A TV Guarapary está prestes a chegar em Codó prometendo trazer mais opções de entretenimento e informação para a população codoense.
A chegada da nova TV com sistema digital afiliada à Rede Band gera uma grande expectativa nos profissionais da imprensa e na população.
A nova TV deve fortalecer o grupo de oposição à gestão do prefeito Chiquinho Oliveira dando voz aos reclames da população e denunciando irregularidades da administração pública municipal.
Atualmente, Codó não conta com uma TV de oposição, impedindo que os cidadãos sejam ouvidos em sistema televisionado. A nova emissora promete oferecer aos codoenses uma programação diversificada.
O secretário municipal da Juventude, Valdeci Calixto, tem ignorado uma denúncia formalizada pelo Conselho Municipal da Juventude e dá sinais de que pode estar utilizando a estrutura da pasta para politizar jovens em benefício próprio, com vistas ao seu projeto político para 2028, quando pretende retornar à Câmara Municipal de Vereadores.
A politização dos estudantes estaria ocorrendo por meio da Coordenação de Movimento Estudantil Secundarista e Universitário, criada dentro da reforma administrativa da Prefeitura em substituição à Coordenação de Políticas Transversais. Essa mudança desconsidera princípios da transversalidade e levanta dúvidas sobre a legalidade das ações governamentais no setor da juventude.
A denúncia foi apresentada pelo presidente do Conselho Municipal da Juventude, Leonardo Alves, e resultou na abertura de fiscalização pelo Ministério Público sobre a reforma administrativa. O órgão investiga se a alteração estrutural compromete a autonomia estudantil e se há indícios de manipulação política por parte da gestão de Valdeci Calixto.
Nas redes sociais, circulam fotos em que o secretário, conhecido defensor do vice-governador Felipe Camarão, aparece ao lado de militantes do Partido dos Trabalhadores (PT) em evento denominado “Coletivo Para Todos”, realizado dentro da sede da Secretaria da Juventude, instalada no prédio da Associação Comercial. O encontro, que contou com a presença de Bruno Cacau, servidor da Secretaria de Estado da Educação e aliado de Felipe Camarão, além de outros militantes petistas, reforça as suspeitas de uso político do espaço público.
A Secretaria da Juventude não deve assumir papel de coordenação de movimentos estudantis nem servir de instrumento de politização partidária. Estudantes têm direito a organização livre e independente, sem influência de gestores públicos. O “Coletivo Para Todos”, segundo apontam críticos, está ligado diretamente à Juventude do PT e configura uma força de mobilização político-partidária.
Valdeci Calixto precisa voltar seu foco para o desenvolvimento de políticas públicas efetivas para a juventude, em vez de utilizar o cargo como trampolim político. Os jovens codoenses merecem autonomia para construir suas próprias opiniões e decisões, sem manipulações ou direcionamentos que favoreçam projetos eleitorais pessoais.
Na manhã desta sexta-feira (29), o ex-prefeito de Codó, Dr. Zé Francisco, esteve reunido com os moradores da Rua da Paz, no bairro Codó Novo, acompanhado do médico Dr. Pedro Neres. A visita teve como objetivo ouvir as demandas da comunidade e reforçar o compromisso com a população codoense.
Durante o encontro, os moradores expressaram insatisfação com a atual gestão municipal, liderada por Chiquinho Oliveira, e demonstraram saudades do período em que Zé Francisco esteve à frente da Prefeitura.
Segundo relatos, a comunidade tem enfrentado graves dificuldades, especialmente na área da saúde. Uma moradora, mãe de família, afirmou estar há mais de seis meses aguardando uma consulta no CEC (Centro de Especialidades Clínicas), sem qualquer retorno. De acordo com ela, durante o mandato de Zé Francisco, o atendimento era mais rápido e acessível.
“Na época do Zé, a gente era bem tratado. Hoje, é só humilhação”, desabafou a moradora.
Outros relatos também apontaram dificuldades no acesso ao emprego e a serviços públicos essenciais. Muitos moradores reclamaram da necessidade de “passar por humilhação” para conseguir uma vaga de trabalho na atual gestão.
O gesto foi recebido com entusiasmo pelos moradores, que reforçaram o desejo de ver Zé Francisco novamente à frente do Executivo municipal.
A pré-candidatura do médico e ex-prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, ao Senado Federal segue ganhando força em todo o Maranhão. Nesta semana, mais dois gestores municipais oficializaram adesão ao seu projeto político: Paraíba, prefeito de Morros, e Valdenir Barros, prefeito de Olinda Nova do Maranhão.
Com essas novas alianças, Hilton Gonçalo amplia ainda mais sua base de apoio na região do Munim e da Baixada Maranhense, consolidando-se como uma das principais lideranças que dialogam com gestores municipais em diversas regiões do estado.
O pré-candidato tem defendido um projeto voltado para o desenvolvimento do Maranhão, destacando a importância de investimentos em infraestrutura, geração de emprego e fortalecimento do setor produtivo. Os apoios de prefeitos reforçam sua capilaridade política e o peso que seu nome vem ganhando no cenário eleitoral de 2026.
Hilton Gonçalo já conta com o apoio de diversos prefeitos, lideranças políticas e comunitárias, e deve seguir ampliando alianças nos próximos meses, fortalecendo sua caminhada rumo ao Senado.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pediu ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para exercer o mandato dos Estados Unidos. No ofício encaminhado a Motta, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) alega que tem realizado “diplomacia parlamentar” no país. Além disso, citou a pandemia de covid-19 como um “precedente claro” de exercício remoto do mandato.
“Não se pode admitir que o que foi assegurado em tempos de crise sanitária deixe de sê-lo em um momento de crise institucional ainda mais profunda”, afirmou Eduardo no ofício, replicado em seu perfil do X (antigo Twitter).
Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o início de 2025 Em março, pediu licença do mandato na Câmara e anunciou que permaneceria no país, onde buscaria “sanções aos violadores dos direitos humanos”, em referência ao ministro Alexandre de Moraes, STF, e outras autoridades que se alinham ao magistrado.
Neste mês, Eduardo e Jair Bolsonaro foram indiciados pela Polícia Federal pelos crimes de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e coação no curso do processo. Segundo a investigação, o filho do ex-presidente estimulou sanções contra o Brasil com o objetivo de constranger o processo em que seu pai é réu por tentativa de golpe de Estado.
Na quarta-feira, 27, Eduardo participou à distância de uma subcomissão da Câmara. A participação ocorreu sem convite formal. Por outro lado, em 7 de agosto, Motta rechaçou a ideia de um “mandato à distância”. “Não há previsibilidade para exercício do mandato à distância”, disse Motta em entrevista ao portal Metrópoles. “Não há previsão no regimento para isso”.
Quatro dias depois, em entrevista à revista Veja, Motta afirmou que não concorda com quem age para impor sanções ao próprio País. “Cada parlamentar tem a sua autonomia e a sua liberdade para agir com aquilo que entende ser importante para representar o seu eleitorado. Eu não posso concordar com a atitude de um parlamentar que está fora do País, trabalhando muitas vezes para que medidas cheguem ao seu País de origem e que tragam danos à economia do País”, afirmou o presidente da Câmara.
Um processo de cassação de Eduardo Bolsonaro foi encaminhado ao Conselho de Ética por Motta no dia 15. O presidente da Casa despistou as ameaças do filho do ex-presidente, que afirmou, em mais de uma ocasião, que Motta poderia entrar no radar das sanções se não pautasse um projeto de lei de anistia aos réus dos 8 de Janeiro.