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BURAQUEIRA: Moradores reclamam de buracos e lama em uma das ruas do bairro Santo Antonio

Na rua Goiânia no bairro Santo Antonio a situação está horrível. Uma moradora entrou em contato com a redação do blog, reclamando que a rua está cheia de buracos e lama.

Segundo a moradora que preferiu não se identificar, o problema é antigo e vem se agravando a cada chuva. São crateras que dificultam o trânsito e os condutores de veículos. A situação prejudica também os estudantes da Escola Alexandre Costa.

Veja a mensagem enviada pela moradora ao blog, vídeo e foto que mostra a situação da rua.

Deputado Wellington se reúne com aprovados para o CFO que foram prejudicados pelo sistema informatizado da UEMA

O deputado estadual Wellington do Curso recebeu uma comissão de candidatos aprovados para o Curso de Formação de Oficiais, por meio do PAES 2019 realizado pela UEMA. Os alunos comprovaram ter sido prejudicados por uma falha do sistema informatizado que foi adotado pela Universidade que excluiu e alterou a posição de alguns candidatos. Como exemplo, há o caso do candidato Edio Veras Júnior que, inicialmente, estava na 36ª posição, dentro do número de vagas, e agora ocupa a 57ª, sendo apenas um classificado.

“Não estou pedindo favor. Fui aprovado dentro do número de vagas. Agora, depois de um erro deles, fui excluído das vagas”, lamentou um dos candidatos.

Sobre a situação, o deputado Wellington solicitou que a Universidade se posicionasse, a fim de que não se tivesse que ingressar juridicamente para que a transparência quanto às notas fosse a regra.

“Desde o início, temos alertado para o fato de que esse novo sistema gerou uma insegurança à proporção em que é falho quanto à transparência. Um dos princípios da Administração Pública é a publicidade, ou seja, os atos devem
ser públicos, claros, sem obscuridade. Inicialmente, divulgaram uma lista. Agora, uma outra lista em que candidatos antes aprovados passam a ser apenas classificados, sem ter, portanto, direito à vaga. Nosso posicionamento é firme em defesa dos estudantes do Maranhão”, afirmou o professor e deputado Wellington do Curso.

Deputados sugerem ações para novo governo garantir acesso da população à saúde pública

Cerca de 150 milhões de brasileiros dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS) para fazer uma consulta, exame ou cirurgia, de acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM). Diante dessa demanda, a melhoria da qualidade da rede pública de saúde pode ser um desafio para o governo recém-empossado.

USP Imagens
Saúde - Geral - cirurgia médicos SUS atendimento emergência
SUS atende ao menos 150 milhões de brasileiros

Segundo a deputada Carmen Zanotto (PPS-SC), integrante da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, estados e municípios já colocam mais dinheiro na saúde do que a Constituição obriga, mas os gastos sempre aumentam.

“O orçamento da Saúde é limitado, a inflação nessa área é sempre maior do que a inflação geral em função do aumento dos insumos no setor, tanto medicamentos quanto materiais que normalmente superam a inflação”, afirma.

Para o deputado Ricardo Barros (PP-PR), que foi ministro da Saúde no governo Michel Temer, o problema não está no montante de recursos para o setor, mas na gestão do sistema.

“Se nós tivermos os agentes comunitários de saúde – todos eles técnicos de enfermagem – dando resolutividade à visita domiciliar e um bom modelo de compra de medicamentos, através de transferências tecnológicas que nos permitam reduzir custos, os recursos para a saúde serão suficientes para atender à demanda dos brasileiros”, acredita ele.

O atendimento básico de saúde no governo Bolsonaro deve sofrer os efeitos das mudanças feitas no programa Mais Médicos no final do governo Temer. O deputado Jorge Solla (PT-BA) tem uma sugestão para o novo ministro da Saúde, o deputado Mandetta (DEM-MS).

“Chame os médicos cubanos de volta porque eles estão fazendo muita falta. E não dá pra gente trabalhar de forma ideológica, porque a população brasileira tá sofrendo e tá sofrendo quem mais precisa, quem deixou de ter o profissional para cuidar de sua saúde.”

Outro desafio do novo governo é aumentar o acesso da população ao saneamento básico, já que a falta de redes de água e esgoto também onera os cofres da saúde pública. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, cada Real investido em saneamento gera uma economia de 4,3 reais em gastos com saúde.

Reportagem – Cláudio Ferreira