Dilma pede pensão por tortura durante ditadura militar

Dilma Rousseff

A ex-presidente Dilma Rousseff solicitou uma pensão de R$ 10.735,44 à Comissão de Anistia por ter sido presa e torturada durante a Ditadura Militar, segundo informações da revista Crusoé.

A Comissão de Anistia foi criada pela Lei 10.559, de 13 de novembro de 2002, com o objetivo de reparar moral e economicamente as vítimas de atos de exceção, arbítrio e violações aos direitos humanos cometidas entre 1946 e 1988.

Segundo a reportagem, o pedido de Dilma foi feito no mesmo ano da criação da Comissão de Anistia e até o momento não teve a ação analisada pelo órgão, hoje administrado pelo Ministério da Mulher, da Família e Direitos Humanos.

Ao saberem desse pedido, as deputadas federais Joice Hasselmann e Carla Zambelli, ambas do PSL de Jair Bolsonaro, ironizaram a ex-presidente.

“Dilma quer mais dinheiro! Dilma pede, a título de reparação, pensão mensal de 10,7 mil à Comissão da Anistia. Alega ‘perseguição’ e ‘tortura’ durante o regime militar. E as vítimas?”, declarou Joice ao citar que o pedido será analisado pela ministra Damares Alves.

 

Gospel Prime

Professor Marcos fala sobre caos instalado na Câmara Municipal, que pode está interferindo na vida dos codoenses

Por prof. Marcos:
O CAOS INSTALADO NA CÂMARA DE VEREADORES, PODE ESTAR INTERFERINDO DIRETAMENTE NA VIDA DO CIDADÃO CODOENSE!
Um dos principais poderes responsáveis em defender os direitos básicos da população precisa atuar de forma firme e eficaz, o que não se vem observando ultimamente por parte do Legislativo codoense!  Essa queda de braço que ocorre há um bom tempo entre a presidência da Câmara e o Executivo Municipal termina de uma certa forma prejudicando o andamento dos trabalhos por lá e consequentemente interferindo na qualidade de vida dos codoenses. Diversos são os problemas enfrentados atualmente pelo povo nos vários setores a destacar:

● Saúde precarizada, falta de infra-estrutura na cidade, algumas poucas obras paradas, a exemplo do mercado de peixes, desemprego, educação parada causando total prejuízo aos alunos da rede pública municipal de ensino, entre outras questões… Nesse sentido, com os vereadores que são e ou deveriam ser a principal voz do povo na qualidade de nossos representantes silenciados diante de tudo isto, o executivo agradece! Todo este impasse precisa ser resolvido o quanto antes, para que possamos voltar a normalidade e que ambas as partes CÂMARA E PREFEITURA, cumpra com suas responsabilidades, obrigações e deveres! POPULAÇÃO CODOENSE, fiquemos atentos à tudo isto que vem ocorrendo em nosso município, pois os maiores prejudicados com isto somos nós.

Professor Marcos

Marcelo Tavares despede-se da Assembleia para reassumir Casa Civil

Marcelo Tavares

O deputado Marcelo Tavares (PSB) ocupou a tribuna, na manhã desta quarta-feira (6), para proferir discurso de despedida aos colegas de Plenário. Ele anunciou ter formulado pedido de licença do mandato, para reassumir o cargo de secretário-chefe da Casa Civil do Governo do Maranhão.

“Tive a honra de, novamente, ser convidado pelo governador Flávio Dino para chefiar a Casa Civil de seu segundo Governo, como assim foi feito no primeiro Governo, daí porque me despeço de meus pares, mas apenas, de certa forma, com um até breve, porque a nossa convivência com todos continuará sendo muito próxima e, também, muito intensa”, discursou Marcelo Tavares.

Ele informou que, nesta quinta-feira (7), já estará novamente investido na função de chefiar a Casa Civil no Palácio do Governo. Em seu pronunciamento, Marcelo Tavares frisou ter plena confiança de que, mais uma vez, a Assembleia Legislativa cumprirá muito bem o seu papel, defendendo os interesses do povo do Maranhão.

“Esta Casa, com certeza, continuará aprovando boas medidas, boas leis, propondo outras, melhorando algumas, que aqui cheguem enviadas pelo Poder Executivo, para fazer com que esta Casa seja realmente a Casa do Povo”, assinalou.  

PALAVRAS DE GRATIDÃO

Além de manifestar agradecimentos aos maranhenses, que lhe deram oportunidade de representá-los, mais uma vez, na Assembleia Legislativa, Marcelo Tavares fez questão de parabenizar os deputados mais experientes da Casa, como Rigo Teles (PV), Arnaldo Melo (MDB), César Pires (PV), Roberto Costa (MDB) e Cleide Coutinho (PDT) e celebrou a reeleição de parlamentares como Wellington do Curso (PSDB), Neto Evangelista (DEM), Professor Marco Aurélio (PCdoB), Antônio Pereira (DEM), Zé Inácio (PT), Fábio Macedo (PDT), Vinícius Louro (PR), dentre outros.

Em seu discurso, Marcelo Tavares parabenizou, também, os novos parlamentares, entre eles a Dra. Thaiza Hortegal (PP), Fernando Pessoa (Solidariedade), Daniella Tema (DEM), Andreia Rezende (DEM), Ciro Neto (PP), Dr. Leonardo Sá (PR), Wendell Lages (PMN), Mical Damasceno (PTB), Dr. Yglésio (PDT), Duarte Junior (PCdoB) e Pastor Cavalcante (PROS).

“Desejo a todos muita sorte, muito êxito, e aproveito para dizer, ainda, que é uma grande honra voltar ao governo e isso me deixa muito feliz, assim como me deixaria muito feliz continuar aqui na Assembleia, porque a nossa disposição de defender o que nós fizemos no primeiro mandato é muito grande, mas a maior determinação ainda é fazer muito mais no segundo mandato, auxiliando o governador Flávio Dino”, frisou.

Marcelo Tavares acrescentou que, trabalhando na Casa Civil, continuará lutando por “mais asfalto, mais hospitais inaugurados, mais IEMA’s, mais Escolas Dignas, mais desenvolvimento para o Maranhão, para que o Brasil cada vez mais possa reconhecer o valor do nosso estado. Muito obrigado, um grande abraço a todos e até breve. Todas as vezes que for necessário voltar a esta Casa para defender o governo que nós estamos fazendo, sob a liderança do governador Flávio Dino, voltarei com muito êxito”, enfatizou.

Durante todo o seu pronunciamento, o deputado Marcelo Tavares abriu espaço para apartes, que concedeu aos deputados Neto Evangelista, Cleide Coutinho, Roberto Costa, Rigo Teles, Professor Marco Aurélio, Duarte Júnior, Adelmo Soares, Antônio Pereira, Márcio Honaiser (PDT), Rafael Leitoa (PDT) e Zé Inácio.

Todos eles foram unânimes em manifestar reconhecimento pelo trabalho realizado pelo deputado Marcelo Tavares tanto como parlamentar, como chefe da Casa Civil e, ainda, em outras funções que desempenhou anteriormente, como líder do Governo e presidente da Assembleia Legislativa no período de 2009 a 2011.

 

Agência Assembleia

Ministro da Educação causa polêmica com declarações

Declarações recentes do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, têm causado polêmica. Entre outros assuntos, ele disse que a universidade não é para todos.

O ministro da Educação defendeu incluir a disciplina educação moral e cívica no currículo do ensino fundamental para os estudantes aprenderem o que é ser brasileiro e quais são os nossos heróis. Ele falou para a revista ‘Veja’. A entrevista saiu na edição desta semana.

Vélez Rodríguez disse que a volta de educação moral e cívica nas escolas é uma forma de ensinar o adolescente que viaja que existem contextos sociais diferentes e que as leis dos outros países devem ser respeitadas. Afirmou que o brasileiro viajando é um canibal:

“Rouba coisas dos hotéis, rouba o assento salva-vidas do avião; ele acha que sai de casa e pode carregar tudo. Esse é o tipo de coisa que tem de ser revertido na escola”, disse o ministro.

Na noite da segunda-feira (4), o ministro voltou a defender o ensino de moral e cívica em um vídeo na página do MEC.

“Eu vou dar muita ênfase a isso: a retomada desse processo de ensino de valores fundamentais, fundantes da nossa vida cidadã, tanto no ensino infantil como no ensino fundamental, ao longo de todo o ensino fundamental e por que não, continuando no nível universitário”?

O senador Major Olímpio, do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, apoia a proposta do ministro.

“Isso vai valorizar, vai ampliar a formação e a visão do cidadão brasileiro a partir da escola. Coisas mínimas que hoje se observa que as pessoas não sabem mais cantar o Hino Nacional, não conhecem o símbolo pátrios, então, isso é importante, não conhecem minimamente a estrutura de funcionamento do estado brasileiro”, disse.

Ainda na entrevista à “Veja”, Ricardo Vélez Rodríguez criticou a atriz e cineasta Carla Camuratti porque, segundo ele, colocou Dom Joãozinho – referindo ao príncipe regente Dom João VI, que chegou ao Brasil com a Família Real em 1808 – como um reles comedor de frango, sem nenhuma serventia,

O ministro se referia ao filme “Carlota Joaquina”, que, na verdade, não é um documentário, mas uma paródia de um momento histórico. Carla Camuratti preferiu não comentar a crítica do ministro.

Na entrevista ele também repetiu que a universidade não é para todos, que ela representa uma elite intelectual, para a qual nem todo mundo está preparado ou para a qual nem todo mundo tem disposição ou capacidade.

Velez Rodríguez elogiou o programa Escola sem Partido e fez críticas ao que chama de ideologização precoce de crianças na escola. Ele afirmou que a escola não serve para fazer política, que “a ideologização nas escolas é um abuso, um atentado ao pátrio poder e uma invasão da militância em um aspecto que não lhe compete”. E ameaçou: “Quem praticar isso ostensivamente vai responder à legislação que existe neste país”.

Sobre a liberdade de ensino, disse que “liberdade não é fazer o que você deseja. Liberdade é agir, fazer escolhas dentro dos limites da lei e da moralidade. Fazer o que dá vontade não é ser livre. Isso é libertinagem. No Brasil, por força de ciclos autoritários, temos uma visão enviesada da liberdade. Liberdade não é o que pregava Cazuza, que dizia que liberdade é passar a mão no guarda. Não! Isso é desrespeito à autoridade, vai para o xilindró”.

A mãe de Cazuza, Lucinha Araújo, afirmou que o filho nunca disse isso e esclareceu que a frase é de autoria dos humoristas do Casseta e Planeta. Em uma carta aberta, Lucinha cobrou uma retratação. Nesta terça-feira (5) Vélez Rodríguez ligou para ela para pedir desculpas.

“Eu achei que ele, além de ser mal informado, foi leviano de dar uma declaração dessas. ‘Como é que o senhor pôs na boca do meu filho’. Ele disse: ‘Ah, senhora, mil perdões. Eu não sei como eu vou me desculpar’. Eu falei: ‘Quero que o senhor se desculpe publicamente’”.

No fim da tarde, o ministro da Educação se desculpou numa rede social. Disse que a conversa foi tocante e que combinou uma visita a ela quando for ao Rio. E finalizou: “O amor do coração de uma mãe por seu filho é algo valoroso”.

A presidente do movimento Todos pela Educação, Priscila Fonseca da Cruz, também criticou declarações do ministro e disse que o país precisa identificar e enfrentar os problemas reais da educação.

“O problema central da educação brasileira é que a gente não tem conseguido garantir aprendizagem dos nossos alunos, esse é o principal desafio. E como que a gente resolve esse desafio? Com formação de professores, escolas bem geridas, com tempo integral, com material didático de qualidade, com uma boa base nacional curricular. É assim que se resolve”, disse.

As declarações do ministro da Educação provocaram reações no Congresso. Na Câmara e no Senado já estão prontos pedidos para que Ricardo Vélez Rodríguez explique as declarações consideradas desrespeitosas, preconceituosas e que atacam direitos garantidos na Constituição.

No Senado, o líder da Rede, Randolfe Rodrigues, contestou o ministro e disse que a educação é direito de todos.

“Não se pode, a despeito de querer banir uma pretensa ideologização, tentar impor uma outra ideologia nas escolas. Na verdade, o que ele argumenta fere um princípio constitucional, que é o princípio da liberdade de cátedra, e do pluralismo de ideias pelo qual está assentada a nossa educação. Está na nossa Constituição. Educação é dever de todos. É direito de todos e é dever do estado. Ele, ao se referir a universidade só para alguns, desconhece um princípio constitucional elementar”.

O deputado Alessandro Molon, do PSB, quer que o ministro vá ao plenário da Câmara dar explicações.

“Ele atacou de forma inaceitável a honra dos brasileiros chamando a todos de ladrões. E nós não aceitamos isso. Ele tem que vir à Câmara se explicar e pedir desculpas aqui ao povo brasileiro”.

A assessoria de Vélez Rodríguez divulgou uma nota em que declara que, ao falar sobre as universidades, o ministro queria dar ênfase à valorização do ensino básico e técnico e que, para ele, o ensino superior está aberto a todos os estudantes que quiserem ingressar por livre escolha, e não por imposição do mercado.

Sobre a declaração de que o brasileiro viajando é um canibal, a assessoria do ministro afirmou que ele estava se referindo a casos específicos de determinados jovens e não quis generalizar.

 

G1

Papa admite que padres e bispos abusaram sexualmente de freiras

“Houve padres e também bispos que fizeram isso”, reconheceu o sumo pontífice, que nunca havia abordado este assunto antes, ao ser questionado por uma jornalista.

Ele disse que é possível encontrar registros desses abusos “em todas as partes”, mas estão mais presentes em “algumas congregações novas e em algumas regiões”.

“Estivemos trabalhando por muito tempo sobre este assunto. Suspendemos vários clérigos, que foram despedidos por esta causa”, afirmou Francisco, sem mencionar nomes, nem países.

“Não sei se o processo (canônico) terminou, mas também dissolvemos algumas congregações femininas que estiveram muito vinculadas a essa corrupção”, acrescentou, destacando que a Igreja não pode se refugiar na negação.

“Temos que fazer algo mais? Sim. Temos a vontade de fazê-lo? Sim!”, afirmou o sumo pontífice.

G1