Médico e ex-diretor da UPA, Pedro Neres, celebra mais um ano de vida neste domingo (26) com trajetória de contribuição à população codoense

Dr. Pedro Neres

Neste domingo (26), o médico e ex-diretor da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Pedro Neres, celebra mais um ano de vida, com uma trajetória marcada por relevantes contribuições aos serviços prestados à população codoense.

Na gestão anterior, atuou no serviço de regularização fundiária, além de atuar como médico, atendendo diretamente a população na Unidade Básica de Saúde, Dr. Valci Cortez.

Também esteve à frente da direção da UPA, onde desempenhou papel importante na condução dos atendimentos.

Atualmente, segue desenvolvendo ações sociais juntamente com seu pai, o ex-prefeito Dr. Zé Francisco, por meio do projeto “Cuidando do Nosso Povo”, reforçando seu compromisso com a população codoense.

O Blog do Leonardo Alves deseja ao médico e ex-diretor da UPA votos de muita prosperidade e sucesso. Que Deus continue abençoando sua vida e iluminando seus caminhos.

Democracia Cristã anuncia possível dono do Campo do Tiro de Guerra de Codó como pré-candidato a deputado federal

O partido Democracia Cristã confirmou, por meio de publicação em suas redes sociais oficiais no Instagram, o nome de Raimundo Ribeiro como pré-candidato a deputado federal para as eleições de 2026.

Raimundo Ribeiro é servidor público efetivo do município e passa a integrar o quadro de nomes apresentados pela legenda para a disputa eleitoral deste ano.

O pré-candidato também está envolvido em uma ação judicial relacionada à titularidade do Campo do Tiro de Guerra de Codó. No processo, Raimundo Ribeiro alega que o espaço pertence à sua família, sendo parte de herança, enquanto o município o considera como área de domínio público.

Diante da existência da disputa judicial ainda em andamento, o local tem sido tratado como um imóvel de propriedade contestada, até que haja definição definitiva por parte da Justiça.

Confira a publicação feita pelo partido Democracia Cristã:

 

 

Médico Pedro Neres critica prefeito Chiquinho Oliveira após vídeo mostrar crianças caminhando até 10 km para estudar em Codó

O médico Pedro Neres publicou um vídeo nas redes sociais comentando uma postagem do portal Folha do Maranhão que mostra crianças percorrendo cerca de 3 quilômetros a pé para chegar à escola.

Ao reagir às imagens, o médico fez duras críticas ao prefeito Chiquinho Oliveira. Em um dos trechos, ele afirma que o prefeito “não tem coração” e “não tem sentimento com a população”, ao comentar a situação enfrentada pelas crianças.

Confira o vídeo divulgado por Pedro Neres:

Associação de Mães e Familiares de Pessoas com Deficiência na Região dos Cocais fica de fora da Comissão Intersetorial do Selo UNICEF e caso pode parar no Ministério Público

A formação da Comissão Intersetorial do Selo UNICEF em Codó excluiu a Associação de Mães e Familiares de Pessoas com Deficiência na Região dos Cocais, entidade que atua de forma abrangente na defesa de pessoas com diferentes tipos de deficiência.

A comissão é responsável pelo planejamento e execução das ações voltadas à certificação do Selo UNICEF no município. Apesar da importância estratégica da Comissão, a composição adotada não contempla de forma adequada a pluralidade do segmento de pessoas com deficiência.

Embora haja a participação de outra entidade, com atuação mais específica, não existe qualquer impedimento nas diretrizes do UNICEF para a inclusão de múltiplas representações do mesmo segmento. Ao contrário do que ocorre em conselhos municipais, a Comissão Intersetorial não é regida por lei e não possui limitação formal de vagas, devendo priorizar a ampliação da participação social.

A condução da composição como se fosse um conselho, restringindo representações, contraria a lógica do próprio Selo UNICEF, que incentiva a diversidade de vozes e a construção coletiva das políticas públicas.

A atual Articulação do Selo UNICEF já foi alvo de denúncia anteriormente no Ministério Público sobre irregularidades na formação da Comissão Intersetorial e o caso pode voltar ao órgão ministerial novamente.

A Prefeitura de Codó caminha para perder o Selo UNICEF, reconquistado na gestão anterior após forte mobilização e esforços concentrados em politicas públicas voltadas à infância, adolescência e juventude.

Constituição Federal determina ao município a proteção do meio ambiente e secretário Ferdinando Rocha ainda não se manifestou sobre derrubada de árvores em Codó

A derrubada de árvores históricas na Avenida Duque de Caxias, em Codó, na manhã desta quarta-feira (22), gerou críticas de internautas e de lideranças políticas. A supressão de vegetação urbana sem a devida comprovação técnica e autorização pode configurar infração ambiental, conforme prevê a Lei de Crimes Ambientais.

A Constituição Federal de 1988 estabelece que a proteção do meio ambiente é dever do poder público, incluindo os municípios, que têm a responsabilidade de preservar e fiscalizar intervenções em áreas urbanas. Na prática, essa atribuição é exercida pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, responsável por autorizar, acompanhar e coibir ações que possam causar danos ambientais.

Em Codó, o caso de possível crime ambiental segue sem resposta da Secretaria de Meio Ambiente, comandada pelo advogado Ferdinando Rocha, principalmente quando a intervenção deve partir do próprio poder Executivo municipal.

De acordo com o médico Cláudio Paz, que já residiu na avenida onde ocorreu a intervenção, as árvores tinham mais de 40 anos. Ele divulgou fotos e registros em grupos de WhatsApp denunciando a derrubada, além de publicações em seu perfil no Instagram.

A retirada das árvores por parte da Prefeitura Municipal de Codó é vista como desrespeito à legislação ambiental e aos moradores da avenida.

O Blog do Leonardo Alves também buscou embasamento técnico junto ao advogado especialista em direito imobiliário e regularização fundiária, Yuri Gomes. Segundo o advogado, a retirada de árvores em áreas urbanas deve seguir exigências legais e administrativas, sob pena de responsabilização.

O caso evidencia possível irregularidade, já que a Prefeitura de Codó não apresentou documentos técnicos que justificassem a derrubada das árvores históricas.