Prefeitura de Codó instala lixeiras públicas em diversos pontos da cidade para promover sustentabilidade

A Prefeitura de Codó, em uma iniciativa coordenada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, começou a instalar lixeiras públicas em vários locais estratégicos da cidade. Este esforço é parte integrante do Projeto Cidade Limpa, cujo objetivo principal é assegurar um ambiente mais limpo e organizado para os codoenses.

O prefeito Dr. Zé Francisco ressaltou a importância desta ação para a população. “Estamos comprometidos em transformar Codó em um exemplo de cidade limpa e sustentável. A instalação dessas lixeiras é um passo vital para incentivar práticas ambientalmente responsáveis entre nossos cidadãos e manter nossas ruas e espaços públicos livres de lixo.”

A iniciativa atende a uma indicação do Vereador Gracinaldo (PL), refletindo a resposta do governo municipal às necessidades e preocupações da população. “É gratificante ver nossa sugestão se tornar realidade”, disse o vereador Gracinaldo. “Parabenizo o prefeito Dr. Zé Francisco e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente por implementar essa medida tão necessária.”

Com a instalação dessas novas lixeiras, a Prefeitura de Codó espera não apenas melhorar a gestão de resíduos na cidade, mas também promover uma maior conscientização sobre a importância da limpeza urbana e da preservação ambiental entre os moradores.

Comissão aprova projeto para incluir palafitas no Minha Casa, Minha Vida

A inclusão de palafitas no Minha Casa, Minha Vida avançou nesta semana, com a aprovação pela Comissão de Desenvolvimento Regional (CDR), na terça-feira (12), do projeto que garante a possibilidade de construção em áreas alagadiças por meio do programa habitacional do governo federal. O PL 3.481/2019, segue para votação final na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Tipo de moradia comum na região amazônica, a casa de palafita é um tipo de construção apoiada em pilares ou estacas assentadas sobre a água em rio, lago, lagoa ou na margem do mar. Esse modelo de habitação evita que a casa seja inundada ou arrastada pela correnteza. A medida beneficia principalmente a população ribeirinha, que terá prioridade no atendimento do programa, conforme a proposta.

De autoria de Jader Barbalho (MDB-PA), o texto recebeu parecer favorável com emendas do relator, senador Beto Faro (PT-PA). Ao apresentar o projeto, o senador aponta as dificuldades das comunidades ribeirinhas em acessar o programa.

“Na busca pela equidade de direitos de todos os brasileiros, não é justo que os ribeirinhos sejam privados de participar do Programa Minha Casa, Minha Vida, um dos principais programas de inclusão social do país e que tem como meta reduzir o déficit habitacional da população brasileira, um dos problemas mais crônicos da atualidade”, afirma.

Depois de ouvir especialistas em audiência pública sobre o projeto, o relator afirmou que não é proibida a construção de moradias sobre palafitas no Minha Casa, Minha Vida, mas, segundo ele,  a lei não é suficientemente clara sobre a necessidade de atendimento da demanda habitacional das comunidades ribeirinhas.

— O resultado disso é que, na prática, as famílias que vivem sobre palafitas estão excluídas do programa, pelo menos em projetos que busquem a fixação dessas comunidades nos locais de moradia atuais — disse.

Nas emendas apresentadas, ele retirou a especificação de materiais a serem utilizados na construção de palafitas para que o projeto não fique obsoleto rapidamente. E excluiu também a estipulação sobre a infraestrutura de comunicações, que já está contemplada em outra legislação.

Atualmente, os beneficiários do Programa Minha Casa, Minha Vida devem cumprir os seguintes requisitos:comprovação de que o interessado integra família com renda mensal de até R$ 4.650 ou estar nas faixas de renda definidas pelo governo para cada uma das modalidades de operações.Há prioridade de atendimento para famílias residentes em áreas de risco, insalubres, que tenham sido desabrigadas ou que perderam a moradia em razão de enchente ou outro desastre natural. Também estão na lista famílias chefiadas por mulheres e as famílias que tenham pessoas com deficiência

Agência Senado

Deputado reage assalto e mata ladrão a tiros

O deputado federal Alexandre Leite (do União Brasil de São Paulo) reagiu a um assalto neste sábado (16/12) e matou um suspeito na Avenida Interlagos, zona sul de São Paulo. Alexandre é filho do presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite (União).

Segundo a assessoria de imprensa do parlamentar, Alexandre, de 34 anos, estava no carro com a mulher, de 27, entre o final da tarde e o início da noite, quando foi abordado por dois assaltantes em uma motocicleta. Os ocupantes da moto “desferiram disparos contra o veículo em que se encontrava o casal”, disse a assessoria por meio de nota.

O deputado, ainda de acordo com a assessoria, tem porte de arma e reagiu ao assalto. Ele conseguiu atingir um dos ladrões, que morreu. O segundo suspeito conseguiu fugir.

“Alexandre Leite e a esposa passam bem, lamentam o ocorrido, e já estão colaborando com as autoridades”, diz a nota.

Por volta de 20h30, de acordo com seus assessores, o deputado federal estava na delegacia fazendo o registro da ocorrência.

Procurada pelo Metrópoles, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o suspeito baleado estava dirigindo a motocicleta. Seu comparsa ainda teria tentado roubar outra moto, sem sucesso, e fugiu a pé do local.

No veículo do deputado, segundo a SSP, foram constatados dois disparos. A perícia foi acionada. “O caso está sendo apresentado no 98º DP e será encaminhado ao 99º DP, responsável pela área dos fatos”, informou a pasta em nota.

Do Metrópoles

Malafaia desabafa após aprovação de Flávio Dino ao STF

Silas Malafaia (Reprodução)

Nesta quinta-feira (14), o pastor Silas Malafaia publicou um vídeo desabafando após à aprovação de Flávio Dino para ser ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

O líder religioso culpou os “senadores vendilhões” da direita que traíram os cristão e votaram em um comunista, marxista, leninista para a suprema corte.

Malafaia destacou que as duas maiores bancadas do senado são de direita, e que o PSD, e MDB foram fundamentais para aprovação do indicado de Lula.

O pastor comparou os senadores de direita que votaram no indicado de Lula com Judas, e disse que estava de alma lavada porque marcou a sua posição segundo as suas crenças, princípios e valores.

Para finalizar, ele disse que Deus muitas vezes permite algumas coisas para mais na frente dar uma lição da sua soberania e do seu poder.

F Gospel

STF rejeita denúncia de propina contra senador Ciro Nogueira

O STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria, neste sábado (16), para rejeitar uma denúncia contra o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e outros alvos por suposto recebimento de R$ 7,3 milhões em propina.

A decisão acontece na esteira do novo entendimento do Supremo sobre o acordo de leniência firmados com a Odebrecht, após o ministro Dias Toffoli determinar a anulação de todas as provas obtidas por esse caminho. Pelo entendimento, os materiais não podem mais ser utilizados nos processos.

Em seu relatório, em setembro, o ministro fez acenos ao presidente Lula (PT), com quem se desgastou nos últimos anos, e disse que a prisão do petista foi uma armação e o “verdadeiro ovo da serpente dos ataques à democracia”. O efeito cascata pode atingir dezenas de casos.

Os votos favoráveis a Ciro vieram do relator do caso, Edson Fachin, que foi acompanhado por mais quatro ministros: o próprio Toffoli, Alexandre de Moraes, Nunes Marques e o atual presidente da corte, Luís Roberto Barroso. Como Flávio Dino ainda não assumiu o novo posto no tribunal e Cristiano Zanin se declarou impedido, não há mais como o placar ser revertido.

Zanin é marido de Valeska Zanin Martins, que representa Lula na ação em que Toffoli anulou as provas da Odebrecht obtidas pela Operação Lava Jato.

Ciro Nogueira, que foi ministro de Jair Bolsonaro (PL) e é presidente do seu partido, o Progressistas, era senador na época em que os fatos, agora rejeitados, teriam ocorrido. Ele, um ex-assessor seu, além de executivos e funcionários da Odebrecht, eram investigados por corrupção e lavagem de dinheiro.

A decisão de rejeitar a denúncia acontece após a própria PGR (Procuradoria-Geral da República) defender esse caminho, seguindo o entendimento de Toffoli.

Segundo a acusação inicial, baseada em acordos de colaboração feitos com a empreiteira Odebrecht e seus executivos, Ciro teria solicitado e recebido, em 14 oportunidades, vantagens indevidas no valor de R$ 7,3 milhões.

O caso teria tido a participação do executivo Marcelo Odebrecht, do diretor de relações institucionais da empreiteira, Marcelo Melo Filho, do ex-presidente de infraestrutura e um dos nomes com mais delações premiadas realizadas, Benedito Júnior, do operador de empresas offshore, Fernando Migliaccio, e do ex-executivo José de Carvalho Filho, além de Lourival Ferreira Nery, ex-assessor do senador.

As transações teriam acontecido por meio dos sistemas da empresa, contando com os serviços de doleiros, entre 2010 e 2014. O inquérito foi aberto em 2017.

Durante o andamento do caso, Ciro negou as acusações. Disse que elas eram infundadas de justa causa e baseadas apenas em delações e que não existiam elementos concretos para ligá-lo ao episódio.

Em outubro deste ano, a PGR, que ofereceu a denúncia oficial sobre o caso, mudou sua posição, seguindo a nova orientação do Supremo, após Toffoli anular todas as provas fruto de acordos de leniência.

Segundo Fachin, “em derradeira manifestação” a Procuradoria solicitou “a rejeição da denúncia em relação aos acusados, por ausência de justa causa”.

A decisão da PGR foi tomada ainda por Ana Borges Coêlho dos Santos, que assumiu o cargo máximo do órgão durante o hiato entre a saída de Augusto Aras e a nomeação de Paulo Gonet, novo indicado por Lula e recentemente aprovado pelo Senado.

O entendimento da Procuradora foi atendido pelo ministro. Todos os nomes constam no processo como investigados, mas em seu voto Fachin não cita Marcelo Odebrecht entre os implicados que tiveram a denúncia rejeitada.

Fachin apontou o fato de a PGR ter feito uma “reavaliação do entendimento anteriormente exposto” como justificativa. “Houve substancial alteração da convicção jurídica da acusação acerca da responsabilidade criminal dos investigados, culminando na retratação da proposição de ação penal pública”, escreveu o ministro do STF.

Fonte: Folhapress (João Gabriel)