Estudantes reclamam de obras paradas em escola estadual em São Luís

Estudantes do Caic do bairro Cidade Operária realizaram um protesto nesta segunda-feira (22) pedindo a recuperação do prédio onde a escola está abrigada. Os alunos alegam que as obras estão paradas há algum tempo e a situação do prédio em que ocupam por conta da reforma está em péssimas condições.

A unidade ensino foi construída pelo Governo Federal no começo da década de 90 e atualmente é mantida pelo Governo Estadual. A escola possui aproximadamente mais de mil alunos que estão matriculados do 5º ao 9º ano.

Por conta da reforma, os alunos foram remanejados no início deste ano para outro prédio localizado ao lado da escola e deveriam permanecer no local durante o período em que a unidade de ensino estivesse em reforma. Os alunos alegam que as obras no Caic nunca começaram, e atualmente, o prédio está abandonado e vem sendo frequentado por vândalos.

O prédio está com graves problemas infraestruturais nas paredes e no telhado. Além disso, o mato cresce ao redor da unidade de ensino, o chão está sujo por conta dos usuários de drogas e vândalos que frequentam o local e o acervo da biblioteca está abandonado, revoltando alunos, pais e professores.

“Dá pena, porque aqui quando começou o pessoal ficava era na fila para adquirir uma vaga e agora dá pena de ver o local depredado”, conta Iracema Garcia, dona de casa.

Mato cresce ao redor do Caic do bairro Cidade Operária na capital maranhense. — Foto: Reprodução/TV Mirante

Além disso, os alunos reclamam em que o prédio para onde foram remanejados também está precisando de reforma. As paredes estão pinchadas, os bebedouros quebrados e os estudantes afirmam que preferem voltar para o antigo prédio onde o Caic funcionava. “As paredes estão pinchadas, as paredes quebradas. O nosso antigo prédio é melhor”, disse o estudante João Mário Reis.

Prédio do Caic em São Luís sofre com a falta de infraestrutura. — Foto: Reprodução/TV Mirante

Por meio de nota, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou que o Caic funcionava com baixo número de matrículas e os estudantes foram remanejados para o prédio do Centro de Ensino Cidade Operária II, localizado na mesma rua. A Seduc disse que o local tem estrutura adequada e que o projeto para a licitação da reforma do Caic está em andamento e o prédio será transformado em uma unidade do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA).

Biblioteca do Caic da Cidade Operária está abandonada e situação revolta alunos, professores e pais. — Foto: Reprodução/TV Mirante

G1

Jovem desaparecido após afogamento em rio é encontrado

O corpo de um jovem que estava desaparecido de sábado (20) foi encontrado na manhã desta segunda-feira (22). Carlos Eduardo Barros Cruz Ferreira, de 17 anos, foi vítima de um afogamento no rio Maracaçumé, no município Centro de Guilherme, a 282 km de São Luís.

Carlos Eduardo foi encontrado por moradores que estavam fazendo as buscas pelo local. Segundo informações, o corpo será enterrado ainda nesta segunda no Cemitério Municipal de Centro de Guilherme.

Entenda o caso

Durante o final de semana, um jovem identificado como Carlos Eduardo Barros Cruz Ferreira, de 17 anos, desapareceu no Rio Maracaçumé, localizado no município de Centro de Guilherme, a 282 km de São Luís.

Segundo o Corpo de Bombeiros, Carlos Eduardo estava tomado banho no rio quando acabou se afogando. Após o afogamento, uma vistoria foi realizada no local.

G1

Estudantes de Codó voltam às ruas na próxima semana para detonar o governador Flávio Dino

Depois de receberem a visita do Secretário adjunto de Programas e Projetos Especiais da Secretaria de Estado da Educação, Ismael Cardoso, estudantes da rede estadual de ensino de Codó pretendem voltar às ruas no próximo dia 30, para cobrança do cumprimento das promessas feitas em reunião realizada dia 10 com o representante de Felipe Camarão onde reivindicaram a falta de vigilantes e professores nas escolas da rede estadual.

            Manifestação realizada no dia 9

 O Blog do Leonardo Alves foi informado que o governador Flávio Dino autorizou um novo seletivo para contratação imediata de 2.500 professores para suprir carências de forma emergencial nas escolas da rede estadual.