Direito de amamentação em locais públicos e privados está na pauta da CCJ

O projeto que criminaliza a violação do direito à amamentação está na pauta da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) na próxima quarta-feira (27), às 10h. O texto (PLS 514/2015) assegura o direito das mães de amamentar em qualquer local público ou privado sem sofrer qualquer impedimento.

A proposta da ex-senadora Vanessa Grazziotin estabelece que, mesmo havendo espaço reservado para amamentação nos estabelecimentos, cabe somente às mães decidir se querem ou não utilizar o local. A pena para quem proibir a amamentação poderá chegar a até 100 dias-multa.

A matéria recebeu voto favorável da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE), que acatou emenda de redação aprovada anteriormente na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) para incluir a palavra “respeito” na abordagem às lactantes.

A relatora também apresentou emenda para que, em vez de crime, se preveja expressamente ilícito civil para quem impedir a lactante, destacando no texto que “considera-se conduta ilícita, sujeita à reparação de danos, sem prejuízo de outras sanções cabíveis, qualquer ato que segregue, discrimine, proíba, reprima ou constranja lactantes ou lactentes, no exercício dos direitos previstos nesta Lei”.

Bolsa Família

Projeto que criminaliza o desvio de recursos da merenda escolar, da saúde e do Bolsa Família também deve ser analisado na CCJ. Apresentado pelo senador Roberto Rocha (PSDB-MA), o texto (PLS 216/2015) estabelece que se torna agravante do crime de peculato — quando o funcionário público se apropria de dinheiro ou bens públicos ou particulares, em função do cargo — o desvio de recursos de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família.

A apropriação irregular do orçamento da merenda escolar ou dos recursos de ações de educação alimentar em escolas públicas ou entidades filantrópicas ou comunitárias também fazem parte do projeto. A pena prevista é de 4 a 14 anos de prisão, mais multa.

O relator na CCJ, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), avaliou ser necessário incluir nesse rol o desvio de recursos às ações de saúde. No entanto, retirou do projeto original a inclusão desses desvios entre os crimes hediondos.

Se for aprovada na CCJ, a matéria deve seguir direto para a Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para votação em Plenário.

Eutanásia

Entre os dez itens da pauta da CCJ também estão projetos polêmicos como o que altera o Código Penal, para deixar de punir como crime, a omissão de tratamento ou procedimento de saúde a um paciente que recuse, expressamente, a oferta desses cuidados para prolongar sua vida. Caso o paciente não consiga manifestar sua vontade, esse direito de recusa poderá ser exercido por seu representante legal.

Embora a eutanásia (ajudar alguém doente a morrer) seja considerada crime no Brasil, com penas que podem chegar a 20 anos de prisão, essa possibilidade de descriminalizar a falta de um suporte de vida está prevista no projeto de lei (PLS 7/2018) do ex-senador Pedro Chaves.

O relator, senador Lasier Martins (Pode-RS), recomendou a aprovação do projeto, mas propôs emenda para que não seja aceita a manifestação de recusa quando houver risco para a saúde pública, nos casos de recusa de tratamento ou procedimento essencial para o controle de doenças ou agravos coletivos à saúde; quando a manifestação feita pelo representante recusar tratamento ou procedimento capaz de salvar a vida do paciente que esteja civilmente incapaz e sob risco iminente de morte.

 

12.senado.leg.br

UNIFORME JAPONÊS: Após reclamação em blog de Codó, diretora diz que não trabalha em cima de boatos

A diretora da Escola Talmir Quinzeiro, Adriana Fernandes, foi entrevistada na tarde desta segunda-feira (25), pelo Blog do Leonardo Alves, onde se pronunciou sobre reclamação em um blog de Codó, que a escola está exigindo uniforme japonês” no valor de R$ 110,00

Adriana Fernandes

Segundo a diretora da escola, o uniforme foi escolha exclusiva dos alunos, inclusive os mesmos pesquisaram o modelo. Os pais, em uma reunião aceitaram e abraçaram a idéia. Em relação ao calor, todas as salas possuem ar-condicionado.

Os valores estão acima das condições socioeconômicas das famílias dos alunos, tendo em vista que já estudam em escolas públicas por não terem condições de bancar colégio particular.

Escute a diretora Adriana Fernandes:

FUTEBOL DE RUA: Jovens jogam bola em frente à casa do ex-prefeito Zito Rolim

Recebemos foto de um internauta que mostra jovens jogando bola em frente à casa do ex-prefeito Zito Rolim.

A simplicidade do FUTEBOL DE RUA foi responsável por formar grandes craques do futebol brasileiro. Infelizmente, muitos jovens ainda praticam esporte na rua.

Jogar bola na rua pode ser muito perigoso!

Veja abaixo foto que mostra jovens jogando bola em frente à casa do ex-prefeito Zito, que fica por trás do fórum de justiça.

Juíza Gláucia de Almeida assume a 2ª Vara Criminal de Bacabal

O presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador Joaquim Figueiredo, deu posse, nesta segunda-feira (25), em seu gabinete, à juíza de Direito Gláucia Helen Maia de Almeida, na 2ª Vara Criminal da Comarca de Bacabal, de entrância intermediária.

A juíza era titular da 1ª Vara da Comarca de Presidente Dutra, também de entrância intermediária, e foi removida, pelo critério de antiguidade, na sessão plenária administrativa ordinária do dia 20 de fevereiro deste ano.

“Pedi a remoção porque é uma Vara Criminal, campo do Direito que mais me identifico. Minha expectativa é muito boa, uma vez que vou atuar numa área que eu gosto”, explica a magistrada.

Ela disse que deixou a 1ª Vara da Comarca de Presidente Dutra saneada, fazendo, inclusive, na unidade judicial, uma correição antes de se desligar. “Há quatro anos seguidamente alcançamos a meta da Gratificação de Produtividade Judiciária”, frisou.

O desembargador Joaquim Figueiredo desejou sucesso à magistrada na nova jornada profissional. A leitura do termo de posse foi feita pelo diretor-geral do Tribunal de Justiça, Mário Lobão.

CARREIRA – Gláucia Helen Maia de Almeida ingressou na magistratura, em fevereiro de 2005, como juíza substituta na Comarca de Pinheiro, sendo titularizada em 2008 na Comarca de Poção de Pedra. Em seguida, atuou nas comarcas de Esperantinópolis e Presidente Dutra.

tjma.jus.br

Casal judeu doa US$ 5 milhões para ajudar missionários na África

Um casal de empresários judeus destinou US$ 5 milhões para financiar hospitais de missionários cristãos na África, o valor será entregue ao longo de 10 anos.

Mark Gerson e sua esposa Rabi Erica Gerson estão dispostos a ajudar essas ações missionárias e entendem que estão fazendo o melhor para cumprir a determinação dada por Deus para ajudar o próximo.

“A Torá nos diz, mais do que nos diz qualquer outra coisa, nos diz 36 vezes de várias maneiras, para amar o próximo”, disse Gerson à CBN News.

“Quando minha esposa, que é rabina, e eu pensamos na melhor maneira de cumprir essa obrigação judaica de amar, somos levados à maneira mais eficaz e eficiente de fazê-lo, que é apoiar os médicos missionários cristãos que estão cuidando dos pobres na África”, completou o empresário.

 

Gospel Prime