto a votação não for iniciada, o eleitor terá a possibilidade de fazer a regulagem do áudio, sendo permitido aumentar ou diminuir o volume, para tornar a experiência de votar mais agradável.

A sintetização de voz também é capaz de fazer flexibilização de gênero ao emitir a fala de confirmação do concorrente escolhido. Isso significa que, por meio da ferramenta, a urna “falará” que o eleitor está votando em um candidato ou em uma candidata, de acordo com o gênero do postulante que está recebendo o voto.

Teste presencial

Nesta semana, a equipe de Tecnologia do TSE recebeu dois eleitores com deficiência para testar os recursos e experimentar a urna com todas essas novidades.

O aposentado Edinaldo de Almeida e a massoterapeuta Zozimeire dos Santos deram sugestões de melhorias e evoluções, inclusive de pequenos ajustes que podem ser feitos ainda este ano.

“O importante é que a gente conseguiu ter um contato mais próximo com as pessoas que são o público-alvo dessa grande novidade, e isso foi muito bom, porque vamos usar esse retorno deles para aperfeiçoar ainda mais os sistemas”, garante Coimbra.

Todo o processo de adaptação desse software para a urna levou em torno de quatro meses, tendo início ainda em 2019 e sendo finalizado no início deste ano.

Assessoria de Comunicação – TSE