Cinco indígenas são eleitos para a Câmara dos Deputados

Foram eleitos cinco indígenas nas eleições de 2022 para a Câmara dos Deputados.

Entre eles, Sônia Guajajara, que foi eleita pelo Psol de São Paulo e recebeu 156.966 votos. Guajajara é formada em Letras e Enfermagem e é coordenadora-executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e integrante do Conselho da Iniciativa Inter-religiosa pelas Florestas Tropicais do Brasil. Foi candidata a vice-presidente da República na chapa de Guilherme Boulos em 2018.

Já a professora ativista indígena Célia Xakriabá foi eleita pelo Psol de Minas Gerais com 101.154 dos votos. Sua pauta é a defesa dos territórios indígenas e de ações que atenuem as mudanças climáticas. Foi da primeira turma de Educação Indígena da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 2013.

A atual deputada Joenia Wapichana (Rede-RR), a primeira mulher indígena eleita para a Câmara, não conseguiu a reeleição.

Reportagem – Luiz Gustavo
Edição – Natalia Doederlein

 

Pedro Neres agradece votação e reafirma compromisso em busca de dias melhores para os maranhenses

O jovem Pedro Neres agradeceu nas redes sociais pelos 20.903 votos que obteve no Maranhão nas eleições 2022 e reafirmou seu compromisso em busca de dias melhores para os maranhenses.

GRATIDÃO MEU MARANHÃO PELOS 20.903 VOTOS A FAVOR DA RENOVAÇÃO!! 🧡

Muito obrigado de coração, a cada um de vocês, que acreditam em nosso projeto, a todo meu Maranhão que esteve ao meu lado nessa jornada, todas as cidades que me apoiaram, em especial minha querida Codó! 👏🧡

Atingimos 20.903 votos de confiança, seguirei honrando e trabalhando por dias melhores para o nosso povo. Estou feliz e grato por todo carinho de vocês e a confiança que depositaram em mim! Continuarei mantendo meu compromisso em busca de dias melhores para os nossos maranhenses! 🙏🧡

#Gratidão #Eleições2022 #Codó #Maranhão

Maranhão elege ex-governador Flávio Dino para o Senado

O estado do Maranhão elegeu o ex-governador Flávio Dino (PSB) para o Senado Federal. Às 23h55 deste domingo, com 99,06% das urnas totalizadas, ele já tinha alcançado 2.100.390 votos (62,31% dos votos válidos). O mandato começa em fevereiro de 2023 e vai até fevereiro de 2031.

Natural de São Luís, Flávio Dino de Castro e Costa tem 54 anos e governou o Maranhão por dois mandatos consecutivos, de 2015 a 2022. Licenciou-se do cargo em abril deste ano para concorrer pela primeira vez ao Senado. De 2007 a 2011, foi deputado federal.

Dino é advogado e professor de direito da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) desde 1993. Tem mestrado em direito público pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e também lecionou na Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB), de 2002 a 2006.

Foi juiz federal por 12 anos e exerceu os cargos de secretário‐geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e assessor da Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF).

Presidiu o Instituto Brasileiro de Turismo, a Embratur, de 2011 até 2014, quando elegeu-se governador do Maranhão pela primeira vez (em 2018, foi reeleito ao cargo). Em 2012, concorreu à prefeitura de São Luís.

Sua primeira suplente é Ana Paula Lobato (PSB); a segunda suplente é Lourdinha (PcCdoB)

Fonte: Agência Senado

Damares Alves é eleita senadora no Distrito Federal

Damares Alves (Republicanos) está matematicamente eleita senadora pelo Distrito Federal. Com 92,83 % das urnas apuradas, ela teve 661.239 votos (45,07% dos votos válidos). Esse é o seu primeiro mandato eletivo.

Damares Regina Alves nasceu em Paranaguá (PR) e tem 58 anos. Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos desde o início do governo Bolsonaro, pediu demissão do cargo para disputar a vaga ao Senado. Antes de assumir o ministério, foi assessora parlamentar no Congresso Nacional por mais de 20 anos.

Damares é formada em direito pelas Faculdades Integradas de São Carlos e foi pastora evangélica na Igreja do Evangelho Quadrangular e na Igreja Batista de Lagoinha, em Belo Horizonte. Seu primeiro suplente é Manoel Arruda (União), e o segundo, Pastor Egmar (Republicanos).

Por Raíssa Portela, sob supervisão de Sheyla Assunção

Fonte: Agência Senado