Diretores do HGM de Codó recebem notificação do Ministério Público Estadual para prestarem esclarecimentos sobre morte de criança recém-nascida

Rossana Magna e Francisco Wellington

O Ministério Público Estadual por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Codó expediu notificações à Direção Administrativa e Direção Clínica do HGM (Hospital Geral Municipal) para prestarem esclarecimentos sobre suposta negligência médica em morte de criança que veio a óbito no dia 16 de maio de 2025.

O pedido de investigação sobre suposta negligência médica foi encaminhado ao Ministério Público através de familiares do recém-nascido Ayron Santos Silva que morreu no Hospital Geral Municipal (HGM) onde suspeitam que a morte da criança tenha ocorrido em decorrência de uma queda dentro da unidade neonatal, hipótese levantada pelos pais diante de informações recebidas e do estado do corpo da criança.

O promotor de Justiça, Raphaell Bruno Aragão Pereira de Oliveira, é o responsável pela apuração da denúncia sobre suposta negligência médica recebida no protocolo da Promotoria de Justiça.

O representante do Ministério Público Estadual determinou no dia 19/05 a entrega de despacho inicial e de ofício aos dois diretores do Hospital Geral Municipal. A Diretora Administrativa Rossana Magna Alencar da Silva Hissa Araújo e o Diretor Clínico, Francisco Welington, foram notificados no dia 20/05 para prestarem esclarecimentos do fato noticiado que causou repercussão e comoção no município.

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Com informações do Blog do Sampaio

REJEIÇÃO POPULAR: Mãe de aluno da Bacabinha que enfrenta dificuldade com merenda escolar chama vereador Leonel Filho de “irresponsável e puxa-saco”

Em entrevista ao comunicador Bernardo Júnior, uma mãe de aluno do povoado Bacabinha que reclama da dificuldade com ônibus e merenda escolar chamou o vereador Raimundo Leonel Magalhães Araújo Filho de “irresponsável e de puxa-saco” do prefeito Chiquinho Oliveira.

A declaração da mãe do aluno mostra o descontentamento com a postura do vereador Leonel Filho gerando perda de confiança no parlamentar e rejeição popular.

O vídeo da entrevista da mãe do aluno foi divulgado nas redes sociais de comunicadores do município.

Tribunal do Júri condena filho pela morte do ex-prefeito de Barra do Corda

 

Em sessão do 2º Tribunal do Júri de São Luís, iniciada nessa quarta-feira, 21 e encerrada na madrugada desta quinta-feira, 22, Manoel Mariano de Sousa Filho foi condenado a 16 anos de reclusão pela coautoria do assassinato do seu pai, Manoel Mariano de Sousa, ex-prefeito da cidade de Barra do Corda-MA, conhecido como “Nenzin”. O réu foi levado para a Penitenciária de Pedrinhas para cumprir a pena.

A acusação foi conduzida pelos promotores de justiça Washington Cantanhede e Raimundo Benedito Barros, com a colaboração do advogado Misael Mendes Júnior, atuando como assistente do Ministério Público. O júri foi presidido pelo juiz Clésio Coelho Cunha.

Manoel Mariano de Sousa Filho foi condenado por homicídio triplamente qualificado: motivo torpe, uso de recurso que dificultou a defesa da vítima e prática do crime para assegurar a ocultação de outro delito. O ex-prefeito foi morto com um tiro à queima-roupa, próximo à região do pescoço.

Segundo a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu em 6 de dezembro de 2017, por volta das 7h, no Loteamento Morada do Rio Corda, em Barra do Corda. De acordo com os autos, o réu teria matado o próprio pai com um disparo de arma de fogo. Também foi denunciado como coautor o vaqueiro Luzivan Rodrigues da Conceição Nunes, que está preso na Penitenciária de Pedrinhas por outro homicídio. A pedido do MPMA, o processo foi desmembrado, e o julgamento do segundo acusado está marcado para o dia 9 de julho.

Durante o júri popular, foram ouvidas sete testemunhas, incluindo o delegado responsável pela investigação, um funcionário da família, além de dois policiais militares. O réu, presente na sessão, foi interrogado por aproximadamente uma hora e negou a autoria do crime.

Inicialmente, os réus seriam julgados na comarca de Barra do Corda. No entanto, a pedido do MPMA, o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) determinou o desaforamento do julgamento para São Luís, visando assegurar a imparcialidade do júri, em razão do homicídio ter vitimado uma figura pública, ex-prefeito municipal por vários mandatos.

Na sessão, o juiz Clésio Coelho Cunha negou a Manoel Mariano de Sousa Filho o direito de recorrer em liberdade e decretou sua prisão imediata, sendo conduzido à Penitenciária de Pedrinhas para o cumprimento da pena. O réu já havia permanecido preso cautelarmente de dezembro de 2017 até outubro de 2019.

Na sentença, consta que o crime foi praticado em local deserto, para onde o acusado levou a vítima, aproveitando-se da relação de confiança entre pai e filho. No local, Manoel Mariano de Sousa foi atingido por um disparo de arma de fogo, sem qualquer chance de defesa.

Redação: CCOM-MPMA com informações Ascom Corregedoria-Geral de Justiça

Deputado Francisco Nagib se esquiva da Justiça Federal há mais de um ano para não pagar dívida de R$ 334 mil

O deputado estadual Francisco Nagib Buzar de Oliveira está sendo acusado de fugir há mais de um ano da Justiça Federal para evitar o pagamento de uma dívida de R$ 334.773,19, valor que corresponde a multas e sanções administrativas cobradas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

A execução fiscal foi protocolada em 24 de abril de 2024, sob o número 1004765-41.2024.4.01.3702, na 4ª Vara Federal de Execução Fiscal da Seção Judiciária do Maranhão. Desde então, o processo avança sem que o parlamentar apresente defesa ou realize o pagamento.

De acordo com certidão emitida pela Justiça Federal em 19 de março de 2025, o parlamentar foi formalmente citado, mas ignorou o prazo legal de cinco dias para quitar o débito, conforme determina o artigo 8º da Lei nº 6.830/80. O silêncio do devedor possibilita que a União promova medidas como bloqueio de bens e penhora de ativos.

A origem do débito está vinculada ao processo administrativo 00407.006106/2024-20, gerado em 10 de abril de 2024, e refere-se à Certidão de Dívida Ativa n.º 4.020.000085/24-62, cujo valor já está atualizado. A petição inicial foi assinada pela procuradora federal Sabrina Lyra de Oliveira Guendler.

A conduta do deputado tem causado desconforto entre lideranças políticas e eleitores, que esperam de seus representantes o respeito às leis e às decisões judiciais. Francisco Nagib ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.