Aulas presenciais poderão ser retomadas gradativamente a partir do dia 15 de junho

“Em processo participativo, editamos um decreto com proposta inicial de que as aulas sejam retomadas gradativamente a partir do dia 15 de junho, começando pelos cursos de Graduação e Pós-Graduação, até chegar nos estudantes de Ensino Fundamental e Educação Infantil”, disse o governador Flávio Dino em coletiva virtual realizada nesta sexta-feira (29).

O processo de retorno às aulas será sequencial, iniciando das séries mais avançadas – terceiras séries do Ensino Médio e períodos finais das faculdades e universidades- até as séries iniciais. Protocolos de higiene sanitária, como kits de higiene, máscara de proteção, álcool 70% passam a fazer parte da rotina dos estudantes.

Novas medidas
Para evitar aglomeração, as instituições de ensino deverão alternar horários de entrada e saída dos estudantes e ainda reduzir a quantidade de alunos por turma, respeitando a distância de 1,5m entre estudantes e profissionais.

As avaliações dos cursos de graduação e pós-graduação deverão ser realizadas virtualmente. Quando necessárias, as avaliações presenciais deverão ser feitas de acordo com medidas sanitárias estabelecidas. Atividades esportivas presenciais estão suspensas e as solenidades de formatura do Ensino Médio e Superior ocorrem de forma virtual.

“Precisamos buscar meio termo e é isso que estamos buscando em meio a uma conjuntura inédita, em que não há literatura, não há padrões científicos que apontam o caminho perfeito”, disse o governador Flávio Dino ao afirmar que o retorno das atividades educacionais e comerciais está sujeito a antecipação ou postergação de acordo com os indicadores epidemiológicos no Maranhão.

Atividades econômicas
No dia 25 de maio iniciou o processo de abertura de pequenas empresas familiares nos municípios da Ilha de São Luís. Na coletiva nesta sexta-feira (29), o governador afirmou que serão publicadas portarias editadas pela Casa Civil com as atividades econômicas que estão autorizadas a funcionar a partir de segunda-feira (1º) de acordo com protocolos sanitários.

“Há previsão em relação a outros setores econômicos até dia 29 de junho. De maneira gradativa iremos retomando as atividades comerciais, sempre lembrando que pode haver mudanças de acordo com os dados epidemiológicos do nosso estado”, assegurou o governador.

Ascom

Igreja cristã é demolida no Egito e cristãos são presos

Uma igreja ortodoxa copta foi demolida e um líder cristão agredido na aldeia de Koum Al Farag, no Egito. O prédio religioso tinha 15 anos e servia para o culto de 3 mil cristãos, além de ser um local para realizar casamentos, batizados e funerais.

A destruição da igreja foi uma punição pelo “crime” de construir salas para escola dominical. “Decidimos construir mais dois andares no salão da igreja para atividades da igreja, como aulas da escola dominical, o que era legal para nós”, explica o membro e diácono, Bishoy.

Quando as obras começaram, alguns muçulmanos extremistas começaram a atacar os cristãos, mas foram contidos por muçulmanos moderados da aldeia. Porém, não desistiram, começaram a construir uma mesquita ilegal no terreno ao lado da igreja, próprio para agricultura.

“Acreditamos que eles construíram isso em protesto. Nossa vila já tem quatro mesquitas e outra não era realmente necessária. Além disso, eles construíram sem uma fundação”, testemunha Bishoy.

Para solucionar o problema com a mesquita ilegal, as autoridades decidiram demolir tanto o prédio islâmico, quanto o cristão.

“O advogado da igreja fez um apelo oficial contra essa ordem, mas o prefeito a ignorou – apesar de ter sido informado – e enviou 200 policiais sem aviso”, conta o diácono.

A decisão não foi bem-vista pelos cristãos da aldeia, por isso eles protestaram comparecendo ao local em posse dos documentos. Porém, a polícia e alguns radicais começaram a insultar e agredir os cristãos, incluindo mulheres e crianças.

Já o líder da igreja recebeu tantos socos no rosto e peito, que chegou a desmaiar.

Os policiais prenderam 14 pessoas e as libertaram apenas no dia seguinte. Um homem, que teve o braço quebrado, estava entre os detidos pelas autoridades e não teve o tratamento médico apropriado. Mesmo com a confusão, os demais membros presenciaram a destruição da comunidade que frequentavam.

“A demolição da igreja levou seis longas horas. Então o trator continuou até a mesquita – o prédio ilegal – e derrubou apenas uma parede”, lamenta Bishoy.

A igreja demolida era a única da vila, e a outra mais próxima fica a 15 km de distância. “É muito longe se você considerar que os coptas vão à igreja várias vezes por semana e a maioria de nós não tem meios de viajar para fora da nossa aldeia. Por favor, ore por nós”, pede o líder cristão.

Autoridades ignoram apelação judicial

O pedido de demolição da igreja foi assinado pelo engenheiro Rady Ammar, presidente do conselho da cidade de Abu El Matamir. A justificativa foi que o prédio cristão tinha três violações, embora a construção já tivesse 15 anos.

O advogado, que prefere não ser identificado, foi junto com o líder da igreja, Yassa Sobhi, e mostrou os documentos para provar que tinham permissão de terminar a conclusão do edifício.

“Perguntamos ao engenheiro por que ele havia feito relatos dizendo que a igreja era um prédio novo e que iria demoli-la completamente por esse motivo. Ele ignorou o que dissemos e os papéis que lhe mostramos, e apenas disse que destruiria tanto a igreja quanto a mesquita”, afirma o advogado.

Os cristãos recorreram da decisão no Tribunal Administrativo de Damanhur, capital da província de Beheira e solicitaram que a destruição fosse interrompida até que a justiça emitisse o veredito final.

“O presidente do conselho da cidade recebeu a notificação do tribunal, mas decidiu de qualquer maneira demolir a igreja sem esperar pela decisão da corte sobre o caso”, completa o representante da igreja.

 

Gospel Prime

Prefeito Nagib vai receber um montante de mais de 10 milhões do socorro financeiro do governo federal para combater o coronavírus

O prefeito de Codó, Francisco Nagib receberá um montante de R$ 10.361.461.89 do Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus.

Nagib receberá o auxílio do socorro financeiro do governo federal nos próximos dias e a prefeitura ainda será beneficiada com a suspensão de pagamento de dívidas previdenciárias que venceriam até o final do ano, representando um alívio na conta do governo municipal, caso tenha regime próprio  de previdência para seus servidores.