Prevenir o suicídio e a automutilação de crianças, adolescentes e jovens. A partir da proposta, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, recebeu representantes do Google nesta terça-feira (19). A ideia é promover campanhas conjuntas, por meio da formalização de parcerias.
“O sucesso das ações será maior com a participação das redes sociais e internet. Para além das crianças, adolescentes e jovens, precisamos alcançar também os pais e responsáveis. Toda a família deve estar unida para a efetividade das ações”, afirma a ministra.
A temática integra as prioridades da gestão, constando, inclusive, nas metas dos 100 dias de governo.
Facebook
Na mesma linha de propostas, a ministra se reuniu com integrantes do Facebook no último dia 11/02. Na ocasião, a titular do ministério convidou a empresa para participar de grupo de trabalho sobre o tema. A companhia já participa das discussões.
Estamos aqui preocupados com as vítimas.” Com esta proposta, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, esteve na sede do Ministério Público de Goiás, em Goiânia, na tarde desta quinta-feira (21). Durante o encontro, ela ressaltou a necessidade de aumentar a pena para acusados de abuso sexual, com ênfase nos líderes religiosos.
“Eu já anunciei uma proposta legislativa que, quando o abusador for sacerdote, a pena seja agravada. Estamos trabalhando nisso. Acrescento que nós estamos vivendo um novo momento no Brasil, em que a vítima começa a ter prioridade nesta nação, em que os direitos humanos serão destinados também às vítimas”, afirmou.
A titular do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) enfatizou a importância das medidas preventivas. “Temos que começar a trabalhar na prevenção. Nestes casos que já aconteceram, é punição, é cadeia, é reparação. E acompanhamento psicológico das vítimas. O ministério vai estar acompanhar este trabalho”, disse.
Durante o encontro, a ministra lamentou a quantidade de casamentos, famílias e vidas destruídos por causa dos abusos. “Que isso também seja ponderado na hora de mensurar as indenizações”, completou.
Presente nas atividades, a secretária nacional da Família do MMFDH, Angela Gandra, destacou que o órgão está atento à situação. “O que nós pudermos fazer para apoiar estas famílias, conversar, dialogar, contem conosco. Nós estamos à disposição para auxiliar na cura destas feridas”.
Números
Na ocasião, a ministra foi recebida pelo procurador-geral de Justiça de Goiás, Benedito Torres Neto. Integraram a equipe do órgão goiano os promotores Cristiane Marques, Patrícia Otoni, Gabriella de Queiroz, Paula Moraes, Luciano Miranda, Augusto César Souza e Paulo Penna Prado.
Os representantes do órgão goiano apresentaram relatório detalhado de todas as medidas já implementadas no caso do médium João de Deus, acuso de abusos sexuais.
Neste contexto, o coordenador criminal Luciano Miranda destacou os números referentes às investigações: tem relatos de abusos ocorridos desde o ano 1973 até 2018. Dentre as mais de 300 vítimas até o momento, 15 delas têm idade de 0 a 13 anos. Até quinta-feira (21), cerca de 170 pessoas já formalizaram depoimento relatando a violência sexual. No Brasil, as vítimas são oriundas de 19 estados mais o Distrito Federal. Existem vítimas em mais 11 países.
Em entrevista a mídia digital, o vereador Pastor Max falou sobre a atual situação da Câmara Municipal e a audiência pública sobre educação. O vereador iniciou lamentando o atual ponto a que chegou a gestão da atual legislatura. “Nesse momento delicado é fundamental a necessidade de união e paz no legislativo. Minhas marcas, atos e gestos aqui neste parlamento sempre me guiaram pelo equilíbrio, sensatez, diálogo, coerência e compromisso com a pacificação dessa casa e com o nosso povo, mas infelizmente temos vivido ao longo desse mandato situações tão difíceis que ferem a democracia e o direito de vereadores e funcionários, e que me obrigam a partir para defesa e lutar para que sejam respeitadas as prerrogativas e o nosso mandato pela atual presidência. Agora, Paz não significa passividade”.
O edil denunciou o descumprimento ao regimento interno da Câmara e a situação difícil dos servidores do legislativo. “O que vem acontecendo é um verdadeiro absurdo, além do desrespeito ao regimento interno desta casa, os funcionários e vereadores passaram a conviver com salários atrasados e com a ameaça constante de demissão, sendo que, o dinheiro repassado dá para pagar a folha de pagamento, até porque documentalmente não foi provado nada. Gostaríamos que o senhor Presidente fizesse o certo e pagasse a folha, que é prioridade dentre todas as despesas desta casa, por se tratar de alimentício. Fizesse o que é certo e obedecesse o regimento interno desta casa na formação das comissões. A verdade até agora não foi mostrada”
Desabafo
O vereador justificou com serenidade o seu afastamento na última sessão na Câmara. “Infelizmente tudo isso é resultado de anos de má gestão, má utilização do dinheiro público, incapacidade administrativa de negociação. Preferem se proteger no discurso de vitimização, recorrem a explicações estapafúrdias. Isso só reafirma a conduta despreparada e distante da realidade que observamos. Esse foi o motivo de me retirar da última sessão”.
Câmara precisa voltar a funcionar
O parlamentar defendeu a prorrogação do contrato de professores temporários e reclamou sobre o atraso na definição das comissões da Câmara. “Nosso mandato é um instrumento importante de consolidação de políticas públicas para nosso município, como por exemplo, desde o dia 07 de janeiro que temos pedido a apreciação do Projeto de Lei nº001/2019, que trata sobre prorrogação, por até doze meses, dos contratos temporários dos professores seletivados. Todas as câmaras do Brasil após a implantação da mesa diretora para o biênio atual já definiram suas comissões, inclusive o congresso nacional, mas a câmara de Codó de forma inconsequente não definiu as suas, impedindo que projetos tão importantes como este deixem de tramitar. Poderia ter feito um novo seletivo? Como? se esse ano a gestão já está em planejamento para realização do concurso público? Como teria duas despesas e tempo para realizar dois processos? Se esta casa não avançar nessa matéria, aí sim receberá a culpa por atrasar ainda mais o ano letivo de 2019. Fato que o próprio ministério público já entendeu”, enfatizou.
Audiência Pública da Educação Sobre a audiência pública, a pedido do sindisserme, para tratar sobre o atraso do ano letivo, o vereador avaliou de forma positiva. “Podemos entender não só a angustia dos nossos professores, alunos e pais de alunos, mas também entender a real situação colocada pelo Secretário Municipal de Educação, prof. Paulo Buzar, que com muita clareza colocou os pontos que tem dificultado o início do ano letivo, mas em nenhum momento se refutou de sentar a mesa com as categorias, abrir o diálogo e entrar no consenso que seja melhor para todos. Todos nós entendemos a importância da educação no processo de transformação de uma cidade e a vida de uma pessoa e por isso, não tenho dúvidas, que toda a equipe da secretaria de educação não tem medido esforços para a educação do nosso município alcance a qualidade desejada, com muita dificuldade porque infelizmente ainda nos deparamos com as questões financeiras, mas foi colocado pelo secretário Paulo Buzar as melhorias importantes que serão feitas este ano em várias escolas municipais. Como por exemplo a reforma da Escola Ananias Murad, Escola João Ribeiro, Sarney Filho, Escola Modelo Ramy Archer, além das escolas reformadas que já foram entregues para nossa comunidade como a Escola João Temístocles e tantas outras”.
O parlamentar concluiu deixando a mensagem aos codoenses: “Problemas existem e sempre existirão, quem não se lembra dos alunos que comiam manga verde com sal na merenda escolar em gestões passadas, quem não se lembra dos famigerados paus –de-arara, da escola-bar, do plano de carreira maléfico como um professor se referiu, enviado para esta casa em prejuízo dos professores. Enfim inúmeros problemas existentes naquela gestão. Na verdade queríamos que eles não existissem, mas a Secretaria de Educação do nosso município não tem envidado esforços para que esses problemas sejam solucionados e, principalmente para que o inicio das aulas aconteçam com todos os professores em sala de aula, contratados e efeitos e não apenas uma parte, prejudicando ainda mais o rendimento desses alunos”, finalizou.
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Uma delegação maranhense,coordenada pelo presidente do Clube de Engenharia do Maranhão (CEM), Emanuel Miguez, participa, desde esta quarta-feira (20), do 8º Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Crea e Mutua. O evento reúne, esta semana, em Brasília, centenas de lideranças e profissionais da engenharia, agronomia, entre outras categorias. Na quinta-feira (21), esses profissionais uniram esforços em uma mobilização junto ao Congresso Nacional. Divididos em grupos, representantes de cada estado tiveram audiências com deputados e senadores. Em visita ao gabinete do senador Roberto Rocha, Manoel Miguez tratou sobre os anseios da categoria e apoio para matérias que tramitam no Congresso nacional, como, o PL 13/2013, que caracteriza como essenciais e exclusivas de Estado as atividades exercidas por engenheiros e engenheiros agrônomos ocupantes de cargo efetivo no serviço público; o PL 303/2018, que institui a Engenharia, Arquitetura e Urbanismo-Geral da União e o PL 6699/2002, que criminaliza o exercício ilegal da profissão de engenheiro, arquiteto e agrônomo. “É uma ação institucional que tem como meta intensificar a interlocução e a aproximação entre o Sistema e o Congresso Nacional, de modo a valorizar os engenheiros, nossa profissão e nossa importância no cenário nacional”, afirmou Emanuel Miguez.
O senador Roberto Rocha ouviu com atenção a explanação sobre as demandas dos representantes do CEM e colocou seu mandato à disposição da categoria. “É uma movimentação importante e necessária para a valorização desse profissional, afirmou o parlamentar maranhense.