Aprovado PL que torna as atividades das igrejas essenciais em período de calamidade pública

Mical Damasceno diz que a aprovação do projeto de lei é uma conquista dos cristãos

Foi aprovado, na terça-feira (23), projeto de lei da deputada Mical Damasceno (PTB) que torna as atividades das igrejas e templos essenciais em períodos de calamidade pública no Maranhão.

O projeto foi aprovado, por unanimidade, durante sessão remota da Assembleia Legislativa. Segundo a proposta, fica vedada qualquer determinação de fechamento total dos referidos locais durante o período de calamidade pública, inclusive durante a pandemia de Covid-19.

Conforme o PL, poderá haver limite de pessoas nos templos religiosos, de acordo com a gravidade da situação e desde que por decisão devidamente fundamentada pela autoridade competente. O texto segue para sanção do governador do Estado.

“A aprovação do projeto de lei é uma conquista de todos nós, cristãos. Nós somos gratos a Deus por mais essa grande vitória. Entendemos que a igreja do Nosso Senhor Jesus Cristo não pode parar, especialmente nesse momento delicado que atravessamos. Nosso Senhor diz em sua palavra que ‘se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra”, enfatiza a deputada.

UEMA e Universidade de Coimbra realizam seminário online sobre educação mediadas por tecnologias

Estão abertas as inscrições para a segunda edição do seminário Pontes Entre o Presencial e o Digital, organizado conjuntamente pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), por meio do Núcleo de Tecnologias para Educação (UEMAnet), e pela Universidade de Coimbra. A iniciativa reúne professores e pesquisadores do Brasil e de Portugal em sessões temáticas que discutem a educação mediada por tecnologias nos modelos presencial, digital e híbrido. O seminário acontece nos dias 16, 23 e 30 de abril e as inscrições podem ser realizadas pela plataforma eventos.uemanet.uema.br.

“No contexto atual, é importante que possamos discutir a educação mediada por tecnologias, considerando as possibilidades que ela permite neste momento e também pelas oportunidades que ela apresenta para o futuro”, comentou a professora Ilka Serra, coordenadora do UEMAnet e uma das organizadoras do seminário. “O evento reforça o papel da universidade no sentido de pensar e analisar os recursos para o enfrentamento dos impactos da pandemia, através da troca de ideias e experiências no âmbito nacional e internacional. Esta é uma ótima oportunidade para quem quer participar desta discussão”, completou a professora.

Para a professora Sara Trindade, da Universidade de Coimbra e também responsável pela organização do evento, o debate sobre a questão é cada vez mais necessário. “O momento que o mundo inteiro vem atravessando contribuiu para demonstrar, no campo da educação, que o digital pode contribuir bastante para o desenvolvimento de uma educação completa”, disse a professora. “Muitos docentes, sem qualquer preparação ou formação na área, se veem agora frente a uma necessidade de converter todas as suas práticas para um modelo digital. O seminário busca apresentar uma discussão e formação para todos na perspectiva de uma Educação qualificada para o digital”, explicou.

A segunda edição do seminário contará com sessões temáticas sobre “Jogos Digitais e Ambientes Imersivos”, com os professores Romero Tori (USP) e Ana Amelia (Universidade de Coimbra); “eLearning e bLearning”, com os professores Luciano Sather (Universidade Metodista) e Neuza Pedro (Universidade de Lisboa); e “Competências Digitais Docentes”, com os professores Lúcia Dellagnelo (CIEB) e José Luís Ramos (Universidade de Évora). Cada sessão contará com apresentação dos professores convidados, seguida de rodada de perguntas e interações com os demais participantes. O seminário é 100% on-line, com certificação e inscrições gratuitas até 05 de abril.

Veja quais foram os VEREADORES DE NAGIB que reajustaram seus subsídios e do prefeito Zé Francisco em plena crise financeira causada pela pandemia

A Câmara Municipal de Codó presidida pelo vereador Leonel Filho em 2020,  aprovou Resolução n° 07 de novembro de 2020, reajustando salários dos vereadores, do prefeito e do vice-prefeito para o mandato 2021-2024.

Os vereadores de Nagib reajustaram seus subsídios em 24,96%, de R$ 6.078 para R$ 7.596,00, o subsídio do prefeito no valor de R$ 24.320,00 e do vice-prefeito R$12.160,00.

Recentemente os vereadores de oposição Leonel Filho, Evimar Barbosa e Valdeci Calixto foram para a FC TV e criticaram aumento do salário do prefeito Zé Francisco. Os vereadores de Nagib do mandato passado aprovaram o projeto  com a intenção de beneficiar uma eventual vitória de Zito Rolim.

Dos 17 vereadores da legislatura anterior, 13 assinaram o projeto para reajustar os seus subsídios em 25%, em plena crise financeira causada pela pandemia. Foram eles (as):

Leonel Filho

Domingos Reis

Rodrigo Figueiredo

Pastor Max

Delegado Romulo

André Jansen

Iltamar da Saúde

Valdek Frota

Cleane

Maria Paz

Milson da Gabriela

Ivan do Naby

Jadiel Reis

04 não assinaram o projeto:

Pedro Santos

Nonato Sampaio

Júnior Oliveira

Chaguinha da Câmara

Veja o projeto na íntegra:

UFMA está entre as cinco melhores do Nordeste e a 25ª entre as universidades brasileiras em ranking britânico

O protagonismo da Universidade Federal do Maranhão vem ganhando cada vez mais destaque nos processos de ranqueamentos de avaliação universitário nacional e internacionalmente. Na última avaliação do Ranking Universitário da Folha, um dos indicadores mais expressivos de avalição nacional, a UFMA ocupou a posição 51 entre as 197 universidades públicas e privadas do país.

Agora, o Times Higher Education (THE), um dos principais rankings universitários do mundo, incluiu a instituição entre as melhores universidades das economias emergentes.

A conceituada consultoria britânica avaliou 606 universidades de 48 países classificados como “emergentes avançados”, “emergentes secundários” ou “fronteira”. A UFMA foi uma das 52 universidades brasileiras classificadas, conquistando a faixa entre 401 e 500 no ranking geral e a 25ª posição entre as instituições brasileiras.

“A UFMA já vem se destacando em um ranking de grande peso no Brasil – o Ranking Universitário da Folha – como a melhor instituição do estado. Na avaliação da Times Higher Education, eu considero o nosso resultado ainda mais expressivo, afinal de contas, a UFMA alcançou o mesmo patamar de universidades consideradas de primeira linha no Brasil, como a Universidade Federal de Pernambuco, a Federal do Ceará, a Federal do Paraná, classificadas na mesma faixa de pontuação no ranking britânico”, declarou o procurador Institucional, Romildo Sampaio.

O levantamento das universidades das economias emergentes é elaborado com base em 13 indicadores de desempenho com ênfase em cinco categorias: ensino, inovação, internacionalização, investimento em pesquisa e a qualidade da produção científica. Esses mesmos indicadores são utilizados pela THE em suas avaliações mundiais, mas foram adaptados para refletir características e prioridades dos países em desenvolvimento.

Com base nesses indicadores, o ranking colocou as universidades chinesas no topo da lista, lideradas pela Universidade de Tsinghua (1º lugar), Universidade de Pequim (2º) e Universidade de Zhejiang (3º) e a Universidade de São Paulo (USP) ocupando o 13º lugar geral. Numa perspectiva regional, o ranqueamento mostrou que a UFMA está entre as cinco melhores do Nordeste.

“Acredito que o destaque da UFMA no ranking britânico é resultado de um conjunto de ações que vem sendo desenvolvidas ao longo dos anos. Então, espero que esse ciclo virtuoso continue e que essas ações e políticas dedicadas às categorias e indicadores que o ranking aborda sejam mantidas e até aprimoradas, algo que a gestão já vem fazendo. Buscar a melhoria contínua da qualidade do ensino, uma maior inovação, internacionalização, uma produção científica mais consistente e de maior qualidade acaba refletindo positivamente e, de certa forma, explica como a Universidade tem tido relevância entre as mais de 600 universidades avaliadas”, analisou Romildo.

O reitor Natalino Salgado destacou que a posição alcançada pela instituição no ranking é uma conquista de toda a comunidade acadêmica. “Hoje, é ainda maior o esforço da comunidade acadêmica para desenvolver suas pesquisas, projetos de extensão, formar profissionais qualificados para a sociedade e garantir o funcionamento normal da Universidade. Nestes tempos de pandemia tivemos que reinventar os processos administrativos para deixar nossas atividades acadêmicas mais dinâmicas”, assegurou Natalino Salgado.

No caso da UFMA, a pandemia impôs desafios, como sistematizar as aulas e pesquisas, tornando-as híbridas e/ou remotas, além de lidar com a restrição de recursos, uma vez que a pandemia afetou gravemente a arrecadação e tem afetado o orçamento do ensino superior público. Nos últimos anos, as instituições do País já vinham sofrendo com restrições de verba para pesquisa e custeio.

Para o procurador Institucional da UFMA, conquistar uma boa colocação em rankings como o do Times Higher Education, que dá grande visibilidade às universidades diante do mercado nacional e internacional no âmbito do trabalho, das pesquisas científicas e de atração às fontes de financiamento, é excelente.

“Rankings como esse são levados em consideração e são consultados pela população em geral, pelas empresas e pelos empregadores. A médio e longo prazo, fazer parte desses rankings em posição de destaque acaba dando visibilidade em relação as suas concorrentes e, de certa forma, significa atrair recursos e talentos, seja para pesquisa ou como aluno. No caso da UFMA, demonstra cabalmente toda essa evolução que ela vem experimentando ao longo dos anos até porque as categorias avaliadas são categorias que apontam uma qualidade institucional”, finalizou Romildo Sampaio.

Ascom UFMA- registrado em DESTAQUE

 

Assembleia aprova projeto que visa promover a inclusão social e ambiental de jovens maranhenses

A Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, na sessão plenária desta terça-feira (23), o Projeto de Lei Ordinária 105/2021, do Poder Executivo, que institui o Programa Agente Jovem Ambiental (AJA) no âmbito do Estado, com a finalidade de promover a inclusão social e ambiental de jovens maranhenses por meio do estímulo à participação cidadã em projetos socioambientais sustentáveis.

O Programa Agente Jovem Ambiental será executado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA), sob coordenação técnica da Escola Ambiental do Estado do Maranhão.

Por meio do programa, o Executivo contribuirá com a preservação do meio ambiente, estimulando o protagonismo juvenil, ampliando as oportunidades de geração de renda, além de incentivar a participação cidadã dos jovens em suas comunidades, buscando conscientizar a população local acerca da importância da união em torno de ações que resguardem a sustentabilidade ambiental.

Atribuições

Dentre as principais atribuições do Agente Jovem Ambiental, destacam-se: mobilizar as populações do entorno dos respectivos espaços; ajudar na organização de eventos educativos e promover ações de educação ambiental junto à comunidade; ajudar na recuperação de áreas degradadas, auxiliando a gestão pública nas ações de manejo das áreas verdes protegidas e buscando recuperar a vegetação ou acelerar seu crescimento para o restabelecimento de suas condições naturais.

E ainda: apoiar a gestão ambiental no desenvolvimento de ações voltadas à proteção do meio ambiente e na defesa de espaços especialmente protegidos; contribuir na execução de projetos de educação ambiental, apoiando o desenvolvimento de atividades de educação ambiental com vistas a ampliar a consciência ambiental das comunidades, a exemplo da coleta seletiva, arborização, campanha contra o abandono de animais, contra ocupações irregulares em Áreas de Preservação Permanente (APPs) e em defesa de recursos hídricos.

Também vão colaborar para conservação da biodiversidade do Maranhão, mediante execução de ações que promovam, respeitem e valorizem os recursos naturais e ecossistemas, bem como com a realização de atividades de reflorestamento, de proteção de espécies da fauna e flora e de manejo sustentável nos espaços naturais.

Para figurar como Agente Jovem Ambiental, o candidato deverá comprovar possuir entre 16 e 21 anos de idade e matrícula ou conclusão do ensino médio em escola pública.

Conforme o projeto, o Agente Jovem Ambiental fará jus a um auxílio financeiro mensal no valor de R$ 250,00, podendo ser reajustado por Decreto do Poder Executivo. A duração, forma de pagamento e condições de percepção serão definidos em Edital.

Importância

Em Mensagem encaminhada à Assembleia Legislativa, o governador Flávio Dino (PC do B) destacou a importância do Programa Agente Jovem Ambiental, que atuará, entre outras ações, no apoio à gestão pública no desenvolvimento de ações voltadas à proteção do meio ambiente e na defesa de espaços especialmente protegidos, na execução de projetos de educação ambiental, bem como no desenvolvimento de eventos e atividades destinados a ampliar a consciência ambiental das comunidades.

Leis importantes

Na Mensagem, o governador destacou leis estaduais que instituíram planos e programas voltados à educação ambiental, todas consistindo em relevantes instrumentos de apoio à implementação das políticas ambientais. Citou a Lei 9.279, de 2010, que instituiu a Política Estadual de Educação Ambiental e o Sistema Estadual de Educação Ambiental do Maranhão.

Em 2017, com a Lei 10.595, foi criado o Programa Maranhão Verde, que se destina a fomentar e desenvolver projetos voltados para apoio à conservação e recuperação ambiental, em especial com o objetivo de incentivar a participação de seus beneficiários em ações de capacitação ambiental, social, técnica e profissional.

E, mais recentemente, por meio da Lei 11.365, de 19 de outubro de 2020, foi instituída a Escola Ambiental do Estado do Maranhão, que tem por objetivo viabilizar a execução da Política Estadual de Educação Ambiental em todos os níveis e modalidades de educação formal e não formal, no âmbito público e privado. Além da sensibilização socioambiental, a lei visa a geração de trabalho e renda.