Blog do Leonardo Alves

Mical Damasceno destina emenda parlamentar para a realização de retiros evangélicos

A deputada estadual Mical Damasceno (PTB), por meio de expediente do Governo do Estado, liberou recurso de uma de suas emendas parlamentares para a realização de retiros evangélicos em 2020. Pela primeira vez, a verba será destinada a essas atividades em diversas cidades maranhenses.

Por meio da Secretaria de Estado da Cultura, a parlamentar buscou incentivar os retiros, eventos organizados por igrejas evangélicas das mais variadas denominações. A deputada é ligada ao segmento evangélico e sempre levanta a bandeira em defesa dos cristãos, debatendo na Casa Legislativa seus valores e princípios.

Mical teve exitosa participação nos retiros evangélicos e conseguiu abraçar diversas denominações.  Os retiros ocorrem sempre no período carnavalesco, quando os evangélicos partricipam de várias atividades, incluindo gincanas, cultos, apresentações musicais e momentos de louvor. 

“Nós valorizamos os retiros porque sabemos a importância que eles têm na vida do cristão e da sociedade como um todo. É um período em que, infelizmente, os indicadores de doenças ficam em alerta, algumas famílias são destruídas e o número de acidentes aumenta. Em razão disso, apoiar retiros evangélicos é muito mais que uma bandeira partidária. Trata-se de uma responsabilidade nossa para com o bem-estar social”, frisou a deputada.

 

Assecom

Plenário da Assembleia aprova projeto de reforma da Previdência dos militares

O plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, na sessão desta quarta-feira (4), em sua forma original, o Projeto de Lei Complementar nº 002/2020, de autoria do Poder Executivo, que trata da reforma da Previdência dos policiais militares, estabelecendo parâmetros sobre a concessão da pensão, da contribuição da categoria e de pensionistas, para custeio da inatividade e da pensão militar. 

O projeto altera a Lei nº  6.513, de 30 de novembro de 1995, além de modificar a Lei Complementar nº 040, de 29 de dezembro de 1988, em cumprimento ao disposto na Lei Federal nº 13.954, de 16 de dezembro de 2019,  que instituiu a Reforma da Previdência.

Ficou estabelecido no parágrafo primeiro do artigo 2º da Lei, que o benefício da pensão militar é igual ao valor da remuneração do militar da ativa ou inativo. O projeto determina ainda que o valor da pensão é irredutível e deve ser revisto automaticamente, na mesma data da revisão das remunerações dos militares da ativa, como forma de preservar o valor equivalente à remuneração do militar da ativa do posto ou da graduação que lhe deu origem.

No bojo do projeto consta que a primeira ordem de prioridade na questão da pensão é para o cônjuge ou companheiro designado que comprove união estável como entidade familiar, seguido de pessoa separada de fato, separada judicialmente ou divorciada do instituidor, ou companheiro, desde que perceba pensão alimentícia na forma da lei.

A seguir serão beneficiados filhos ou enteados de até 21 anos de idade, estendendo-se até 24 anos se o beneficiário for estudante universitário, desde que comprovem dependência econômica do militar, ou se inválido, enquanto durar a invalidez. Também estão na sequência da pensão, menores sob a guarda do militar, menor sob sua guarda ou tutela em razão de decisão judicial, até 21 anos, estendendo-se aos 24 anos caso seja universitário.

Também serão beneficiados mãe e pai que comprovem dependência econômica do militar. Na última ordem de prioridade, está o irmão o irmão órfão, até 21 anos, ou 24 se universitário, caso seja dependente economicamente.

O projeto destaca ainda que a transferência para a reserva remunerada será concedida mediante requerimento do militar, nos seguintes moldes: com remuneração integral a do posto ou graduação que o militar possuir por ocasião da transferência para a inatividade remunerada, desde que cumprido o tempo mínimo de 35 anos de serviço, dos quais, no mínimo 30 nos devem ser de exercício de atividade de natureza militar.

Com remuneração proporcional a do posto ou graduação que o militar possuir por ocasião da transferência para a inatividade remunerada, com base em tantas quotas de remuneração forem os anos de serviço, se transferidos os anos de trabalho para a inatividade sem atingir o tempo mínimo.

O cálculo, conforme o projeto, se aplica para coronel, aos 67 anos; tenente-coronel, 64 anos; major, 60 anos; capitão; 55 anos; 1º tenente, 55 anos e 2º tenente, 55 anos.
Também fica estabelecido que, com essa mesma proporcionalidade, ao completar 6 anos no último posto do seu quadro, desde que com mais de 35 anos, pelo Artigo 125, enquadram-se coronel, tenente-coronel e major, 72 anos; capitão, 1º tenente e 2º tenente, todos com 68 ano, assim como os praças.

Apenas os deputados César Pires (PV), Ciro Neto (PP) e Rildo Amaral (Solidariedade) votaram contra a mensagem governamental. De acordo com Rildo Amaral, seu voto contrário se justifica por entender que muitos coronéis vão alcançar o último posto em cinco anos, enquanto o projeto estabelece um sexto ano. O parlamentar argumenta que o projeto se fundamenta no Regimento do Exército, que ele considera anacrônico, e destaca reconhecer os avanços do governo Flávio Dino. “No Exército tem o posto de General, o que não existe na Polícia Militar”, pontuou ele.

 

Agência Assembleia

Homem é preso por suspeita de estupro contra criança de seis anos em Paço do Lumiar

Na tarde desta terça-feira (3), um homem foi preso após uma denúncia de estupro de vulnerável contra uma criança de seis anos. O caso teria acontecido no bairro Cidade Verde, em Paço do Lumiar, na região metropolitana de São Luís.

O nome do suspeito não foi divulgado pela polícia. A delegada Eunice Rubem afirmou que o caso ainda está sendo investigado e que a denúncia partiu da mãe da vítima.

“O caso ainda está no começo. Ainda não ouvi todas as pessoas. Ele [suspeito] trabalhava com o avô da garotinha e tinha a confiança da família dentro de casa. Ele foi surpreendido pela mãe da menina, quando estava saindo do banheiro com ela. A criança falou que ele tinha tentado estuprar”, afirmou Eunice, da Delegacia do Maiobão.

Antes de ser preso, o homem ainda foi agredido pela população. Ele foi levado para o hospital, foi medicado, e depois levado para a Delegacia do Maiobão, onde foi atuado em flagrante pelo crime.

G1

Ministério e GDF anunciam quatro novas casas da mulher brasileira

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, e governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, anunciaram, nesta segunda-feira (2), construção de quatro novas unidades da Casa da Mulher Brasileira (CMB). O investimento será de aproximadamente R$ 3,6 milhões.

As casas serão construídas em São Sebastião, Sobradinho II, Sol Nascente e Recanto das Emas. “Nós vamos fazer essas quatro aqui no DF e depois vamos levar essa experiencia para todo o Brasil”, ressaltou a ministra.

Ao contrário da CMB construída em Brasília, atualmente interditada para reformas, as novas unidades serão erguidas em um novo modelo, mais barato, pensado para cidades menores. Cada uma vai custar cerca de R$ 800 mil. As anteriores, passavam dos R$ 13 milhões.

“As casas são um instrumento poderosíssimo para proteger mulheres da violência, mas no formato que foi feita no passado, ela era muito grande e há cidades pequenas no Brasil não conseguem ter uma casa tão grande”, explicou Damares Alves.

As novas unidades serão implementadas com recursos de emendas da bancada parlamentar do DF na Câmara dos Deputados. Segundo a ministra, o ministério deve implementar mais 25 CMBs ainda este ano.

A Casa

A Casa da Mulher Brasileira facilita o acesso aos serviços especializados para garantir condições de enfrentamento da violência, o empoderamento da mulher e sua autonomia econômica. É um passo definitivo do Estado para o reconhecimento do direito de as mulheres viverem sem violência.

MDH

Mantido veto a projeto sobre denúncia do MP a lesão corporal contra menor

 

O Congresso Nacional manteve veto integral (VET 51/2019) do presidente Jair Bolsonaro ao projeto que previa a denúncia pelo Ministério Público de crimes de lesões corporais leves e culposas praticados contra vítima menor de 18 anos ou incapaz. O PLS 572/2015 foi aprovado pelo Senado em março de 2016. O veto foi publicado no Diário Oficial da União em dezembro de 2019.

Apresentado pela deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) quando era senadora, o projeto pretendia tornar o Ministério Público titular e responsável pelo início do processo de crimes de lesão corporal leve contra menor no lar, sem a necessidade de anuência da vítima.

Como o projeto começou a tramitar no Senado, a votação também se iniciou pelos senadores, com 31 votos a favor e 22 contrários, sem a necessidade de análise pelos deputados. Para derrubar um veto, são necessários os votos da maioria absoluta na Câmara (257) e no Senado (41).

Ao vetar o projeto, Jair Bolsonaro justificou que a proposição, ao prever a ação pública incondicionada nos casos de violência doméstica contra menor ou incapaz, contraria o interesse público ao ofender o princípio da intervenção mínima, para o qual o direito penal só deve ser aplicado quando estritamente necessário. Além disso, o governo argumenta que o tema é relativo ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069, de 1990), citando jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Fonte: Agência Senado