Hilton Gonçalo fortalece pré-candidatura ao Senado com apoio de lideranças de várias regiões do Maranhão

O ex-prefeito de Santa Rita, Dr. Hilton Gonçalo, deu mais um passo importante rumo à consolidação de sua pré-candidatura ao Senado Federal. Em uma série de encontros realizados nesta semana, ele recebeu o apoio de diversas lideranças políticas dos municípios de Codó, Graça Aranha, Guimarães, Penalva, Matinha e Viana, reforçando sua articulação em diferentes regiões do Maranhão.

Conhecido por sua trajetória política marcada pela eficiência administrativa e por projetos de desenvolvimento regional, Hilton Gonçalo tem se apresentado como uma alternativa viável e comprometida com os interesses do povo maranhense. A presença de representantes políticos de distintas regiões do estado demonstra a amplitude e capilaridade do seu projeto.

Durante os encontros, os líderes locais destacaram a necessidade de renovação no Senado e reconheceram em Hilton Gonçalo um nome com experiência, credibilidade e resultados concretos, especialmente nas áreas de saúde, infraestrutura e geração de emprego. O ex-prefeito, que já governou Santa Rita por quatro mandatos, destacou sua disposição em levar para o Senado uma voz firme em defesa dos municípios e das causas populares.

“Estou muito feliz com o apoio que temos recebido. Cada liderança que se soma ao nosso projeto fortalece ainda mais esse movimento por um Maranhão mais justo, com mais oportunidades para todos”, afirmou Hilton Gonçalo.

A aproximação com lideranças de Codó, Graça Aranha, Guimarães, Penalva, Matinha e Viana mostra que o nome de Hilton Gonçalo vem ganhando força fora da região metropolitana e aponta para uma pré-campanha em crescente expansão no interior do estado.

Com um discurso pautado em propostas concretas e na experiência de quem já realizou, Hilton Gonçalo busca representar, no Senado, um novo modelo de atuação política, voltado para a solução de problemas históricos do Maranhão e para o fortalecimento dos municípios.

De Codó, ele recebeu os vereadores Chiquinho do SAAE Júnior e Valber Cabral; de Penalva, foi o segundo colocado nas eleições para prefeito de 2024, Samuel; de Graça Aranha foi o líder Railton; Guimarães, Almir; de Matinha foi o ex-prefeito Beto Pixuta e de Viana vieram os vereadores Adonias e Álvaro.

Yglésio rebate oposição com episódio sobre balão com nome de secretário

O deputado Dr. Yglésio foi à tribuna, na sessão plenária desta quinta-feira (5), propor uma reflexão aos colegas parlamentares, principalmente à ala da oposição ao atual governo. Ele comparou duas situações distintas, referindo-se ao governo de Carlos Brandão e ao comportamento do governo anterior, de Flávio Dino.

Primeiro, questionou as críticas direcionadas ao governo atual relativas a um balão personalizado plotado com o nome do secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão. É que o balão foi visto em uma festa organizada por um vereador. Segundo Yglésio, a festa não tinha nenhuma relação com Orleans e, até que se provasse o contrário, não se tratava de evento público, uma vez que não era custeada com recursos públicos.

Ele lembrou que é muito comum, principalmente em eventos realizados em cidades do interior do Maranhão, nomes de políticos aparecerem em balões com propaganda comercial por uma mera questão de ‘puxa-saquismo’. E que, na festa em questão, o balão com o nome do secretário era exatamente ‘puxa-saquismo’ do realizador do evento, ou seja, o vereador.

Por outro lado, o deputado recordou que, na época de Flávio Dino, as cores de seus partidos, primeiro o PCdoB e, depois, o PSB, eram empregadas em prédios. Ele disse que Dino usava as cores amarelo e vermelho nas fachadas dos hospitais.

“Por sete anos, os hospitais foram pintados de vermelho e de amarelo. Isso era para dar conforto aos pacientes? Não. Desrespeitar o normativo, como a RDC 50, de 2002? Eu tenho a certeza de que, deliberadamente, não era o foco da engenharia hospitalar da Secretaria Estadual de Saúde”, disse, afirmando que estudos científicos básicos mostram que o vermelho é uma cor que provoca agitação e desencadeia ansiedade, nervosismo e até agressividade, devendo, por essa razão, ser utilizada no ambiente hospitalar com parcimônia.

Yglésio ressaltou que só o restava concluir que se tratava de propaganda escancarada dos partidos do governador, o que não poderia ocorrer. “Ou seja, eram utilizadas nos hospitais públicos como instrumento de propaganda subliminar”, disse.

O deputado fez o contrapondo para dizer que a oposição não deveria questionar um balão plotado com um nome por mero ‘puxa-saquismo’ de um vereador, quando o governo anterior, segundo ele, agiu, por muitas vezes, de forma errônea.

“A política do Maranhão ainda precisa evoluir muito do ponto de vista da comunicação, da institucionalidade, do respeito às normas constitucionais, que tratam da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, publicidade e eficiência. Da mesma forma que os colegas deveriam observar, também, tudo que pressupõe o respeito às imunidades parlamentares, que são institutos que visam justamente fortalecer a própria população, que tem na imunidade do seu deputado, a possibilidade de falar, através dele, contra as injustiças”, finalizou.

Após fiscalização surpresa de promotor de Justiça no HGM, Prefeitura divulga relatório com suspeita de fraude para tentar enganar a população

Para tentar contornar a imagem da Direção do Hospital Geral Municipal (HGM) perante à imprensa e à população, a Prefeitura de Codó por meio da Secretaria de Saúde divulgou nesta quinta-feira (05), um relatório contendo dados divergentes com suspeitas de fraudes sobre atendimentos no hospital municipal.

O relatório divulgado pela Direção do Hospital Geral Municipal destacando a realização de mais de 30 mil atendimentos durante o mês de maio contém informações contraditórias, não tem autenticidade para garantir a credibilidade das informações e validação de dados.

Além das divergências de informações, o “relatório” não foi gerado em PDF com data de elaboração, assinatura eletrônica dos profissionais responsáveis pela coleta de dados e encaminhamentos necessários.

A falta de autenticidade no “relatório” compromete a confiança nos dados divulgados em meio às reclamações de profissionais de saúde e da população com relação aos problemas no atendimento no Hospital Geral Municipal.

A imprensa tem um papel fundamental para desconstruir as informações duvidosas divulgadas pelo poder público municipal de forma crítica e provocativa.

Estratégia para tentar enganar a população não funciona.

Ex-prefeito Dr. Zé Francisco deverá disputar cadeira na Assembleia Legislativa pela federação PSDB/PODEMOS

O ex-prefeito de Codó, Dr. Zé Francisco, atualmente filiado ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), deverá disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Maranhão pela federação PSDB/PODEMOS nas eleições de 2026.

Zé Francisco ingressou no PSDB com o objetivo de concorrer às eleições municipais de 2024 em Codó, por meio de uma articulação política liderada pelo presidente estadual da sigla, Sebastião Madeira, atual secretário de Estado da Casa Civil. O partido tucano integra a base de apoio ao governador do Maranhão, Carlos Brandão.

Com a confirmação da aliança entre o PSDB e o PODEMOS, o ex-prefeito Zé Francisco deverá permanecer na legenda, já com vistas à disputa eleitoral de 2026.

PSDB aprova incorporação do PODEMOS em estratégia para reerguer o partido

BRASÍLIA – Como estratégia para conter uma crise e tentar recuperar espaço político, o PSDB aprovou a incorporação do Podemos. A decisão foi tomada em Convenção Nacional nesta quinta-feira (5).

O placar foi de 201 votos favoráveis à união, dois contrários e duas abstenções. A votação foi realizada em Brasília com a presença do presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, do deputado federal Aécio Neves (MG) e de outros quadros da legenda.

“O PSDB mostra o seu vigor, a sua unidade interna e principalmente o seu compromisso com o Brasil. Nós reafirmamos o nosso compromisso de radicalizar pelo Brasil. Radicar no que é certo, contra a falta de uma política de responsabilidade social, de uma política externa séria, de uma política de geração de empregos entre outras questões”, afirmou Perillo.

A decisão da Convenção Nacional também dá ao PSDB o poder de abrir espaço para incorporar ou firmar federação com outros partidos, o que deve ser levado à mesa de negociação ao fim do processo com o Podemos.

Aécio Neves afirmou, na votação, que a intenção de incorporar o Podemos busca dar uma alternativa no campo de centro para enfrentar a polarização entre a direita e a esquerda. De acordo com ele, o PSDB “tem nas mãos a possibilidade de dar ao Brasil uma saída dessa polarização”.

O deputado também reconheceu que o PSDB perdeu espaço e eleições e que tomou “decisões extremamente equivocadas” que custaram um “preço alto”, mas que é capaz retomar protagonismo. “Nós não seremos mais coadjuvantes. Esperem que esse novo PSDB, radical no que importa, vem para dentro de pouco tempo, voltar a governar o Brasil e os principais Estados”, declarou.

O acordo para fusão com o Podemos não foi a primeira estratégia do PSDB, e ainda enfrentou resistências. A sigla tucana tentou, antes, se juntar ao MDB e ao PSD, mas os termos colocados sobre a mesa não foram aceitos.

A saída para o PSDB se deve ao encolhimento do partido nos últimos anos. Antes protagonista em uma posição de centro, a sigla se viu encolhida nas últimas eleições, com o acúmulo de derrotas em redutos tradicionais e recentes baixas importantes.

Dois quadros de peso deixaram a legenda nos últimos meses e ingressaram no PSD, que vem ganhando espaço no Legislativo: os governadores do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e de Pernambuco, Raquel Lyra. No Congresso Nacional, a legenda tem três cadeiras entre as 81 do Senado e 13 entre as 513 na Câmara dos Deputados.

Em 2022, o partido aprovou uma federação com o Cidadania na intenção de ampliar sua participação no debate político. Na federação, as legendas atuam em conjunto. Em março deste ano, o Cidadania aprovou, por unanimidade, o fim da federação com o PSDB, mas a decisão ainda não foi homologada pela Justiça Eleitoral.

De acordo com uma pesquisa encomendada pelo Podemos, a união com o PSDB deve formar a quinta maior força partidária nas Câmara Municipais e reunir 400 prefeitos, ultrapassando o total de cidades comandadas por PT, PSB e PDT. Já no Congresso Nacional, a nova sigla deve ter uma bancada de 30 deputados e 7 senadores.

O TEMPO BRASÍLIA