Lula pede e Polícia Federal aciona STF contra Nikolas Ferreira por ser chamado de ladrão

A Polícia Federal (PF) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um inquérito com base em declarações do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre o petista Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Durante um discurso na Cúpula Transatlântica, evento da ONU em novembro de 2023, o parlamentar chamou o atual Lula de “ladrão”.

De acordo com O Globo, o pedido de investigação, relacionado ao suposto crime de injúria, será analisado pelo ministro Luiz Fux. No discurso, Nikolas referiu-se ao petista mo “um ladrão que deveria estar na prisão”.

Cabe lembrar que Lula foi preso e condenado por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, mas livrado da cadeia por manobra de ministros do STF, onde o PT tem maioria dos indicados.

Em 20 de novembro, Lula enviou ao Ministério da Justiça o vídeo do discurso de Nikolas, pedindo a investigação contra o parlamentar.

Não apenas Lula foi alvo das críticas de Nikolas durante o evento da ONU. O deputado também criticou o STF e personalidades ativistas, como o americano Leonardo DiCaprio, que, nas eleições de 2022, apoiou o petista sob o discurso de proteção da Floresta Amazônica.

“Uma educação que ensina e não doutrina. Novos juízes que vão honrar o magistério e fazer justiça. E não como alguns do Supremo Tribunal Federal que traíram o povo brasileiro e perseguiram seus oponentes políticos”, declarou, atacando a Suprema Corte.

Ao longo de seu discurso, que durou mais de sete minutos, o deputado também mencionou Olavo de Carvalho, e criticou o ator de Hollywood Leonardo DiCaprio. “O mundo será um lugar melhor se não houvesse tantas pessoas querendo melhorá-lo”, disse Nikolas, antes de criticar DiCaprio por apoiar Lula, a quem chamou de “ladrão que deveria estar na cadeia”, enquanto a Amazônia enfrentava o pior incêndio em 15 anos.

F Gospel

Moraes mantém Valdemar Costa Neto na cadeia e converte prisão em preventiva

O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, e os outros três assessores diretos de Jair Bolsonaro (PL) permaneceram presos, após audiências de custódia realizadas nesta sexta-feira (9). Os quatro foram alvos da Operação Fatus Veritatis, da Polícia Federal, que teve o ex-presidente e militares de alta patente na mira, por suposto envolvimento nos atos golpistas.

Valdemar Costa Neto foi detido nesta quinta-feira (8). Ele era alvo de buscas e apreensão da PF, mas acabou preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. A arma seria de um parente e estaria guardada, sem uso.

A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi de converter a prisão de Valdemar Costa Neto em prisão preventiva (sem prazo).

A defesa do político alegou que falta “fato relevante” para a prisão e que a localização de uma pepita de ouro, que teria sido extraída em um garimpo ilegal, não configura delito.

+ Defesa de Bolsonaro nega plano de golpe

Os demais presos também tiveram as ordens mantidas pelo juiz-auxiliar que realizou as audiências. Filipe Martins Pereira, assessor de Bolsonaro e um dos alvos centrais para a PF, e os militares coronel Marcelo Costa Câmara e major Rafael Martins de Oliveira.

Foram decretadas quatro prisões na Tempus Veritates. Além de Filipe Martins e dos militares Marcelo Câmara e Rafael Martins, foi ordenada a prisão do coronel Bernardo Corrêa Neto, que está nos Estados Unidos em curso e se entregou nesta sexta-feira (9) e ainda deve retornar a Brasil.

Fonte: Sbt News

Prefeitura Municipal de Caxias empossa novos secretários e coordenadores da gestão municipal

A Prefeitura de Caxias (MA), empossou novos secretários municipais, adjuntos e coordenações. A solenidade foi realizada nessa segunda-feira (5), no auditório da Prefeitura Municipal. Ao todo 9 pessoas tomaram posse, durante as mudanças promovidas pelo Prefeito de Caxias (MA), Fábio Gentil, na gestão municipal.

Confira abaixo os cargos que ganharam novos gestores:

1.Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Caxias (MA): Marcela Ramos Oliveira;

2.Secretário Municipal de Esporte: Adelson da Costa Pedrosa;

3.Secretário Municipal Adjunto de Esporte: Edilberto Matias de Jesus;

4.Secretário Municipal de Transportes: Ruy Fernandes Rodrigues Júnior;

5.Secretária Municipal Adjunta de Assistência e Desenvolvimento Social: Dandara Cândido Santos;

6.Chefe de Gabinete: Luciana Paula Lemos da Silva;

7.Chefe do Cerimonial: Mabel de Sousa Medeiros;

8.Coordenadora: Byanka Romina Barbosa Garcia Torres;

9.Coordenadora do Centro da Juventude do Ponte: Ireneide Maria Bezerra de Alencar Marques.

O prefeito de Caxias (MA), destacou que esta é a apenas a primeira mudança do ano. Entre os meses de março e abril, outros secretários também vão ser anunciados. O objetivo é dinamizar a gestão com novas ideias e práticas administrativas que atendam as demandas da população.

“Nós estamos fazendo em duas etapas as mudanças, a primeira estamos fazendo agora, e a segunda faremos no final de março. Mudanças que sentimos necessidade de fazer na parte administrativa. O que está dando certo, a gente vai dá continuidade, o nosso objetivo é melhorar os serviços para a população. A nossa ideia é dá um gás novo, para que pessoas novas assumam com ideias novas, para que as coisas funcionem em todos os âmbitos”, disse Fábio Gentil, Prefeito de Caxias (MA).

Os novos secretários destacam a importância da confiança dispensada pelo Prefeito Municipal em seus respectivos trabalhos.

“Esperamos contribuir e dá a resposta que a população merece. Na minha parte específica relacionada ao trânsito, precisamos do apoio da população. Esperamos contribuir e dar a resposta necessária”, disse Ruy Fernandes, Secretário Municipal de Transportes.

“É importante esse momento e espero muito sucesso, esperança e muita fé que tudo vai dá certo”, destaca Mabel Medeiros, chefe do Cerimonial.

“É um desafio e entrar na gestão pública em um cargo de extrema confiança como esse é realmente um desafio. Mas, estou disposta a entregar o melhor de mim para que a gestão pública seja bem representada”, disse Luciana Paula, chefe de Gabinete.

“O gestor municipal entendeu que havia a necessidade de fazer a desvinculação da pasta do esporte, que era vinculada a outra secretaria. O momento é esse, de transição, para que possamos fazer um bom trabalho. Tudo que vem de bom para o Governo estamos pronto para ajudar”, frisa Adelson Pedrosa, secretário municipal de Esporte.

“Nós vamos dá continuidade ao trabalho que vinha sendo realizado, melhorando onde tiver que melhorar, e claro, fazendo o melhor trabalho possível. Quero agradecer à Deus, agradecer ao Prefeito Fábio Gentil, e agradecer a equipe, porque estamos trabalhando com a melhor equipe do interior do Maranhão. Não tenho dúvidas de que será o melhor trabalho feito por todos nós”, destaca Marcela Ramos, assessora de comunicação da Prefeitura de Caxias (MA).

Decisão de Moraes tem três vezes ‘corno’ no lugar de ‘como’

A decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes que ordenou os mandados de prisão e de busca e apreensão contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu entorno tem o mesmo erro de digitação em três passagens diferentes –a palavra “corno” aparece no lugar de “como”.

Nas três ocasiões, a substituição apareceu em reproduções de pareceres da PGR (Procuradoria-Geral da República).

“Um grupo de pessoas é apontado corno responsável pelo constante assessoramento jurídico e pela elaboração de minutas de decretos, com os fins de consumar um golpe de Estado e de subverter a ordem democrática”, diz o primeiro trecho.

Em outra passagem, o erro ocorreu em parágrafo que descreve o coronel Marcelo Câmara, preso na operação desta quinta-feira (8).

“Era considerado um dos assessores mais próximos do ex-Presidente da República, tendo sido, após o término do mandato, nomeado corno um de seus auxiliares residuais, viajando aos EUA para acompanhá-lo.”

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta a Operação Tempus Veritatis para apurar organização criminosa que teria atuado na tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado democrático de Direito.

Ela teria tentado obter vantagem de natureza política com a manutenção de Bolsonaro no poder, mesmo depois da derrota para o presidente Lula (PT) nas eleições.

As informações que embasaram a operação foram coletadas na delação de Mauro Cid, tenente-coronel que foi ajudante de ordens de Bolsonaro.

Ao todo, a Polícia Federal buscou cumprir quatro mandados de prisão preventiva e 30 mandados de busca e apreensão em 10 estados e no Distrito Federal.

Fonte: Folhapress

Malafaia chama de “covardes e cagões” pastores que não defendem Bolsonaro

A recente operação da Polícia Federal, envolvendo Jair Bolsonaro (PL) e alguns de seus aliados, levou a um reavaliamento de apoio por parte de líderes evangélicos que anteriormente se alinhavam com o ex-presidente. Esses pastores, que até então haviam apoiado Bolsonaro tanto em 2018 quanto em 2022, estão reconsiderando sua posição diante das últimas ações judiciais, que incluíram a apreensão do passaporte de Bolsonaro.

Um líder evangélico expressou preocupação com as implicações das medidas judiciais autorizadas por Alexandre de Moraes, que poderiam associar Bolsonaro a tentativas de desestabilização institucional. Essas preocupações refletem um desconforto crescente dentro de um segmento da liderança cristã, que vê a relação com Bolsonaro como cada vez mais dificil de ser justificada em um ambiente político polarizado.

No entanto, a dissociação de Bolsonaro por parte desses líderes religiosos não se traduziu em declarações públicas de desaprovação, refletindo uma cautela em se posicionar contrariamente em um contexto político ainda dividido. Um grupo de WhatsApp denominado Aliança, que inclui vários desses líderes, manteve-se silencioso sobre a operação. Discussões privadas entre eles sugerem uma busca por reflexão e orações pela figura política que anteriormente endossavam.

Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo e um dos poucos que mantêm apoio explícito a Bolsonaro após os desdobramentos políticos e judiciais, criticou a postura de outros pastores, chamando-os de “um bando de covardes e cagões históricos” em conversa com a Folha. Malafaia também mencionou que sua posição crítica em relação a Alexandre de Moraes fez com que outros líderes evitassem interagir com suas publicações, por temor de represálias judiciais.

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