Estado de saúde de menino queimado em carvoaria é gravíssimo

De acordo com o último boletim médico, ainda é considerado gravíssimo o estado de saúde do menino João Miguel, de cinco anos de idade, que sofreu queimaduras de terceiro grau após cair em uma caieira (espécie de forno artesanal) em uma carvoaria da cidade de Buriticupu, a 311 km de São Luís.
Apesar disso, João já consegue urinar, após passar por cirurgia. Ele está sedado e respira com a ajuda de aparelhos na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Municipal Infantil de Imperatriz. Pelo estado grave, não tem indicação para ser transferido de hospital.
Eliane Costa, tia de João Miguel, é quem está acompanhando a criança. Ela fica no hospital, mas não pode entrar na UTI pediátrica onde a criança está internada. Ela disse que ele é um menino alegre, comunicativo e muito peralta. No momento do acidente, estava perto do pai, que tinha saído para pegar carvão.
“A gente nem vê o fogo, pensa que é só cinza. Aí ele entrou e caiu dentro. Aí o fogo é muito alto, muito fogo. Ele enterrou dentro do fogo. Aí o pai correu e entrou no fogo para tirar a criança com mais duas pessoas. Estão todas queimadas”, disse Eliane Costa, tia de João Miguel.
João Miguel é o caçula de cinco filhos. A mãe está em estado de choque e o pai também não pode acompanhar o tratamento da criança porque está em tratamento de queimaduras nos pés decorrente do momento em que foi salvar o filho.
“A mãe está passando muito mal. Está muito abalada e em estado de choque. Ela tá no soro e não pôde vir. Aí vamos ver. Se ela melhorar, vai poder vir”, contou Eliane.
A Secretaria de Estado de Saúde do Maranhão informou que já entrou em contato com um hospital de Goiás que é referência no tratamento de queimados para receber o menino assim que a transferência for autorizada.
G1
Conselho indigenista denuncia ameaças contra técnicos em território de conflito agrário no Maranhão

O Conselho Indigenista Missionário (CIMI) emitiu uma nota nesta sexta-feira (16) que aponta supostas ameaças a um Grupo de Trabalho da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) que fará um Relatório Circunstanciado de Identificação e Delimitação (RCID) em um território na região de Viana, a 110 km de São Luís.
O grupo está nas terras disputadas por fazendeiros e índios Akroá Gamella. De acordo com o CIMI, três homens em um carro não identificado circularam na região a procura de lideranças dos Gamella.
O CIMI também afirma que a FUNAI se comprometeu em acionar a Polícia Federal para garantir a segurança dos pesquisadores que estão na área elaborando o RCID e que, até o momento, tanto os pesquisadores quanto os indígenas estão sob risco.
Em abril de 2017, pelo menos 10 pessoas ficaram feridas em um confronto entre índios e fazendeiros, no povoado Bahias, na cidade de Viana. A região é alvo de conflito agrário.
Segundo o CIMI, após o caso os Gamella realizaram uma ocupação na sede na FUNAI, em São Luís, que determinou a criação do Grupo de Trabalho (GT) para Identificação e Delimitação da Terra Indígena. O grupo iniciou as atividades em novembro de 2018.
G1
Sindicato diz que prefeito de Codó vive criando fatos direcionados aos servidores públicos
Unidade Regional de Educação anuncia pré-matriculas para novo ano letivo na rede estadual de ensino
O processo de Pré-Matrículas 2019, para alunos da 1° Série do Ensino Médio da rede estadual, terá inicio dia 03/12/18. O público alvo são os alunos do 9° ano do Ensino Fundamental. Acesse o endereço eletrônico : www.educacao.ma.gov.br/matricula2019 e faça sua pré-matricula.



