Por que a imprensa aliada a Chiquinho do PT tratou as demissões de médicos de formas diferentes?

Nos últimos dias, a demissão do médico Dr. Stênio da Unidade de Pronto Atendimento (UPA-24H) de Codó ganhou grande repercussão na imprensa aliada do prefeito Chiquinho do PT. Com anos de serviços prestados à população, sua saída representa uma perda significativa para os pacientes que contavam com seu atendimento.

No entanto, chama atenção o fato de que os mesmos veículos de comunicação que destacaram amplamente a saída de Dr. Stênio silenciaram sobre outras demissões igualmente impactantes na saúde do município. Dois médicos renomados, Dr. Duailibe e Dr. Cláudio Paz, foram dispensados do Hospital Geral Municipal (HGM) logo nos primeiros dias da gestão do prefeito Chiquinho do PT, sem que o caso recebesse a mesma atenção midiática.

 

Com mais de 28 anos de dedicação à ortopedia em Codó, Dr. Duailibe era reconhecido como o mais experiente profissional da área no município. Sua demissão gerou grande preocupação entre os pacientes, uma vez que sua expertise dificilmente será substituída.

Já o ginecologista e obstetra Dr. Cláudio Paz, também com uma trajetória de quase três décadas atendendo as mulheres codoenses, foi demitido em um contexto que, para muitos, tem contornos de perseguição política. Sempre elogiado por sua competência e compromisso, sua saída do HGM deixou uma lacuna no atendimento às gestantes e mulheres que necessitam de acompanhamento especializado.

A discrepância na cobertura midiática desses casos levanta questionamentos: por que a demissão de um médico gerou grande comoção enquanto a saída de outros dois profissionais igualmente respeitados foi praticamente ignorada? A saúde pública de Codó perde com todas essas baixas, e a população merece esclarecimentos sobre os critérios adotados na cobertura jornalística feita pela imprensa ligada ao prefeito Chiquinho do PT.

Blog do Marco Silva

WhatsApp deixará de funcionar em iPhones; saiba quais as versões do iOS

O WhatsApp deixará de funcionar em iPhones com sistemas inferiores ao iOS 15.1 a partir de 5 de maio. Segundo o site oficial do aplicativo, o serviço de mensagens já não é compatível com smartphones da Apple que operam com versões anteriores ao iOS 12, nem com dispositivos Android com sistema inferior ao 5.0.

A Meta, empresa controladora do WhatsApp, explica que, anualmente, realiza uma análise para identificar “quais dispositivos e softwares são mais antigos e têm o menor número de usuários”, a fim de decidir quais versões do sistema continuarão a ser suportadas.

Estadão Conteúdo

Monitoramento político nas redes sociais barra professores ligados a Zé Francisco e Pastor Max prejudicando início do ano letivo

Secretário de Educação, Ricardo Torres e prefeito Chiquinho Oliveira

A educação em Codó está em crise. A falta de professores contratados têm deixado centenas de alunos sem aulas, e o motivo é polêmico: um sistema de monitoramento político nas redes sociais estaria sendo usado para barrar professores ligados a opositores da gestão municipal. O município sofre com uma grande carência de profissionais contratados e, até o momento, apenas os professores efetivos e seletivados foram alocados, o que não é suficiente para atender a demanda das unidades escolares.

Segundo denúncias, o prefeito Chiquinho Oliveira determinou que apenas professores indicados pelo ex-prefeito Zito Rolim ou que tenham sua “assinatura no currículo” sejam contratados. No entanto, um segundo filtro estaria sendo aplicado: Agnes Oliveira, sob ordens do deputado estadual Francisco Nagib e de Junior Oliveira, estaria analisando os perfis dos candidatos nas redes sociais em busca de ligações com o ex-prefeito Zé Francisco ou com o vereador Pastor Max, que tem feito duras críticas à gestão.

Fotos ao lado de Zé Francisco ou Pastor Max, críticas à família Oliveira ou manifestações políticas contrárias seriam motivos para a não contratação destes professores. Essa prática, além de ferir princípios democráticos, têm atrasado a contratação de professores e prejudicado o início das aulas.

A falta de professores em sala de aula causa um prejuízo enorme aos alunos, que perdem dias de aprendizado e têm seu futuro comprometido. A situação exige uma solução urgente por parte da Prefeitura de Codó, que precisa garantir o direito à educação de todos os alunos da rede municipal e que depois podem ter que assistir às aulas em sábados letivos.

Estudantes com autismo poderão receber protetores de ouvido gratuitamente

Escolas públicas e privadas poderão ser obrigadas a fornecer protetores de ouvido gratuitos a estudantes com transtorno do espectro autista (TEA). O objetivo é reduzir o impacto dos ruídos no ambiente escolar e minimizar crises causadas pela hipersensibilidade auditiva.

A proposta (PL 432/2025), do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR), altera a Lei 12.764, de 2012, que estabelece diretrizes para a proteção dos direitos das pessoas com autismo. Segundo o texto, os protetores de ouvido devem contribuir para a inclusão, melhorando a concentração e o bem-estar dos estudantes durante o aprendizado.

 

“A disponibilização de protetores auriculares é uma medida simples e eficaz para minimizar o impacto dos ruídos no ambiente escolar, contribuindo para a melhoria da concentração, do bem-estar e da qualidade do aprendizado dessas crianças e adolescentes”, justifica Mecias no projeto.

Caso aprovada, a nova regra valerá para todas as etapas da educação básica e do ensino profissionalizante. Mecias destaca que a medida busca ampliar a inclusão em escolas e cursos profissionalizantes, evitando desconforto e dificuldades de socialização. O senador menciona que a iniciativa pode ser viabilizada por meio de parcerias público-privadas e convênios com entidades especializadas, reduzindo custos para o Estado.

A proposta aguarda encaminhamento para as comissões temáticas do Senado.

Agência Senado

RECLAMAÇÃO: Moradora reclama de matagal na praça da Avenida Primeiro de Maio

Na última sexta-feira (07), uma moradora do Bairro São Benedito entrou em contato com o Blog do Leonardo Alves reclamando de um matagal na Avenida Primeiro de Maio.

Boa tarde Leonardo Alves. Coloca no seu blog esse matagal aqui na praça da avenida primeiro de maio pra ver se a prefeitura resolve esse problema. Estamos com medo de aparecer cobra aqui.”.

Abaixo segue fotos enviadas pela moradora do São Benedito que preferiu não se identificar: