Mais um prefeito maranhense declara apoio à pré-candidatura de Dr. Hilton Gonçalo ao Senado

A pré-candidatura de Dr. Hilton Gonçalo (Mobiliza) ao Senado segue ganhando força. Nesta sexta-feira, 22 de agosto, o prefeito Raimundo Zuca (Republicanos), gestor do município de Joselândia, anunciou oficialmente seu apoio ao projeto político do médico e ex-prefeito de Santa Rita.

Durante a declaração, Zuca destacou a experiência administrativa de Hilton Gonçalo, que exerceu quatro mandatos consecutivos à frente da Prefeitura de Santa Rita, transformando a cidade em referência em diversas áreas, como saúde, educação e infraestrutura.

“Prefeito entende prefeito”, afirmou Raimundo Zuca, ao justificar a escolha. Segundo ele, Hilton Gonçalo reúne credibilidade e conhecimento prático da gestão pública, características que o credenciam para representar o Maranhão no Senado Federal.

O apoio do prefeito de Joselândia se soma a uma série de lideranças municipais que já declararam adesão ao projeto de Hilton Gonçalo, consolidando sua pré-candidatura como uma das mais competitivas na disputa por uma vaga no Senado em 2026.

Vale destacar que Hilton Gonçalo já conta com o apoio dos prefeitos de Bacabeira, Santa Rita, Nina Rodrigues, Pastos Bons, Sucupira do Norte, Cachoeira Grande, Presidente Juscelino, Olinda Nova, Nova Olinda, Junco do Maranhão, Anajatuba, Belágua, Nova Iorque, Palmeirândia, São José dos basilios, Duque Bacelar e Cajari.

Assembleia Legislativa aprova PL que trata da universalização e funcionamento das bibliotecas escolares

Foi aprovado, na sessão desta quarta-feira (20), o Projeto de Lei nº 424/2024, de autoria do deputado Arnaldo Melo (PP), que dispõe sobre a universalização, organização, modernização e funcionamento das bibliotecas escolares no âmbito do estado do Maranhão.

De acordo com o Art. 1º, a proposição está em conformidade com a Lei Federal nº 12.244/2010, alterada pela Lei nº 14.837/2024, que institui o Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares (SNBE).

Já o Art. 2º estabelece que considera-se biblioteca escolar o equipamento cultural obrigatório e necessário ao desenvolvimento do processo educativo, de natureza física ou digital, fixa ou móvel, que deve atender a objetivos como universalizar o acesso à informação e à leitura, por meio de acervos físicos e digitais, integrando novas tecnologias de suporte à educação, com atenção especial para as localidades remotas e de difícil acesso, bem como em bairros das periferias, ficando disponível também para a comunidade.

A proposição visa assegurar amplo acesso ao acervo disponibilizado, incluindo materiais em braille, audiolivros e dispositivos de leitura digital adaptados, para atender pessoas com deficiência, utilizando plataformas tecnológicas e dispositivos que garantam acessibilidade, como softwares de leitura de tela e intérpretes virtuais de libras.

“As escolas públicas estaduais deverão manter, obrigatoriamente, bibliotecas escolares que cumpram os seguintes requisitos: acervo mínimo de livros físicos e digitais, compatível com o número de alunos matriculados, com as especificidades de cada etapa de ensino e as necessidades educacionais e culturais da comunidade escolar; inclusão de materiais sobre a história, cultura e tradições do Maranhão, com ênfase na valorização da literatura local, disponibilizando em seu acervo literário físico ou digital obras oriundas de escritores da localidade em que esteja inserida em até 5% do acervo total”, destaca trecho do PL.

Por fim, o projeto determina a presença obrigatória de profissional de biblioteconomia ou auxiliar de bibliotecário, de modo a garantir que esses espaços estejam em conformidade com a legislação, promovendo um serviço organizado e de qualidade; e o desenvolvimento de programas de capacitação contínua para bibliotecários e demais profissionais, com ênfase em regiões carentes e de difícil acesso.

SEM PEGADA – Prefeito Chiquinho Oliveira prioriza “embelezamento” de praças e não se posiciona sobre mortes de crianças no HGM

O prefeito Francisco Carlos de Oliveira (Chiquinho Oliveira), vem demonstrando publicamente que está priorizando o embelezamento de praças e não se posiciona com sua “pegada” sobre as mortes de crianças por suposta negligência médica no Hospital Geral Municipal (HGM).

A falta de posicionamento do prefeito no sentido de tomar providências e prestar os devidos esclarecimentos para a sociedade codoense sobre as mortes de crianças no HGM gera questionamentos e revolta na população.

Conforme divulgação da mídia digital (blogs), foram registrados no Hospital Geral Municipal (02) dois casos de mortes de recém-nascidos por suposta negligência médica, causando indignação e comoção social no município. No entanto, o prefeito Chiquinho Oliveira não se posiciona sobre os casos de mortes de bebês no hospital que tem como diretores a esposa e aliado do vereador líder do governo, Leonel Filho/Raimundo Leonel – Rossana Magna (Diretora Administrativa e Francisco Welington – Diretor Clínico).

As supostas negligências na saúde pública de Codó refletem diretamente e negativamente na imagem do prefeito. Enquanto Chiquinho foca no embelezamento de praças, a falta de segurança e as supostas negligências geram medo e preocupação entre as gestantes, que temem pela própria vida e pela segurança de seus bebês durante os trabalhos de partos.

Chiquinho não deve fazer vista grossa para o caos no Hospital Geral Municipal deixando a saúde em segundo plano. O povo quer posição do prefeito.

Chiquinho deve mostrar sua “verdadeira pegada” fazendo os devidos esclarecimentos sobre as mortes de crianças no Hospital Geral Municipal. As supostas negligências dos casos, podem contribuir para a mortalidade infantil no município, possivelmente por envolver falta de cuidados médicos ou outras formas de descuidos.

Tribunal de Justiça do Piauí aceita denúncia contra promotor acusado de cobrar R$ 3 milhões de propina

Em sessão, o pleno do Tribunal de Justiça do Piauí decidiu aceitar as denúncias contra o promotor Maurício Verdejo acusado de cobrar propina de R$ 3 milhões para arquivar um processo de um empresário do Piauí. Verdejo foi investigado por corrupção, prevaricação, supressão de documento e tráfico de influência. Atualmente, ele está usando tornozeleira eletrônica.

O Cidadeverde.com tentou falar com o advogado do promotor Maurício Verdejo, mas não foi encontrado. O portal deixa espaço aberto para esclarecimentos.

Como o promotor tem foro privilegiado, o Tribunal de Justiça precisava analisar se aceitaria ou não a denúncia. O relator é o desembargador Ricardo Gentil Eulálio, que votou pelo recebimento da denúncia. O julgamento foi suspenso em razão do pedido de vista do desembargador Pedro de Alcântara.

O TJ vai julgar os crimes que o promotor é acusado de forma separado como determina a lei. De acordo com a denúncia, alguns crimes ele reincidiu por três vezes cada.

Concussão (quando um servidor exige dinheiro ou vantagem indevida), três vezes;
Prevaricação (servidor deixa de agir corretamente por interesse pessoal);
Supressão de documento (esconder ou destruir documentos públicos);
Tráfico de influência (usar sua posição para obter vantagens indevidas), por três vezes;

O promotor Maurício Verdejo foi denunciado pelo empresário Junno Pinheiro Campos de Sousa, que procurou a Polícia Federal afirmando ter sido abordado por Verdejo em um restaurante. De acordo com a denúncia, o promotor teria cobrado R$ 2 milhões para arquivar um processo, dando um curto prazo para o pagamento. Um vídeo flagrou o momento em que Verdejo pega uma sacola com R$ 900 mil, entregue pelo empresário.

O promotor foi afastado da 6ª Promotoria Criminal de Picos, após ser alvo de uma operação deflagrada pela Polícia Federal (PF) e pela Procuradoria-Geral de Justiça do Ministério Público do Piauí (PGJ/MPPI). As investigações apontaram que Verdejo e seu assessor planejaram e executaram um plano para exigir vantagem indevida do empresário para o arquivamento do processo.

Em decisões anteriores, o TJ já tinha determinado o bloqueio de bens e valores, o afastamento do cargo público e o monitoramento eletrônico dos investigados, além de outras medidas cautelares.

Um vídeo flagrou o momento em que Verdejo pega uma sacola com R$ 900 mil, entregue por um empresário que estava sendo extorquido por ele.

Cidade Verde

Aprovado PL que protege crianças contra brincadeiras nocivas e desafios perigosos nos ambientes virtuais

A Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, na sessão plenária desta quarta-feira (20), o Projeto de Lei nº 269/2024, de autoria do deputado Arnaldo Melo (PP), que institui a Política Estadual de Proteção a Crianças contra brincadeiras nocivas e desafios perigosos nos ambientes virtuais. A proposta segue para sanção governamental.

A iniciativa busca prevenir, identificar e combater práticas que coloquem em risco a integridade física e mental de crianças e adolescentes, como atividades lúdicas capazes de causar danos psicológicos e desafios disseminados em plataformas digitais que induzem jovens a realizar ações arriscadas.

O texto prevê a realização de campanhas educativas sobre os riscos dessas práticas, a inclusão de conteúdos voltados para segurança digital no currículo escolar e a capacitação de professores e educadores para identificar sinais de envolvimento em comportamentos perigosos.

Também fica instituída a ‘Semana Estadual de Mobilização e Conscientização sobre Brincadeiras Perigosas’, a ser realizada anualmente na primeira semana de junho, com atividades em escolas e comunidades.

Além disso, as instituições de ensino, públicas e privadas, deverão promover palestras, workshops e ações educativas, além de oferecer canais de comunicação seguros e anônimos para que estudantes possam relatar situações de risco.

O projeto estabelece, ainda, que provedores de internet e plataformas digitais deverão cooperar com as autoridades estaduais na identificação e remoção de conteúdos nocivos, ao mesmo tempo em que o Estado disponibilizará um canal de denúncias acessível por telefone e internet, garantindo o anonimato dos denunciantes.

Também de acordo com o projeto, para garantir a efetividade da lei, será criada uma comissão interdisciplinar responsável por analisar e responder rapidamente às denúncias, além de propor medidas de proteção e apoio às vítimas.

Por fim, o descumprimento da legislação acarretará sanções a instituições de ensino e plataformas digitais, que poderão incluir advertências, multas e até suspensão de atividades em caso de reincidência.