Senador Roberto Rocha assegura o não congelamento dos salários dos professores

Professores da rede pública de ensino não terão o reajuste dos salários congelados em função da pandemia do coronavírus. É que foi aprovada no Senado uma emenda do senador Roberto Rocha (PSDB-MA) ao PLP 39/2020, que socorre financeiramente os estados e municípios. Ou seja, os professores não serão penalizados.

Em vídeo, nas suas redes sociais, o senador maranhense comemorou, relatou detalhes da decisão, e saudou os profissionais da educação: “Quero saudar todos os professores e professoras do Maranhão e dizer que estamos aqui, sempre atentos, na certeza de que, com educação não se brinca. Por isso estamos colocando os professores e professoras no mesmo patamar que deve ter em todos os estados. Por isso que a lei é pro Brasil”, declarou o senador. (acompanhe o vídeo do senador : https://youtu.be/I-WE00BolMA)

 

 

Outras dez categorias também ficaram de fora do congelamentos dos salários, como os servidores da segurança pública, da saúde, Forças Armadas, foram excluídos do congelamento os trabalhadores da educação pública, servidores de carreiras periciais, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, guardas municipais, agentes socioeducativos, profissionais de limpeza urbana, de serviços funerários e de assistência.

Data da 2ª parcela do auxílio emergencial deve ser anunciada hoje (8)

Lançamento do aplicativo CAIXA|Auxílio Emergencial

O calendário para pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600, que será feito a partir da semana que vem, deverá ser divulgado até hoje (8). A informação foi dada nesta quinta-feira (7) pelo ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, em reunião virtual da comissão mista de deputados e senadores que acompanha as medidas do governo federal para o enfrentamento da covid-19.

Onyx informou também que uma parceria com os Correios está prestes a ser anunciada. Segundo o ministro, a ideia é que a empresa auxilie pessoas que não têm acesso à internet a fazer o cadastro para receber o benefício. O auxílio está previsto para ser pago em três parcelas até junho. Mesmo quem não recebeu a primeira parte e se enquadra nos pré-requisitos do auxílio poderá receber as três parcelas.

O ministro da Cidadania adiantou aos parlamentares que a pasta vai publicar ainda hoje uma portaria que transferirá R$ 580 milhões para o Sistema Único de Assistência Social a serem usados por municípios. O dinheiro poderá ser aplicado na compra de equipamento completo de proteção individual para todos os trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS) dos municípios e de alimentos que serão distribuídos para pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Balanço

De acordo com o ministro, cerca de 96,9 milhões de pessoas acessaram o aplicativo da Caixa para tentar obter o auxílio.

Destas, cerca de 50,5 milhões foram consideradas elegíveis e 32 milhões, inaptas para receber o benefício. Parte dessas pessoas tentou fraudar o direito ao crédito.

 

Agência Brasil

Parlamentares cobram fim das filas na Caixa e auxílio de R$ 600 a ‘invisíveis’

Comissão Mista de Acompanhamento das Medidas Relacionadas ao Coronavírus (CN-Covid19) realiza audiência pública interativa com a participação, por videoconferência, do ministro de Estado da Cidadania para tratar sobre as ações do Ministério relacionadas à emergência de saúde pública de importância internacional relacionada ao combate ao coronavírus (Covid-19).  A comissão é composta por seis deputados e seis senadores, com igual número de suplentes, conduzida do gabinete do presidente eleito e conta com contribuições dos parlamentares que estiverem participando remotamente.  Presidente da CN-Covid19, senador Confúcio Moura (MDB-RO), conduz audiência.   Tela exibe, em videoconferência: secretário especial de Desenvolvimento Social do Ministério da Cidadania, Sérgio Augusto de Queiroz; ministro de Estado da Cidadania, Onyx Lorenzoni; secretário executivo do Ministério da Cidadania, Antônio José Barreto de Araújo Júnior.  Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado

Desde o início do pagamento do auxílio emergencial, as filas formadas em frente às agências da Caixa Econômica Federal chamam a atenção em um momento em que as aglomerações devem ser evitadas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), para conter a disseminação da covid-19. Em reunião nesta quinta-feira (7) com o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, parlamentares defenderam medidas como o uso de outros bancos e a ampliação do horário de atendimento para facilitar o acesso da população ao benefício. Onyx foi convidado por deputados e senadores a detalhar o pagamento do benefício à comissão mista de acompanhamento das medidas relacionadas ao coronavírus (CN–covid-19).

— Ainda existem muitas filas na Caixa Econômica. Muitos dizem já que talvez teria sido um erro colocar apenas a Caixa Econômica. O senhor disse que três bancos abriram mão, mas eu acho que se poderia talvez buscar outras alternativas bancárias — até bancos privados, se for o caso — para se evitar essa aglomeração — defendeu Izalci Lucas (PSDB-DF).

O deputado João H. Campos (PSB-PE), o senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) e outros parlamentares também cobraram que o governo federal firme parcerias com estados e municípios para buscar alternativas que evitem as aglomerações de pessoas nas filas e sugeriram o uso de agências lotéricas e dos Correios para não concentrar os beneficiários.

— Nós temos alternativas simples quando há a união dos municípios e dos estados. Vou citar um exemplo que está amenizando as filas e organizando as filas. O prefeito de Aparecida de Goiânia [GO], Gustavo Mendanha, colocou a guarda municipal para organizar as filas, com espaçamento marcado ali no asfalto, nas calçadas, e, com isso, amenizou, se organizou e não está havendo tanta aglomeração e tanta desorganização para que a gente não aumente ainda mais os índices de coronavírus no nosso Brasil — sugeriu Vanderlan, que reconheceu o grande desafio do governo de colocar em prática um programa para atender mais 50 milhões pessoas.

Segundo Onyx, a maioria das agências da Caixa não apresenta mais filas segundo informações do banco e a tendência é que o problema diminua a partir da segunda etapa de pagamentos.

— Hoje é o primeiro dia em que a Caixa já relata a ausência de filas na maior parte das 4 mil agências. Há filas em pontos residuais no Brasil. As mais de 4 mil agências estão com o seu fluxo normal. Por quê? Porque nós completamos ontem os 50,5 milhões de brasileiros que receberam a primeira parcela do auxílio. Quanto às filas nos bancos, um comunicado que a gerência de varejo da Caixa me deu é de que raríssimos lugares do Brasil ainda estão com filas. Eles estão melhorando o atendimento nas parcerias com os municípios, os municípios estão entrando para ajudar, e a gente já melhorou muito — apontou

Invisíveis

Além das filas, outras queixas dos parlamentares é quanto à abrangência do programa. Segundo o ministro, 96 milhões de pessoas acessaram o aplicativo do auxílio emergencial de R$ 600. Desses, 50,5 milhões foram considerados elegíveis para receber o benefício, mas senadores e deputados afirmam que milhões de brasileiros que precisariam receber o dinheiro não estão recebendo ou sequer conseguiram acessar o aplicativo. Muitos não têm nem acesso à internet para se regularizar. Outros sequer figuram no cadastro único (um instrumento do governo que identifica as famílias de baixa renda). São os chamados invisíveis.

— É muito mais fácil convocar os municípios, através dos seus equipamentos, Cras e Creas, e avançar no cadastramento. Nós temos muitas comunidades tradicionais, quilombolas, indígenas, ribeirinhas, que não têm acesso à internet de qualidade, não têm um aparelho de celular, e nós precisamos incluir todos —disse o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) lamentou que desempregados, autônomos e trabalhadores informais não tenham recebido o benefício ainda e pediu empenho do governo para avançar no cadastramento de pessoas vulneráveis.

— O Ministério Público Federal fez questionamentos, inclusive ao seu ministério. E, dentre os vários pontos, um muito importante: o porquê dessa dificuldade de chegar a essa população, a essa parcela da população brasileira que é chamada hoje de invisível e não está tendo acesso a esse programa. Ao mesmo tempo, por que a dificuldade do pagamento? Por exemplo, nos dados que nós temos, significa que nós temos 9 milhões de benefícios não pagos até o presente momento do primeiro mês e nós já estamos entrando no segundo mês de benefício. Ou seja, poderemos deixar quase 10 milhões de pessoas sem acesso de fato a esse benefício — criticou a senadora.

Segundo Onyx, o governo conseguiu incluir milhões de brasileiros invisíveis como beneficiários do auxílio emergencial. O ministro relatou que as primeiras projeções do governo estimavam  a existência de cerca 5 milhões a 8 milhões de invisíveis no Brasil (pessoas sem CPF e sem nenhum cadastro), mas se deparou com um número muito maior.

— Nós encontramos mais de 21 milhões de invisíveis, é muito maior do que a gente imaginava. E essa foi também uma das razões para que a gente buscasse a suplementação orçamentária que o governo fez na semana passada, para que a gente pudesse completar a primeira parcela — assinalou.

Passada a pandemia, Onyx avalia que será possível avançar em políticas públicas para beneficiar essa população que era desconhecida pelo Estado.

— Há uma externalidade muito importante nesse processo que é o fato de que nós estamos “bancalizando”. Vamos chegar próximo a 25 milhões de pessoas com contas digitais, pessoas que eram completamente desconhecidas do Estado. Hoje a gente tem a conta dessa pessoa, a sua composição familiar, a sua residência, o seu CPF. Quer dizer, são pessoas, passado esse episódio da pandemia, para as quais nós vamos desenvolver aqui — e vamos fazer isso junto com o Parlamento brasileiro — programas de estímulo ao empreendedorismo, aperfeiçoamento, microcrédito; poder chegar perto dessas pessoas para que elas possam se desenvolver — afirmou.

Agência Senado

Prédio da Assembleia de Deus será hospital de campanha

O Centro de Convenções da Assembleia de Deus em Belém, no Pará, vai abrigar um Hospital de Campanha para atender casos de Covid-19.

A novidade foi anunciada neste sábado (2) pelo governador do estado, Helder Barbalho (MDB).

A nova unidade será apenas para casos clínicos, enquanto que a unidade de atendimento do Hangar ficará com os casos de tratamento intensivo (UTI).

Devido ao crescimento no número de casos do Covid-19, resultando no aumento de 222% nos óbitos em uma semana, a Secretaria de Saúde do Pará tem buscado tomar medidas para garantir o atendimento.

Na unidade do Hangar, segundo informa o G1, o Hospital de Campanha da capital já atendeu 557 pacientes, 214 deles receberam alta.

 

Gospel Prime

‘Lockdown’ na periferia da Grande São Luís tem moradores sem máscara e falta fiscalização no trânsito e nas feiras

Mesmo após a determinação judicial e decretos de ‘lockdown’ (bloqueio total), várias regiões da Grande São Luís seguem com pouca modificação da rotina habitual. A exceção acontece no comércio não essencial, que se mantém fechado na maioria das regiões.

Na decisão judicial sobre o lockdown, o juiz Douglas Martins havia determinado que os municípios deveriam disciplinar regras de distanciamento social e garantir o uso obrigatório de máscaras.

Além disso, o decreto do governo estadual determina que as prefeituras devem reduzir a circulação de pessoas e garantir a higiene e distanciamento social em feiras e mercados.

Na Estrada de Ribamar, feira continua sem fiscalização e trânsito de pessoas sem máscara  — Foto: G1 Maranhão

Entretanto, nesta quarta-feira (6), as feiras na região do Maiobão, Estrada de Ribamar e Cidade Operária continuavam com alguns pontos de aglomeração, além da falta de organização ou fiscalização pelas respectivas prefeituras de Paço do Lumiar, São José de Ribamar e São Luís, ou mesmo pelo governo do estado.

Mesmo com o movimento reduzido, várias feiras continuavam funcionando como em dias antes do lockdown, inclusive com consumidores sem máscara.

Pouca mudança dentro dos bairros

Barreira de trânsito da Guarda Municipal de São José de Ribamar, na região da Mata — Foto: G1 Maranhão

Dentro dos bairros e na região de periferia da Cidade Operária, Matinha e Maiobão, também não havia fiscalização do trânsito ou mesmo do uso obrigatório de máscaras.

A Guarda Municipal de São José de Ribamar montou uma barreira próximo a Estrada de Ribamar, mas todos os motoristas que passavam eram liberados, mesmo sem apresentar a declaração obrigatória explicando o motivo do deslocamento.

Em alguns lugares, jovens jogavam futebol ou empinavam pipa, enquanto moradores conversavam na porta de casa ou de estabelecimentos, sempre sem o uso de máscaras.

Moradores conversando sem máscaras na Estrada da Mata, na região de São José de Ribamar — Foto: G1 Maranhão

O que dizem as prefeituras e o governo

Mesmo com todos os flagrantes, a Prefeitura de Paço do Lumiar diz que está fiscalizando todas as regiões do município e que foi deslocado um maior efetivo de fiscais para a regiões citadas na reportagem.

Questionada, a Prefeitura de Paço do Lumiar não se pronunciou sobre a falta de fiscalização do trânsito dentro do bairro do Maiobão e a falta de fiscalização do uso de máscaras pelos moradores nas ruas e feiras.

As prefeituras de São Luís e São José de Ribamar, além do governo do Maranhão, ainda não se pronunciaram até a última atualização desta reportagem.

Coronavírus na Grande São Luís

Até esta terça (5), a Grande São Luís tinha quase 90% dos casos no novo coronavírus no Maranhão, segundo dados da Secretaria de Saúde. Os bairros do Maiobão, Matinha e Cidade Operária somavam, juntos, 145 casos confirmados da doença.

Veja abaixo o número de casos da Covid-19, por bairro, na Grande São Luís.

  1. Turu – 153 casos
  2. Renascença – 121 casos
  3. Calhau – 112 casos
  4. Cidade Operária – 90 casos
  5. Cohatrac I, II, III, IV, Primavera-Cohatrac – 71 casos
  6. Araçagy – 68 casos
  7. Anjo Da Guarda – 63 casos
  8. Cohama – 60 casos
  9. Centro 59 casos
  10. Bairro De Fátima – 56 casos
  11. Liberdade – 56 casos
  12. Ponta D’areia – 54 casos
  13. Vila Embratel – 54 casos
  14. Bequimão – 52 casos
  15. Maiobão – 52 casos
  16. Anil – 48 casos
  17. Monte Castelo – 48 casos
  18. João Paulo – 43 casos
  19. Coroadinho – 41 casos
  20. Olho D’água – 40 casos
  21. São Francisco – 40 casos
  22. Conjunto Habitacional Vinhais – 39 casos
  23. Jardim São Cristóvão / Conjunto Juçara / Conjunto Penalva – 39 casos
  24. Angelim – 37 casos
  25. Cohab Anil I – 32 casos
  26. Maracanã – 32 casos
  27. Conjunto Dom Sebastião / Vila Dos Nobres / Pq. Dos Nobres / Parque Timbira – 29 casos
  28. Cohafuma – 28 casos
  29. Parque Vitória – 26 casos
  30. Vila Palmeira – 25 casos
  31. Jardim América – 24 casos
  32. Conjunto São Raimundo – 23 casos
  33. Ponta do Farol – 23 casos
  34. Alemanha – 21 casos
  35. Cidade Olímpica – 21 casos
  36. Recanto dos Vinhais – 21 casos
  37. Jardim Eldorado – 20 casos
  38. Aurora – 18
  39. Cruzeiro do Anil – 16 casos
  40. Lira – 16 casos
  41. Jardim de Fátima – 15 casos
  42. Bom Jesus – 14 casos
  43. Coroado – 14 casos
  44. Forquilha – 14 casos
  45. Planalto Vinhais II – 14 casos
  46. Sacavém – 14 casos
  47. São Bernardo – 14 casos
  48. Vila Fialho – 14 casos
  49. Alto Turu – 13 casos
  50. Bela Vista / Primavera I (Cohajap) – 13 casos
  51. Filipinho / Redenção – 13 casos
  52. Jardim Tropical – 13 casos
  53. João De Deus – 13 casos
  54. Jordoa – 13 casos
  55. Maiobinha – 13 casos
  56. Santa Cruz – 13 casos
  57. Vila Janaína – 13 casos
  58. Cohab Anil III – 12 casos
  59. Areinha – 11 casos
  60. Coheb – 11 casos
  61. Conjunto Habitacional Turu / Jardim Atlântico – 11 casos
  62. Jardim Das Margaridas / Parque Aurora / Planalto Anil I, II, III – 11 casos
  63. Parque Amazonas – 11 casos
  64. Chácara Brasil – 10 casos
  65. Maioba – 10 casos
  66. Parque Atenas – 10 casos
  67. Santa Efigênia – 10 casos
  68. Vila Bacanga – 10 casos
  69. Vila Passos – 10 casos
  70. Apeadouro – 9 casos
  71. Camboa – 9 casos
  72. Caratatiua – 9 casos
  73. Conjunto Rio Anil – 9 casos
  74. Maranhão Novo – 9 casos
  75. Quitandinha / Vinhais I / Vinhais II – 9 casos
  76. Sá Viana – 9 casos
  77. Vila Brasil – 9 casos
  78. Vila Isabel Cafeteira – 9 casos
  79. Vila Itamar – 9 casos
  80. Barreto – 8 casos
  81. Centro (São José De Ribamar) – 8 casos
  82. Ipem São Cristóvão/Conjunto São Carlos – 8 casos
  83. Radional – 8 casos
  84. Santa Clara – 8 casos
  85. Cohaserma / Cohaserma II – 7 casos
  86. Cohatrac V – 7 casos
  87. Fumacê 7 – casos
  88. Ipase – 7 casos
  89. Ivar Saldanha – 7 casos
  90. Pindorama – 7 casos
  91. Jaracaty – 6 casos
  92. Jardim São Cristóvão II – 6 casos
  93. Miritiua – 6 casos
  94. Nova Terra – 6 casos
  95. Outeiro Da Cruz – 6 casos
  96. Pindaí – 6 casos
  97. Planalto Aurora – 6 casos
  98. Retiro Natal – 6 casos
  99. Sítio Pirapora – 6 casos
  100. Tibiri – 6 casos
  101. Vila Nova – 6 casos
  102. Campina – 5 casos
  103. Cruzeiro – 5 casos
  104. Itapiracó – 5 casos
  105. Lima Verde – 5 casos
  106. Novo Angelim – 5 casos
  107. Paraiso das Rosas – 5 casos
  108. Ribeira – 5 casos
  109. Santa Bárbara – 5 casos
  110. São Benedito – 5 casos
  111. Vila Kiola – 5 casos
  112. Vila Lobão e Vila Roseana Sarney – 5 casos
  113. Vila Mauro Fecury II – 5 casos
  114. Vila Nazaré – 5 casos
  115. Bom Milagre – 4 casos
  116. Cidade Verde – 4 casos
  117. Coréia – 4 casos
  118. Cutim Anil – 4 casos
  119. Goiabal 4 casos
  120. Ipem Turu – 4 casos
  121. Madre Deus – 4 casos
  122. Mata de Itapera – 4 casos
  123. Moropoia – 4 casos
  124. Parque Universitário – 4 casos
  125. Planalto Turu II – 4 casos
  126. Primavera Ii (Cohajap II) – 4 casos
  127. Santo Antônio – 4 casos
  128. São Marcos – 4 casos
  129. Sítio Grande – 4 casos
  130. Tirirical – 4 casos
  131. Alto da Esperança – 3 casos
  132. Apicum – 3 casos
  133. Cohab Anil IV – 3 casos
  134. Diamante – 3 casos
  135. Fé em Deus – 3 casos
  136. Matinha – 3 casos
  137. Novo Cohatrac – 3 casos
  138. Recanto dos Signos – 3 casos
  139. Trizidela da Maioba – 3 casos
  140. Turiúba – 3 casos
  141. Vila Alonso Costa – 3 casos
  142. Vila Bom Viver – 3 casos
  143. Vila Isabel – 3 casos
  144. Vila Jeniparana – 3 casos
  145. Vila Maranhão – 3 casos
  146. Vila Operária – 3 casos
  147. Vila São José – 3 casos
  148. Vila São Luís – 3 casos
  149. Alto do Farol – 2 casos
  150. Boa Vista – 2 casos
  151. Cantinho Do Céu / Conjunto Manoel Beckman – 2 casos
  152. Gancharia – 2 casos
  153. Ilhinha – 2 casos
  154. Jardim das Mercês – 2 casos
  155. J. Câmara – 2 casos
  156. Novo Horizonte – 2 casos
  157. Paranã – 2 casos
  158. Parque Thiago Aroso – 2 casos
  159. Pirâmide – 2 casos
  160. Planalto Anil – 2 casos
  161. Recanto dos Pássaros – 2 casos
  162. Saramanta – 2 casos
  163. Tambaú – 2 casos
  164. Upaon-Açu – 2 casos
  165. Vila Ariri – 2 casos
  166. Vila Cascavel – 2 casos
  167. Vila Dr Julinho – 2 casos
  168. Vila Flamengo – 2 casos
  169. Vila Mauro Fecury I – 2 casos
  170. Vila Sarney Filho I – 2 casos
  171. Vila Sarney Filho II – 2 casos
  172. Vila Vitória – 2 casos
  173. Açaizal Grande – 1 caso
  174. Beira Rio – 1 caso
  175. Bom Jardim – 1 caso
  176. Centro (Paço Do Lumiar) – 1 caso
  177. Centro (Raposa) – 1 caso
  178. Cohab Anil II – 1 caso
  179. Conjunto São Marcos – 1 caso
  180. Desterro – 1 caso
  181. Inhaúma – 1 caso
  182. Itapera Maioba – 1 caso
  183. Jardim Coelho Neto – 1 caso
  184. J.Lima – 1 caso
  185. Laranjal – 1 caso
  186. Mutirão – 1 caso
  187. Outeiro – 1 caso
  188. Paranã III – 1 caso
  189. Paraty – 1 caso
  190. Parque Ângela / Residencial Vinhais III – 1 caso
  191. Parque Das Palmeiras – 1 caso
  192. Parque Jair – 1 caso
  193. Parque Sabiá – 1 caso
  194. Pau Deitado – 1 caso
  195. Quebra-Pote – 1 caso
  196. Recanto Fialho / Vila União – 1 caso
  197. Residencial Planalto Vinhais I / Vinhais VI – 1 caso
  198. Residencial Silvana – 1 caso
  199. Santa Rosa – 1 caso
  200. São Raimundo Do Gapara – 1 caso
  201. Sítio Leal – 1 caso
  202. Tijupa Queimado – 1 caso
  203. Turu / Jardim das Oliveiras (Cohajoli) – 1 caso
  204. Vila Cafeteira – 1 caso
  205. Vila Conceição – 1 caso
  206. Vila Dos Frades – 1 caso
  207. Vila São José II – 1 caso

G1