Após chuva, parte de prédio comercial desaba na noite desta terça-feira, em Codó

Após chuva na noite desta terça-feira (31), parte do prédio da PLASTIL desabou no centro de Codó, na rua Afonso Pena.

No momento do desabamento um empresário estava saindo de um estacionamento em frente ao prédio e teve seu veículo danificado.

A rua foi interditada por um profissional da Guarda Municipal que estava no local.

O Blog do Leonardo Alves presenciou o momento do desabamento do prédio.

Veja as imagens do prédio desabado:

Ministério tenta culpar Damares Alves por crise humanitária com yanomamis

Texto acusa ex-ministra de ignorar os pedidos e recomendações.

O governo petista apresentou nesta segunda-feira (30) um relatório preliminar do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania apontando que o extinto Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, sob gestão da ex-ministra Damares Alves (Republicanos-DF), teria deixado de agir para assistir os yanomamis.

Ignorando que os dados sob desnutrição entre os indígenas têm um histórico que se prolonga desde o governo Dilma, o documento acusa a pasta de ter “se eximido de responsabilidade”, redirecionando ou dizendo que os casos não são de sua atribuição.

De acordo com o UOL, um dos episódios citados seria o parecer positivo do antigo MMFDH a um projeto de lei que propunha legalização do garimpo para que os indígenas pudessem explorar a riqueza de suas terras.

Além disso, o texto acusa a então ministra Damares Alves de ignorar os pedidos e recomendações da Organização das Nações Unidas (ONU), Comissão Interamericana de Direitos Humanos e Ministério Público Federal em ações contra supostas violações de direitos humanos em Roraima.

“A então titular da pasta preferia, por exemplo, colorir de rosa as delegacias de atendimento à mulher para enfrentar o feminicídio, em vez de construir políticas públicas efetivas”, diz um trecho do relatório do Ministério dos Direitos Humanos.

Gospel Prime

Lula articula dois blocos governistas no Senado, mas PT teme perda de espaço

O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) articula a formação de dois blocos no Senado, com cerca de 50 dos 81 senadores. Um dos blocos reuniria PT, PSD e PSB –com 28 senadores– e o outro, MDB, União Brasil e PDT –com 22.

Segundo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), as conversas ainda estão em andamento.

Na semana passada, PL, PP e Republicanos anunciaram a formação de um bloco partidário para impulsionar a candidatura do ex-ministro do governo Jair Bolsonaro (PL) e senador eleito Rogério Marinho (PL-RN), que disputa a presidência contra Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Juntos, esses partidos têm 23 senadores.

Apesar da construção dos blocos governistas, a bancada do PT no Senado tem brigado para conseguir mais espaço nas comissões. Pelo arranjo negociado por Pacheco com os partidos que o apoiam, o PT pode ficar sem as três comissões consideradas mais importantes na Casa.

O ex-presidente do Senado Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) deve continuar na presidência da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) –por onde passam todas as matérias em discussão. Já o PSD quer se manter na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos).

A CRE (Comissão de Relações Exteriores) pode ficar com outro ex-presidente do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL). Reservadamente, petistas afirmam que a bancada quer a CRE, a CAE e a CAS (Comissão de Assuntos Sociais).

Parte da bancada do PT também reivindica a vice-presidência do Senado para Humberto Costa (PT-PE). Pacheco quer manter no cargo o emedebista Veneziano Vital do Rêgo (PB). Caberia ao PT a indicação da primeira secretaria da mesa diretora, com Rogério Carvalho (PT-SE).

Na chegada ao jantar promovido pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto, Marinho afirmou que teria condições de vencer Pacheco se a eleição fosse hoje. O candidato disse que tem boa relação com mais de 30 senadores com quem conviveu quando era deputado federal e ministro.

Fonte: Folhapress/Thaísa Oliveira

Prefeitura de Codó assina termo de compromisso que adere ao Programa Cartão Transporte Universitário

A prefeitura de Codó, através da Secretaria Municipal de Juventude, Cultura e Igualdade Racial (SEJUCIR) assinou o termo de compromisso que adere ao Programa Cartão Transporte Universitário. Na solenidade esteve a diretora de juventude, Thelma Sousa, representando o secretário municipal José Carlos Moreira.

O programa foi instituído pela Lei nº 10.691, de 26 de setembro de 2017, e já beneficiou mais de 6 mil estudantes maranhenses do ensino superior, das instituições públicas e privadas, que necessitam deslocar-se de sua residência até o local de ensino.

De acordo com o Governador Carlos Brandão, “o Cartão Transporte Universitário é uma demanda social da Juventude que é a garantia de acesso à educação. E esse é um dos eixos principais do nosso governo, dar oportunidade aos jovens para se capacitarem e, assim, ingressarem no mercado de trabalho. Não podemos deixar o jovem que quer fazer uma Universidade não seguir esse sonho por falta de transporte. A igualdade é um direito e estamos buscando isso”.

Em sua 7edição, o programa lançará 3.020 bolsas para a juventude maranhense, sendo ela dividida 1.200 bolsas para estudantes universitários e 1.820 bolsas para alunos das Unidades Plenas do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA).

Assessoria de Comunicação – PMC