Nossa homenagem ao leitor WANDERSON FRAZÃO pelo seu aniversário

Quem está aniversariando hoje (06), é meu amigo e irmão em Cristo, Wanderson Frazão que acessa o blog todos os dias.

Receba nossos votos de feliz aniversário. Que nunca lhe falte amor, saúde e paz. Você é especial aos olhos de Deus e aos olhos de todos aqueles que lhe amam. Parabéns muitas felicidades!

Wanderson Frazão

“É um vexame ver o que cai na prova do Enem”, avalia Bolsonaro

Na tarde de segunda-feira (5), ao programa “Brasil Urgente” da TV Band, o presidente eleito Jair Bolsonaro comentou a “doutrinação exacerbada” nas escolas do país, chamando atenção para a polêmica das questões do Enem 2018.

O futuro mandatário disse a José Luiz Datana que “é um vexame ver o que cai na prova do Enem” e defende que seja cobrado em futuras edições do processo seletivo material “que tenham a ver com a cultura do Brasil”.

“Não tenho implicância com LGBT, mas uma questão de prova que entra na linguagem secreta de gays e travestis não mede conhecimento nenhum. Temos que fazer com que o Enem cobre conhecimentos úteis para a sociedade”, destacou.

Ele negou que pretenda acabar com o Enem, algo do que foi acusado durante a campanha. Contudo, deixou claro que, em seu governo, a prova não irá “ficar divagando sobre questões menores”.

“Ninguém aqui quer acabar com o Enem, mas temos que cobrar o que realmente tem a ver com a história e cultura do Brasil, não com uma questão específica dos LGBT. Parece que há uma supervalorização de quem nasceu assim”, pontua.

Comentou ainda sobre a proposta de uma deputada eleita pelo seu partido para que professores sejam filmados em sala de aula. Ana Caroline Campagnolo, deputada estadual eleita pelo PSL em Santa Catarina, tentou promover um “canal de denúncias” para os alunos que evidenciariam casos flagrantes de doutrinação em sala de aula.

O caso teve grande repercussão e a Justiça mandou Campagnolo retirar das redes sociais publicações que incitavam alunos fazerem este tipo de gravação. Opositores já falavam em cassar o mandato da jovem mesmo antes da posse.

Bolsonaro acredita que não deveria haver motivos para tantas críticas. “Professor tem que se orgulhar e não ficar preocupado. Mau professor é o que se preocupa com isso aí”, acredita.

 

Gospel Prime

Defesa pede liberdade de Lula e cita Sérgio Moro

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou no STF (Supremo Tribunal Federal) com novo pedido de liberdade alegando que o fato de o juiz federal Sergio Moro, que conduz a Lava Jato na primeira instância, ter aceitado o cargo de ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro (PSL) prova que o magistrado é imparcial. O habeas corpus foi impetrado nesta segunda-feira (5).

“A dimensão política dos atos praticados pelo juiz [Sergio] Fernando Moro deve ser destacada: é quando incursiona nesta seara que o magistrado se afasta do legítimo exercício da atividade jurisdicional para tornar-se parte interessada no processo”, informa o documento apresentado ao Supremo.
“O magistrado buscou influenciar, por meio de decisões judiciais, os rumos políticos do país. Ao fazê-lo, deixou a toga de lado para atuar como agente político”, diz o texto.

Em abril, por 6 votos a 5, o Supremo negou liberdade a Lula.No entanto, seus advogados alegam que agora há fatos novos que confirmam “a necessidade de uma análise retrospectiva” e citam a atuação do magistrado em desfavor de Lula “com repercussão no processo eleitoral de 2018”.
O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula, já havia dito que a confirmação de Moro como ministro de Bolsonaro é prova de que o ex-presidente foi preso “com o claro objetivo de interditá-lo politicamente”. Ele repetiu em reiteradas ocasiões que o magistrado agia com parcialidade em suas decisões e, por isso, deveria ser considerado suspeito de atuar nos casos do petista. 

A afirmação está citada no pedido de habeas corpus. Para a defesa, “um olhar sobre os detalhes do processo eleitoral e seus desdobramentos permite confirmar, acima de qualquer dúvida razoável, que a atuação do juiz Sergio Moro em relação a Lula sempre foi parcial e teve por objetivo interditar o ex-presidente na política -viabilizando ou potencializando as chances de um terceiro sagrar-se vencedor nas eleições presidenciais”.

No documento apresentado ao STF, a defesa destaca que segundo recentes revelações, já públicas e notórias, Moro “mantinha contato com a alta cúpula da campanha do presidente eleito -que, por seu turno, manifestou desejo de que o paciente [Lula] venha a ‘apodrecer na cadeia'”.

No começo de novembro, o general Hamilton Mourão, vice do presidente eleito, disse que a primeira abordagem aconteceu há algumas semana. Segundo ele, o responsável por contatar o juiz foi o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.

Para os advogados de Lula, a relação entre Moro e Bolsonaro mostra “possível inferência de projeto político e hoje materializado -no todo ou em parte- na aceitação de relevante ministério no governo federal que será capitaneado por opositor político” do petista.

Assim, segundo eles, o Supremo deve reconhecer a suspeição de Moro, declarar a nulidade de todo o processo e restabelecer a liberdade plena de Lula.

De acordo com os advogados, no curso da Lava Jato, Moro “revelou clara parcialidade e motivação política nos atos de persecução que envolveram o ex-presidente”. “Houve manifestas ilegalidades e arbitrariedades contra o paciente [Lula] com o objetivo de afetar sua imagem e sua reputação naquele período, como a sua condução coercitiva (já declarada inconstitucional por esta Suprema Corte), buscas e apreensões, interceptações telefônicas e divulgação de parte do conteúdo das conversas interceptadas, dentre outras coisas”, escreveram. 

A defesa lista 33 fatos do processo que culminou na condenação de Lula, dentre os quais algumas decisões de Moro que teriam cunho político, como, por exemplo, o levantamento do sigilo das interceptações telefônicas envolvendo os terminais do ex-presidente, seus familiares, colaboradores e advogados.

Eles também mencionam a decisão de Moro que, em julho, desautorizou o desembargador de plantão no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), Rogério Favreto, que concedeu habeas corpus apresentado por deputados petistas pedindo a soltura do ex-presidente.

Além disso, citam que, do primeiro turno da eleição presidencial, Moro divulgou trecho da delação do ex-ministro Antonio Palocci contra o PT. O depoimento havia sido prestado em abril e Moro teve acesso ao material em junho, poucos dias após a homologação pelo TRF-4, mas levantou o sigilo três meses depois.

“Que não se busque paralelo à perseguição política sofrida por Luiz Inácio Lula da Silva nos anais da história brasileira. A procura será infrutífera. Lula está sendo vítima de verdadeira caçada judicial entabulada por um agente togado que se utilizou indevidamente de expedientes jurídicos para perseguir politicamente um cidadão, buscando nulificar, uma a uma, suas liberdades e seus direitos”, diz o documento enviado ao STF.

Fonte: Folhapress

Professor Natalino Salgado visita UFMA Campus de Codó nesta terça-feira (06)

O Professor Natalino Salgado estará visitando a UFMA Campus de Codó nesta terça-feira (06).

A visita faz parte da iniciativa de um grupo de professores da instituição em prol da universidade pública e inclusiva, cuja denominação é “Pacto pela UFMA”. Esse grupo iniciou um trabalho itinerante pelos Campus do Continente que teve início em Pinheiro e agora vem a Codó para mostrar suas propostas para os desafios que a universidade atravessa, principalmente, nos Campus sediados no interior do estado. A visita será amanhã, dia 06, onde na oportunidade o grupo do Pacto pela UFMA discutirá com estudantes, administrativos e docentes, suas propostas para serem implementadas a partir de 2019. O encontro será no auditório da UFMA de Codó a partir das 18:00 h. Contudo, a equipe de professores e o Prof. Dr. Natalino Salgado (ex-reitor da UFMA) estarão no Campus a partir das 14:00 h. Todos estão convidados, desde a comunidade acadêmica à sociedade em geral, pois de acordo com o Professor Natalino Salgado, o que será tratado nessa oportunidade é do interesse de todos e todas.

Com informações de José Carlos Aragão – Professor da UFMA Campus Codó

Dicionário de travestis é abordado em prova do ENEM

Milhões de estudantes brasileiros participaram no domingo (4) do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Como ocorreu em outros anos, perguntas com alto teor ideológico chamaram a atenção.

Na prova de Linguagens, por exemplo, havia uma que abordava um dicionário criado somente para o vocabulário usado por travestis. A questão pedia que os candidatos “decodificassem” o que era dito. “Nhai, amapô! Não faça a loka e pague meu acué, deixe de equê se não eu puxo teu picumã! Entendeu as palavras desta frase? Se sim, é porque você manja alguma coisa de pajubá, o ‘dialeto secreto’ dos gays e travestis”.

 

Outras questões de interpretação abordavam “temas de interesse social”, como racismo e violência contra a mulher.

O professor do COC, Everton Silva, revelou ao O Globo que uma das questões utilizou “o resumo de um trabalho acadêmico que falava sobre como o negro era visto pela indústria de produtos de beleza, que reforçava a beleza do negro como menor e, por isso, que era necessário usar esses produtos para alcançar um certo padrão”.

Segundo ele, trata-se de um texto que se posiciona em relação a uma questão social. Em uma das provas, foi abordado o feminismo, mais especificamente com um recorte em relação às mulheres negras. Outra questão tratou sobre o nazismo.

 

Gospel Prime