Projeto de Roberto Rocha permite 50% de recursos de fundos constitucionais para estados em situação de calamidade pública

 

                  Senador Roberto Rocha – PSDB

Tramita no Senado, em caráter de urgência, o Projeto de Lei Complementar N° 64/2020, que visa garantir aos estados em situação de calamidade pública o acesso a 50% dos saldos existentes nos fundos constitucionais para “o financiamento da administração pública”, devido à crise da Covid-19. O projeto é de autoria do senador Roberto Rocha (PSDB-MA) e deve entrar em pauta nos próximos dias.

Para o acesso aos recursos, seria necessária uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC). Entretanto, o projeto contempla os estados que decretarem “estado de calamidade pública”, o que, pela Constituição, permite regulamentação por meio de uma lei complementar.

O FNE – Fundo Constitucional do Nordeste, no qual o Maranhão é inserido, conta com cerca de 29 bilhões para atender a nove estados nordestinos. Um dos principais artigos do projeto versa a transferência de recursos exclusivamente para ações e serviços públicos com os seguintes propósitos:

-Emergência na reparação do dano ou consequência causados pelo objeto motivador da calamidade pública (no caso atual, o COVID-19);

– Custeio de ações que visem a Segurança Nacional Alimentar; disposição de valores per capta à merenda nas escolas situadas em Municípios em situação de extrema pobreza, de acordo com os termos das Leis N° 11.346/2006 e N° 11.947/2009, sendo que essa última garante o dobro de valores per capita a essas escolas.

– Custeio da tarifa social de energia elétrica, nos termos da Lei n 12.212 de 20 de janeiro de 2010; Lei n 11.346, de 15 de setembro de 2006;

– Ações emergenciais de segurança do serviço de telecomunicação, incluindo subsídio de tarifa social e de serviços públicos.

Outros artigos contemplam a utilização dos 50% remanescentes para o financiamento de micro e pequenas empresas e operações de crédito.

Em sua justificativa, o projeto defende a otimização de todos os recursos financeiros disponíveis para financiamento das ações e serviços públicos no enfrentamento à crise econômica, social e fiscal brasileira, causadas pelo COVID-19: “Estamos vivendo um momento inédito na nossa história, com a decretação a nível nacional do estado de calamidade pública.

A pandemia do novo Covid-19 que assola não só nosso país, mas o mundo todo, clama por medidas de intervenção social para minimizar os impactos sociais e econômicos do estado que estamos vivendo”, diz o texto do projeto.

Vereador LEONEL FILHO emite nota ao blog após matéria sobre gastos com internet

                           Vereador Leonel Filho

O presidente da Câmara Municipal de Codó, vereador Leonel Filho enviou uma nota ao Blog do Leonardo Alves após matéria publicada na tarde desta quinta-feira (16) sobre gastos com internet.

Confira o teor da nota:

Boa noite Leonardo Alves, aqui é Leonel Filho, essa é sim a previsão, até agora de janeiro a março, ultimo mês financeiro encerrado já de 2020, à Câmara pagou um total de R$ 3.500,00, começamos a pagar somente a partir de março de 2020, pois os processos licitatórios demorados e burocráticos, mas cumprimos todos os procedimentos Legais a risca, com transparência e publicidade principalmente.
Fomos inclusive muito além disso, foi um processo sério e de todas as empresas, a única que se interessou por este valor foi a Empresa ONE, do Sr. Gladston Oliveira Reis, as demais pegaram o edital para participar da licitação como a Tecfibra, Caweb e One Gladston, mas só quem veio para licitação foi a ONE Gladston o Sr. Netinho da Certa informatica nem veio pegar o Edital pois por menos de R$ 5.000,00 não os interessaria, alegou muito trabalho e demanda de consumo real, conforme me informou o Sr. Clemilson, esse foi o menor Preço que conseguimos para alguma empresa se interessar em fornecer sinal de internet a Câmara, acredite que é a mais pura verdade, pode fiscalizar amigo, são mais de 20 salas e muitos computadores e celulares inclusive dos cidadãos que comparecem à Câmara e obtém com os colegas e colaboradores a senha e olha que o sinal ainda presisa melhorar e vamos resolver já já, vamos cobrar do ganhador.
A Câmara pagava aproximadamente R$ 12.500,00 por mês de internet, se calcularmos por ano seria R$ 150.000,00 e atualmente a previsão é de R$ 3.500,00 por mês e R$.35.000,00 por ano, veja diferença, as coisas mudaram, recurso público é bem aplicado e respeitado.
Peço que publique,
Att. Leonel Filho