Representante da União dos Acadêmicos Indígenas da UFMA vai a Brasília para debater e reivindicar a reabertura de editais da Bolsa Permanência pelo Governo Federal

A União dos Acadêmicos Indígenas da UFMA (Unai), representada pelo membro da diretoria Regis Guajajara, foi a Brasília para dar força e voz às manifestações em prol da Bolsa Permanência (BP), que visa arcar com os custos de alimentação, moradia e transporte durante o curso de graduação em instituições públicas federais de ensino superior, pois, desde 2020, não há abertura de novos editais.

O encontro ocorreu na Defensoria Pública da União (DPU), e a reivindicação foi recebida pelo Defensor Nacional de Direitos Humanos, André Ribeiro Porciúncula, representando o Ministério da Educação (MEC). A pauta central da conversa foi levar as demandas dos acadêmicos indígenas e quilombolas, em que a resposta do defensor foi positiva, tendo afirmado que, em breve, haverá abertura de novos editais, porém sem dar datas.
Entre as pautas encaminhadas para a reunião com o defensor, também foi discutida a necessidade de abertura do Sistema de Gestão da Bolsa Permanência (Sisbp) para novas inscrições de alunos dos anos de 2020 e 2021 e a consideração do tempo médio de curso para recebimento da Bolsa Permanência.

Além disso, também foi orientado ao defensor a desconsideração do ano de 2020 como período letivo ativo e o período de aulas remotas, enquanto não há retorno das aulas presenciais, além de solicitarem dados de alunos e alunas indígenas e quilombolas ativos no BP de todas as universidades do país.

Regis Guajajara, que é também aluno do curso de Odontologia, comentou que é uma honra contribuir para a reunião histórica, e espera que essas pautas sejam realizadas quanto antes. “Muito gratificante em poder participar de uma ocasião tão importante quanto essa, pois podemos assim levar a fala da nossa base e mostrar as nossas necessidades”, completou.

A União dos Acadêmicos Indígenas da UFMA surgiu em 2018 com a finalidade de ajudar os acadêmicos indígenas de cursos de graduação, necessidade que não tinha muita visibilidade no estado anteriormente. Desde 2020, são discutidas na Unai novas formas para auxiliar acadêmicos indígenas, alcançando a reunião deste ano no Distrito Federal.

Por: Hugo Oliveira
Produção: Laís Gomes
Revisão: Jáder Cavalcante

GRANDE CONQUISTA: Prefeito Dr. Zé Francisco volta a Brasília e consegue montante de mais de 10 milhões para investimentos na saúde de Codó

O prefeito Dr. Zé Francisco está cumprindo agenda em Brasília em busca de recursos para realizar grandes investimentos que melhorem a qualidade de vida da população codoense.

Nesta terça-feira (29), o prefeito médico esteve reunido com o deputado federal Edilázio Júnior e com o ex-governador e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab e conseguiu um montante de mais de 10 milhões para investir na saúde de Codó.

O contato de Zé Francisco com Brasília é importante e garante apoio de lideranças políticas com a destinação de recursos que ajudarão a desenvolver vários projetos no município.

Redação: Blog do Leonardo Alves

Banco do Brasil adere à Campanha Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica

Uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a ação tem a parceria do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH)

A ministra Damares Alves participou da solenidade nesta segunda-feira (28), em Brasília/DF (Foto: Clarice Castro/MMFDH)

Uma medida simples que conta com o apoio de mais de 10 mil farmácias pelo país: a marcação de um “X” vermelho na palma da mão, como forma rápida e discreta de denúncia contra um agressor. Esse é o objetivo da campanha Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica, que teve a adesão do Banco do Brasil (BB) nesta segunda-feira (28), durante cerimônia em Brasília (DF). Entre as autoridades presentes, esteve a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.

Assista ao evento on-line.

“São com vocês lá na ponta que essa campanha dá certo. Toda mulher que entrar em uma agência do Banco do Brasil vai saber que poderá pedir socorro. Hoje vocês trazem uma esperança para as mulheres que estão vivenciando um ciclo de violência e achavam que estavam sozinhas”, disse a ministra.

Segundo Damares, a proposta é ampliar ainda mais a iniciativa. “A partir da adesão desse banco, eu sei que muitas instituições vão fazer igual. Estamos virando uma página no enfrentamento à violência física, psicológica, moral, patrimonial, política. O dia de hoje é histórico”, completou.

Presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro afirmou que a instituição tem o objetivo de mudar realidades pelo país. “O desafio é enorme, o Brasil figura na lista dos países que mais matam mulheres no mundo, temos uma média de registros de lesões corporais na faixa de 260 mil por ano. Isso tem provocado um despertar na sociedade no sentido de compreender que a violência doméstica não é algo a ser tolerado”, enfatizou.

Na oportunidade, o gestor trouxe ainda o histórico da atuação do órgão em defesa das mulheres. “A partir desse momento, também faz parte da nossa história ser um instrumento de combate à violência contra as mulheres”, concluiu.

Entre os participantes, a solenidade contou com a presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Renata Gil, a conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), desembargadora Tânia Reckziegel, o ministro da Justiça, Anderson Torres, a ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli.

Campanha

Uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a Campanha Sinal Vermelho foi lançada no ano passado. A ideia inicial é que a mulher consiga pedir ajuda em farmácias ou drogarias com um “X” vermelho na palma da mão, desenhado com batom ou qualquer outro material.

Atualmente as vítimas já podem contar com o apoio de mais de 10 mil farmácias em todo o país, cujos atendentes, ao verem o sinal, imediatamente acionam as autoridades policiais. A escolha desse tipo de estabelecimento se deu porque permanece aberto mesmo em eventual caso rigoroso de confinamento e fechamento do comércio.l

Falta de água impede batismo de novos convertidos da Igreja do Evangelho Quadrangular

Devido a falta de água no centro da cidade durante todo o dia de ontem, 27, a Igreja do Evangelho Quadrangular localizada na Rua 13 de Maio, não realizou batismo nas águas de novos convertidos.

Os novos fiéis não mergulharam na piscina de batismo e não assumiram publicamente a fé em Cristo Jesus. O batismo nas águas simboliza a morte para o mundo e vida nova para Cristo.

O pastor Rafael Senna mostrou indignação com o problema ocorrido e remarcou o  batismo para o próximo domingo (04) de julho.

O Blog do Leonardo Alves entrou em contato com o SAAE e informaram que não tiveram conhecimento sobre a falta de água no local.