O prefeito Nagib usou suas redes sociais para agradecer a parceria dos servidores das forças de segurança que atuaram na prevenção e combate ao covid-19 em Codó.
NOTA DE AGRADECIMENTO
Venho publicamente agradecer a todos os servidores das forças de segurança municipais, estaduais e federais que atuam conosco na prevenção e combate ao COVID – 19.
Nesse momento, quero trazer um agradecimento especial ao Tiro de Guerra de Codó, do qual sou Diretor com muito orgulho, pelos serviços prestados de orientação e organização das filas formadas nas agências bancárias e nas casas lotéricas durante esse período de combate ao COVID-19.
Infelizmente por ordem superior, que respeitamos, o nosso sempre comandante Sgto Claudio, do TG-07-008, foi impedido de continuar nos atendendo nessa ação específica, porém está, com todos nossos atiradores, a disposição para toda e qualquer outra ação que vise a prevenção e combate ao Coronavirus.
Por toda parceria mostrada agradecemos a cada um dos nossos atiradores e ao Exército Brasileiro por essa demonstração de verdadeiro BRAÇO FORTE E MÃO AMIGA e a continuidade das ações que irão brevemente permitir o retorno da normalidade e a preservação da saúde do nosso Povo Codoense.
O prefeito de Codó, Francisco Nagib (PDT) confirmou na manhã desta terça-feira (21) o primeiro caso do novo coronavírus em Codó. O paciente infectado é um homem de 50 anos que esteve em São Luís e encontra-se isolado no Hospital Geral Municipal (HGM).
“Hojedia 21 de abril de 2020 as 11:00 Levo ao conhecimento da sociedade a informação do primeiro caso de covid-19, na cidade de CODÓ, trata-se de um senhor de 50 anos que já está em monitoramento e sobre controle da nossa equipe pneumológico. Em breve mais informações”, escreveu Nagib nas redes sociais.
Em outra postagem, Nagib pediu tranquilidade à população.
Nesta segunda-feira (20), o presidente da Câmara Municipal de Codó, Leonel Filho foi à agência da Caixa Econômica e constatou a grande aglomeração de codoenses na agência para receber o auxílio emergencial de R$ 600 e R$ 1.200.
A aglomeração de pessoas no centro de Codó foi tema de reunião entre vereadores, secretários de governo, militares, representantes da OAB, gerente de agências bancárias, proprietários de academias e sociedade civil no último sábado (18).
Em entrevista à repórter Emanuela Carvalho da TV Cidade, Leonel ressaltou a importância do auxílio emergencial para os codoenses e alertou sobre as recomendações de segurança de saúde.
Inspirado no título da obra Admirável Mundo Novo, que Aldous Huxley escreveu em 1931, inicio esta crônica pensando sobre aquela sociedade em que dois grupos disputam espaço. Pergunto: passadas duas décadas do século XXI, qual mundo emergirá deste cenário de pandemia em que vivemos? Quais interesses prevalecerão da disputa por espaço e protagonismo? Em que se sustentarão nossos esforços, investimentos e nossa atenção?
Esta semana, em lúcido artigo publicado no site Migalhas, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso destacou que, quando tudo passar, deveremos construir um “novo normal”. Ele reconhece o que parece bastante claro para todos: teremos um tempo difícil na economia mundial, e o que era apenas o início da mínima organização de nossa economia, para um ciclo com algum investimento e crescimento, torna-se recessão. No entanto adverte: a situação não deve ser vista apenas pelo viés negativo.
Faço coro ao ministro do STF, ao entender que nossos recursos — diminuídos — precisarão ser investidos onde for, de fato, necessário. Porque investimos, cronicamente, muito pouco em inovação e tecnologia. Quando produzimos algo, fizemo-lo heroicamente, devido à inacreditável burocracia e aos limitados recursos, aliados a um planejamento que não prioriza o essencial, o inadiável. Destaco que, nas últimas semanas, de forma heroica, a Fiocruz anunciou que produzirá um milhão de testes para a Covid-19.
Mas, para os desafios deste novo mundo que se nos aguarda, precisaremos não só de pessoas à altura, mas também de muito mais recursos para a educação, em todos os níveis, para ampliarmos a produção em ciência de ponta. No New Egland Journal of Medicine, o professor Harvey Fineberg, ex-reitor da Escola de Saúde Pública de Harvard e presidente da ANM dos Estados Unidos, estabelece seis passos para a derrota da Covid-19. Entre esses, a valorização da ciência.
Todos os países que deram saltos tecnológicos investiram, durante décadas, em educação, pesquisa e extensão. Foram inteligentes em fazer suas escolhas, ou como ativo de recursos naturais, ou no que o mundo acadêmico tinha como maior potencial competitivo. Eis um exemplo recente: poucos anos depois da epidemia de SARS, em 2002, um laboratório americano, em Houston, esteve com a vacina praticamente finalizada. Mas a epidemia havia acabado, e o Instituto Nacional de Saúde americano deixou de financiar a pesquisa. Detalhe: o Coronavírus, causador da SARS, é primo do SARS-Cov-2.
Com isso, o mundo perdeu muita informação e técnica, o que diminuiria, enormemente, o tempo para uma nova vacina. Aprenderemos agora ou no curso dos próximos eventos? Seremos sábios o bastante para percebermos que a Pandemia é um chamado à reflexão? Esta situação, que a todos nós nivela e irmana, atualiza A peste, de Albert Camus, Nobel de Literatura, muito citada nas últimas semanas. Camus descreve um cenário que muito se assemelha ao que vivemos atualmente e que muito pode nos ensinar, se tivermos ouvidos para ouvir. O cenário é muito familiar, sem “destinos individuais”, mas com “uma história coletiva” de peste, separação, exílio, medo e revolta.
Vamos às lições que vislumbro para a educação: precisamos de um grande debate sobre nossa fragilidade educacional, conforme as evidências e os dados existentes, visto que mais da metade de nossa população tem baixa qualificação. Isso a expõe à situação de vulnerabilidade e risco. Como disse o pensador Yuval Noah Harari, não estamos como na época da Peste Negra, na Idade Média, quando não se sabia sequer o que estava acontecendo. Hoje temos informações científicas, graças a Deus.
Porém precisamos ser sábios sobre onde investir para criar soluções e bem escolher. Nessas condições, seremos um mundo melhor, menos vulnerável e mais solidário, com homens e mulheres comprometidos com o bem e com a vida, acima dos interesses políticos e econômicos. Apesar das perplexidades, poderemos compartilhar as lições da Pandemia. Será um mundo novo. Admirável, se nele estivermos renascidos para o enfrentamento, em conjunto, dos próximos desafios, com pés firmes e passos convergentes.
O prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) determinou a distribuição gratuita de máscaras para a parcela mais vulnerável da população. A estimativa é distribuir 100 mil máscaras inicialmente. Nova medida foi anunciada por meio das redes sociais neste sábado (18).
As máscaras serão produzidas por microempresa que será contratada pela Prefeitura de São Luís em parceria com o Sebrae. “Além de contribuir para proteger a população que mais precisa, a medida também é um estímulo aos pequenos negócios, que têm sofrido perdas durante esse período de pandemia”, disse Edivaldo.
Com o crescimento do número de casos de Covid-19 na capital, Edivaldo tem ampliado as medidas de contingência da doença. Na sexta-feira (17), ele anunciou que serão antecipados os outros 15 dias das férias escolares da rede de ensino municipal, que já está concluindo os primeiros 15 dias de férias antecipadas.
Edivaldo anunciou também que a Prefeitura de São Luís está implantando 90 novos leitos de enfermaria, ampliando a capacidade de atendimento da rede municipal de saúde, mas destacou que aqueles que podem, precisam manter o isolamento social.
Nos próximos dias Edivaldo vai divulgar novo decreto com mais medidas que buscam conter o avanço da doença na cidade.