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TEXTO ENVIADO AO BLOG

Promotor de Justiça que atuou em Codó é reeleito presidente da Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão

Composição da mesa durante solenidade de posse (Foto: Romeu Sousa)

O procurador-geral de justiça, Eduardo Nicolau, participou, de forma virtual, da posse da Diretoria Executiva, Conselho Consultivo e Conselho Fiscal da Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão (Ampem) para o biênio 2022/2023, realizada nesta sexta-feira, 7, na sede da Associação, no Calhau.

A solenidade foi prestigiada por procuradores e promotores associados, membros de órgãos e entidades como Câmara Municipal, Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Maranhão (OAB-MA), Associação dos Magistrados, Associação Nacional dos Membros do Ministério Público do Maranhão (Conamp) e convidados.

Por meio de vídeo, Eduardo Nicolau parabenizou o presidente reeleito, Gilberto Câmara França Júnior, e os demais membros da nova diretoria. “Queria desejar à nossa diretoria da Associação, na pessoa do Dr. Gilberto Câmara, toda a felicidade do mundo para essa nova diretoria. Queria desejar à nossa Associação muito êxito, e a parceria continua. Contem comigo, contem com Eduardo Nicolau, procurador de justiça e procurador-geral, há 42 anos sócio da Ampem”, destacou.

Em vídeo, procurador-geral de justiça parabenizou nova diretoria

O procurador-geral de justiça mencionou o Ato Regulamentar 12022, que passou a vigorar nessa sexta-feira, 7, retomando o trabalho remoto no âmbito do Ministério Público do Maranhão até o dia 31 de janeiro. “Porque estamos com uma pandemia em uma nova fase, de Covid e também de gripe, e não quero colocar em risco nenhuma vida. Nós, do Ministério Público, cuidamos dos outros, então precisamos cuidar de nós também”, ressaltou.

CONQUISTAS

Gilberto Câmara, presidente reeleito da Ampem (Foto: Romeu Sousa)

Em seu discurso de posse, Gilberto Câmara destacou algumas conquistas alcançadas pela entidade, principalmente no que se refere à política de valorização dos membros do MP. Nesse sentido, ele ressaltou a importância do diálogo com a Administração Superior. Ele também destacou algumas das ações que deverão ser implantadas nesse novo biênio.

“Os desafios que nos esperam são muitos, mas já demos demonstração que mesmo em período de crise soubemos avançar. E vamos em busca de novas conquistas, pois sabemos como fazê-lo e somos conscientes da nossa importância na defesa do Ministério Público e de seus membros”, enfatizou.

Além do presidente Gilberto Câmara, a diretoria executiva da Ampem é composta pelos seguintes membros: Reinaldo Campos Júnior (1º vice-presidente), Isabelle Saraiva (2ª vice-presidente), André Charles Martins (1º secretário), Gervásio Ribeiro Filho (2º secretário), Esdras Soares Júnior (1º tesoureiro) e José Cláudio Cabral (2º tesoureiro).

Já o conselho consultivo tem como titulares os seguintes membros: Aline Albuquerque, Sandra Fagundes e Lays Gabriela Pedrosa, e como suplentes Natália Macedo Tavares, José Ribamar Baima do Lago e Gustavo Bueno.

Redação: CCOM-MPMA

Acadêmica da UEMA do Campus de Caxias é aprovada em dois mestrados durante graduação

A acadêmica Lusiene Araújo da Conceição, ingressante da primeira turma do Curso de Ciências Sociais (2017.2) do Campus Caxias da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), inscreveu-se, em outubro de 2021, para a Seleção de Mestrado em Sociologia na Universidade Federal do Piauí (UFPI) e na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), sendo aprovada nas duas instituições. Vale destacar que ela estava concluindo a graduação em Ciências Sociais ao fazer as inscrições.

Casada, mãe de duas filhas (uma com 12 e outra com 3 anos), Lusiene ingressa no mestrado com a proposta de suscitar debates em torno da maternidade e da carreira acadêmica, tendo iniciado essa construção teórica em 2019 na disciplina “Prática Curricular na Dimensão Sócio-Educacional”, sob a orientação do Prof. Me. Filipe da Cunha Gomes, com a temática “Os desafios enfrentados por mães universitárias com filhos de 0 a 2 anos de idade”. Na ocasião levou estas discussões para o “V Colóquio de Ciências Sociais do CESC/UEMA” e ainda apresentou no “XXXIII Encontro Nacional de Estudantes em Ciências Sociais”, na Universidade Federal da Paraíba – UFPB. Ela completou a proposta da pesquisa na monografia (que defendeu em setembro), com a orientação da Profa. Dra. Arydimar Vasconcelos Gaioso (diretora do Curso de Ciências Sociais), com a temática “Diálogos maternos: situações enfrentadas no período pandêmico da covid-19 pelas mães universitárias do CESC/UEMA”.

A aluna explica: “O interesse por essa temática veio, primeiramente, em ser este, meu lugar de referência de figura materna e universitária e, em segundo momento, devido às necessidades que surgiram ao levar, algumas vezes, minha filha à Universidade, percebendo diferentes discursos e entraves durante estas idas e verificando os desafios enfrentados por outras mães universitárias em relação à maternidade e ao universo acadêmico”, disse.

Ela prossegue: “A minha efervescência como mãe, graduanda, na ciência e propriamente nesta universidade, demonstra a seriedade que o curso tem, bem como a densidade de conteúdo, e é relevante afirmar que o Curso de Ciências Sociais está apto a formar excelentes profissionais na área. É necessário frisar o lugar de fala que estou ocupando, ser mulher e mãe, o que remete à ideia de sobressair às diversidades que este lugar de fala infere e dar um grande salto para ser pioneira na apresentação da monografia e ainda mais em duas aprovações de seleção de Mestrado em Sociologia. É a conquista de um ser marginalizado por muito tempo no contexto histórico patriarcal, por ser mulher e mãe, que deveria exercer papéis sociais voltados para o cuidado e harmonia do lar, sem participar de decisões e atitudes políticas, bem como cargos e trabalhos externos ao ambiente doméstico”, concluiu.

Desse modo, a aluna traz esse destaque no ambiente acadêmico enquanto ascensão feminina, dando voz e autonomia a mulher na ciência e, além disso, representa, através do discurso em torno da maternidade, o lugar de fala silenciado e extinto por muitas mães em décadas anteriores.

Por: Emanuel Pereira – Assessoria de Comunicação da UEMA

Com avanço da ômicron, Maranhão retoma uso obrigatório de máscaras em locais fechados

O governador Flávio Dino publicou decreto, nesta sexta-feira (7), que torna obrigatório o uso de máscaras em locais fechados em todo o Maranhão. A medida, que já valia para cidades com menos de 70% dos vacinados, leva em consideração o atual momento da pandemia, com o registro em território nacional de novas variantes, como a delta e a ômicron, além do aumento repentino dos casos de gripe, que sobrecarregam o sistema de saúde.

No início da pandemia, o Governo do Estado elaborou um plano de contingência que baliza as ações do poder público, com adoção de medidas de prevenção, controle e contenção de riscos decorrentes do novo coronavírus. É baseado nele que o uso da máscara deixa de ser opcional.

Apesar de não ter registrado nenhum óbito nas últimas 24 horas, o número de novos casos é de 248 infectados. Destes, 28 estão na ilha de São Luís e 12 em Imperatriz. São 2,4 mil casos ativos da doença, com 80 internações em enfermarias e 71 pessoas na UTI. No total, o Maranhão já registrou 10.390 mortes da doença. Os dados são referentes ao boletim epidemiológico do dia 6 de janeiro de 2022.

Comissão aprova punição para quem estimula castigo físico de crianças e adolescentes

Texto prevê até oito anos de prisão para pessoas que divulgarem conteúdos que incentivem as agressões

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados aprovou proposta que criminaliza a disseminação de conteúdos que orientem ou estimulem o castigo físico de crianças e adolescentes.

Poderá ser punida com até oito anos de reclusão a pessoa que vender, publicar, divulgar ou disponibilizar, em aplicações de internet ou qualquer outro meio de comunicação a distância, conteúdos que orientem ou estimulem o castigo físico do público infantojuvenil. Também será punido quem agencia ou facilita, para fins de comércio, esse conteúdo.

O texto aprovado é o substitutivo do deputado Nilto Tatto (PT-SP) ao Projeto de Lei 4011/20, da deputada Rejane Dias (PT-PI). Tatto fez pequenas mudanças de redação na proposta inicial.

Ele afirmou que o surgimento de novas tecnologias e formas de acesso à informação, por meio da internet, permitiu a circulação livre de materiais on-line que orientam o castigo físico de crianças e adolescentes, prática que deve ser proibida.

“Recentemente, temos visto na mídia grande quantidade de casos de abuso e violência contra crianças e adolescentes que são de uma crueldade ímpar, desafiando o bom senso e o sentimento de humanidade”, opinou.

Tramitação

A proposta ainda será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de ir à votação pelo Plenário.

Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Marcelo Oliveira