Vereador acusado de crime de homofobia na Câmara de Codó é suspeito de pagar radialista foragido para atacar adversários e jornalistas

Vereador Raimundo Leonel

O vereador Raimundo Leonel Magalhães Araújo Filho, (Raimundo Leonel), acusado de ter cometido crime de homofobia durante pronunciamento na Câmara Municipal, passa a ser alvo de novas suspeitas graves. Ele é apontado como possível financiador de um radialista foragido da Justiça, suspeito de promover ataques sistemáticos contra jornalistas e políticos por meio de grupos de WhatsApp e publicações em blog.

De acordo com denúncias, o radialista foragido responde a diversos processos judiciais nos estados do Maranhão e do Piauí, envolvendo crimes de calúnia, injúria e difamação, tendo como alvos ex-prefeitos e os jornalistas de Codó, Leonardo Alves e Marco Silva.

Apesar de afirmar em suas publicações que reside em Codó, o blogueiro e radialista não mora na cidade. Informações apontam que ele reside atualmente no estado do Piauí em Campo Maior, justamente para dificultar sua localização, evitar intimações judiciais e não comparecer às audiências dos processos em que figura como réu.

As denúncias indicam que os ataques são realizados, principalmente, em grupos de WhatsApp, onde o radialista divulga conteúdos ofensivos, ignora decisões judiciais e mantém condutas já judicializadas. Há processos em tramitação na Justiça comum que podem resultar em prisão, diante da reincidência e do descumprimento de determinações judiciais.

A suspeita de envolvimento do vereador Raimundo Leonel se intensifica a partir de publicações feitas em seu perfil no Instagram, nas quais ele compartilha matérias de autoria dele e repercute conteúdos com erros grosseiros de português, padrão recorrente nas publicações usadas para atacar jornalistas e adversários políticos.

O blogueiro/jornalista Leonardo Alves já ingressou com três ações judiciais na Justiça Comum contra o radialista foragido e novos processos estão em fase de preparação para serem protocolados.

Vereador acusado de crime de homofobia e flagrado com carro com registro de roubo é denunciado ao Conselho Tutelar e Ministério Público

O vereador Raimundo Leonel Magalhães Araújo Filho, acusado de crime de homofobia pela Aliança Nacional LGBT e flagrado com carro com registro de roubo em 2019, foi denunciado ao Conselho Tutelar e ao Ministério Público Estadual por violação aos direitos da criança e do adolescente, após divulgar publicamente o nome completo de estudantes, identificando-os como estando sem matrícula na rede estadual de ensino.

A denúncia foi formalizada por Leonardo Alves, blogueiro/jornalista, ex-articulador municipal do Selo UNICEF, ex-presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, ex-coordenador executivo do Comitê Municipal de Gestão Colegiada da Rede de Cuidado e de Proteção Social das Crianças e Adolescentes Vítimas ou Testemunhas de Violências e ex-presidente do Conselho Municipal da Juventude.

Leonardo Alves acionou o Conselho Tutelar e o Ministério Público Estadual alegando que o parlamentar infringiu os dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ao tornar públicos dados sensíveis de adolescentes durante sessão legislativa realizada no dia 10 de fevereiro de 2026.

De acordo com o denunciante, a exposição ocorreu em ambiente oficial, com transmissão pública, o que amplia a gravidade do caso, já que a legislação brasileira garante o direito à preservação da identidade e da dignidade de menores de idade, especialmente em situações que possam gerar constrangimento e estigmatização.

O Conselho Tutelar e o Ministério Público deverão analisar o conteúdo da denúncia e, caso constate indícios de violação aos direitos assegurados pelo ECA, o parlamentar será responsabilizado criminalmente.

A exposição ocorreu de forma nominal e direta, sem qualquer cuidado com a preservação da identidade, da intimidade e da dignidade de adolescentes mencionados, atingindo-os de maneira pública e potencialmente vexatória.

Leonardo ressaltou que a situação de ausência de matrícula escolar, quando existente, não autoriza a exposição pública de dados pessoais de crianças e adolescentes, sobretudo em ambiente político e de ampla divulgação, devendo o caso ser tratado pelos órgãos competentes de forma sigilosa e responsável.

A legislação brasileira é clara ao estabelecer que dados pessoais de crianças e adolescentes possuem proteção reforçada. O Estatuto da Criança e do Adolescente assegura o direito à dignidade, ao respeito e à inviolabilidade da imagem e da vida privada. Já a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018) proíbe a divulgação de dados pessoais sem base legal, especialmente quando se trata de dados sensíveis e de menores de idade.

Deputado Wellington do Curso destaca operação da Polícia Federal em Timbiras após fiscalizações e denúncias

Na sessão plenária desta terça-feira (24), o deputado estadual Wellington do Curso utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão para destacar a operação realizada pela Polícia Federal no município de Timbiras. O parlamentar ressaltou que a ação é resultado de diversas fiscalizações, visitas in loco e denúncias encaminhadas por seu mandato após ouvir moradores e servidores sobre possíveis irregularidades na aplicação de recursos públicos.

Segundo o deputado, ao longo dos últimos meses foram protocolados ofícios, representações e cobranças formais aos órgãos de controle, além de reiteradas denúncias feitas em plenário, apontando indícios de desvios de verbas do FUNDEB, escolas de taipa, e contratos administrativos com suspeitas de irregularidades, o que motivou a atuação das autoridades federais.

“Utilizei a tribuna para deixar claro que essa operação não surgiu por acaso. Ela é fruto da coragem da população em denunciar e do trabalho sério de fiscalização que temos realizado. Estamos falando de recursos da educação, do dinheiro que deveria garantir merenda de qualidade, escolas estruturadas, transporte digno e valorização dos professores. Não podemos admitir que verbas públicas sejam desviadas enquanto crianças estudam em condições precárias. Encontramos três escolas de pátios má cidade e a população quer saber pra onde foram tantos recursos recebidos do FUNDEB. Nosso mandato continuará firme, acompanhando cada etapa das investigações, cobrando rigor na apuração dos fatos e exigindo que os responsáveis sejam punidos na forma da lei. A população de Timbiras não está sozinha. Seguiremos ao lado do povo, defendendo transparência, justiça e respeito com o dinheiro público”, declarou o professor e deputado Wellington do Curso.

Vereador Antônio Luz convida população para assistir sessão da Câmara nesta terça-feira (24)

Em vídeo divulgado nesta terça-feira (24), o vereador Antônio Luiz, utilizou suas redes sociais para convidar a população a acompanhar a sessão da Câmara Municipal.

Na gravação, o parlamentar destaca que esta terça-feira é dia de oratória no plenário, reforçando a importância da presença e do acompanhamento da sociedade nas atividades do Poder Legislativo. O convite foi direcionado a todos os cidadãos interessados em participar e observar de perto os debates e pronunciamentos dos vereadores.

Confira o convite do vereador Antônio Luz:

Sem ser advogado, vereador Raimundo Leonel vira defensor particular de família Buzar em caso de suposta homofobia em grupo privado de WhatsApp

Vereador Raimundo Leonel Magalhães Araújo Filho

Sem procuração, sem mandato judicial e sem que os supostos ofendidos tenham ido à Justiça, o vereador Raimundo Leonel Magalhães Araújo Filho (Raimundo Leonel/Leonel Filho), resolveu nesta segunda-feira (23), assumir para si a missão de defender a família Buzar que teria sido ofendida em um suposto áudio de Dr. Pedro Neres que circulou em grupo privado de WhatsApp.

No tal áudio, cuja autenticidade ainda não foi comprovada, Pedro Neres, filho do ex-prefeito de Codó, Dr. Zé Francisco, teria afirmado que “a família toda, ou a maioria, é “gay.

O detalhe curioso é que não há notícia de representação formal das pessoas supostamente ofendidas, nem boletim de ocorrência, nem ação judicial. Ainda assim, o vereador Raimundo Leonel decidiu entrar em cena nas redes sociais como se fosse advogado da família, ignorando um princípio básico do Direito: em conversas privadas, quem se sente ofendido é quem deve recorrer à Justiça ou autorizar alguém a fazê-lo.

O que chama atenção, porém, é que o próprio vereador já foi alvo de denúncia por homofobia, apresentada pela Aliança Nacional LGBT, e nesse caso o Ministério Público decidiu pelo arquivamento de representação e confirmou que em tese o vereador cometeu crime de homofobia, deixando claro, na promoção, limites que agora parecem ter sido convenientemente esquecidos.

No episódio envolvendo o vereador Raimundo Leonel sobre homofobia, a situação foi mais grave. As declarações homofóbicas do parlamentar que diz ser defensor dos gays, ocorreram em transmissão pública com microfone aberto e repercussão estadual com notas de repúdio de diversas entidades de outros estados.

Em decisão publicada no dia 12/08/2024, o promotor Raphaell Bruno Aragão Pereira de Oliveira, destacou que as declarações do parlamentar atingiram diretamente um jornalista, mas ressaltou que, por se tratar de situação específica, cabia ao suposto ofendido procurar a Justiça e apresentar representação.

Quem se sente ofendido deve representar. Já agora, em um áudio privado de WhatsApp e sem qualquer notícia de representação formal dos supostos ofendidos, o parlamentar governista resolveu agir como se fosse advogado particular da família, assumindo uma dor que não é sua.

O mandato parlamentar de Raimundo Leonel Magalhães não dispõe de concessão automática e habilitação na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).