Prefeito Chiquinho Oliveira trava contratações, oculta lista de servidores e joga balde de água fria na campanha de Nagib

Durante sessão na Câmara Municipal de Codó, o prefeito admitiu que a máquina chegou ao limite de contratações. “A vontade de empregar e atender é grande, mas existe um limite de empregos, e chega um momento em que não há mais o que fazer”, disse em tom de desabafo.

O problema é que ninguém entende exatamente por que a folha da prefeitura está no limite. Desde janeiro, a gestão esconde dos olhos da população a lista de servidores comissionados e contratados. Enquanto isso, vereadores repetem com orgulho que Codó teria mais de 7 mil funcionários.

Mas afinal, funcionários de onde? São realmente codoenses? Esse dinheiro circula dentro da cidade e aquece o comércio local ou vai parar em bolsos de fora, em Caxias, Teresina e outras cidades? Ou pior: será que estamos falando de fantasmas e parentes privilegiados? Ninguém sabe a verdade, porque o atual prefeito decidiu manter oculta essas contratações.

Essa combinação de falta de transparência, economia estagnada e suspeitas de folha inflada cai como um verdadeiro balde de água fria na pré-campanha de Nagib, herdeiro político do prefeito. Se a máquina já mostra sinais de esgotamento e a população não tem acesso nem à lista de quem é pago pela prefeitura, como acreditar em um projeto de continuidade familiar para 2026?

Empresário Nonato Sampaio promove Cavalgada da Independência e fomenta a cultura na região do Barracão

O empresário e ex-vereador Nonato Sampaio promoveu no último domingo (07), uma grande cavalgada no povoado Barracão com o objetivo de celebrar a cultura e a tradição do campo, promovendo a integração entre os moradores.

A Cavalgada da Independência celebrou o feriado de 07 de setembro em um clima de confraternização.

A iniciativa de Nonato Sampaio valoriza as tradições do município de Codó e mantém viva a identidade dos vaqueiros impulsionando o desenvolvimento econômico e cultural na zona rural do município de Codó.

 

Hilton Gonçalo se reúne com prefeitos durante Caravana Federativa em São Luís

O pré-candidato ao Senado, Dr. Hilton Gonçalo, cumpriu uma intensa agenda política nesta sexta-feira (12), durante o evento da Caravana Federativa, realizado em São Luís. O encontro reuniu prefeitos, vereadores e lideranças políticas de várias regiões do Maranhão e teve como foco o fortalecimento do diálogo entre municípios e governo federal, além da construção de alianças para as eleições de 2026.

Entre os prefeitos presentes nas reuniões com Hilton Gonçalo, destacaram-se Marcio Hominho, de Bacuri, Carrinho, de Viana, Professor Bartolomeu, de Senador La Rocque, e Dra. Bárbara, de Monção.

Durante as conversas, Hilton Gonçalo ressaltou a importância de parcerias para promover desenvolvimento regional, com investimentos em áreas como saúde, infraestrutura e geração de emprego e renda.

Hilton Gonçalo, que já exerceu quatro mandatos como prefeito de Santa Rita, vem consolidando seu nome como uma das principais apostas para o Senado. Ele tem se apresentado como um político comprometido com propostas voltadas ao crescimento do Maranhão, defendendo projetos que fortaleçam os municípios e garantam melhores condições de vida para a população.

A participação no evento reforçou a estratégia do pré-candidato de ampliar sua base de apoio, aproximando-se de lideranças municipais que terão papel decisivo no cenário político das próximas eleições.

Kassab reúne PSD após condenação de Bolsonaro e reafirma apoio a anistia

Foto: Renato Andrade/Cidadeverde.com

Secretário de Governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos), o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, reuniu a bancada federal de seu partido nesta sexta-feira (12), em Florianópolis, para discutir os temas de interesse da sigla. A proposta de anistia aos condenados pela trama golpista não entrou na pauta.

O encontro semestral já estava marcado, mas coincidiu com a condenação de Jair Bolsonaro (PL), no dia anterior, a 27 anos de prisão por liderar a tentativa de golpe.

Kassab afirma ser favorável à anistia, a exemplo de Tarcísio, mas enfrenta desconfiança de bolsonaristas engajados no tema. A desconfiança se deve, em parte, ao fato de três ministros de Lula (PT) serem do PSD: Carlos Fávaro (Agricultura), Alexandre Silveira (Minas e Energia) e André de Paula (Pesca).

Como partido, o PSD defende que a proposta seja votada, mas deixa a bancada livre para decidir. A legenda tem 45 deputados federais.

A reunião em Santa Catarina contou com os governadores Eduardo Leite (RS) e Ratinho Jr. (PR), ambos cotados como potenciais candidatos à Presidência. A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), também participou. Nos bastidores, há relatos de que ela é considerada uma opção de vice em uma chapa com Tarcísio, por dialogar com o eleitorado feminino e do Nordeste.

Na pauta do encontro, segundo a assessoria de Kassab, estavam temas como a adoção do voto distrital misto nas eleições. A anistia não foi discutida, de acordo com a equipe do secretário, porque o entendimento do partido sobre o assunto já está definido.

Kassab “reafirma, mais uma vez, sua posição a favor de que o tema seja pautado, além de sua solidariedade ao ex-presidente Bolsonaro e de seu apoio à anistia”, diz nota enviada por sua equipe.

Um bolsonarista ouvido sob reserva ressalta que, na prática, esse posicionamento não garante a Tarcísio os votos da bancada em uma eventual votação da anistia.

Para esse aliado de Bolsonaro, a postura do PSD difere da de União Brasil e Progressistas, que, na primeira semana do julgamento no STF, anunciaram a saída do governo Lula e o apoio à proposta de perdão que beneficiaria o ex-presidente.

Duas semanas após esse anúncio, contudo, os integrantes das duas siglas ainda não deixaram seus cargos.

Na semana passada, durante a etapa final do julgamento que condenou Bolsonaro, o governador de São Paulo evitou aparições públicas. Seu único compromisso foi um evento na segunda-feira (8), na Fiesp, no qual não deu entrevista.

O recuo ocorreu após o discurso de Tarcísio na avenida Paulista, em um protesto contra o julgamento, quando ele classificou os atos do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo, como “tirania”.

Tarcísio é aguardado por aliados em Brasília nesta semana para uma nova rodada de articulações pela aprovação de um projeto que livre Bolsonaro da prisão.

Sua única manifestação pública após a sentença de 27 anos ao ex-presidente foi um texto publicado nas redes sociais, no qual classificou as penas como desproporcionais e as condenações como injustas.

Na última semana, em entrevista à Folha, em Brasília, o vice de Tarcísio, Felício Ramuth, também do PSD, afirmou que dificilmente o partido fechará questão sobre o tema.

Por Bruno Ribeiro Folhapress

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