Governo federal avalia rastreamento por celular para evitar aglomerações

O governo federal segue avaliando a hipótese de usar os dados das operadoras de telefonia para identificar aglomerações e tomar medidas para coibir a disseminação do novo coronavírus. A medida está em análise dentro do governo, segundo informou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

Em entrevista ao Itaú Unibanco, Moro opinou que o rastreamento das pessoas pelo celular deve preservar a identidade das pessoas.

O ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, chegou a gravar um vídeo nas redes sociais falando da possibilidade de monitorar as aglomerações para auxiliar no isolamento social. Mas, em seguida, retirou o vídeo das redes, a pedido do presidente Jair Bolsonaro. Segundo Marcos Pontes, a ação seria melhor avaliada para ter a segurança de que a privacidade das pessoas seria resguardada. Desde então, o governo não se posicionou mais sobre o assunto.

Alguns países e estados da federação, como São Paulo, já fazem uso dessa estratégia, como forma de controle da pandemia. De acordo com o sindicato das empresas de telecomunicações, o SinditeleBrasil, são fornecido apenas os dados de localização dos usuários, sem identificar o indivíduo.

Mais destaques dessa edição:

– Brasil tem mais de 400 mortes por Covid-19, em 24 horas
– Total de óbitos passa de 3.000 e casos confirmados já ultrapassam 49 mil
– Diretor-Geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, é exonerado
– Câmara aprova projeto que remaneja recursos da assistência social durante a pandemia
–  15 milhões de trabalhadores informais vão receber hoje a primeira parcela do auxílio emergencial

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Polícia Federal prende suspeitos de assassinar líder indígena no Maranhão

A Polícia Federal no Maranhão (PF) informou nesta quarta-feira (22) que prendeu dois suspeitos de assassinar o líder indígena Zezico Guajajara, que foi encontrado morto no último dia 31 de março, próximo a Aldeia Zutiuá no município de Arame, localizado a 476 km de São Luís. A prisão foi realizada na última segunda-feira (20).

Os agentes também cumpriram dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 2ª Vara da Justiça Federal na casa dos investigados, que ficam localizadas na Terra Indígena Araribóia, no sul do estado. Os investigados também são índios e moravam na mesma aldeia que Zezico Guajajara vivia.

De acordo com a PF, no momento da operação os suspeitos não foram encontrados. O delegado responsável pelo inquérito fez contato com o advogado dos investigados, e após uma negociação, afirmou que os eles seriam apresentados na sede da Delegacia da Polícia Federal em Imperatriz, cidade a 629 km de São Luís.

Após terem sido apresentados, os suspeitos foram presos e encaminhados ao sistema prisional do Maranhão. Segundo a PF, eles foram indiciados por homicídio, previsto no art. 121 do Código Penal, que requer pena entre seis e 20 anos de prisão.

As investigações

A motivação do crime não foi divulgada pela Polícia Federal. As investigações foram realizadas inicialmente pela Polícia Civil do Maranhão, por meio da delegacia de Barra do Corda, apontaram que os suspeitos eram da mesma aldeia que Zezico Guajajara. Em seguida, a PF assumiu as investigações do caso e apresentou a denúncia à Justiça Federal.

Ameaças

Após o crime, lideranças indígenas da região relataram que Zezico Guajajara vinha recebendo ameaças de morte por conta de conflitos internos dentro da Aldeia Zutiuá. O índio chegou a formalizar denúncias a respeito de ‘atos de violência’ praticados por outros indígenas dentro da aldeia para a Fundação Nacional do Índio (Funai) e para Polícia Federal (PF).

Região de conflitos

A morte de Zezico Guajajara aconteceu na Terra Indígena Araribóia, mesma região onde o líder indígena e ‘Guardião da Floresta‘ Paulo Paulino Guajajara foi assassinado em novembro de 2019. O território é conhecido por registrar inúmeros conflitos de terras entre indígenas e madeireiros.

Segundo a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) de 2016 até novembro de 2019, 13 indígenas foram mortos em decorrência do conflito com madeireiros no Maranhão. A entidade afirma que a ‘estrutura de segurança não está preparada ou não prioriza os casos’ relacionados a índios.

Terra Indígena Arariboia

A Terra Indígena Arariboia é composta por etnias indígenas Ka’apor, Guajajaras e Awá-Guajás em um território com 413 mil hectares no sudoeste do Maranhão onde vivem 12 mil indígenas. Parte dessas tribos possuem Guardiões da Floresta, que são formados com o intuito de proteger a natureza, evitar invasões de madeireiros e incêndios.

G1

Assembleia Legislativa entrega cestas básicas à população de baixa renda para amenizar consequências da pandemia

A Assembleia Legislativa do Maranhão iniciou a entrega das 100 mil cestas básicas à população de baixa renda, adquiridas por meio do Projeto de Resolução Legislativa 23/20, de autoria da Mesa Diretora, aprovado na terceira Sessão Extraordinária com Votação Remota por Videoconferência. A medida visa contribuir, de forma emergencial, com a alimentação dessas pessoas e tentar atenuar a crise decorrente da pandemia do novo coronavírus no Maranhão e das inundações em diversos municípios maranhenses.

“Decidimos unir forças na Assembleia pelo bem comum das famílias que estão passando por essa situação difícil. Independentemente da sigla partidária, cada parlamentar indicou uma instituição para distribuir os alimentos às comunidades carentes. A entrega das cestas é uma forma que encontramos de prestar assistência às famílias que enfrentam dificuldades para se sustentar e sobreviver no atual cenário provocado pela pandemia da Covid-19″, afirmou o presidente da Casa, deputado Othelino Neto.

O projeto autorizou o Parlamento Estadual a firmar acordo de cooperação com órgãos da administração pública estadual (Secretarias de Estado, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Defesa Civil), ou municipal (Secretarias Municipais) ou organizações da sociedade civil, para a operacionalização das doações de alimentos. 

A Resolução, editada de acordo com as determinações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e dos decretos de calamidade expedidos pela União e pelo Governo do Estado,  beneficia trabalhadores informais, ambulantes, bem como a população de baixa renda de modo geral, que têm enfrentado dificuldades financeiras, a fim de garantir o alimento de suas famílias nesse período crítico.

A distribuição das cestas básicas ocorre, preferencialmente, por meio do Cadastro Único para programas sociais do Governo Federal, entre eles o Bolsa Família, no qual já estão identificadas e registradas as famílias em situação de vulnerabilidade social e de insegura alimentar.

Dona de casa recebe alimentos doados pela Assembleia, viabilizados por meio de Projeto de Resolução Legislativa

Iniciativa inédita

O deputado Neto Evangelista (DEM) indicou o Instituto Amigos da Cidade para receber e distribuir os alimentos. O parlamentar destacou a iniciativa inédita da Assembleia. “É importante o que estamos fazendo na gestão do presidente Othelino Neto, neste momento de crise enfrentado no mundo inteiro. O Parlamento maranhense, de forma inédita, engaja-se nessa ação para ajudar as pessoas que mais precisam, respeitando as orientações da Organização Mundial da Saúde”, disse.

O deputado Professor Marco Aurélio (PCdoB) indicou o Corpo de Bombeiros e a Defensoria Pública para receberem as cestas adquiridas pela Assembleia. “As entidades farão a distribuição dessas cestas básicas priorizando as famílias mais necessitadas, de acordo com os registros que possuem, garantindo que as doações sejam entregues àqueles que realmente precisam. Agradeço a esses guerreiros pela parceria”, afirmou o parlamentar, reconhecendo o trabalho das instituições.

Caminhão carregado de cestas básicas, que estão sendo doadas a famílias carentes

Já o deputado Rafael Leitoa (PDT) ressaltou a importância da iniciativa para ajudar as famílias mais pobres, nesse momento de paralisação econômica. “Esta é mais uma forma de a Assembleia  prestar auxílio aos cidadãos maranhenses prejudicados pelas consequências do isolamento social e da redução da atividade econômica. Nos unimos em prol de um bem comum, para garantir o essencial a essa parcela da população mais carente”, frisou.

“Fico muito feliz em poder contribuir, por meio da Assembleia, para que os maranhenses mais necessitados possam atravessar esse momento difícil com menos dificuldades. Estamos enviando 2.300 cestas básicas para os municípios de São Bernardo, Magalhães de Almeida, Água Doce, Paulino Neves, Codó e Santa Rita. Elas serão entregues a famílias que estão necessitando do nosso apoio”, declarou César Pires.

A distribuição das cestas básicas ocorre, preferencialmente, por meio do Cadastro Único para programas sociais do Governo Federal

 

Agência Assembleia

POSSE | Desembargador Lourival Serejo assume presidência do Tribunal de Justiça do Maranhão

Na oportunidade, foram empossados também o vice-presidente, desembargador José Bernardo Rodrigues e o corregedor geral da Justiça, desembargador Paulo Velten

O desembargador Lourival Serejo foi empossado na presidência do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), para o biênio de 2020/2012, nesta sexta-feira (24), em solenidade transmitida ao vivo por videoconferência. Na ocasião foram empossados, também, os desembargadores José Bernardo Rodrigues (vice-presidente) e Paulo Velten (corregedor geral da Justiça).

A sessão solene de posse teve a participação dos demais desembargadores que compõem a Corte de Justiça maranhense, por meio do sistema de videoconferência, e pode ser acompanhada por representantes dos outros Poderes, operadores do Direito e sociedade em geral pelo canal oficial do TJMA no Youtube e pela Rádio Web Justiça do Maranhão.

Em seu discurso, o novo presidente do TJMA, desembargador Lourival Serejo ressaltou que a história lhe reservou a casualidade de assumir a presidência, em pleno estado de calamidade pública, transformando o ambiente festivo que se esperava, em um ato formal de transmissão de cargo, por videoconferência.

“Ficarei na história deste Tribunal como o presidente que administrou os impactos de uma pandemia nas dobras do Poder Judiciário do Maranhão. Essa situação inesperada exigirá mais de mim no exercício da presidência. Como sabemos, é em momentos iguais a esse que se revelam ou se apagam os líderes”, afirmou.

Apesar da situação extrema de pandemia, o presidente Lourival Serejo ressaltou que “o paradoxal desse drama é que de suas cinzas levantou-se uma Fênix que mantém o Poder Judiciário cumprindo ativamente suas obrigações administrativas e jurisdicionais: o `home office´, com o deslocamento das atividades presenciais para o teletrabalho, expandido em ritmo de urgência”, acrescentou.

Segundo o presidente, a tecnologia avançada organizada em estado de emergência, mostrou uma nova onda de desenvolvimento. “Surpreendendo a todos, afastando os profetas de visão curta, o mundo não será mais o mesmo a partir de 2020, marco da disruptura social e política e das reinvenções que a nova era exigirá de todos os povos”, salientou.

O desembargador Joaquim Figueiredo despediu-se do cargo na Presidência, frisando que procurou ultrapassar os desafios que lhes foram apresentados, com a dedicação dos que amam a Instituição e que por ela se sacrificam. “Estou deveras contente, porque não poupei esforços para construir, nas mais diversas áreas, bem mais do que o possível, sempre de mãos dadas com os que se irmanaram comigo na relevante empreitada”, afirmou.

Figueiredo registrou que “hoje temos um novo Tribunal, mais moderno e inteiramente compromissado com a transparência e com a eficiência. Modificou-se a cultura institucional, aperfeiçoou-se a metodologia”.

Ao se dirigir aos novos dirigentes do Judiciário, Joaquim Figueiredo fez um lembrete, dizendo que “o contrário do medo não é a coragem. É a fé. Tenham fé em si mesmos. Façam o que for preciso, acreditem nas suas capacidades, pois esta colenda Corte responderá aos seus anseios”.

O desembargador José de Ribamar Castro, ao iniciar seu discurso em nome dos demais desembargadores da Corte estadual, lembrou do momento atípico vivenciado no Poder Judiciário do Maranhão: “A posse de uma nova gestão em plenário virtual”.

Castro destacou que as biografias dos desembargadores empossados “falam por si e realçam a estatura moral e intelectual desta Egrégia Corte. Cultos e laboriosos, os eminentes desembargadores empossados já mostraram o vibrante sinal do talento e da vocação para a arte de julgar e, com seus atributos morais e intelectuais, fortalecerão as excelsas virtudes institucionais deste Sodalício”.

Em suas redes sociais, o governador do Estado do Maranhão, Flávio Dino informou ter acompanhado o ato solene e cumprimentou a nova Mesa Diretora do TJMA. “Minhas saudações ao novo presidente Lourival Serejo, a quem desejo sucesso. Homenageio também o agora ex-presidente José Joaquim”, publicou.

METAS PARA O NOVO BIÊNIO

O presidente do TJMA, desembargador Lourival Serejo, apresentou 28 metas específicas de gestão para o Biênio 2020/2022. As metas apontam para a excelência e qualidade na prestação jurisdicional e seguridade dos direitos da sociedade, com a intensificação dos avanços tecnológicos, virtualização de processos, apoio aos núcleos de conciliação, além da busca pela transparência e segurança das informações judiciais, capacitação de magistrados e servidores, incentivo à sustentabilidade, à preservação da memória institucional e aperfeiçoamento na gestão orçamentária.

O desembargador Lourival Serejo afirmou que “não há dúvidas que o incentivo às novas tecnologias é o melhor caminho para a garantia dos avanços no Judiciário. “A superação dos problemas com a pandemia é uma prova disto. A opção do futuro é a inteligência artificial e nós não podemos ficara para trás nesse desenvolvimento. Cada vez mais surgem aplicativos e novos sistemas mais sofisticados. Estaremos sempre atentos para a aquisição dessas novas ferramentas, para mantermos esse prestígio já alcançado pelo nossto Tribunal a nível nacional”.

Com relação a preservação da memória histórica do Tribunal, o desembargador anunciou a inauguração em breve de um museu de memória, em conformidade com o proname, que incentiva os tribunais a desempenhar esse compromisso com a memória. O fortalecimento das políticas de sustentabilidade também é uma das metas prioritárias. “Não podemos hoje imaginar qualquer avanço social sem atenção à sustentabilidade”.

Entres as metas de gestão, o desembargador Lourival Serejo também destacou a proteção aos direitos fundamentais aos diversos grupos da sociedade, visando assegurar o acesso à justiça contra qualquer tipo de preonceito e violência. “Estarei atento a todos os clamores sociais, a todos os clamores de justiça, a todas as pessoas sem distinção de sexo, idade, cor, desenvolvendo uma sensibilidade para atender a todos os anseios da população, com a prática da melhor justiça, com mais celeridade e máxima atenção possivel, com mais respeito à dgnidade de cada um”, concluiu.

PERFIL

O desembargador Lourival de Jesus Serejo Sousa nasceu na cidade de Viana, Maranhão. Filho de Nozor Lauro Lopes de Sousa e Isabel Serejo Sousa. Formou-se em Direito, em 1976, especializando-se em Direito Público, pela Faculdade de Direito do Ceará, em 1980 e, posteriormente, em Direito Processual Civil pela Universidade Federal de Pernambuco, em convênio com a Escola Superior da Magistratura do Maranhão. Atualmente, é desembargador da Corte maranhense, assumindo a presidência do Tribunal de Justiça do Maranhão.

Antes de ingressar na magistratura, Lourival Serejo foi advogado e Promotor de Justiça. Na magistratura já exerceu as seguintes atividades: Diretor da Escola Superior da Magistratura do Estado do Maranhão, Juiz Auditor da Justiça Militar, membro do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão e Ouvidor do Tribunal de Justiça do Maranhão.

Lourival Serejo ocupa a cadeira nº 35 da Academia Maranhense de Letras. É também membro fundador da Academia Maranhense de Letras Jurídicas, da Academia Imperatrizense de Letras e da Academia Vianense de Letras.

Obras publicadas: “O presépio queimado”, “Rua do porto”, “O baile de São Gonçalo”, “Do alto da Matriz”, “Na casa de Antônio Lobo”, “Da aldeia de Maracu à Vila de Viana”, “Entre Viana e Viena” e “Pescador de memórias”.

Na área jurídica, Lourival Serejo tem vários trabalhos publicados nas principais revistas do país e os seguintes livros de sua autoria: “Contribuições ao estudo do Direito”; “Direito Constitucional da Família”; “Provas ilícitas no direito de família”; “A família partida ao meio”; “Formação do Juiz: anotações de uma experiência”; “Comentários ao Código de Ética da Magistratura Nacional” e “Os Novos Diálogos do Direito de Família”.

Ascom

Roberto Rocha garante 50 leitos de UTI e 90 leitos de enfermaria para combate ao COVID-19 no Hospital Universitário da UFMA

Por meio de emenda do senador Roberto Rocha (PSDB), o Hospital Universitário Presidente Dutra, da Universidade Federal do Maranhão (HU-UFMA), vai adquirir 50 novos leitos de UTI e 90 leitos de enfermaria para tratamento exclusivo de pacientes com Covid 19.

Segundo o senador, já estão funcionando 20 leitos de UTI; na próxima semana irão funcionar mais 20 e daqui a 15 dias mais 10, totalizando mais de 50 leitos que estarão disponíveis para os pacientes infectados no Maranhão.

“Estamos conseguindo os equipamentos, principalmente respiradores, insumos e recursos para contratar profissionais. Diante do alerta do prefeito de Teresina, estamos trabalhando, também, para abrir nos próximos dias um Hospital de Campanha na cidade de Caxias”, anunciou Roberto Rocha.

Em entrevista ao JMTV, na TV Mirante, o reitor da UFMA, Natalino Salgado, disse que a estrutura adicional foi pensada com base na necessidade de ampliação da capacidade de atendimento do hospital, uma vez que todos os 20 leitos, inicialmente disponíveis, já estão ocupados. Ele afirmou ainda que a expectativa é que a dinâmica melhore o atendimento à demanda de leitos para casos mais graves no estado.

“Está havendo um aumento de número de casos confirmados e, consequentemente, aumento da procura de leitos de UTI. E quanto mais cedo atendermos às pessoas que estão contaminadas, mais vidas vamos salvar”, afirmou Natalino.