Confira o último trabalho realizado pelo fotógrafo VICENTE MARANHÃO no Club Artes e Festas

Vicente Maranhão é um profissional capacitado para registrar os melhores momentos da sua vida com um olhar atento e experiente.

O fotógrafo Vicente Maranhão faz a diferença. Não deixe de registrar os melhores momentos e fases da sua vida, porque apesar de não voltarem, podem ser recordados. Você tem interesse em registrar os melhores momentos da sua vida com o melhor fotógrafo de Codó? Chame Vicente Maranhão.

Ontem (21), Vicente esteve realizando mais um trabalho no Clube Artes e Festas no bairro Santo Antonio. Confira:

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Vereador pastor Max fala sobre o cronograma de atividades para revisão do Plano Diretor

A prefeitura de Codó continua cumprindo seu cronograma de atividades para a revisão do Plano Diretor. Desde o dia 27 do mês passado reuniões estão sendo realizadas, como a capacitação da equipe de gestão, apresentação pública da agenda e os temas que serão discutidos com a sociedade. Na Trizidela, por exemplo foram discutidos planejamentos para temas como gestão pública, patrimônio histórico e natural, mobilidade urbana e destinação de resíduos sólidos.

Outro encontro aconteceu na Escola Adoaldo Gomes, no bairro São Francisco, que contou com a participação do vereador Pastor Max. Na oportunidade o tema debatido foi o desenvolvimento sócio econômico de Codó. “São temas muito importantes para todas as comunidades e para a sociedade codoense. é um importante instrumento de planejamento estratégico para podermos realizar todas as demandas para o desenvolvimento de nosso município”, explicou o vereador.

Incluindo as demandas das comunidades

O parlamentar aproveitou a oportunidade para falar sobre as demandas dos moradores do bairro São Francisco. “Estamos reivindicando para que as demandas do bairro sejam inclusas no planejamento do governo, como a LDO, LOA e o Plano Diretor, para que possamos atender as suas necessidades, como a questão da drenagem da água e a reurbanização do canal que corta o bairro, principalmente na Vila Biné, onde as pessoas são mais afetadas no período das chuvas”, comentou o edil. Max também pediu pela construção de uma ponte entre as ruas Rio de Janeiro e Rua Nova e a construção do Cemitério Público de Codó.

Outra questão colocada pelo vereador Pastor Max para a inclusão no Plano Diretor foi a demanda por mais vagas em escolas e creches, que aumentou no bairro nos últimos anos. Quanto ao desenvolvimento econômico, tema do encontro, o edil falou que fosse observado as culturas locais e incentivado o cooperativismo, bem como o incentivo ao pequeno empreendedor, utilizando as culturas que são fortes no município, como Pequi e Babaçu e produtos derivados desses frutos.

Esse é o nosso papel como representante do povo na câmara e vamos continuar participando dessas audiências, conversando com os representantes da cada comunidade, procurando saber suas mais importantes demandas e prioridades, para que sejam inclusas no Plano Diretor, que será revisado pela Câmara e aprovado para o bem do povo de Codó”. concluiu o vereador.

Novos encontros para a revisão do Plano Diretor acontecerão em outras comunidades, como nos bairros Codó Novo, Nova Jerusalém, Santo Antônio e comunidades como Santa Rita do Aureliano.

Ascom

Assembleia Legislativa entrega Medalha João do Vale a atores da comédia ‘Pão com Ovo’

Em sessão solene, a Assembleia Legislativa realizou, na manhã desta quinta-feira (18), a entrega da Medalha do Mérito Legislativo João do Vale ao grupo de atores maranhenses da comédia “Pão com Ovo”. Durante a solenidade, presidida pela deputada Ana do Gás (PCdoB), o deputado Edson Araújo (PSB), autor da proposição, destacou a importância e o alcance do trabalho realizado pelos atores César Boaes, Adeilson Santos e Charles Júnior.

Em seu discurso, o deputado Edson Araújo foi enfático ao destacar a importância da produção artística do grupo para o entretenimento e o desenvolvimento cultural e artístico do Maranhão.

Ele afirmou que os três atores maranhenses conseguiram uma empatia muito grande dentro e fora do estado com o espetáculo “Pão com Ovo”, considerado atual fenômeno do teatro maranhense. Para o deputado, trata-se de um espetáculo teatral com opção de entretenimento, pelo talento artístico, versatilidade e capacidade de improviso desses três atores, que em cena se revezam em vários personagens.

Edson Araújo frisou que o sucesso da comédia “Pão com Ovo” não se restringe às fronteiras maranhenses. O espetáculo já foi encenado em outros estados brasileiros e até em Portugal, cujas plateias são sempre lotadas e contagiadas pelo humor dos três atores em cena, que representam arquétipos contemporâneos (presentes nos mitos, lendas e contos de fadas) comuns em toda sociedade atual, independentemente da nacionalidade.

O deputado observou que os homenageados, com uma estrutura de palco simples, o que facilita a montagem e o acesso a qualquer espaço cênico, já conseguiram apresentar de forma itinerante e com caráter popular a comédia “Pão com Ovo”, levando teatro gratuito para o público de diversas cidades do Maranhão.

“Os temas encenados levam as pessoas às gargalhadas e ao mesmo tempo as fazem refletir sobre questões sociais e classes emergentes. Desse modo, ressalta-se a importância da atuação dos atores da comédia “Pão com Ovo”, tendo em vista que o teatro é a forma de expressão artística mais antiga da humanidade, e que, ao longo dos séculos, além de entreter, visa também educar, formar, politizar, incluir e contribuir para a conscientização das pessoas sobre os mais diversos temas”, afirmou o deputado Edson Araújo, em seu pronunciamento.

AGRADECIMENTOS

No encerramento da solenidade, os três atores manifestaram agradecimento à Assembleia Legislativa, especialmente ao deputado Edson Araújo, e fizeram um breve relato de seus trabalhos. César Boaes disse que ficou muito honrado com a homenagem, por se tratar de um reconhecimento de uma instituição tão importante.

“O nosso teatro é um teatro popular e esta homenagem tem um significado todo especial, porque estamos sendo homenageados em nossa própria terra, por uma casa que representa o povo do Maranhão”, frisou.

O ator Adeilson Santos disse que, além da dedicação, o grupo trabalha com muita seriedade. “Estamos nessa luta há 21 anos e a nossa emoção é muito grande, porque nos dá a certeza de que, ao longo desse tempo todo, nós trilhamos o caminho certo”.

Charles Júnior declarou que a missão deste grupo de atores maranhenses é a de levar alegria para as pessoas. “Ficamos muito felizes com esta homenagem, porque é um reconhecimento de tudo que fazemos com muito trabalho e muito esforço. A gente rala muito para que as pessoas sejam cada vez mais felizes”, ressaltou.

 

Agência Assembleia

O cristão pode defender o aborto em alguma situação?

O pastor presbiteriano Augustus Nicodemus participou de uma conferência com o tema “aborto”. A discussão teve o objetivo de avaliar se um cristão pode, em alguma situação, defender a interrupção da gravidez.

No Brasil, atualmente, o aborto só é permitido em casos de anencefalia, risco de morte para a mãe ou estupro. Essas condições, segundo um dos participantes, são muito delicadas e claras ao mesmo tempo.

“Quando esses casos existem (risco de morte), os cristãos não deveriam ter resistência”, disse Nicodemus. Se a continuação da gravidez coloca a vida da mãe em risco, não é errado aceitar o aborto, que seria “um mal menor”.

Para o teólogo trata-se de uma decisão difícil de ser tomada e “até triste”. “Eu optaria pela vida da mãe”, ressaltou. “Mas, por muito menos, um médico recomenda o aborto”, lamentou.

Em casos de estupro, no entanto, o pastor não concorda que o aborto seja uma solução. “Qual a culpa da criança?”, questionou. Apresentou então outras alternativas: “Dá para adoção ou então ama a criança. Mesmo que tenha sido de uma relação indesejada, continua sendo um filho gerado dela”.

ASSISTA:

https://www.youtube.com/watch?time_continue=4&v=lc1lp0OmHY4

Fonte: Gospel Prime

BULLIYNG ESCOLAR: culto homenageia alunos mortos por bullying há um ano dentro de escola

Um culto ecumênico homenageou, neste sábado (20), as vítimas do adolescente condenado por matar dois colegas de sala a tiros e ferir outros quatro há um ano, dentro do Colégio Goyases, em Goiânia. Durante o ato, a direção da escola e a estudante Lara Fleury, uma das atingidas pelos tiros, receberam o carinho da comunidade.

“Sentimento de conforto no coração, de vontade de continuar a nossa caminhada, de persistir no amor”, disse a diretora do colégio, Roseli Maria Longa Rizzo, enquanto recebia abraços dos presentes.

A celebração ecumênica foi feita em uma igreja do Jardim Riviera, na capital, mesmo bairro onde o caso ocorreu. O atentado ocorreu no dia 20 de outubro de 2017, por volta das 11h50, na turma do 8º ano do ensino fundamental do Colégio Goyases, no Jardim Riviera, na capital.

Um dos alunos, de 14 anos, sacou uma pistola .40 da mochila e disparou contra a sala, atingindo seis colegas. Quando ele se preparava para recarregar a arma, foi convencido pela coordenadora da unidade a travar o revólver.

Os estudantes João Vitor Gomes e João Pedro Calembo, ambos de 13 anos, morreram no local. Já outros quatro alunos: Hyago Marques, na época com 13 anos, Isadora de Morais, também com 13, Lara Fleury Borges, 14 e Marcela Macedo, 13, foram baleados, socorridos e levados para hospitais de Goiânia. Isadora, a ferida mais grave, ficou paraplégica e só recebeu alta quase 2 meses depois.

A mãe de Lara, a professora Lia Nunes Fleury compareceu à igreja ao lado da filha, que participou do momento de entrada da celebração. Ela afirma que a data será conhecida na família como o dia em que a estudante ganhou uma nova vida. “É a celebração de um ano de renascimento da Lara”, disse.

Sobreviventes

Um ano depois do dia 20 de outubro de 2017, sobreviventes falam em “trauma eterno”. Hoje, uma delas está paraplégica, outra precisou se mudar para os Estados Unidos, e apenas uma continuou na mesma escola. Todos têm um ponto em comum: estudar para realizar sonhos e aprender a conviver com a dor.

“Todos os dias eu lembro daquela cena horrível, não tem um dia sequer em que eu acordo e não me lembro o que aconteceu. Eu me vejo no chão, caída, deitada, e vejo o atirador andando de um lado para o outro com a arma na mão”, Isadora de Morais, de 14 anos, que ficou paraplégica após um dos disparos ferir a coluna dela.

“Falar sobre isso me ajuda a dividir o peso disto tudo, mas esquecer vai ser impossível. É um trauma eterno”, afirmou.

Os 12 meses se passaram lentos para os quatro adolescentes que foram baleados. Isadora, Marcela, Lara e Hyago não estão mais juntos diariamente, já que estudam em lugares diferentes. No entanto, vivem cotidianamente a dor de terem visto dois amigos, colegas de sala, serem assassinados. Eles afirmam que não se esquecem “um dia sequer” dos momentos de terror e contaram o que estão fazendo para seguir a vida, revelando os seus sonhos: virar médica, publicitária, ser feliz.

Sobreviventes dos tiros dentro de sala de aula do Colégio Goyases, em Goiânia — Foto: Arquivo Pesssoal e TV AnhangueraSobreviventes dos tiros dentro de sala de aula do Colégio Goyases, em Goiânia — Foto: Arquivo Pesssoal e TV Anhanguera

Sobreviventes dos tiros dentro de sala de aula do Colégio Goyases, em Goiânia — Foto: Arquivo Pesssoal e TV Anhanguera

O diretor da escola, Luciano Rizzo, disse que a assessoria jurídica da escola é que iria se posicionar sobre o caso.

O escritório do advogado Eney Curado Brom Filho, responsável pela escola, informou, por meio de nota, que “passado um ano do incidente, o Colégio está, assim como todos os envolvidos no evento, retomando suas atividades e dando continuidade aos seus objetivos, que são educar e contribuir para formação daqueles que fazem parte da família Goyases”. Ainda de acordo com o texto, “a escola se solidariza com todos que sofreram com o ato” e que “sofreu e vem sofrendo com as perdas” decorrentes do incidente.

Segundo o delegado Luiz Gonzaga Júnior, que acompanhou o caso até o fim, o autor dos tiros disse que sofria bullying de um colega e, inspirado em massacres como o de Columbine, nos Estados Unidos, e de Realengo, no Rio de Janeiro, decidiu cometer o crime.

O menor foi apreendido logo após os tiros. Trata-se do filho de um casal de policiais que pegou a arma da mãe em casa e a levou para a escola. Ele foi condenado a 3 anos de internação e, segundo a advogada da família, Rosângela Magalhães, permanece em um Centro de Internação.

“Ele recebeu como sentença a mais grave das medidas socioeducativas, a internação pelo período máximo de 3 anos. Na época da sentença, não recorremos, porque achávamos que não era o momento. Ele corre risco estando internado, corre risco estando em liberdade, é uma situação delicada”.

“Quando a gente achar conveniente vamos entrar com alguma medida, mas, por enquanto, ele continua internado, recebendo visitas semanais da família e está estudando regularmente”, disse a advogada ao G1.

O Tribunal de Justiça de Goiás informou em nota ao G1 que o caso corre em segredo de Justiça e que o órgão não pode se pronunciar ou divulgar informações sobre o caso.

Fonte: G1