Blog do Leonardo Alves

Vacinação contra a gripe no Brasil vai começar pelos idosos e profissionais de saúde

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (9) que os idosos e os profissionais de saúde serão os primeiros públicos vacinados pela Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe. A imunização vai começar em 23 de março – anteriormente, a abertura estava prevista para a segunda quinzena de abril. Veja o calendário abaixo.

De acordo com o Ministério da Saúde, a antecipação tem dois objetivos:

  • Facilitar e acelerar o diagnóstico da síndrome respiratória Covid-19, causada pelo novo coronavírus (2019 n-CoV);
  • Evitar que o sistema de saúde fique sobrecarregado.

A vacina contra a gripe não protege contra o novo coronavírus, mas, sim, contra tipos de influenza (família à qual pertence o H1N1). E justamente por isso pode ajudar no diagnóstico por eliminação dos profissionais de saúde com suspeita de Covid-19.

Isso porque essas doenças contempladas pela vacina serão descartadas na triagem de pacientes que chegarem às unidades de saúde com sintomas gripais e informarem já ter sido imunizados.

O segundo aspecto diz respeito ao fato de que o número de pessoas com síndromes gripais seria muito maior se não fosse promovida a campanha de vacinação. Haveria, portanto, muito mais gente ocupando o sistema de saúde.

Antes, a campanha previa primeiro imunizar as gestantes, crianças com até seis anos, mulheres até 45 dias após o parto e idosos. A mudança ocorreu para reforçar a prevenção de doenças respiratórias no público que mais tem sido afetado pelo novo coronavírus, que é formado pelos idosos.

Calendário da campanha

A partir de 23 de março: Idosos com mais de 60 anos ou trabalhadores de saúde podem tomar a vacina;

A partir de 16 de abril: É a vez dos professores e profissionais de segurança e salvamento;

A partir de 9 de maio: crianças de 6 meses a menores de 6 anos, doentes crônicos, pessoas com 55 anos ou mais, grávidas, mães no pós parto, população indígena e portadores de condições especiais;

G1

Primo mata o outro com espeto em suposta briga por droga

Uma briga familiar terminou com a morte de um jovem no bairro Primavera, zona Norte de Teresina. O caso aconteceu por volta das 21h dessa segunda-feira (09). Anderson Pereira de Sousa, 19 anos, morreu com perfurações feitas com espeto no quintal da casa onde morava. O suspeito do crime é um primo da vítima, identificado apenas como Alexandre. 

Um familiar, que prefere não se identificar, conta que os dois primos sempre tiveram problemas de relacionamento e discutiam constantemente. Segundo ele, a briga na noite de ontem teria sido motivada por drogas. “Um dizia que ia matar o outro”, conta. 

Os golpes de espeto perfuraram a região do peito e braço de Anderson, que ainda foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). 

Após o crime, o suspeito fugiu e até a manhã de hoje (10) ainda não havia sido preso. 

Vizinhos contam que a família da vítima e do suspeito sempre foi desestruturada. A mãe de Alexandre, inclusive, morreu há alguns anos assassinada por um desafeto do filho. Os tiros, que seriam para ele, acabaram atingindo a mulher.

 

Cidade Verde

Nota de esclarecimento do Tribunal Superior Eleitoral

Ante a recente notícia, replicada em diversas mídias e plataformas digitais, quanto a suspeitas sobre a lisura das Eleições 2018, em particular o resultado da votação no 1º turno, o Tribunal Superior Eleitoral reafirma a absoluta confiabilidade e segurança do sistema eletrônico de votação e, sobretudo, a sua auditabilidade, a permitir a apuração de eventuais denúncias e suspeitas, sem que jamais tenha sido comprovado um caso de fraude, ao longo de mais de 20 anos de sua utilização.

Naturalmente, existindo qualquer elemento de prova que sugira algo irregular, o TSE agirá com presteza e transparência para investigar o fato. Mas cabe reiterar: o sistema brasileiro de votação e apuração é reconhecido internacionalmente por sua eficiência e confiabilidade. Embora possa ser aperfeiçoado sempre, cabe ao Tribunal zelar por sua credibilidade, que até hoje não foi abalada por nenhuma impugnação consistente, baseada em evidências.

Eleições sem fraudes foram uma conquista da democracia no Brasil, e o TSE garantirá que continue a ser assim.

TSE

Assembleia Legislativa instala Frente Parlamentar de Combate ao Feminicídio no Maranhão

A Assembleia Legislativa instalou, na manhã desta segunda-feira (9), no Plenário Deputado Nagib Haickel, a Frente Parlamentar de Combate e Erradicação do Feminicídio, durante sessão solene presidida pela deputada estadual Daniella Tema (DEM), autora da proposição.

A solenidade contou com a presença da secretária de Estado da Mulher, Ana do Gás; da procuradora da Mulher da Assembleia Legislativa, deputada Helena Duailibe (Solidariedade), da procuradora da Mulher da Câmara de São Luís, Bárbara Soeiro, e de outros parlamentares, entre eles a  deputada Mical Damasceno (PTB) e o deputado Wellington do Curso (PSDB).

Em seu discurso, Daniella Tema destacou a importância da Frente Parlamentar, frisando os números alarmantes sobre o feminicídio no estado. A deputada foi enfática ao salientar relatórios atuais levantados pela Casa da Mulher Brasileira e pelo Ministério Público do Maranhão.

O evento, presidido por Daniella Tema, contou com a presença de representantes do Conselho Municipal da Condição Feminina

“Infelizmente, o feminicídio é um tema que avança no Brasil e no Maranhão. Em 2019, foram registrados 51 casos em nosso Estado, sendo o maior dos últimos anos (empatando com 2017). Ainda estamos no começo de 2020 e já foram registrados 10 casos no total. Não podemos aceitar essa realidade cruel”, disse a parlamentar.

Ainda em seu pronunciamento, Daniella Tema lembrou da lei criada pela então deputada estadual Valéria Macedo, que instituiu o Dia de Combate ao Feminicídio, data criada para chamar a atenção da sociedade sobre os crimes contra a mulher.

“Parabenizo a ex-deputada Valéria Macedo por ter instituído o 14 de novembro como o Dia de Combate ao Feminicídio no Maranhão. Precisamos debater cada vez mais sobre este tema que mancha a nossa sociedade. Por isso, estamos agora instalando esta Frente Parlamentar para que possamos, aqui na Assembleia Legislativa, fiscalizar os poderes competentes e as estatísticas desses crimes e contribuir para o aprimoramento das investigações e processos que envolvam morte de mulheres por atos criminosos. Não podemos nos calar”, ressaltou Daniella Tema.

Ao término da sessão, os presentes comemoraram a instalação da Frente Parlamentar de Combate e Erradicação do Feminicídio

Casa da Mulher

Em seu discurso, a secretária de Estado da Mulher, Ana Mendonça, disse que a entrega da Casa da Mulher em Imperatriz, prevista para os próximos dias, é uma nova contribuição à luta das mulheres pela igualdade de direitos. A inauguração também faz parte das políticas públicas do Maranhão para combater a violência e o feminicídio.

Ana Mendonça afirmou ainda que, desde 2015, um conjunto de medidas tem sido colocado em prática nesse sentido. Não apenas em março – mês internacional da mulher – mas de forma permanente. O objetivo final é garantir aquilo que é previsto pela Constituição: a igualdade de direitos e oportunidades.

“Temos muitos desafios para consolidar uma gestão com a perspectiva da igualdade de gênero e raça nas administrações públicas brasileiras. Mas, com perseverança e atitude, podemos fazer a diferença”, frisou a secretária de Estado da Mulher, Ana Mendonça.

A diretora da Casa da Mulher Brasileira, advogada Susan Lucena, assinalou que a unidade em São Luís é a mais bem estruturada do Brasil e tem atuado em todas as frentes para garantir que as mulheres vivam livre de violência.

“Nossa luta por direitos se dá todos os dias e em todas as frentes. Ainda temos um longo caminho a percorrer, mas muito temos avançado com a sensibilidade da gestão maranhense que visibiliza nossas lutas e atua para garantir equidade de direitos e oportunidades entre homens e mulheres”, afirmou Susan Lucena.

A solenidade contou também com a presença da delegada Viviane Fontenele; do perito geral da Perícia Oficial do Maranhão, Miguel Alves da Silva Neto; de Raimundo Ferreira, coordenador do Grupo Reflexivo sobre Políticas de Gênero do Tribunal de Justiça do Estado, além de militantes de diversas entidades feministas e de movimentos sociais.

Agência Assembleia

Comissão debate cancelamento de viagens em razão do coronavírus

Segundo Rodrigo, com o surto de coronavírus consumidores relatam dificuldades para cancelamento e remarcação de viagens. “Fato é que um dos direitos básicos do consumidor é a preservação da sua vida, saúde e segurança, bem como o acesso à informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, mormente no tocante aos riscos envolvidos na sua prestação faz-se necessária a adequação das práticas de mercado”, justifica o senador.

A audiência será interativa, permitindo a participação do público com perguntas e comentários, e será realizada no Plenário 13 da Ala Senador Alexandre Costa no Anexo 2 do Senado Federal.

Convidados

  • João Gabbardo dos Reis, secretário-executivo do Ministério da Saúde;
  • Rodrigo Rios, coordenador-geral de Segurança Turística do Ministério do Turismo
  • Andrey Vilas Boas de Freitas, coordenador-geral de estudos e monitoramento de mercado da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça;
  • Filipe Vieira, presidente da Associação Brasileira dos Procons (Procons Brasil);
  • Luciana Rodrigues Atheniense, representante da Comissão de Defesa do Consumidor do Conselho Federal da OAB;
  • Roberto Haro Nedelciu, presidente da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa);
  • Carlos Alberto de Sá, Presidente em exercício da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav/DF);
  • Eduardo Sanovicz, presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear);
  • Huilder Magno de Souza, advogado da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Alagoas;
  • Luiz Eduardo Falco Pires Correa, presidente do Conselho de Administração da CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens
  • Marcelo Bento, diretor de relações institucionais da Azul Linhas Aéreas;
  • Gislaine Rossetti, diretora de Relações Institucionais e Regulatório da Latam Airlines Brasil
  • Renata Domingues da Fonseca, gerente Jurídica da GOL Linhas Aéreas;
  • Bruna Chimenti, diretora jurídica da TAP Linhas Aéreas;
  • Luciana Quintana, diretora Jurídica da MSC Cruzeiros;
  • Mario Junqueira Franco Junior, representante da Royal Caribbean Cruzeiros; e
  • Renê Hermann, diretor para América do Sul da Costa Cruzeiros

Agência Senado