Acusado de matar namorada de 15 anos revela motivação

Ele confessou o crime durante depoimento ao delegado após ser preso.

O homem identificado como Leandro Sousa Ribeiro, de 28 anos, confessou em depoimento ao delegado Thiago Silva, ter matado a tiros a própria namorada, a adolescente de 15 anos, Antônia da Silva do Carmo. O acusado prestou depoimento na última segunda-feira, 10 de agosto, para a polícia.

Segundo ele, os dois estavam juntos há dois meses e a principal motivação do crime teria sido ciúmes já que ele alegou que ela supostamente estava lhe traindo.

Acusado foi preso um dia após cometido o crime. “Ele confessou o crime e disse que foi motivado por ciúmes já que acredita que ela estava o traindo. Ele informou também que o relacionamento dos dois era marcado por muitas brigas e ciúmes de ambos os lados”, afirmou o delegado.

Ainda de acordo com a polícia, não existia nenhuma denúncia anterior por parte da vítima em relação ao acusado. Ele foi preso no último domingo na localidade Macapá, perto do município de Parnarama, no Maranhão.

Meio Norte

Funcionários dos Correios entram em greve por tempo indeterminado

A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (FENTECT) anuncio o início de uma greve, por tempo indeterminado, a partir desta segunda-feira (17).

Em nota, a entidade informou que a greve tem como objetivos principais a busca pela sustentabilidade da empresa e a manutenção dos empregos de todos os funcionários.

A federação alega “negligência com a saúde dos trabalhadores” durante a pandemia do COVID-19, devido à falta de medidas de proteção contra a doença.

Outro motivo para a paralisação seria a possível privatização dos Correios, os grevistas são contra a medida e pedem que direitos trabalhistas sejam garantidos.

A empresa afirmou que resguarda os vencimentos dos pagamentos e propõe ajustes de benefícios previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

“A diminuição de despesas prevista com as medidas de contenção em pauta é da ordem de R$ 600 milhões anuais. As reivindicações da Fentect, por sua vez, custariam aos cofres dos Correios quase R$ 1 bilhão no mesmo período – dez vezes o lucro obtido em 2019. Trata-se de uma proposta impossível de ser atendida”, acrescentou em nota.

Em paralelo, a Associação dos Profissionais dos Correios Regional Minas Gerais (ADCAP) também emitiu uma nota e lamentou que os trabalhadores tenham chegado a essa medida extrema, que poderá trazer grandes reflexos para a sociedade. “A associação compreende que a condução das relações trabalhistas pela atual direção dos Correios não deixou alternativa para os trabalhadores, diante da tentativa de imposição de uma redução significativa nas remunerações.”, acrescentaram.

A ADCAP ainda destacou que os trabalhadores dos Correios possuem, em média, a menor remuneração das estatais federais. “Um carteiro ou atendente tem um salário inicial de menos de R$ 1.800,00, o que torna todas as parcelas salariais, como vale-alimentação, por exemplo, indispensáveis na composição da renda”.

Correios ressaltaram que a possuem um Plano de Continuidade de Negócios, para seguir atendendo à população em qualquer situação adversa.

Atrasos na entrega – O que fazer?

De acordo com os órgãos de defesa do consumidor, as empresas que vendem com entrega pelos Correios são responsáveis por encontrar e disponibilizar outra forma para que os produtos sejam entregues aos seus clientes dentro do prazo firmado durante a compra.

Caso os Correios não cumpram um serviço contratado, o consumidor terá o direito a ressarcimento. Além disso, o cidadão poderá ir à Justiça e solicitar indenização em casos de dano material ou moral provocado pelo atraso.

Já as empresas que enviam cobrança por correspondência são obrigadas a oferecer outra forma de pagamento que seja viável ao consumidor, impressão online, entregas presenciais ou depósito bancário.

Porém, vale destacar que não receber qualquer outra cobrança em que o consumidor tenha conhecimento da dívida não o isenta de efetuar o pagamento.

Então, em caso de atrasos no recebimento de boletos, por conta da greve, o cliente deve entrar em contato com a empresa, antes do vencimento, e solicitar outra opção de pagamento.

Caso o pedido por outro meio para pagar a conta não seja atendido, o consumidor poderá registrar sua reclamação no órgão de defesa do consumidor (PROCON).

Jornal O Liberal

Polícia Civil do Maranhão apreende mais de uma tonelada de queijos em Santa Inês

A Polícia Civil do Estado do Maranhão apreendeu neste domingo (16), por voltas das 17h30, nas proximidades da entrada da cidade de Santa Inês/MA, BR 222, um caminhão, VW/24.280 6X2, ano 2013, cor vermelha, placa OJE 0157, transportando, de forma irregular, mais de uma tonelada de queijos. A prisão foi realizada pela equipe de capturas, da 7ª Delegacia Regional de Santa Inês /MA.

De acordo com as informações da equipe, os policiais estavam fazendo uma ronda na BR 222, próximo à entrada da cidade, observou um caminhão de cor vermelha, que após avistar a viatura da Polícia Civil acelerou de forma abrupta, chamado a atenção dos policiais.

Diante da situação, a polícia passou a perseguir o caminhão e o interceptou no povoado Santa Filomena, em Santa Inês/MA. O motorista recebeu ordem de parada e obedeceu, momento em que os policiais fizeram uma breve revista no veículo, e aparentemente, estava tudo certo, no entanto, perceberam um certo nervosismo do condutor. Os policiais intensificaram a revista para constatar se havia algo ilícito, pois na carroceria estava carregado de caixas vazias, para o transporte de verduras.

A equipe de policiais então resolveu levar o caminhão para a delegacia regional, para uma revista minuciosa, descobrindo escondidos, debaixo das caixas vazias, uma grande quantidade de queijo, transportando de forma irregular e fora das especificações sanitárias.
Diante dos fatos foi dado voz de prisão ao motorista que, após os procedimentos de legais, ficará à disposição do poder judiciário.

ASCOM PCMA

Bolsonaro deve prorrogar o auxílio emergencial até o final do ano

A análise da prorrogação do benefício ocorre em paralelo ao Renda Brasil, programa que o presidente quer criar para substituir o Bolsa Família

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve prorrogar o auxílio emergencial para trabalhadores informais e desempregados afetados pela pandemia do novo coronavírus, de acordo com interlocutores do chefe do Executivo.

O valor cogitado, no momento, é de R$ 300, segundo fontes ouvidas pelo R7 Planalto. Bolsonaro comentou sobre a extensão do benefício durante cerimônia na tarde desta quarta-feira (19).

“Nós estamos agora em fase final. Hoje eu tomei café com Rodrigo Maia, no Alvorada, e também tratamos sobre o auxílio emergencial. Os R$ 600 pesam muito para a União. Se não é dinheiro do povo, porque não está guardado, é endividamento. Se o país se endivida demais, acaba perdendo sua credibilidade no futuro”, afirmou Bolsonaro.

“Alguém falou aí de R$ 200, eu acho que é pouco, mas dá para chegar no meio-termo, e nós buscarmos para que ele venha a ser prorrogado por alguns meses, talvez até o final do ano, de modo que nos consigamos sair dessa situação”, completou.

A afirmação dada por Bolsonaro ocorreu durante cerimônia de sanção de duas MPs (Medidas Provisórias) que facilitam o acesso ao crédito para micro, pequenas e médias empresas. As matérias são a 944, que institui o PESE (Programa Emergencial de Suporte a Empregos), e 975, que institui o PEAC (Programa Emergencial de Acesso a Crédito).

A análise da prorrogação do auxílio emergencial ocorre em paralelo ao Renda Brasil, programa que Bolsonaro quer criar para substituir o Bolsa Família, uma vez que a proposta pode se tornar uma marca da atual gestão.

(Conforme o Portal R7)

Campanha alerta sobre a violência contra pessoas em situação de rua

”E se fosse você na rua?”: campanha alerta sobre a violência contra pessoas em situação de rua

Em resposta à violência cometida contra a população de rua, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) organizou a campanha “E se fosse você na rua?”. Realizada por meio da Secretaria Nacional de Proteção Global (SNPG), a campanha, que teve início nesta segunda-feira (17), tem o objetivo de construir um olhar humanizado de toda a sociedade para com esse público e fomentar ações solidárias cotidianas e também em situações emergenciais.

O MMFDH, em conjunto com o Movimento Nacional de População de Rua (MNPR) e outros órgãos e organizações mobilizados, produzirão e organizarão uma série de mídias sobre a erradicação da violência contra a população em situação de rua. As peças da campanha ficarão disponíveis para qualquer pessoa ou instituição que quiser aderir, divulgar e inserir a sua logo.

De acordo com o secretário nacional de proteção global, Alexandre Magno, com a iniciativa, a Pasta pretende contar com a mobilização e participação da maior quantidade de pessoas e organizações possível para construir uma campanha de todos para todos.

“Sem bandeiras partidárias e ideológicas, capaz de influenciar sociedade a dar um basta na violência contra a população em situação de rua e promover ações de solidariedade e acesso a direitos”, afirmou.

Magno destaca que a SNPG toma a frente para iniciar essa campanha colaborativa que envolverá o poder público nas três esferas de governo, sociedade civil, organizações religiosas, empresas, artistas, atletas, parlamentares, imprensa e toda e qualquer pessoa e organização que queira participar.

A campanha gira em torno do Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, celebrado em 19 de agosto. A data relembra a barbárie conhecida como a “chacina da Praça da Sé”, ocorrida entre os dias 19 e 22 de agosto de 2004, em São Paulo, quando 15 pessoas em situação de rua foram cruelmente atingidas na cabeça enquanto dormiam, levando sete delas a óbito.

Segundo estimativa da população em situação de rua no Brasil, realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o número estimado dessa população é de 221.869 (dados de março de 2020). Essas pessoas enfrentam a violência diária, física e psicológica, impostas pela exclusão social.

Entre as razões da violência contra pessoas em situação de rua, a conclusão que se chega é que tal violência é motivada por medo, ódio e discriminação. É preciso enfrentar esse problema de maneira integral, por um lado promovendo o respeito e os direitos dessas pessoas, por outro, executando ações concretas para que essas possam sair da situação de rua e sejam reinseridas no convívio social.

Ascom MMFDH