Ministério Público instaura inquérito civil para investigar irregularidades em cemitérios na gestão de Chiquinho Oliveira

O Ministério Público Estadual (MPMA) instaurou um inquérito civil nesta quarta-feira (21), para investigar irregularidades nos cemitérios de Codó na gestão do prefeito Chiquinho Oliveira.

O promotor de Justiça, responsável pela investigação, Weskley Pereira de Morais, justificou que os cemitérios, em função do interesse local, são de responsabilidade do poder público municipal, conforme se depreende a Constituição Federal.

O representante do Ministério Público determinou encaminhamento de ofício à Prefeitura de Codó para solicitar a relação dos cemitérios em atividade no município, bem como informações sobre a existência de licença ambiental dos respectivos cemitérios.

Caso sejam confirmadas irregularidades nos cemitérios pelo órgão ministerial, o prefeito Chiquinho Oliveira e o secretário municipal de Meio Ambiente, Ferdinando Rocha, poderão se tornar alvos de ação civil por improbidade administrativa.

Partido Republicanos em Codó expõe desorganização ao deixar Pastor Max sem apoio jurídico em ações por suposta fraude à cota de gênero

A situação do Republicanos em Codó expõe um grave sinal de desorganização. Único vereador eleito pela sigla no município, Pastor Max está prestes a enfrentar o julgamento de duas ações eleitorais que investigam possível fraude à cota de gênero nas eleições de 2024 — e o mais alarmante: sem qualquer apoio jurídico ou político do seu grupo.

As ações, movidas por Delegado Rômulo (processo nº 0601278-41.2024.6.10.0007) e Jorge Pitombeira (processo nº 0601277-56.2024.6.10.0007), apontam supostas irregularidades na chapa proporcional do Republicanos, por meio do uso de candidaturas femininas fictícias. Se a Justiça Eleitoral entender que houve fraude, o mandato de Pastor Max pode ser cassado, e todos os votos do partido, anulados.

Apesar da gravidade das acusações, Pastor Max foi o único entre os investigados a apresentar advogado ainda no início das ações — e essa defesa só foi possível graças à articulação do então prefeito Zé Francisco, com quem o vereador já não compartilha o mesmo projeto político para 2026. Hoje, politicamente afastados, o vereador segue desamparado, enquanto o Republicanos permanece inerte.

A ausência de qualquer suporte atual por parte do Republicanos ou de aliados locais demonstra um despreparo preocupante. Em vez de defender institucionalmente o único representante da legenda no parlamento municipal, o grupo político permanece inativo, deixando o vereador vulnerável em um processo que pode impactar diretamente o futuro do partido na cidade.

A situação se agrava pelo fato de Pastor Max também enfrentar problemas de saúde, o que exige ainda mais atenção e suporte por parte daqueles que deveriam estar ao seu lado. A omissão da sigla e a falta de articulação jurídica revelam um grupo desorganizado, sem estratégia, e sem compromisso com a própria base.

Em tempos de intensa judicialização da política, não ter estrutura mínima de defesa é assumir o risco de ser varrido do processo eleitoral sem sequer entrar em campo. Se o Republicanos de Codó não consegue proteger o único mandato que conquistou, que segurança oferece a novos candidatos para 2026?

Republicanos em Codó expõe desorganização ao deixar Pastor Max sem apoio jurídico em ações por suposta fraude à cota de gênero

A situação do Republicanos em Codó expõe um grave sinal de desorganização. Único vereador eleito pela sigla no município, Pastor Max está prestes a enfrentar o julgamento de duas ações eleitorais que investigam possível fraude à cota de gênero nas eleições de 2024 — e o mais alarmante: sem qualquer apoio jurídico ou político do seu grupo.

As ações, movidas por Delegado Rômulo (processo nº 0601278-41.2024.6.10.0007) e Jorge Pitombeira (processo nº 0601277-56.2024.6.10.0007), apontam supostas irregularidades na chapa proporcional do Republicanos, por meio do uso de candidaturas femininas fictícias. Se a Justiça Eleitoral entender que houve fraude, o mandato de Pastor Max pode ser cassado, e todos os votos do partido, anulados.

Apesar da gravidade das acusações, Pastor Max foi o único entre os investigados a apresentar advogado ainda no início das ações — e essa defesa só foi possível graças à articulação do então prefeito Zé Francisco, com quem o vereador já não compartilha o mesmo projeto político para 2026. Hoje, politicamente afastados, o vereador segue desamparado, enquanto o Republicanos permanece inerte.

A ausência de qualquer suporte atual por parte do Republicanos ou de aliados locais demonstra um despreparo preocupante. Em vez de defender institucionalmente o único representante da legenda no parlamento municipal, o grupo político permanece inativo, deixando o vereador vulnerável em um processo que pode impactar diretamente o futuro do partido na cidade.

A situação se agrava pelo fato de Pastor Max também enfrentar problemas de saúde, o que exige ainda mais atenção e suporte por parte daqueles que deveriam estar ao seu lado. A omissão da sigla e a falta de articulação jurídica revelam um grupo desorganizado, sem estratégia, e sem compromisso com a própria base.

Em tempos de intensa judicialização da política, não ter estrutura mínima de defesa é assumir o risco de ser varrido do processo eleitoral sem sequer entrar em campo. Se o Republicanos de Codó não consegue proteger o único mandato que conquistou, que segurança oferece a novos candidatos para 2026?

Dr. Hilton Gonçalo recebe o apoio do PMB e do ex-vereador de São Luís, Chico Carvalho

O Partido da Mulher Brasileira (PMB) no Maranhão, através da sua presidente estadual da legenda, Efigênia Tavares, declarou apoio à pré-candidatura de Dr. Hilton Gonçalo (Mobiliza) ao Senado Federal. O anúncio ocorreu em um encontro entre os dois líderes partidários.

Durante o encontro que selou a aliança, Efigênia destacou o histórico de trabalho e compromisso de Dr. Hilton com o povo maranhense. “O PMB acredita em nomes que já mostraram serviço. Dr. Hilton é um gestor experiente, ficha limpa, que conhece a realidade do Maranhão e tem propostas concretas para transformar nosso estado”, afirmou a dirigente.

Com o apoio do PMB, Dr. Hilton Gonçalo amplia sua base política e fortalece sua caminhada rumo ao Senado, consolidando-se como uma das principais alternativas para representar o Maranhão em Brasília com foco no desenvolvimento regional, investimentos em saúde, educação e infraestrutura.

Quem também declarou apoio a pré-candidatura de Gonçalo foi o ex-vereador de São Luís, Chico Carvalho, que tem forte atuação na capital maranhense. “Conheço a trajetória do Dr. Hilton, sei do seu compromisso com as comunidades e da sua capacidade de articulação política. O Senado precisa de representantes com essa responsabilidade e visão de futuro”, declarou.

Chico Carvalho é o político vivo com mais mandatos de vereador em São Luís são oito no total. Na última eleição, ele alcançou 4.688 votos na capital, mas não alcançou a vitória, pois a federação PSDB-Cidadania não alcançou o quociente eleitoral.

Mical Damasceno repudia ataques sofridos em suposta conversa atribuída ao vice-governador e afirma que tomará as devidas providências legais

A deputada estadual Mical Damasceno (PSD) repudiou, nesta terça-feira (20), os ataques misóginos que ela sofreu recentemente em uma troca de mensagens supostamente atribuídas ao vice-governador Felipe Camarão (PT). Durante discurso na sessão plenária da Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema), a parlamentar cobrou providência para o caso e que os envolvidos sejam devidamente responsabilizados pelos atos.

Na semana passada, veio à tona uma suposta troca de mensagens entre o vice-governador Felipe Camarão e um jornalista na qual o gestor estadual proferia diversos insultos classificados como machistas, sexistas e misóginos contra a deputada Mical Damasceno. O caso foi amplamente divulgado pela imprensa local.

“Essas mensagens, senhores deputados, revelam uma sequência de comentários asquerosos e de conotação sexual, debochando da minha voz, do meu corpo e da minha dignidade como mulher. E o que fez ele (Felipe Camarão) após o vazamento? Inventou uma narrativa, disse que é fake, que é mentira. O que está em julgamento aqui não é o caráter do blogueiro. É a veracidade do que foi divulgado”, disse a deputada Mical logo no início do seu pronunciamento.

Imagens

A deputada apresentou aos demais parlamentares imagens do circuito interno da própria Assembleia que mostram a presença, no dia 7 de maio, do jornalista na galeria de imprensa da Alema no exato momento em que a parlamentar estava na tribuna fazendo críticas ao vice-governador Felipe Camarão.

Ainda segundo o que foi divulgado pela imprensa, foi nesse momento que o jornalista enviou uma mensagem ao vice-governador a respeito do pronunciamento da deputada Mical e Felipe Camarão supostamente teria respondido com diversas mensagens preconceituosas contra a parlamentar.

“Felipe Camarão, embora tenha negado o conteúdo das mensagens e movido ação judicial contra o jornalista que as divulgou, concentrou sua reação somente na suposta ilegalidade do vazamento. Ora, se a preocupação maior é com o vazamento e não com o conteúdo, o que isso transmite ao povo maranhense? Reforça a percepção de que as mensagens são reais”, afirmou a deputada.

Ainda segundo Damasceno, as mensagens representam um ataque a todas as mulheres da sociedade. “O que está em jogo aqui não é só a minha honra, é a liberdade, a transparência, é o direito do povo maranhense de saber quem verdadeiramente ocupa o Palácio dos Leões. Isso não é apenas um ataque contra mim. É um recado covarde contra todas as mulheres que têm coragem de ocupar espaços de poder com firmeza, fé e convicção. Quando Felipe Camarão faz o que fez, ele não me atinge apenas como mulher, ele atinge o segmento evangélico, o qual eu represento, atinge a dignidade do Parlamento, atinge a própria imagem do Estado do Maranhão. E o Maranhão não pode aceitar isso calado. Felipe Camarão não é digno de ocupar esse cargo como vice-governador. E enquanto eu tiver voz e enquanto Deus me der forças, estarei aqui para defender a verdade”, disse.

A parlamentar afirmou que tomará as devidas providências legais. “Eu quero aqui informar aos colegas deputados que tomarei as providências cabíveis e acionarei a Justiça para que os fatos sejam apurados com todo o rigor da lei. Porque quem não deve não teme. E quem foi ofendido como eu fui tem o direito de buscar reparação e justiça”, completou.

O vice-governador Felipe Camarão já se pronunciou sobre o caso e disse que a troca de mensagens atribuídas a ele não passa de “fake news” e que está tomando as providências judiciais cabíveis contra o responsável pela fabricação do conteúdo.