Realizado o II Encontro de Pessoas com Deficiência em Codó

Com o tema ‘Nada Sobre Nós, Sem Nós. Queremos Direitos Sim, Caridade Não’, foi realizado na última sexta-feira (21), no auditório da Associação Comercial, o 2º Encontro de Pessoas com Deficiência em Codó. O evento foi promovido pela Associação das Pessoas com Deficiência de Codó – ASPEDEC, Fundação Pestalozzi de Codó e Associação dos Cegos, em parceria com departamento de direitos humanos da Secretaria de Desenvolvimento social.

No encontro estavam presentes o prefeito de Codó, Francisco Nagib, a secretária de desenvolvimento social, a primeira-dama Agnes Oliveira, o secretário de governo, João dos Plásticos, o secretário de Saúde, Suelson Sales, o empresário Francisco Carlos de Oliveira, o vereador Pastor Max, o Presidente da Aspedec de Codó, José Junior, o presidente do Fórum Estadual da Pessoa com Deficiência, Francisco Neto, a diretora do Departamento de Direitos Humanos, Luciane Araújo, representantes da APAE Caxias, entre outras autoridades.

É realmente mais uma grande oportunidade para discutirmos todas as demandas das pessoas portadoras de deficiência em nosso município e também celebrar o que já foi realizado neste um ano e meio de gestão do prefeito Francisco Nagib. Muito já foi feito, mas ainda há muito a fazer e graças a Deus temos tempo para trabalhar e concretizar todas as obras, implementar os projetos e contemplar todas as melhorias para esse público em nosso município”, comentou o vereador Pastor Max.

Na ocasião foram realizadas apresentações culturais, e as palestras relativas ao tema foram traduzidas na linguagem de libras, para deficientes auditivos. “É o nosso segundo encontro, que faz alusão ao dia 21 de setembro, o Dia Nacional de Luta a Favor das Pessoas com Deficiência. Um momento muito especial, onde demos visibilidade a muitos temas e tratamos dos direitos dessas pessoas, falar das ações que o governo municipal já fez e continua fazendo em prol desse público. E o governo do prefeito Francisco Nagib ainda vai fazer muito mais para todas as entidades que cuidam das pessoas com deficiência”, explicou a secretária de desenvolvimento social, a primeira-dama Agnes Oliveira.

Em momento emocionante do encontro, o empresário Francisco Carlos de Oliveira, ao lado do Prefeito Nagib e da primeira-dama Agnes Oliveira, realizou a entrega de doze cadeiras de rodas, doadas pela Fundação FC Oliveira. Ao todo, mil cadeiras já foram entregues pela fundação. Na ocasião, o prefeito Nagib também anunciou grandes novidades para as pessoas com deficiência física no município.

Estou muito feliz por mais este encontro. Tenho o prazer de anunciar que em breve iremos implantar o projeto Travessia, em parceria com o Governo do Estado, que levará locomoção especial aos portadores de deficiência, por meio de um sistema telefônico destinado esse público, estamos enviando para Câmara Municipal um Projeto de Lei que contempla aquisição de equipamentos e assessórios para os portadores de deficiência e ano que vem iremos inaugurar o nosso Centro de Especialização e Reabilitação Visual, Motora e Intelectual de Codó”, anunciou.

Ascom -PMC

Uso abusivo de álcool mata 3 milhões de pessoas ao ano; homens são a maioria

Mais de 3 milhões de pessoas morrem a cada ano como resultado do uso abusivo de álcool, segundo um relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) nesta sexta-feira (21). Isso representa 1 a cada 20 mortes. Mais de três quartos dessas mortes ocorreram entre os homens.

O relatório de status global da OMS sobre álcool e saúde de 2018 mostra que, no geral, o uso nocivo do álcool contribui para outros problemas de saúde pública no mundo.

“Muitas pessoas, suas famílias e comunidades sofrem as conseqüências do uso abusivo de álcool através da violência, ferimentos, problemas de saúde mental e doenças como câncer e derrame”, disse o Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. “É hora de intensificar as ações para evitar essa séria ameaça ao desenvolvimento de sociedades saudáveis”.

De todas as mortes atribuíveis ao álcool, 28% foram devidas a lesões, como as causadas por acidentes de trânsito, autoflagelação e violência interpessoal; 21% devido a distúrbios digestivos; 19% devido a doenças cardiovasculares e o restante devido a doenças infecciosas, cânceres, transtornos mentais e outras condições de saúde.

Globalmente, estima-se que 237 milhões de homens e 46 milhões de mulheres sofram de problemas relacionados ao consumo de álcool com a maior prevalência na Europa (14,8% e 3,5%, respectivamente) e na Região das Américas (11,5% e 5,1%, respectivamente).

Ainda segundo o relatório, transtornos por uso de álcool são mais comuns em países de alta renda.

Consumo global deve aumentar nos próximos 10 anos

A estimativa da OMS é de que 2,3 bilhões de pessoas sejam consumidoras de álcool atualmente. O álcool é consumido por mais da metade da população em três regiões: as Américas, a Europa e o Pacífico Ocidental.

A Europa tem o maior consumo per capita do mundo, embora seu consumo per capita tenha diminuído em mais de 10% desde 2010. As tendências e projeções atuais apontam para um aumento esperado no consumo global de álcool per capita nos próximos 10 anos, particularmente em as regiões do Sudeste Asiático e do Pacífico Ocidental e a Região das Américas.

Quanto álcool as pessoas estão bebendo?

O consumo médio diário de pessoas que bebem álcool é de 33 gramas de álcool puro por dia, aproximadamente equivalente a 2 copos (cada um de 150 ml) de vinho, uma grande (750 ml) garrafa de cerveja ou dois shots (cada um de 40 ml) de bebidas destiladas.

Em todo o mundo, 27% de todos os jovens de 15 a 19 anos são consumidores de álcool atualmente. As taxas de consumo atual são mais altas entre os jovens de 15 a 19 anos na Europa (44%), seguidas das Américas (38%) e do Pacífico Ocidental (38%). Pesquisas escolares indicam que, em muitos países, o consumo de álcool começa antes dos 15 anos, com diferenças muito pequenas entre meninos e meninas.

Em todo o mundo, 45% do total de álcool registrado é consumido na forma de destilados. A cerveja é a segunda bebida alcoólica em termos de consumo puro de álcool (34%) seguida do vinho (12%).

Em todo o mundo houve apenas pequenas alterações nas preferências de bebidas alcoólicas desde 2010. As maiores mudanças ocorreram na Europa, onde o consumo de destilados diminuiu 3%, enquanto que o de vinho e cerveja aumentou.

Em contraste, 57% (3,1 bilhões de pessoas) da população global com 15 anos ou mais se abstinha de beber álcool nos 12 meses anteriores.

Cerveja é o segundo tipo de bebida alcóolica mais consumido no mundo — Foto: PixabayCerveja é o segundo tipo de bebida alcóolica mais consumido no mundo — Foto: Pixabay

Cerveja é o segundo tipo de bebida alcóolica mais consumido no mundo — Foto: Pixabay

O relatório da OMS pede que as nações se esforcem para combater o consumo excessivo de álcool e evite suas consequências para a saúde global.

“Todos os países podem fazer muito mais para reduzir os custos de saúde e sociais do uso nocivo do álcool”, disse o Dr. Vladimir Poznyak, Coordenador da unidade de Gestão de Abuso de Substâncias da OMS. “Ações comprovadas e econômicas incluem aumentar os impostos sobre bebidas alcoólicas, proibições ou restrições à publicidade de bebidas alcoólicas e restringir a disponibilidade física de álcool.”

Ainda segundo o relatório, 95% países têm impostos sobre o consumo de álcool, mas menos da metade deles usa outras estratégias de preço, como a proibição de vendas abaixo do custo ou descontos por volume. A maioria dos países tem algum tipo de restrição à publicidade de cerveja, com proibições totais mais comuns para televisão e rádio, mas menos comuns para a internet e mídias sociais.

“Gostaríamos de ver os Estados Membros implementarem soluções criativas que salvariam vidas, como taxar o álcool e restringir a publicidade. Precisamos fazer mais para reduzir a demanda e alcançar a meta estabelecida pelos governos de uma redução relativa de 10% no consumo de álcool globalmente entre 2010 e 2025 ”, acrescentou o Dr. Tedros.

Para a OMS, a redução do uso abusivo do álcool ajudará a alcançar várias metas relacionadas à saúde dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), incluindo os de saúde materno-infantil, doenças infecciosas, doenças não transmissíveis e saúde mental, lesões e intoxicações.

Fonte: G1

Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 22 milhões neste sábado

O concurso 2.081 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 22 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) deste sábado (21) no município de Oliveira (MG).

Excepcionalmente, serão três concursos nesta semana, como parte da “Mega Semana do Apostador”: os dois primeiros foram na terça (18) e na quinta (20). Normalmente, os sorteios ocorrem às quartas e sábados.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Fonte: G1