“É uma honra ser processado pelo PT” afirma pastor Silas Malafaia

O polêmico pastor Silas Malafaia, acaba de informar com muita muita alegria que está sendo processado pelo Partido dos Trabalhadores. O comunicado foi feito na tarde desta Quinta-feira (04), através de um vídeo publicado em seu Instagram.

O pastor afirma que foi escolhido entre milhões de brasileiros que todos os dias falam nas redes sociais aquilo que toda sociedade já sabe, que o PT comandou o maior esquema de corrupção da história política do Brasil, e um dos maiores do mundo.

Silas está sendo processado por calúnia e difamação. O pastor apresentou o documento que foi assinado pela presidente do PT Gleisi Hoffmann, a quem ele chamou de “Honestíssima”.

Silas afirmou que não imaginava que tinha tanta influência e incomodava tanto ao partido, e que muita gente gostaria de estar em seu lugar, mas que não sentissem inveja, pois serão representados por ele.

O pastor desabafou dizendo que o PT representa o que há de pior em corrupção como; a destruição dos valores morais, da família,das crianças, e declarou que o PT representa o lixo moral.

Ele também fez questão de salientar que o “chefe” da organização, Lula, está na cadeia por corrupção e que os grandes nomes do PT estão presos ou processados pelo esquema que Haddad agora representa.

O pastor concluiu dizendo que os olhos do povo brasileiro estão sendo abertos, e que nesta eleição irão dar um basta aos petistas.

Para finalizar Silas deu graças a Deus e disse que ia colocar o processo em um quadro para ficar nos anais da história para as gerações futuras para ficar provado que ele não tem nada haver com o PT e que está do outro lado.

Pastor Dilas Malafaia

Fonte: O fuxicoGospel

Nossa homenagem aos aniversariantes deste sábado (06)

Nossa homenagem aos aniversariantes do dia que nos acompanham diariamente; Natanael Rodrigues, Raquel Silva, Walney Filho, Arnalldo Silva e Ana Paula.

Que na vida de vocês haja sempre saúde, amor, felicidades e muito sucesso.

Raquel Silva
Natanael Rodrigues
Arnaldo Silva
Ana Paulla Sousa
Walney Filho

TRE-MA multa Difusora FM em R$ 21 mil por ataques contra Alexandre Almeida

A Rádio Difusora FM foi multada em R$ 21 mil pelo Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) por ataques contra o deputado estadual Alexandre Almeida, candidato a senador pelo PSDB. A decisão é do juiz eleitoral Alexandre Lopes de Abreu.

Ele entendeu que a rádio ultrapassou os limites da mera crítica política quando, em um dos seus programas, Almeida foi chamado “laranjão” do candidato a senador Sarney Filho (PV).

A informação é do Blog do Gilberto Léda

O tucano virou alvo da rádio depois de fazer duras críticas ao deputado Weverton Rocha (PDT) no horário eleitoral.

O pedetista também é candidato a senador e atualmente controla o Sistema Difusora de Comunicação.

 

Com informações do Blog do Lurdwig

Eleitores poderão usar camisetas de candidatos no dia da eleição

TSE recomendou aos TREs que informem eleitores sobre a recomendação. Corte, entretanto, fixou restrições, como, por exemplo, vedação de aglomeração de pessoas portando vestuário padronizado.

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu recomendar aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) que permitam, no dia das eleições, a manifestação individual e silenciosa do eleitor por meio do uso de camisetas de partido político, coligação e candidato. A decisão da Corte foi tomada em resposta a provocação feita pelo Ministério Público Federal (MPF), na sessão administrativa desta sexta-feira (5).

O vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, justificou que o MPF tem sido provocado pelos procuradores regionais eleitorais sobre o nível de divergência entre os TREs acerca de ações penais por propaganda no dia da votação. O “ruído” é em torno da leitura exata do artigo 39-A da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e a sua regulamentação pela Resolução TSE nº 23.551, que dispõe sobre propaganda eleitoral.

Ao apresentar um estudo sobre a norma, o ministro Tarcisio Vieira de Carvalho Neto lembrou que o caput do artigo 76 da resolução, que regulamenta o artigo 39-A da Lei das Eleições, aborda a permissão, no dia das eleições, da manifestação individual e silenciosa da preferência do eleitor por partido político, coligação ou candidato, revelada exclusivamente pelo uso de bandeiras, broches, dísticos e adesivos. Já o parágrafo 1º do artigo 76 da resolução diz que são vedados, no dia do pleito, até o término do horário de votação, a aglomeração de pessoas portando vestuário padronizado e os instrumentos de propaganda referidos no caput, de modo a caracterizar manifestação coletiva, com ou sem utilização de veículos.

O ministro explicou que a questão central é saber sobre a possibilidade do uso de camisetas no dia da votação e, nesse ponto, ele ressaltou que a lei proíbe a propaganda eleitoral, mas não a manifestação pessoal, desde que seja respeitosa, silenciosa e, sobretudo, individual. “O que eu traria como sugestão hermenêutica para adoção, pelos Regionais, dentro do livre arbítrio de cada um deles, é de que se permita, no dia das eleições, a manifestação individual e silenciosa do eleitor por partido político, coligação ou candidato, revelada, também pelo o uso de camisetas, mas com alguns cuidados”.

A sugestão foi acolhida pelos demais ministros da Corte, que recomendaram o seguinte aos TREs:

É permitida, no dia das eleições, a manifestação individual e silenciosa das preferências do eleitor por partido político, coligação ou candidato, revelada pelo uso de camisetas, com as seguintes restrições:

1) não pode haver aglomeração de pessoas portando vestuário padronizado;

2) não pode haver caracterização de manifestação coletiva e/ou ruidosa;

3) não pode haver abordagem, aliciamento, utilização de métodos de persuasão ou convencimento;

4) não pode haver distribuição de camisetas.  

“A preocupação é exclusivamente no sentido de uniformização da atuação dos diferentes Regionais para que se observe, de maneira mais ampla, a orientação dessa Casa, pela explicitação do conteúdo da sua resolução”, concluiu a presidente do TSE, ministra Rosa Weber. 

Fonte: TSE

Apoio a Bolsonaro é maior entre os evangélicos, aponta Datafolha

A pesquisa mais recente do Datafolha, realizada esta semana, indica que a intenção de voto em Jair Bolsonaro é maior entre os evangélicos. Quase metade (48%) dos evangélicos fez sua escolha pelo candidato do PSL.

O percentual apurado pelo Datafolha já exclui eleitores indecisos, brancos e nulos. Para efeitos de comparação, é um desempenho bem acima de sua média geral, 39%. Entre os católicos, ele tem 35% dos votos.

Seu principal concorrente, Fernando Haddad (PT), tem 29% do voto católico e apenas 18% entre evangélicos. Com cerca de 30% do eleitorado brasileiro, esta eleição parece ser mais uma demonstração de sua força política, considerando o grande envolvimento de pastores na campanha.

Em contraste, os candidatos que se declaram evangélicos, Marina Silva (Rede) e Cabo Daciolo (Patriota), não conseguiram amealhar um apoio expressivo desse segmento religioso. A ambientalista tem 4% e o ex-bombeiro fica com 3%, o triplo da sua média geral.

Outro aspecto a ser considerado é que a rejeição a Bolsonaro, que se declara católico, é muito menos entre os que se dizem evangélicos. Trinta e seis por cento desses eleitores dizem que não votarão “de jeito nenhum” no capitão reforma do PSL, enquanto sua reprovação global é de 45%.

Haddad tem 44% de rejeição entre os evangélicos e 37% dos católicos não consideram a hipótese de votar nele no domingo.

O Datafolha ouviu 10.930 eleitores em 389 cidades do país entre quarta (3) e quinta (4). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos.

Reação ao movimento #Elenão

Durante o último sábado (29), diversos atos contra Jair Bolsonaro foram realizados no país usando como lema “ele não”. Apenas dois dias depois, na segunda-feira (1º), o pesselista crescera quatro pontos nas pesquisas.

A artista Fábia Karklin, 39, criadora do evento em São Paulo, e que, pelas redes sociais, acabou se repetindo em mais de 30 cidades, reclama que as imagens das manifestações foram usadas para fazer campanha em prol do candidato que elas rejeitam. Ela culpa os evangélicos.

Segundo ela, “Há grupos de igreja, criados há muitos meses, espalhando boatos que deturparam o ato.” Conforme vem sendo amplamente noticiado, fotos de mulheres que foram às ruas no sábado com o peito de fora e homens se beijando acabaram viralizando no comunicador. Muitas dessas mensagens vinham acompanhadas da mensagem “Esse é o Brasil que eu não quero”.

“Esse uso da religião para os interesses dos poderosos é o grande erro. Isso sim deve ser questionado. É muito mais a coerção do voto evangélico do que o ato das mulheres”, avalia Karklin. Embora insista que o movimento do #elenão é “apartidário”, sua fundadora declara voto em Guilherme Boulos (PSOL).

 

Fonte: gospelprime