Após denúncia no Ministério Público, Augusto Serra desiste da presidência do CMDCA e é lotado na Secretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial como assessor

Augusto Serra, que estava à frente da presidência do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente deixou recentemente a presidência do colegiado após ser denunciado ao Ministério Público por questões relacionadas ao processo eleitoral do conselho.

A denúncia apontou possíveis irregularidades na condução da nova eleição do CMDCA, que agora está sob investigação do órgão ministerial. Pouco tempo depois, Augusto Serra passou a atuar como assessor na Secretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial. Ele mantinha divergência política com o vereador Raimundo Leonel (Leonel Filho).

Com a nova função no Executivo, Augusto Serra deixa de integrar a oposição e passa a compor a base governista, alinhando-se politicamente à gestão do prefeito Chiquinho Oliveira e não pode mais proferir discursos de oposição ou críticas públicas à administração da qual agora faz parte.

A saída de Augusto Serra da presidência do CMDCA ocorre em meio às denúncias que pesam sobre o processo eleitoral do conselho, tema que segue sendo apurado pelo Ministério Público.

Leonardo Alves aciona o Ministério Público Estadual contra a Casa dos Conselhos por omissão administrativa

O ex-presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Leonardo Alves, apresentou denúncia ao Ministério Público Estadual com pedido de investigação sobre possíveis irregularidades administrativas no âmbito da Casa dos Conselhos, vinculada à Secretaria Municipal de Assistência Social. A representação aponta indícios de omissão administrativa e informações que não correspondem à realidade de fatos.

A denúncia foi originada através de encaminhamento de ofício datado de 27 de janeiro de 2026 ao Ministério Público, assinado pela vice-presidente do CMDCA, Anne Caroline Barros Carvalho, cujo teor conteve informações incompatíveis com a realidade. Leonardo Alves afirma ter rebatido resposta de denúncia, apresentando documentação comprobatória e contestando as afirmações constantes em ofício.

Na representação encaminhada ao Ministério Público, o denunciante sustenta que a Secretaria Executiva da Casa dos Conselhos, vinculada à Secretaria Municipal de Assistência Social, possui atribuições administrativas e técnicas claras, como assessorar o CMDCA, orientar a mesa diretora do CMDCA e zelar pela correção das informações constantes em documentos oficiais, evitando a expedição de atos com dados incorretos ou não verificados.

Leonardo Alves relatou ainda ter causado estranheza o fato de documento oficial ter sido expedido com informações falsas sem a devida checagem prévia pela Secretaria Executiva da Casa dos Conselhos, o que pode indicar falha funcional, negligência administrativa ou omissão no dever de assessoramento ao CMDCA.

Diante dos fatos, o denunciante solicitou ao Ministério Público Estadual um posicionamento formal e a apuração sobre eventual responsabilidade administrativa, inclusive para verificar se houve permissão, orientação inadequada ou omissão que tenha possibilitado a assinatura de documentos com informações sabidamente ou potencialmente falsas, com eventual objetivo de prejudicar sua atuação durante o período que esteve à frente da presidência do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Leonardo Alves requereu a adoção das medidas legais cabíveis, caso sejam constatadas irregularidades, e reafirmou seu compromisso com a legalidade, a transparência e a defesa da regularidade dos atos da administração pública, destacando que sua atuação ocorre de forma independente, imparcial e sem influências políticas.

Denúncia contra vereador Raimundo Magalhães por violação ao ECA e à Lei Geral de Proteção de Dados pode resultar em cassação de mandato

Denúncia protocolada por Leonardo Alves, ex-presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), aponta uma suposta violação de direitos fundamentais de adolescentes durante sessão legislativa realizada na Câmara Municipal de Codó, realizada no dia 10 de fevereiro de 2026. O caso envolve a divulgação pública de dados pessoais de menores de idade e já foi encaminhado ao Conselho Tutelar e Ministério Público para apuração.

De acordo com a denúncia, o fato ocorreu durante sessão amplamente divulgada e com transmissão pública, quando o vereador Raimundo Leonel Magalhães Araújo Filho divulgou uma lista contendo nomes completos de vários estudantes da rede estadual de ensino, todos menores de idade, apontando-os publicamente como estando sem matrícula escolar.

A exposição ocorreu de forma nominal, direta e coletiva, sem qualquer cuidado com a preservação da identidade, da intimidade e da dignidade dos adolescentes citados, atingindo-os de maneira pública e potencialmente vexatória, especialmente por se tratar de um ambiente político de ampla divulgação.

O caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar em 11 de fevereiro de 2026, bem como ao Ministério Público Estadual, para análise e adoção das providências cabíveis. Leonardo Alves ressaltou que a eventual ausência de matrícula escolar, quando existente, não autoriza a exposição pública de dados pessoais de crianças e adolescentes, devendo situações dessa natureza ser tratadas de forma sigilosa, técnica e responsável pelos órgãos competentes.

O denunciante destacou ainda que a legislação brasileira estabelece proteção reforçada aos dados pessoais de crianças e adolescentes. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) assegura o direito à dignidade, ao respeito e à inviolabilidade da imagem e da vida privada, enquanto a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) proíbe a divulgação de dados pessoais sem base legal, especialmente quando se trata de dados sensíveis envolvendo menores de idade.

A depender do entendimento do Ministério Público e do denunciante e de eventuais procedimentos instaurados no âmbito do Legislativo municipal, a denúncia poderá resultar em responsabilização administrativa, cível e política, incluindo a abertura de processo por quebra de decoro parlamentar, com possibilidade de cassação do mandato, caso fique caracterizada a violação às normas legais e constitucionais de proteção integral à criança e ao adolescente.

Rádio Imperial do Piauí demite radialista de linguagem agressiva e criminosa que faz acusações gravíssimas sem provas contra jornalistas, políticos e empresários

A Rádio Imperial FM 95.5, ouvida em 03 estados, sediada em Pedro do II, resolveu demitir o radialista Italo Sousa, conhecido por seu estilo de comunicação agressiva, criminosa e sem credibilidade.

O Blog Leonardo Alves teve acesso à informação da demissão por meio de uma fonte confiável do Piauí, confirmando que Italo Sousa deixou o quadro de funcionários da Rádio Imperial que conta com audiência nos estados do Piauí, Ceará e Maranhão.

Ítalo acumula uma extensa ficha de processos judiciais no Maranhão e no Piauí relacionados a calúnia, difamação e injúria contra jornalistas, políticos e empresários. Ele faz acusações gravíssimas sem apresentar provas do que diz. Entre os alvos em Codó/MA estão os jornalistas Leonardo Alves e Marco Silva e o ex- ex-prefeito Dr. Zé Francisco e seu filho, Dr. Pedro Neres, diretor da Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

O radialista tem sido apontado como estando em local incerto, após não comparecer a audiências judiciais das quais foi intimado. Segundo informações apuradas, ele não mantém endereço fixo e estaria circulando entre diferentes cidades. Ainda conforme relatos, o “comunicador” de linguagem agressiva e criminosa afirma temer represálias em razão das acusações públicas que vem fazendo contra jornalistas, políticos e empresários.

Vereador de Campo Maior afirma que radialista pede Pix a todos políticos, diz sofrer acusações gravíssimas e anuncia ação judicial

O Blog do Leonardo Alves recebeu na noite deste domingo (01/03/2026), áudios gravados pelo vereador Ítalo Ibiapina, do município de Campo Maior (PI), nos quais o parlamentar piauiense relata que está sofrendo acusações gravíssimas e informa que irá acionar a Justiça contra o radialista Ítalo Sousa que faz ataques frequentes contra jornalistas e políticos em Codó/MA e que responde diversos processos por calúnia, injúria e difamação.

O vereador Ítalo Ibiapina afirmou que o radialista Ítalo Souza estaria solicitando transferências via Pix a todos políticos do município de Campo Maior. O parlamentar afirmou que foi acusado de uma coisa que não fez e que o radialista terá que provar o que diz.

Ainda nos áudios, Ítalo Ibiapina chamou Ítalo Souza de “insignificante, vagabundo, mentiroso e enganador”. O parlamentar acrescentou que Ítalo Souza foi “escorraçado” de Campo Maior, mudando-se para Codó e, após deixar de apoiar ex-prefeito, passou a atuar na oposição. Ítalo Ibiapina afirmou que “02 (dois) covardes” estariam financiando o radialista terão que arcar com os custos de advogados.

Confira os áudios divulgados: