Defesa Civil inicia monitoramento sobre elevação do nível do Rio Itapecuru em Codó

A defesa civil de Codó, em parceria com a Secretária de Meio Ambiente deu início na manhã desta quarta – feira (29), aos trabalhos preventivos para minimizar possíveis efeitos causados pelas cheias do Rio Itapecuru.

Segundo o Comandante José Fernandes não há motivos para pânico dos codoenses, que o volume das águas está sendo monitorado e a situação está controlada, porém, a população deve se manter alerta em função das atuais condições climáticas.

“Já temos no nosso planejamento todo o mapeamento das áreas de riscos, viemos fazer uma visita de prevenção e continuaremos a fazer todos os dias, é necessárias essas vistorias para deixar nossa população em alerta para possíveis cheias e evitar transtornos”, explicou o comandante.

O trabalho da prefeitura de e Defesa Civil são preventivos e consiste, também, no mapeamento das áreas de risco, monitoramento do nível do rio e orientações às famílias em caso de remanejamento.

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Docente da UFMA Campus de Codó tem pesquisa sobre código linguístico publicada em revista internacional

O docente do departamento de História e coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em História Social dos Sertões (NEPHSertões), da Universidade Federal do Maranhão, câmpus de Codó, Antônio Alexandre Isidio Cardoso, teve o artigo “A língua geral dos fugitivos: o nheengatu e a escravidão na Amazônia do século XIX”, que fala sobre o código linguístico nheengatu estruturado pelos jesuítas para facilitar a catequese na Amazônia portuguesa no período colonial, publicado na revista francesa Brésil(s).

O artigo tem por objetivo discutir alguns aspectos dos usos dessa linguagem entre populações subalternizadas, especialmente escravos fugitivos no século XIX.

“O artigo vai examinar um pouco a constituição desse idioma, como uma língua da camada trabalhadora que existia na região Amazônica do Estado Grão-Pará e Maranhão, e a maneira como esse idioma entrou no século XIX fazendo parte do vocabulário das populações escravizadas em geral, especialmente os fugitivos”, explicou.

Antônio Cardoso pontuou que a língua nheengatu ainda é falada em algumas regiões da Amazônia. “O nheengatu é uma língua de contato que ganhou muitas aldeias, e várias comunidades ainda falam a língua geral, como na região do Alto Rio Negro, no Noroeste Amazônico. Inclusive várias palavras da língua são utilizadas no nosso vocabulário corrente”, completou.

De acordo com o pesquisador, o artigo ajuda a entender o passado da língua nheengatu entre as populações indígenas, africanas e seus descendentes e proporciona sua visibilidade, uma vez que ela ainda é pouco estudada, mesmo com a obrigatoriedade prevista em lei sobre o ensino da história indígena e afro-brasileira.

“Fico feliz porque esse foi um reconhecimento muito importante, não apenas a título pessoal, mas também coletivo. É um trabalho com poucas referências que ganha muita visibilidade, de forma que a Universidade também ganha esse reconhecimento, tendo em vista que, entre as universidades do Norte e Nordeste, a UFMA é a única com um pesquisador presente com publicação”, relatou.

Sobre a revista Brésil(s)

A Revista Brésil(s) é uma revista francesa e em francês sobre o Brasil. Editada pelo Centro de Pesquisa sobre o Brasil Colonial e Contemporâneo (CRBC/EHESS), ela é publicada pelas edições da Casa das Ciências do Homem, que também publica os Cadernos do Brasil Contemporâneo.

Brésil(s) é uma publicação semestral, aberta a todas as disciplinas, e tem por objetivo fazer conhecer uma pluralidade de temas, notadamente por meio de uma visão comparativa. Ela busca colocar o Brasil, sua história, sua sociedade, seus espaços em perspectivas mais largas do debate teórico e das pesquisas empíricas capazes de renovar as análises e percepções. Cada número traz um dossiê temático e artigos inéditos.

Por: Kelle Dias
Produção: Marcos Paulo Albuquerque
Revisão: Jáder Cavalcante