Terceira sentença de Lula na Lava Jato pode sair a qualquer momento

“O terceiro processo contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Lava Jato em Curitiba está pronto para sentença. Trata-se do processo em que o ex-presidente e outros oito réus respondem pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na compra de dois imóveis. Um deles é o terreno para construção de uma nova sede para o Instituto Lula, pela Odebrecht. O outro é um apartamento em São Bernardo, onde o ex-presidente morava. O Ministério Público acusa Lula de ter fingido pagar aluguel no imóvel para esconder a real propriedade do apartamento. Os autos estão prontos para a sentença do juiz Luiz Antônio Bonat, titular da 13.ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, desde as 15h05 desta segunda-feira (22).

Lula já foi condenado duas vezes na Lava Jato em Curitiba. A primeira sentença, no caso do tríplex no Guarujá, já foi confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reduziu a pena para 8 anos e 10 meses. O ex-presidente está preso, cumprindo esta pena, desde abril do ano passado. A segunda sentença, no caso do sítio em Atibaia, foi fixada em 12 anos e 11 meses, e aguarda confirmação em segunda instância.”
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Pedro Lucas Fernandes e seus duzentos e cinqüenta e três votos conquistados em Codó

Eleito com 111.538 votos dos maranhenses, Pedro Lucas Fernandes (PTB), obteve uma votação de 253 votos dos codoenses. Digamos que o deputado eleito ao primeiro mandato na Câmara dos Deputados, teve uma votação expressiva em Codó, pelo fato de o mesmo não ter passado no município durante campanha eleitoral, e pela falta de uma articulação política codoense.

Sua base eleitoral se concentra principalmente na capital do Estado.

Pedro Lucas ainda não trouxe nenhum benefício ou projeto para o município de Codó. Desta forma, está desonrando seus 253 eleitores codoenses. Uma das suas promessas antes de assumir o mandato em Brasília, seria consultar os cidadãos maranhenses antes de decidir sobre temas de interesse da população.

Deputado não foi eleito para trabalhar onde teve maior votação, deve trabalhar pelo bem de todos.

Desta forma, esperamos a atenção do jovem deputado ao povo codoense.

 

Projeto exige preço legível em restaurante por quilo

O Projeto de Lei 3280/19 obriga restaurantes e bares que vendem comida por peso a informar o valor das refeições por quilo de forma legível. O texto prevê advertência e, no caso de reincidência, multa de R$ 2 mil.

O autor da proposta, deputado Célio Studart (PV-CE), explica que o objetivo é resguardar a transparência das transações comerciais. “É comum perceber estabelecimentos que vendem produtos por quilo, sem o devido cuidado com a informação dos mesmos. Assim, torna-se um desafio para o consumidor desvendar tais obscuridades, como letras pequenas”, afirma Studart.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Câmara dos Deputados

Deputado Bira do Pindaré usou mais de meio milhão da verba de gabinete em 5 meses

Em apenas 5 meses, o deputado do PSB, Bira do Pindaré usou R$ 518.600,72 mil da verba de gabinete. Os dados foram disponibilizados pelo Portal da Transparência da Câmara Federal.

O recurso é destinado aos parlamentares todo mês no valor de R$ 111.675,59 mil e deve ser usado para pagar salários de até 25 secretários, que trabalham para o mandato em Brasília ou nos estados. Eles são contratados diretamente pelos deputados, com remuneração de R$ 1.025,12 mil a R$ 15.698,32 mil.

De acordo com as informações coletadas no site, entre março e junho, Bira do Pindaré utilizou o valor máximo da verba de gabinete que é R$ 111.675,59 mil. Já no mês de fevereiro, foram usados R$ 72.819,94 mil.

 

Neto Ferreira

Artigo Deputado Adriano Sarney – Saúde

Em mais um artigo desta série trataremos do desmonte da saúde no governo comunista e o que podemos fazer para reverter essa situação. A visível piora nos serviços, principalmente para a parcela mais carente da população, se dá, dentre outras coisas, por despesas excessivas, fechamento de hospitais, redução de procedimentos, atraso de salários e diárias, falta de material e medicamentos, excesso de burocracia. O Executivo deve reorganizar o sistema e aumentar suas receitas federais por meio dos repasses do SUS.

As despesas mensais na rede são de R$151 milhões e as receitas somam R$ 121 milhões, o que resulta em um rombo mensal de R$ 30 milhões, ou seja, cerca de R$ 360 milhões ao ano. Esta realidade resultou no cancelamento de convênios com municípios e, consequentemente, no fechamento de hospitais no interior, retornando com as famigeradas “procissões de ambulâncias” e obrigando os pacientes a enfrentarem os corredores superlotados dos Socorrões e hospitais da capital, de Imperatriz e de Teresina.

Na má tentativa de cortar custos, o governo também transferiu unidades para serem administrados pelos já cambaleados municípios, a exemplo da Upa de Caxias, e reduziu procedimentos importantes em diversas casas de saúde, como no Hospital de Matões que virou uma Policlínica.

Por outro lado, para angariar popularidade em São Luís, os comunistas prometem entregar um Hospital Metropolitano. No entanto, quem vai custear as despesas para sua manutenção é a Prefeitura de São Luís. Um verdadeiro absurdo! Ora, se a gestão municipal não tem capacidade para gerir os Socorrões, como absorverá mais uma unidade de saúde de alta complexidade?

Dados do Relatório Detalhado Quadrimestral Anterior 2019 (RDQA), apresentado pela Secretaria de Saúde à Assembleia Legislativa, mostram uma realidade completamente diferente daquilo que o governo divulga nas suas fantasiosas peças publicitárias. Neste ano, o orçamento do estado abriu apenas no mês de março (geralmente abre em fevereiro), resultando em atrasos no pagamento de vários serviços e produtos. Uma verdadeira pedalada financeira! Não obstante, no primeiro quadrimestre deste ano, foram transferidos recursos federais, fundo a fundo, no montante de R$ 121 milhões, destes apenas R$ 40 milhões foram efetivamente gastos.

A solução está na reorganização do sistema como um todo e no aumento de receitas federais. O governo deve rever suas prioridades no que tange a descentralização dos serviços, apoio financeiro e técnico aos municípios e entes privados. É inadmissível, por exemplo, que o Maranhão pague R$ 5 milhões por ano para Teresina atender pacientes da Região dos Cocais.

Uma alternativa viável para aumentar os repasses federais é o incremento da produtividade no SUS. O governo federal paga por cada procedimento comunicado; quanto mais produção, mais dinheiro o estado recebe. No entanto, esse é um processo burocrático que exige equipes administrativas altamente treinadas e com acesso ao sistema do SUS. Ocorre que no Maranhão, tanto o estado quanto, também, os municípios não conseguem ter efetividade nesse processo.  O Maranhão é o estado da federação que tem a menor receita per capita (por pessoa) do SUS. Muito menor do que o nosso vizinho Piaui. É preciso investir em informatização e capacitação do corpo administrativo.

Sugeri a Comissão de Saúde da Assembleia que façamos uma grande força tarefa no sentido de aumentarmos os repasses do SUS no Maranhão. Continuaremos na luta!

Adriano Sarney

Deputado Estadual, Economista com pós-graduação pela Université Paris

(Sorbonne, França) e em Gestão pela Universidade Harvard.

Email: jadrianocs@post.harvard.edu

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Deputado Adriano Sarney