FRACASSO: Semana do Bebê em Codó começa entre quatro paredes, com baixo público e população alheia à programação

A Semana Municipal do Bebê em Codó – iniciativa voltada à valorização da primeira infância – teve início nesta segunda-feira (07), no auditório da Escola Estevam Ângelo, de forma discreta e com baixa participação popular. Até o fechamento desta matéria, a Articulação do Selo UNICEF ainda não havia divulgado a programação oficial do evento.

A proposta da Semana do Bebê é promover mobilização social com ações integradas de saúde, educação e assistência voltadas à infância, envolvendo poder público e sociedade civil. No entanto, a ausência de publicidade e a falta de planejamento comprometem seriamente esse objetivo.

A Prefeitura limitou-se a divulgar dois cards no Instagram com imagens de baixa qualidade, sem indicar sequer a edição atual do evento – embora o município já tenha realizado outras edições da Semana do Bebê. A população, portanto, sequer sabia da realização da programação.

Fica a pergunta: como a atual articulação do Selo UNICEF pretende sensibilizar a sociedade para a importância da primeira infância se não há qualquer transparência ou comunicação eficaz sobre o evento? O que está sendo escondido?

A ausência de divulgação contribuiu diretamente para o fracasso da abertura. A articuladora do Selo apareceu em entrevista à FC TV acompanhada de apenas duas pessoas e sem a presença de representantes das secretarias de Saúde, Educação ou Assistência Social – atores fundamentais para o êxito da iniciativa.

Entidades não governamentais, famílias, gestantes, educadores e especialistas também ficaram de fora, reflexo de uma articulação descoordenada e sem capilaridade.

Caso a atual gestão mantenha esse padrão de desorganização e falta de mobilização, corre o risco de perder a certificação internacional do Selo UNICEF, reconquistada ainda na gestão do ex-prefeito Dr. Zé Francisco

Decreto de emergência na saúde pública de Chiquinho Oliveira expirou e ninguém viu resultado

No dia 6 de julho de 2025, chegou ao fim o Decreto de Emergência na Saúde Pública assinado pelo prefeito Chiquinho Oliveira. Foram 180 dias de poderes excepcionais, que permitiram à Prefeitura de Codó realizar contratações e compras sem licitação, sob a justificativa de colapso no sistema de saúde. Mas o resultado prático foi nenhum — nem mesmo o próprio governo municipal consegue apontar o que, de fato, foi resolvido.

Na realidade, a situação só piorou. Durante esse período, o município registrou mortes sem explicação, como a do bebê no HGM, cuja família denunciou omissão da Câmara Municipal e acionou o Procurador-Geral de Justiça do Maranhão. As unidades de saúde continuaram sem médicos, sem medicamentos e sem estrutura para atendimento básico. O Hospital Geral Municipal (HGM), que deveria ser prioridade da gestão, tornou-se símbolo do abandono.

E como se não bastasse, há denúncias de que a segunda ala do HGM, deixada com 80% das obras prontas na gestão do ex-prefeito Zé Francisco, e usada em vídeos por políticos durante o aniversário de Codó como se fosse um grande feito da atual gestão, segue sem funcionar de verdade. O que deveria representar um reforço na rede hospitalar virou apenas cenário de marketing político, segundo relatos de profissionais e moradores.

Ao fim dos 180 dias, o que se vê é um rastro de gastos milionários sem transparência, ausência de melhorias concretas e um governo que não consegue justificar o uso da “emergência” para promover mudanças efetivas.

Após romper com Trump, Elon Musk anuncia criação de novo partido político

Foto: reprodução YouTube

O bilionário Elon Musk anunciou a criação de um novo partido político nos Estados Unidos. O anúncio foi feito nesse sábado (5), em uma publicação na rede social X. Segundo ele, a legenda foi batizada de America Party (Partido da América).

“Quando se trata de levar nosso país à falência com desperdício e corrupção, vivemos em um sistema de partido único, não em uma democracia. Hoje, o Partido da América foi criado para devolver sua liberdade”, escreveu o bilionário.

Antes dessa publicação, na sexta-feira (4) o empresário abriu uma enquete em seu perfil no X perguntando aos internautas se eles gostariam de ver um novo partido em atividade nos EUA. “O Dia da Independência é o momento perfeito para perguntar se você quer independência do sistema bipartidário. Deveríamos criar o Partido da América?”, perguntou. A enquete teve mais de 65% votos “sim” contra cerca de 34% votos “não”.

O anúncio da criação da nova legenda veio depois da aprovação, pelo Congresso dos Estados Unidos, de um megapacote tributário e orçamentário. A iniciativa, bastante criticada por Musk, marcou uma nova etapa da briga entre o bilionário e o presidente norte-americano, que têm trocado farpas nas últimas semanas.

O bilionário foi um defensor de Donald Trump durante a eleição do ano passado e, em 2025, chegou a ocupar o cargo de funcionário especial do governo. Ele comandou o Departamento de Eficiência Governamental até o fim de maio, quando deixou a Casa Branca e começou a fazer uma série de críticas à gestão de Trump.

Na última terça-feira (1º), o presidente dos EUA não descartou a possibilidade de deportação de Musk, que é natural da África do Sul. “Vamos dar uma olhada nisso”, disse o republicano aos jornalistas.

Por SBT News

Comissão aprova competência de conselhos tutelares para prevenção de suicídio de crianças

A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou proposta que permite aos conselhos tutelares incluir crianças em programa oficial de prevenção de suicídio e automutilação ou de assistência a transtornos psíquicos. A autorização também vale para as demais autoridades responsáveis por medidas de proteção de crianças e adolescentes.

A intenção é efetivar ações preventivas com maior antecedência, ampliando a rede de apoio e cuidado com a saúde mental dos jovens.

Foi aprovado um substitutivo da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), ao Projeto de Lei 4760/23, do deputado Pedro Campos (PSB-PE) e outros cinco parlamentares. A relatora foi favorável ao texto, mas fez alteração para retirar da versão original a parte que incluía duas novas atribuições aos conselhos tutelares. Entre elas, o dever de encaminhar informações sobre violência autoinfligida às autoridades de atenção psicossocial.

Confira a íntegra do texto aprovado
Para a relatora, essa responsabilidade deverá continuar com os profissionais de saúde. “A mobilização de gestores e profissionais da rede pública de saúde para integrar ações, programas e políticas do SUS e outras políticas de governo, com estratégias interfederativas e intersetoriais que convirjam para a atenção integral à saúde de crianças, adolescentes e jovens, é essencial para concretização dos objetivos previstos”, justificou.

O texto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a Lei 13.819/19, que cria a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio.

Próximos passos

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e depois pelo Senado.

Agência Câmara de Notícias

Helena Duailibe contesta oposição e esclarece sobre construção participativa do Maranhão Livre da Fome

Participante ativa da construção do programa Maranhão Livre da Fome, a deputada Helena Duailibe (PP) fez um discurso bastante esclarecedor sobre a iniciativa do governo, durante a sessão da quinta-feira (2), na Assembleia Legislativa. Contestando informações inverídicas ditas pela oposição, a parlamentar destacou a participação de diversos órgãos e entidades na iniciativa.

“A vontade do governador Carlos Brandão foi só uma, mas a construção do Maranhão Livre da Fome foi de várias entidades. Eu fico muito triste quando se critica um programa que foi construído com a sociedade civil e aqui eu me sinto responsável, porque eu participei deste programa”, disse ela que, na época, era secretária de Estado de Políticas para as Comunidades.

Helena Duailibe detalhou que participaram das reuniões para alinhamento do programa representantes de entidades e instituições, como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Ministério Público, Igreja Católica, Igrejas Evangélicas, prefeituras municipais, Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema) e Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (Fecomércio-MA), entre outros.

“Foi construído exatamente com muitas instituições que nós temos que respeitar aqui no Maranhão”, enfatizou.

A parlamentar também destacou o esforço que vem sendo feito para a qualificação e inserção dos beneficiados do programa no mercado de trabalho. “A vontade do governador é de que essas pessoas, daqui a um ano, deixem de receber esse auxílio de R$ 200. Tanto é que ele conseguiu com empresas, como o Grupo Mateus, mais de 300 vagas para que essas pessoas sejam capacitadas e, posteriormente, realmente sejam inseridas no mercado de trabalho”, assegurou.