ELEIÇÕES 2020: Prefeito FC corre o risco de ser derrotado pelo GRUPÃO liderado por Dr. Zé Francisco

O grupão liderado pelo suplente de deputado federal Dr. Zé Francisco segue fortalecido unindo grandes lideranças políticas do município de Codó.


O prefeito FC corre o risco de ser derrotado pelo grupão liderado por Zé Francisco. 

A falta de popularidade e as desgraças que vem acontecendo no governo de Nagib aponta uma possível derrota em 2020.

O grupão é formado por: Dr. José Francisco, Pedro Belo, Expedito Carneiro, Domingos Reis,Chiquinho do SAAE, Biné Figueiredo, Zé Inácio, Nonato Sampaio, Rodrigo Figueiredo e Ricardo Archer.

Indiscutivelmente, Zé Francisco é um líder muito forte em Codó.

Qual seria o discurso do prefeito para tentar se reeleger? O povo está sendo massacrado e seus direitos pisoteados pela atual gestão da família FC OLIVEIRA. Quando o justo governa o povo se alegra, mas quando o ímpio domina o povo geme. (Provérbios 29:2).

Prefeito: Francisco Nagib

“Fui julgado politicamente e serei libertado politicamente pelo povo”, diz Lula

Antes mesmo de saber, por meio dos advogados Luiz Carlos Rocha e Emidio de Souza, o resultado do julgamento do recurso da defesa no STJ, Lula já havia antecipado o seu veredicto: não há outro caminho que o leve à liberdade senão a mobilização popular. “Fui preso politicamente e serei libertado politicamente pela luta do povo brasileiro”, confidenciou o ex-presidente aos juristas nesta terça (23).

Logo depois, Lula foi informado sobre a redução da pena para oito anos e 10 meses no escandaloso processo do tríplex do Guarujá e reagiu com a sobriedade de quem tem a exata noção do que significa para os seus adversários mantê-lo longe das ruas. “Não tem o que comemorar. A pena tinha que ser zero. A pena não tinha que existir. Vou lutar até o fim pela minha inocência”.

A avaliação é corroborada por Emidio de Souza, que tem acompanhado com cautela os novos desdobramentos de um processo que tem chocado o mundo jurídico desde a vergonhosa condução coercitiva aplicada por Moro para desmoralizar Lula – de lá para cá, muitas outras arbitrariedades vieram à tona até culminar no cárcere político que o tirou das eleições de 2018.

“Eles reduziram a pena hoje, mas continua sendo uma condenação injusta. Eles inventaram um problema e não sabem como resolver este problema. Desde o Dallagnol, depois pelo Moro, pelo TRF-4 e agora pelo STJ. Tudo só comprova de que se trata de uma condenação política”, explica Souza.

Apesar da conspiração escancarada para impedir Lula de assumir o seu terceiro mandato como presidente (segundo todas as pesquisas de opinião antes das eleições), Luiz Carlos Rocha concorda com Lula sobre o antídoto para frear novas injustiças.

“Nós vamos continuar brigando em todas as esferas porque isso é necessário, tanto aqui no Brasil quanto naONU, sempre com a esperança de conseguir avançar em alguns aspectos como ocorreu hoje. A luta é dura porque os adversários são terríveis e impetuosos. Por isso a nossa resistência tem que ser tão dura e impetuosa quanto a disposição deles em nos condenar”, aponta.

PT

Comissão de Assuntos Municipais discute implantação de matadouros nos municípios maranhenses

A Comissão de Assuntos Municipais e Desenvolvimento Regional realizou, na manhã de terça-feira (23), uma reunião com os técnicos da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged), onde foi discutido o processo de implantação de matadouros nos municípios do estado do Maranhão.

A reunião contou com as presenças dos deputados Dr. Yglésio (PDT), Ciro Neto (PP) e Carlinhos Florêncio (PCdoB); do prefeito de Presidente Dutra, Juran Carvalho; da diretora-geral da Aged, Fabíola Ewerton Mesquita; e demais técnicos da agência.

O deputado Dr. Yglésio, presidente da Comissão, disse que o assunto é preocupante, pois se trata de saúde pública. “A gente deve sempre saber sobre a procedência e a qualidade da carne que chega à mesa do consumidor. Por isso, esta comissão está atenta e vamos tentar ajudar o máximo a encontrar uma solução para a implantação dos matadouros nos municípios do nosso estado”.

Carlinhos Florêncio enfatizou que a questão dos matadouros é um dilema em todo o Maranhão, principalmente, nos pequenos municípios, que estão há muito tempo sem fazer o abate dos animais. O parlamentar lembrou que o Ministério Público é atuante e está coibindo o abate clandestino.

“A Comissão de Assuntos Municipais tem levado adiante esse assunto, porque é extremamente importante e problemático em todo o nosso estado. Hoje, nós tivemos uma boa reunião com o pessoal da Aged, onde foi explanada a situação e, agora,  vamos focar em reunir, no próximo mês, lá na Famem, com os prefeitos, os técnicos da Aged, a Vigilância Sanitária e com representantes do Ministério Público Estadual, para que possamos  ajudar a abrir horizonte  para a resolução desse grande problema no Maranhão”, afirmou Carlinhos Florêncio.

O deputado sugeriu que, o município que não tem condições de arcar com a construção e os custos de um matadouro, que se una em cidades próximas e que façam um consórcio, para que possa fazer o abate centralizado para atender os municípios daquela região.

“Eu acho que talvez essa seja a melhor condição que se tem para poder resolver essa grande problemática. A comissão está determinada a ir para essa luta. Também foi conversado aqui sobre a Assembleia encabeçar uma campanha para conscientizar a população sobre o abate clandestino, que é muito prejudicial à saúde pública”, disse Carlinhos Florêncio.

O prefeito de Presidente Dutra, Juran Carvalho, também enfatizou que a problemática sobre os matadouros já vem há muito tempo. Disse que a Aged tem feito um grande trabalho, mas que os empresários e os próprios municípios não têm conseguido implantar nas regiões do Maranhão. “Achei essa reunião muito interessante, pois entende que precisamos avançar, temos que deixar de comer carne sem saber a origem. Acho que o Maranhão é o estado que está muito atrasado em relação a isso”, salientou o prefeito.

Custos

Fabíola Werton Mesquita disse que o custo da implantação um abatedouro, que atenda à legislação federal, é elevado. Mas, segundo ela, o que tem dificultado muito é a compreensão dos empresários de que é um negócio lucrativo.

“O abate é uma questão de saúde pública, mas, também, é uma questão de negócio e, talvez, alguns empresários não entenderam a rentabilidade de montar abatedouros para atender as regiões. A proposta da Aged é de apresentar um plano estadual de combate ao abate clandestino por etapas, visto que não temos como combater o problema como um todo. Por etapas, nós vamos avançando para garantir que a população maranhense possa comer uma carne com segurança”.

 

Agência Assembleia