Prefeito Dr. Zé Francisco participa de solenidade de posse do governador Carlos Brandão

Nesta sexta-feira (8), o prefeito de Codó, Dr. Zé Francisco, participou da cerimônia oficial da recondução do governador Carlos Brandão para o seu segundo mandato, que aconteceu em frente ao Palácio dos Leões, em São Luís.

Durante os cumprimentos oficiais ao governador, e ao vice Felipe Camarão, o prefeito parabenizou e reafirmou que está à disposição do governo do estado no sentido de assegurar mais desenvolvimento para o município de Codó, contribuindo para o crescimento do Maranhão.

“Não poderíamos deixar de estar presente na posse do nosso governador e do nosso vice, que tanto contribui para nossa cidade. Este momento marca um novo capítulo na história de um novo Maranhão em que vivemos, após os dois mandatos de Flávio Dino e agora Carlos Brandão dando prosseguimento. Estamos juntos pelo nosso estado e desenvolvimento da nossa cidade. Parabéns, governador.”, celebrou o prefeito de Codó.

Após tomar posse do mandato de governador na Assembleia Legislativa, no último domingo (1º), Carlos Brandão teve o empossamento oficializado, nesta sexta-feira (6), diante de um grande público durante o Show da Gratidão ao Povo do Maranhão, que aconteceu em frente ao Palácio dos Leões, em São Luís.

Show da Gratidão ao Povo do Maranhão

Em celebração à oficialização do governador Carlos Brandão ao Governo do Maranhão, foi realizado o “Show da Gratidão ao Povo do Maranhão”, com destaque para as apresentações de vários artistas maranhenses.

Diferentes estilos musicais deram o tom da festa, como o Boi de Maracanã, Alcione, Quarteto Instrumental, Fernando de Carvalho, Ribinha de Maracanã, Companhia Barrica, Erickson Andrade, Boi de Santa Fé, Neguinho da Beija-Flor e Fuega.

Governo Lula quer retomar reforma psiquiátrica e fechar ‘últimos hospícios’

O governo Lula (PT) assume a gestão da saúde mental do país prometendo retomar os princípios da reforma psiquiátrica e fechar os últimos hospitais exclusivos para pacientes com transtornos psíquicos.

A ideia central da nova equipe é expandir e integrar toda a rede de serviços, principalmente as equipes de saúde da família e os Caps (Centros de Atenção Psicossocial), focando as populações mais vulneráveis, como as pessoas em situação de rua.

A visão é essencialmente contrária à dos governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL), que frearam o financiamento de novas unidades e priorizaram estruturas para casos graves e comunidades terapêuticas para dependentes químicos, em sua maioria religiosas.

“Voltaremos ao leito do que estava sendo construído antes”, defende Helvécio Miranda, médico que assume nesta semana a Secretaria de Atenção Especializada, responsável pelo tema e subordinada à ministra Nísia Trindade. Ele já havia comandado outra secretaria nos anos de Dilma Rousseff (PT).

“Vamos fazer um diagnóstico de onde se aprofundaram os vazios assistenciais, voltar a interlocução com outras pastas como Educação e Cultura e continuar o esforço de libertar pacientes crônicos ainda em manicômios, o pior tratamento que pode ser dado além da prisão”, diz.

Habilitar centenas de Caps que já existem, mas aguardam na fila por recursos federais é a “prioridade das prioridades”, responde ele. Sanar o enorme déficit de leitos para pacientes em crise em hospitais gerais também está nos planos: “Desde que não seja manicômio, tudo é bem-vindo.”

É incerto ainda, porém, o que vai ocorrer com as tais comunidades terapêuticas, que tiveram a verba dobrada e as vagas sextuplicadas pelo finado Ministério da Cidadania de Osmar Terra (MDB). Miranda crê que a função delas foi distorcida, porém prega cautela e diz que ainda é cedo para decidir o que será feito com as mais de 700 unidades já financiadas.

Formalmente, elas são organizações sem fins lucrativos criadas para acolher usuários de álcool e drogas que escolhem estar ali e têm liberdade sobre suas decisões. Na prática, no entanto, parte é acusada de maus-tratos e violações aos direitos humanos por diferentes órgãos.

O primeiro entrave aos planos da nova gestão será, como em outras áreas, o orçamento. A saúde mental costuma abocanhar menos de 2% do orçamento do Ministério da Saúde, muito abaixo dos 6% recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

O valor é irrisório para tratar de um país que perde mais gente para o suicídio do que para acidentes de moto ou HIV. O total de mortes autoprovocadas dobrou nas últimas duas décadas, escancarando uma multidão de deprimidos e ansiosos impulsionada pela pandemia.

Se quiser alargar a rede, portanto, a gestão petista terá que remanejar as cifras da Saúde, em disputa acirrada desde a elaboração do Orçamento de 2023. Miranda admite que até aqui o dinheiro é insuficiente e diz que vai destrinchar os números nas próximas semanas.

Pode ajudar o fato de que, pela primeira vez, a saúde mental foi alçada a departamento -antes era uma coordenação dentro de um departamento. Segundo Arthur Chioro, que coordenou a equipe de transição da saúde de Lula, uma pessoa já foi convidada para chefiá-lo, porém ainda não confirmou.

O que foi decidido até aqui é que, abaixo dessa pessoa, haverá dois diretores, que cuidarão da operação e da expansão e avaliação da rede, mas também uma diretoria técnica colegiada de diferentes regiões do país para descentralizar as decisões.

“A guerra do governo com os estados e municípios ficou para trás”, afirma o novo secretário, que promete ainda interlocução com os conselhos nacionais de secretários de Saúde dos estados e dos municípios (Conass e Conasems).

Outros compromissos que ele assume são retomar a Conferência Nacional de Saúde Mental e a publicação de relatórios anuais com dados epidemiológicos, de administração e avaliação dos serviços.

A gestão Bolsonaro deixa a saúde mental sob duras críticas de profissionais da área pela falta de participação popular e transparência e pela publicação de portarias que, para eles, desestruturaram a rede de atenção psicossocial (Raps) -o novo ministério diz que vai criar um grupo de trabalho para analisá-las.

Na visão do psiquiatra Rafael Bernardon, que foi o coordenador nacional da saúde mental até o último dia 31, porém, a avaliação é outra. “Deixamos um arcabouço legislativo para equilibrar a rede, da atenção básica até a hospitalar”, defende.

Ele argumenta que paralisou o registro de novos Caps para “induzir o planejamento regional”, porque havia muitos pedidos sobrepostos, e diz que sofreu entraves para implantar equipes ambulatoriais e leitos por um “boicote sistemático dos estados” e “amarras ideológicas”.

“O entendimento ainda é aquele de que o único caminho possível é o Caps tradicional, não o Caps com estrutura médica maior, por exemplo. Enquanto a amarra ideológica continuar travando o sistema, não teremos no SUS o que o sistema privado oferece”, afirma ele, que agora vai se dedicar ao seu consultório particular.

O psiquiatra reconhece que a saúde mental não era tratada como prioridade no antigo governo e que, na disputa por recursos, a área nem sempre levava a melhor. “Houve aumento de serviços na rede, mas deixo alguns na fila porque não teve orçamento para habilitar em 2022.”

Até agora não houve uma troca entre a antiga equipe e a nova, e ainda restam muitas dúvidas sobre o futuro da saúde mental no Brasil. Na próxima terça (10), a equipe de transição de Lula deve divulgar um relatório específico da Saúde com mais detalhes, como fez com o relatório geral em dezembro.

Por enquanto, continua no limbo, por exemplo, um resquício sombrio dos manicômios no país: ainda é incerto o que será feito sobre os presídios e centros de custódia, abarrotados de presos com transtornos mentais sem condições mínimas de tratamento.

Fonte: Folhapress (Júlia Barbon)

Menina de 10 anos é abusada por namorado da avó: “Se contar, eu mato”

Menina de 10 anos teria sido abusada entre os dias 29 e 31 de dezembro, quando o pai deixou a filha sob os cuidados da avó em Santa Maria

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga o possível abuso sexual sofrido por uma menina de 10 anos de idade. O fato teria ocorrido entre os dias 29 e 31 de dezembro, quando o pai deixou a filha sob os cuidados da avó, na QR 208 de Santa Maria.

Ao buscar a criança, o pai tomou conhecimento que o companheiro de sua mãe, de 34, estaria abusando da filha. Segundo a menina, nos momentos em que ficava sozinha próxima do acusado, o homem pegava no seu bumbum, apertava os seios e, várias vezes, tomava banho de porta aberta para transitar pelado perto da vítima.

Em certo momento, ainda de acordo com a criança, o homem chegou perto dela e disse que se ela contasse para alguém iria matar sua vovó e a bisavó.

O acusado também contou que deu uma suposta facada em um homem, reforçando o que aconteceria se ela contasse para alguém. Assim que tomou conhecimento, o pai procurou a 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria) para registrar o fato. O depoimento da menor contou com apoio de uma psicóloga, que não descartou a versão narrada.

Pelo fato da filha não ter narrado dores ou conjunção carnal, o pai descartou a necessidade de levar a criança ao IML.

Metrópoles

Nome de Mical Damasceno ganha força entre lideranças cristãs para a prefeitura de São Luís

Fonte segura informou que várias lideranças comunitárias, evangélicas e católicas de São Luís estão cogitando o nome da Deputada Estadual Mical Damasceno para a corrida eleitoral da Prefeitura de São Luís.

Mical ainda não bateu o martelo, mas existem muitos entusiastas que acreditam na viabilidade do nome dela para o Palácio La Ravardiére.

Entre as Deputadas Estaduais eleitas, foi a segunda mais bem votada na capital maranhense. Mical tem o nome forte no segmento Cristão no Estado do Maranhão e obteve uma votação expressiva e surpreendente no pleito de 2022.

Mical já estuda uma saída do PSD, partido atual do Prefeito Braide, e avalia outras legendas.

Com a palavra, a Deputada.

Contribuição do MEI subirá para R$ 66 em fevereiro

A partir de fevereiro, os cerca de 14 milhões de microempreendedores individuais (MEI) registrados no país pagarão R$ 66 para contribuírem com a Previdência Social. O aumento, de 8,91%, segue o reajuste do salário mínimo, que passou de R$ 1.212 no ano passado para R$ 1.320 este ano, conforme estipulado pelo Orçamento.

O reajuste valerá apenas para os boletos com vencimento a partir de 20 de fevereiro. A cota deste mês, que vence em 20 de janeiro, continuará a ser paga pelo valor antigo, de R$ 60,60.

Para os MEI caminhoneiros, que contribuem mais para a Previdência Social, a contribuição passará de R$ 145,44 para R$ 158,40.

Os valores levam em conta a provável edição de uma medida provisória, nos próximos dias, que eleve o salário mínimo para R$ 1.320. Até agora, o salário mínimo para 2023 está fixado em R$ 1.302, conforme medida provisória editada pelo governo anterior em meados de dezembro.

Na sexta-feira (6), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o salário mínimo “vai ser pago normalmente” ao ser perguntado sobre a edição da medida provisória que fixará o valor em R$ 1.320.

Recolhimento

Profissionais autônomos com regime tributário e previdenciário simplificado, os microempreendedores individuais recolhem 5% do salário mínimo por mês para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os MEI caminheiros contribuem com 12% do salário mínimo.

O restante da contribuição mensal varia conforme o ramo de atuação. Os trabalhadores que exercem atividades ligadas ao comércio e à indústria pagam R$ 1 a mais referente ao Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), administrado pelo estado onde mora. Os profissionais que executam serviços recolhem R$ 5 a mais de Imposto sobre Serviços (ISS), administrado pelo município onde habita.

Ao contribuírem para o INSS, os microempreendedores individuais passam a ter direito à aposentadoria por idade, auxílio-doença, salário-maternidade, auxílio-reclusão e pensão por morte. Além disso, a Receita Federal fornece um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) aos MEI, que podem emitir notas fiscais e obter crédito com condições especiais.

O boleto mensal do Documento de Arrecadação Simplificada do MEI (DAS-MEI) pode ser gerado no Portal do Empreendedor. As parcelas vencem no dia 20 de cada mês.

Fonte: Agência Brasil