Sopa servida com parasitas a pacientes no HGM é denúncia grave e deve ser apurada pelo Conselho Municipal de Saúde e Ministério Público

Publicações em páginas de notícias no Instagram relatam que uma sopa servida a pacientes no Hospital Geral Municipal (HGM) teria sido entregue com a presença de uma larva, possivelmente um parasita. A situação, se confirmada, é considerada extremamente grave, uma vez que envolve diretamente a segurança alimentar de pessoas que já se encontram em estado de vulnerabilidade dentro de uma unidade hospitalar.

A alimentação oferecida em hospitais deve seguir rigorosos padrões de higiene e controle sanitário, justamente para evitar riscos adicionais à saúde dos pacientes.

Diante da repercussão do caso, é fundamental que órgãos de fiscalização, como o Conselho Municipal de Saúde de Codó e o Ministério Público, acompanhem a situação e promovam a devida apuração dos fatos. A eventual presença de um corpo estranho com características parasitárias em alimento hospitalar causa desconfiança nos protocolos adotados no preparo e na distribuição das refeições dos pacientes.

A direção do Hospital Geral Municipal (HGM) ainda não se manifestou e também não houve manifestação do setor de nutrição da unidade, cuja atuação é essencial para esclarecer o ocorrido, apresentar explicações técnicas e informar quais medidas estão sendo adotadas para garantir a segurança alimentar dos pacientes.

Mesmo que a denúncia ainda precise ser confirmada por investigação, o caso exige atenção imediata do Conselho Municipal de Saúde e do Ministério Púbico.

Servir alimento com possível contaminação em ambiente hospitalar é algo inadmissível e, caso comprovado, deve resultar em responsabilização e correção urgente dos procedimentos.

 

SEGUE CONDENADO E INELEGÍVEL: Parecer de advogado e ex-juiz eleitoral aponta elegibilidade de deputado Nagib, mas não há decisão favorável na Justiça Eleitoral

Um parecer jurídico elaborado pelo advogado eleitoralista Tarcísio Almeida Araújo, ex-membro do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, sustenta que o deputado Nagib estaria apto a disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Maranhão.

O documento foi divulgado por comunicadores aliado ao parlamentar e analisa decisão do Tribunal de Contas da União relacionada à condenação e inelegibilidade na prestação de contas do Programa de Educação Infantil – Novos Estabelecimentos. No entendimento do advogado, a penalidade aplicada se restringe a uma multa administrativa, sem configuração de dano ao erário ou irregularidade insanável que possa gerar inelegibilidade com base na Lei da Ficha Limpa.

No parecer, o ex-juiz eleitoral argumenta que não houve dolo nem prejuízo aos cofres públicos, o que afastaria impedimentos jurídicos para eventual registro de candidatura.

Apesar disso, consulta realizada pelo Blog do Leonardo Alves ao sistema de Processo Judicial Eletrônico (PJe) da Justiça Eleitoral não identificou qualquer processo recente com decisão favorável ao deputado nesse sentido.

Dessa forma, o documento divulgado trata-se de uma manifestação jurídica da defesa pessoal, sem efeito de decisão judicial, e não há, até o momento, confirmação pública de reconhecimento da elegibilidade do parlamentar pela Justiça Eleitoral.

Com salário de R$ 90 mil, desembargadora critica limite a penduricalhos no STF

A desembargadora do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), Eva do Amaral Coelho, fez duras críticas aos novos limites estabelecidos pelo Supremo Tribunal Federal para pagamento de “penduricalhos”. A magistrada afirmou que a medida pode levar a categoria a um “regime de escravidão”.

A magistrada, que em março recebeu um salário R$ 91.211,82 (R$ 117.863,72 no valor bruto), disse:

“A gente não está mais no fundo do poço, mas no fundo do alçapão. A gente vive em uma tensão enorme pois não vai ter, daqui há algum tempo, como pagar nossas contas. Daqui a pouco gente vai estar no hall daqueles funcionários que trabalham em regime de escravidão”.

O desabafo aconteceu durante a 8ª sessão da 3ª Turma de Direito Penal, após a decisão do Supremo Tribunal Federal, que estabeleceu critérios para o pagamento das verbas indenizatórias, também conhecidos como penduricalhos.

O STF decidiu, por unanimidade no dia 25 de março, a limitação de verbas indenizatórias a 35% do teto enquanto o Congresso não aprova lei sobre o tema. A expectativa é que norma gere uma economia de R$ 7,3 bilhões ao ano.

Coelho, que está na carreira jurídica há 45 anos, atua no TJPA desde 2020, substituindo a desembargadora falecida Nadja Nara Cobra Meda.

O salário mínimo nacional é de R$ 1.621,00, que teve alta de 6,79% entre 2025. A projeção é de alta de 5,75% para os próximos anos, indo a R$ 1.724,00 em 2027, R$ 1.823,00 em 2028 e R$ 1.925,00 no ano seguinte.

SBT News

Ex-prefeito Francisco Nagib é alvo de Procedimento Investigatório Criminal na PGJ por suposto crime contra as finanças públicas

O ex-prefeito de Codó, Francisco Nagib, é alvo de um procedimento investigatório criminal que apura supostos crimes contra as finanças públicas.

De acordo com informações consultadas pelo Blog Leonardo Alves na tarde desta terça-feira (21/04/2026), consta o registro do Procedimento Investigatório Criminal (PIC) nº 046.146-750/2025, relacionado à apuração de possíveis irregularidades classificadas como “má gestão praticada por prefeitos e vereadores”, com enquadramento em crime contra as finanças públicas.

O procedimento tramita no âmbito do Ministério Público e está no gabinete do Procurador-Geral de Justiça do Estado do Maranhão., José Danilo de Castro Ferreira. No protocolo, também constam movimentações como juntada de documentos e registro de recebimento de ofício encaminhado pela Promotoria de Justiça de Codó.

Ainda segundo as informações levantadas, o procedimento foi instaurado originalmente na Procuradoria-Geral de Justiça e segue em andamento, com movimentações ativas no sistema de acompanhamento processual (SIMP), indicando continuidade na apuração dos fatos.

O ex-prefeito já acumula outras investigações relacionadas à administração pública, envolvendo possíveis atos de improbidade administrativa.

Assessor de deputado federal critica covardia e perseguição política em Codó e diz que prefeitura foi transformada em balcão de vinganças pessoais

Ayala Mota

Ayala Mota, ex-assessor de comunicação do governo Zé Francisco e atual assessor do deputado federal Paulo Marinho Júnior comentou sobre o caso de perseguição política do prefeito Chiquinho Oliveira contra o médico Pedro Neres, filho do ex-prefeito Dr. Zé Francisco.

Confira publicação de Ayala Mota:

A PERSEGUIÇÃO TEM NOME: O ATAQUE DE FC OLIVEIRA AO DESENVOLVIMENTO DE CODÓ

O que acontece hoje em Codó não é um mero entrave burocrático. É um ato escancarado de covardia e perseguição política. O atual prefeito, FC Oliveira, decidiu usar a máquina pública não para governar, mas para esmagar quem tenta fazer por Codó aquilo que ele se mostrou incapaz de realizar: gerar emprego, renda e dignidade para o nosso povo.

O alvo dessa retaliação mesquinha é o Dr. Pedro Neres, um homem sério, pai de família, filho desta terra, que decidiu investir o seu suor na construção de um empreendimento na Avenida Primeiro de Maio, no coração da nossa cidade. Um projeto que significa postos de trabalho para pais e mães de família que hoje amargam o desemprego.

Mas qual foi a resposta da prefeitura? Assim que as obras começaram, a perseguição foi deflagrada. Mesmo com toda a documentação e licenças em mãos, o prefeito mandou suspender o alvará. Em um ato de crueldade institucional que beira o absurdo, até mesmo o SAAE foi aparelhado e proibido de ligar a água do local. A prefeitura de Codó foi transformada em um balcão de vinganças pessoais.

FC Oliveira, responda ao povo de Codó: por que tanto ódio contra quem quer trabalhar?

O senhor foi eleito com o discurso fácil de que iria gerar empregos, mas a realidade bate à porta de cada codoense. O que vemos hoje é uma cidade mergulhada no desemprego em massa, com ruas completamente esburacadas, sucateada pelo descaso. E quando um filho de Codó, que construiu sua vida e sua família aqui, decide investir para gerar os empregos que o senhor prometeu e não entregou, o senhor tenta destruí-lo.