
Um ônibus escolar pegou fogo no início da manhã desta quarta-feira (16), em Coroatá. Um leitor do Blog do Leonardo Alves gravou o exato momento do incêndio.
Veja o vídeo:

A reunião foi realizada na sede do Partido dos Trabalhadores em São Paulo, e foi organizada por alguns pastores apoiadores de Lula
O deputado federal reeleito Cezinha de Madureira (PSB-SP), não compareceu a uma reunião realizada pela frente do PT para reaproximar os evangélicos do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.
O evento aconteceu na última sexta-feira (11), e vários representante do seguimento evangélico na Câmara, no Senador a na Assembleia Legislativa foram convidados.
Cezinha de Madureira, membro da Igreja Assembleia de Deus de Madureira, AD Brás, era uma das pessoas mais esperada na reunião, no entanto, o parlamentar decidiu não comparecer.
A reunião foi realizada na sede do Partido dos Trabalhadores em São Paulo, e foi organizada por alguns pastores apoiadores de Lula.
Por Caio Rangel

O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADEVC), gravou mais um vídeo para manifestar a sua indignação
O pastor Silas Malafaia voltou a fazer duras críticas ao ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), assim como à imprensa brasileira.
O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADEVC), iniciou o seu vídeo fazendo uma comparação entre o modo como a imprensa tratou, no passado, manifestações do Movimento Sem Terra (MST), e como trata os atuais protestos promovidos por aliados do presidente Jair Bolsonaro (PL), chamando-os de “antidemocráticos”.
Como exemplo, ele citou a invasão a uma Igreja Católica em Curitiba (PR), em fevereiro desse ano, liderada pelo vereador petista Renato Freitas, que interrompeu uma celebração religiosa.
Mesmo a Câmara Municipal cassando o mandato do vereador, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou a sua cassação, alegando que o petista teria exercito direito à “liberdade de expressão”.
“Eu nunca vi Globo, Veja e Folha chamar de ato antidemocrático a invasão à Igreja Católica e o absurdo dos absurdos foi o senhor ministro Barroso devolver o mandato dele por ‘liberdade de expressão pela igualdade racial’”, lembrou Malafaia.
“Invadir uma igreja que está protegida pela Constituição, pode, mas o povo fazer manifestações pacíficas é ato antidemocrático”, disse o pastor, que em dado momento também chamou Moraes de “desgraçado” e “ditador” por conta das suas decisões envolvendo aliados do governo.
Por Caio Rangel

O deputado federal mais votado do país, Nikolas Ferreira (PL-MG), ingressou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra as tiranias impostas pelo ministro Alexandre de Morais, que lhe censurou nas redes sociais.
Por não terem permissão para examinar os fatos e tomar a decisão com base na defesa de suas redes sociais, os advogados do parlamentar, com 1,4 milhão de votos, estão alegando que a capacidade de defesa do deputado está restrita.
Questionado sobre os detalhes do processo na semana retrasada, o juiz auxiliar de Moraes, o desembargador do TSE, Marco Antônio Martins Vargas, declarou que “disposições em andamento adiam” a decisão.
Os defensores reclamam de “manifesto cerceamento ao exercício do direito de defesa” e sustentam que a falta de conhecimento das provas, mesmo as que não incluem diligências em curso, “vem trazendo colossais prejuízos” a Nikolas Ferreira.
Eles alegam que, ao barrar o acesso aos autos, o gabinete de Moraes viola uma súmula vinculante do STF a respeito das prerrogativas da defesa de “ter acesso amplo aos elementos de prova”.
GOSPEL PRIME

Para evitar que o Supremo Tribunal Federal (STF) se transforme em um órgão que censura o direito à livre expressão de políticos e autoridades conservadoras no Brasil, Carla Zambelli, deputada federal, decidiu realizar entrar com uma denúncia na Comissão Interamericana de Direitos Humanos contra os ministros.
A deputada reage agora contra ações draconianas impostas contra apoiadores do presidente da República, Jair Bolsonaro. O ministro Alexandre de Moraes suspendeu as contas pessoais de Zambelli no Facebook, Twitter, Instagram, YouTube, Telegram, TikTok, WhatsApp, Gettr e LinkedIn.
Por conta disso, a restrição contra a parlamentar nas redes sociais deve ser considerada “censura prévia” para fins da Comissão e punida em conformidade. Zambelli solicita que organização concentre sua análise nos desvios do STF, como a instauração do famigerado inquérito das fake news, mas também concentra a artilharia no ministro Alexandre de Moraes e no TSE, que ela chama de “Ministério da Verdade”.