Polícia Militar apreende arma de fogo utilizada em ameaça

Na noite de domingo (19), denunciantes entraram com contato com o 17º BPM informando que um indivíduo armado estaria ameaçando outro na Vila Biné, em Codó.

Uma equipe deslocou-se até a residência do autor porém encontrou apenas a esposa do indivíduo, o homem já não estava mais no local. A arma de fogo foi entregue à guarnição e apresentada na delegacia; a vítima foi orientada a registrar a ocorrência.

MATERIAL APRESENTADO
-01 espingarda de fabricação caseira

17°BPM, SUA SEGURANÇA É NOSSA MISSÃO.
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Sancionada lei que transfere trecho da MA-006 para o Governo Federal

O governador Flávio Dino (PSB) sancionou a Lei 11.353, que autoriza a transferência, para o Governo Federal, do trecho da MA-006 entre Balsas e Alto Parnaíba, somando 241,70 km. A lei deriva do Projeto 126/2021, de autoria do Executivo, aprovado em segundo turno na Assembleia Legislativa no dia 31 de agosto.

Na mensagem de encaminhamento da matéria, o governador esclarece que o trecho coincide com rodovia federal planejada e que a Constituição Federal estabelece a competência da União para definir princípios e diretrizes para o Sistema Nacional de Viação.

“A Lei Federal 12.379 autoriza a União a incorporar à malha rodoviária que estiver sob sua jurisdição trechos de rodovias estaduais existentes, mediante anuência dos estados a que pertençam. Assim, a incorporação de rodovias à rede rodoviária sob jurisdição federal depende, dentre outros requisitos, da existência de manifestação favorável do Estado envolvido”, acrescenta o governador.

Importância

Os deputados Adriano Sarney (PV), Hélio Soares (PL) e Fábio Braga (Solidariedade) destacaram a importância da federalização. Para Adriano, a aprovação da matéria representa, também, uma conquista do senador Roberto Rocha (PSDB) que, segundo ele, foi quem articulou com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT) e viabilizou recursos para a federalização do trecho Balsas / Tasso Fragoso.

“Ainda bem que o trecho autorizado foi mais longo ainda, pois se estende até Alto Parnaíba. É sempre bom poder melhorar as estradas maranhenses”, enfatizou Adriano.

Fábio Braga complementou: “Essa região é uma das que mais produz e uma das mais longínquas do Maranhão. É onde enfrentamos a maior dificuldade em termos de transporte de produção. A MA-006 é uma via de fundamental importância para o escoamento dessa produção. É preciso fazer um corredor de Balsas até o Porto do Itaqui. A federalização é um grande passo nesse sentido”.

Hélio Soares finalizou: “Esse é um feito de grande importância para o Maranhão. Parabenizo todos que lutaram para tornar realidade a federalização da MA-006”.

Assembleia aprova PL que institui o ‘Dia Estadual dos Aventureiros’

Deputado Duarte é o autor do PL que institui o ‘Dia Estadual dos Aventureiros

A Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, na sessão plenária desta terça-feira (14), o Projeto de Lei 276/2020, de autoria do deputado Duarte Júnior (PSB), que institui o “Dia Estadual dos Aventureiros”, no calendário oficial do Maranhão, a ser comemorado, anualmente, no quarto sábado do mês de maio. Conforme o  PL, a data instituída passará a integrar o calendário oficial para eventos culturais e religiosos.

O Clube de Aventureiros é uma iniciativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia e propõe reunir, sem seletividade quanto à religião, raça e cor, crianças e adolescentes de toda e qualquer origem para fins instrutivos, valendo-se não somente de atividades recreativas, mas visando à realização de trabalhos comunitários. Foi criado em 1972, em Washington (EUA), e está presente no Brasil há mais de 28 anos. É focado em auxiliar na educação de crianças na faixa etária de 6 a 9 anos.

Equipe

Em sua justificativa, Duarte Júnior destaca a importância do clube e faz um breve histórico de suas atividades. “Os aventureiros (nome dado às crianças integrantes desse clube) trabalham em equipe, procurando ser úteis à comunidade. Eles também participam ativamente de campanhas comunitárias para ajudar pessoas carentes”.

Segundo o parlamentar, no Maranhão, o quantitativo infantil atinge mais de seis mil aventureiros. Como forma de incentivo e promoção a essa iniciativa formadora de caráter, comemora-se o Dia Mundial do Aventureiro no quarto sábado de maio. “O clube busca, também, conduzir os juvenis à compreensão de seu valor individual e à descoberta de seus dons, capacitando-os para uma vida de serviço e amor ao próximo, enquanto proporcionam oportunidades de confraternização entre pais e filhos”, disse.

Marcelo Vieira – Agência Assembleia

Pesquisadores alertam que Lei da Anistia ainda é um problema atual

Representantes de desaparecidos na ditadura militar e entidades ligadas aos direitos humanos cobraram reparação histórica por crimes cometidos nesse período

A Lei da Anistia entrou em vigor em 28 de agosto de 1979 e, após 42 anos, ainda é alvo de questionamentos de setores da população brasileira que veem no dispositivo uma fonte de impunidade para os agentes da ditadura e uma violação à legislação internacional de direitos humanos.

A Comissão de Legislação Participativa realizou audiência virtual nesta segunda-feira (30) com representantes de desaparecidos na ditadura militar e entidades ligadas aos direitos humanos para discutir os efeitos da Lei de Anistia.

Presidente da comissão, o deputado Waldenor Pereira (PT-BA) lembrou que a Lei de Anistia foi resultado da mobilização de parte da sociedade, mas, apesar de ter permitido o retorno dos exilados e a liberação dos presos políticos, possibilitou também a impunidade dos torturadores.

A representante da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos, Amelinha Teles, afirmou que a impunidade para os que participaram das torturas durante o regime militar foi uma interpretação errônea da lei. “Essa ideia de que a lei da anistia anistiou os torturadores é uma ideia totalmente falsa”, afirmou.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) questionou o Supremo Tribunal Federal sobre a questão, alegando que o próprio texto da Constituição Federal diz que a tortura é crime de lesa-humanidade e imprescritível.

O representante da Fundação Italiana Lelio e Linda Basso, Gianni Tognoni, afirmou que a Lei de Anistia foi um passo fundamental para a redemocratização do País, mas agora é preciso trabalhar para que essa memória não se perca para as próximas gerações.

A historiadora Lúcia Guerra, uma das autoras do Livro “40 anos da Anistia Brasileira”, concorda com essa necessidade e afirmou que essa não é uma luta do passado, é uma luta permanente que deve focar na educação dos mais jovens para que a história não volte a se repetir.

“A atual conjuntura brasileira está a nos exigir que essa luta seja continuada, ressaltando o papel das instituições. É preciso trazer essa memória, é preciso conhecer esse passado para que ele não ser repita. Para que realmente se possa passar essa página da história, o que ainda não é possível”, lamentou.

Rosalina Santa Cruz, que era militante na época da ditadura, afirmou que o Brasil precisa resolver essa parte da sua história, tornando públicas a maior quantidade de informações sobre esse período. Ela, que teve o irmão desaparecido em 1974, afirmou que a falta de informações impacta as famílias das vítimas até hoje.

Comissão da Verdade

A deputada Luiza Erundina (Psol-SP) afirmou que o Brasil não se empenhou até hoje para esclarecer essa parte dramática da história, que continua sendo uma luta de poucos. “O Estado brasileiro pouco fez para que a verdade viesse à luz, para se resgatar essa memória. Muito menos o Estado brasileiro pensou na justiça de transição. A lei que criou a Comissão Nacional da Verdade não previa a justiça de reparação e nem a justiça de transição para se chegar à verdade plena daquele crime coletivo que se cometeu no Brasil.”

A Comissão Nacional da Verdade, que funcionou entre 2012 e 2014, apresentou, em seu relatório final, uma lista com 377 nomes de pessoas que violaram os direitos humanos durante a ditadura e recomendou a responsabilização criminal, civil e administrativa de 196 pessoas dessa lista que ainda estão vivos.

A comissão também recomendou em seu relatório final a revisão do trecho da Lei da Anistia que estende o benefício para agentes da ditadura.

Reportagem – Karla Alessandra
Edição – Geórgia Moraes

Solenidade encerra a 10ª Semana Municipal do Bebê em Codó

A Prefeitura de Codó por meio da Articulação do Selo UNICEF, realizou na manhã desta sexta-feira (17), uma solenidade de encerramento da 10ª Semana Municipal do Bebê no auditório da Associação Comercial.

Com o tema: “A Primeira Infância em tempos de pandemia”, a Semana do Bebê realizou diversas atividades nas Unidades de Saúde, Assistência Social e Educação.

A Semana do Bebê é uma das principais ações que o município precisa cumprir para receber a certificação internacional do Selo UNICEF.