Neto Evangelista reúne representantes da Assistência Social e discute ações para áreas mais vulneráveis da capital

“Eu tenho certeza que São Luís viverá um novo tempo, uma nova história. Porque eu sei do teu equilíbrio, discernimento, prudência, conduta técnica e, principalmente, da tua sensibilidade com a política de proteção social. Tu és um potencial de mudança. E eu sei que tu vais transformar São Luís”.

Com esse depoimento emocionado da secretária adjunta de Renda e Cidadania da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), Ana Gabriela, ao pré-candidato a prefeito de São Luís, deputado estadual Neto Evangelista (DEM), aconteceu, no último final de semana, mais um encontro do movimento “Vamos Caminhar Juntos”.

O evento, que aconteceu no Excellence Buffet e contou com a participação do secretário de estado de Desenvolvimento Social, Márcio Honaiser (PDT), reuniu representantes de vários segmentos da assistência social para um debate acerca do tema, visando a coleta de sugestões para a elaboração do programa de governo do pré-candidato pelo Democratas.

Neto, que foi secretário de desenvolvimento social, na primeira gestão do governador Flávio Dino (2015-2018), disse que a experiência como gestor na Sedes lhe ensinou muito. “Eu presenciei e me indignei com muitas situações e por isso coloquei meu nome à disposição para a prefeitura de São Luís, para cuidar das pessoas, de um por um, dando dignidade e respeito a todos os cidadãos ludovicenses”.

O pré-candidato pelo Democratas ressaltou que a política de assistência social é transversal. “É necessário ter um diálogo com a saúde, educação, esporte, entre outras, para um impacto efetivo de ações. Vamos fazer um trabalho com as famílias de extrema pobreza da cidade de São Luís, algo em torno de 70 mil famílias com acompanhamento permanente. Vamos resgatar a vida dessas pessoas”, afirmou.

Sugestões

Durante o debate foram apresentadas várias sugestões para o plano de governo. Entre elas estão: a implantação de Centros de Referência em Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Cresans) nas áreas mais vulneráveis de São Luís como Cidade Olímpica, o eixo Itaqui-Bacanga, São Raimundo e Vila Cascavel e a instalação de um banco de alimentos municipal próximo a área do João Paulo.

Os profissionais também pontuaram a reativação da única cozinha comunitária de São Luís que fica no São Raimundo, o reposicionamento dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e a ampliação do número dos Centros de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS).

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