GEMIDOS INEXPRIMÍVEIS: Vereador Chiquinho Júnior afirma que a população codoense está gemendo

Na sessão da Câmara desta terça-feira (14), o vereador Chiquinho do SAAE Júnior citou versículo bíblico em seu discurso e afirmou que a população codoense está “gemendo”.

Ele citou versículo bíblico para enfatizar as dificuldades da população no governo chiquinhozista e petista. Confira parte do discurso do parlamentar:

Comissão de Direitos Humanos aprova incentivo à contratação de mulheres com câncer de mama

Para ampliar a inclusão de mulheres com câncer de mama no mercado de trabalho, a Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou nesta quarta-feira (15) projeto que cria uma certificação para empresas que estimulem a contratação de trabalhadoras com a doença. O texto recebeu parecer favorável da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e segue para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

O PL 5.608/2023, da deputada Maria Rosas (Republicanos-SP), cria o Programa Empresa Rosa e o Selo Rosa, voltados à inclusão e reinserção no mercado de trabalho de mulheres diagnosticadas com câncer de mama, em tratamento contra a doença ou em período de espera de remissão. As empresas que participarem do programa poderão ser certificadas com o selo e receber benefícios.

O programa será implementado em parceria com órgãos e entidades da administração pública federal, estadual e municipal. O objetivo será promover a conscientização sobre a inclusão e reinserção das mulheres com câncer de mama e apoiar a implantação de práticas e políticas inclusivas.

As empresas participantes deverão desenvolver ações como processo de seleção não discriminatório e com igualdade de oportunidades. Também deverão ofertar condições de trabalho adequadas às necessidades da mulher e poderão flexibilizar o regime de trabalho das contratadas, por meio de trabalho remoto, jornada de trabalho reduzida e garantia de estabilidade no emprego. Essas medidas não poderão resultar em redução de remuneração.

O projeto estabelece ainda que as empresas deverão promover ações de conscientização no ambiente de trabalho para prevenção e diagnóstico precoce do câncer.

Selo Rosa

O Selo Rosa será concedido às empresas participantes do programa que cumprirem os requisitos previstos e terá validade de dois anos, renovável por igual período. O selo reconhecerá a relevância social da empresa e incentivará a adoção de medidas protetivas para as trabalhadoras com câncer de mama.

Para obtê-lo, as empresas deverão ter mais de 10 empregados, adotar políticas de contratação e reinserção de mulheres com câncer de mama e apresentar relatório anual de atividades.

A certificação será realizada por uma comissão composta de representantes do governo, do setor privado e da sociedade civil. Além de reconhecimento público e acesso a programas de capacitação e orientação, as empresas certificadas poderão utilizar o selo em suas publicidades. O selo poderá ser revogado, caso a empresa descumpra a legislação trabalhista durante o período de concessão.

Preconceito no trabalho

Damares destacou que o projeto é importante para evitar o preconceito, que muitas vezes acaba fazendo com que o diagnóstico seja um veredito final a respeito da capacidade laboral da mulher. Segundo ela, quem sofre com a doença em geral não fica incapacitada. Cerca de 64% das mulheres recuperadas retornam ao trabalho em até dois anos, argumentou:

— Em síntese, a proposição busca traduzir os avanços da medicina, que possibilitam a cura das mulheres, em uma ferramenta de combate aos preconceitos que dificultam a correta avaliação da capacidade laboral de mulheres que tiveram ou ainda têm a doença.

A senadora Ivete da Silveira (MDB-SC), que descobriu e venceu um câncer de mama há dois anos, elogiou a iniciativa e alertou para a importância dos exames preventivos.

— Dou um conselho a todas as mulheres com mais de 40 anos: façam a mamografia. É uma doença silenciosa, você não sente nada. Eu tive uma surpresa muito grande quando descobri.

Agência Senado

Assembleia Legislativa faz minuto de silêncio em memória de ex-prefeitos maranhenses e ex-diretor de presídio

A Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) realizou, na manhã desta terça-feira (9), durante a sessão plenária, um minuto de silêncio em memória de ex-prefeitos e do ex-diretor de presídio, que faleceram durante os últimos dias no Maranhão.

As homenagens póstumas atenderam à solicitação de diversos deputados, acompanhada prontamente pelos demais parlamentares devido à importância das pessoas para os municípios, o Estado e, principalmente, para seus familiares.

Por solicitação da presidente da Assembleia, Iracema Vale (PSB), o plenário postou-se em silêncio para homenagear Dyego Mendes Ferraz, que faleceu no último dia 11, aos 40 anos. Ele era ex-diretor-geral da Unidade Prisional de Coroatá e irmão do chefe do Gabinete Militar da Assembleia Legislativa, coronel Emerson Bezerra.

A homenagear foi também para João Bernardo Neto, mais conhecido como João Lúcio, ex-prefeito de Mata Roma e pai do ex-deputado estadual Paulo Neto. O ex-prefeito faleceu nesta quarta-feira (15), aos 91 anos.

O minuto de silêncio também foi em memória de Emanuelle Meneses da Silva, sobrinha do deputado estadual Aluízio Santos, que faleceu, aos 9 anos de idade, na terça-feira (14).

A homenagem em memória do ex-prefeito João Lúcio também atendeu ao pedido do deputado Rodrigo Lago (PcdoB). O parlamentar Welligton do Curso (NOVO) também solicitou minuto de silêncio em honra a Dyego Mendes Ferraz.

A pedido do deputado Arnaldo Melo (PP), o plenário fez homenagem póstuma ao ex-prefeito de Paraibano, Raimundo Ari Furtado, pai da atual prefeita Vanessa Furtado, que morreu, aos 82 anos de idade, no último dia 11.

Prefeito Kedson de Aldeias Altas declara apoio à pré-candidatura de Hilton Gonçalo ao Senado

O prefeito de Aldeias Altas, Kedson Araújo (PL), oficializou na terça-feira, 14 de outubro, apoio à pré-candidatura de Dr. Hilton Gonçalo ao Senado Federal, reforçando o movimento de lideranças municipais que têm se unido em torno do nome do médico e ex-prefeito de Santa Rita.

O prefeito Kedson é ligado ao deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL), uma das principais lideranças políticas do estado.

Durante o encontro, o prefeito destacou que sua escolha foi motivada pela experiência administrativa e credibilidade de Hilton Gonçalo, que exerceu quatro mandatos como prefeito de Santa Rita, com uma gestão marcada por obras estruturantes, avanços sociais e geração de emprego e renda.

“Hilton é um gestor que tem resultados comprovados. Sua trajetória mostra compromisso com o desenvolvimento do Maranhão e sensibilidade para compreender as necessidades dos municípios”, afirmou Kedson.

Com a adesão de Aldeias Altas, Hilton Gonçalo já reúne o apoio de mais de 20 prefeitos maranhenses, consolidando-se como um dos nomes mais fortes na disputa por uma das vagas do Senado em 2026.

MAIS DENÚNCIAS: Dr. Pedro Neres denuncia Rossana Magna, esposa do vereador Leonel Filho, por acúmulo ilegal de cargos

O médico Pedro Neres, filho do ex-prefeito Dr. Zé Francisco e atual diretor da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), protocolou mais uma denúncia no Ministério Público contra Rossana Magna Alencar Hissa Araújo, esposa do vereador Leonel Filho. Dessa vez, a denúncia é por acúmulo ilegal de cargos.

A denúncia contra Rossana Magna de Alencar Hissa Araújo, afirma que ela exerceu simultaneamente, entre janeiro e fevereiro de 2025, dois cargos comissionados na rede pública de saúde municipal e estadual, sendo diretora do Hospital Geral Municipal (HGM) e diretora da Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

A própria denunciada confirmou em vídeo publicado nas redes sociais que, desde o início de janeiro de 2025, já exercia a função de diretora do HGM e que permaneceu exercendo também a função de diretora da UPA.

O denunciante destacou que ambas as funções são cargos comissionados de direção com dedicação exclusiva, e, portanto, não se enquadram nas exceções legais para acumulação de cargos previstas no art. 37, inciso XVI, da Constituição Federal.

A suspeita é de que a esposa do vereador não comunicou em tempo hábil à Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), seu desligamento para assumir a Direção Administrativa do Hospital Geral Municipal de Codó e por esse motivo recebeu dois salários como tivesse trabalhado na UPA.

A denunciada foi questionada pela imprensa e a mesma não se pronunciou, não apresentou comprovação oficial de pedido de desligamento e nem processou os jornalistas.

Além desse fato, o Ministério Público já investiga se a nomeação de Rossana no Hospital Geral Municipal de Codó configura nepotismo cruzado – uma prática onde agentes públicos empregam parentes de outros servidores para driblar restrições legais.

Rossana Magna assumiu a UPA de Codó na gestão Flávio Dino com indicação do grupo dinista/camoronista: ex-prefeito Zito Rolim, deputado federal Márcio Jerry e ex-prefeito e atual deputado, Francisco Nagib e vereador Leonel Filho.

Pedro Neres solicitou ao Ministério Público Estadual a imediata apuração dos fatos e adoção de medidas, incluindo proposição de ação civil pública.

Se confirmado os fatos, Leonel Filho e sua esposa podem enfrentar um processo por improbidade administrativa, que pode resultar na devolução dos valores recebidos indevidamente, perda da função pública e inelegibilidade.