Maranhense considerada uma das maiores influenciadoras digital do Brasil é nomeada embaixadora do Selo UNICEF

Thaynara Oliveira Gomes, mais conhecida como Thaynara OG, foi nomeada embaixadora do UNICEF no Brasil no dia 8 de dezembro de 2020, em cerimônia no Rio de Janeiro, durante o anúncio dos municípios certificados com o Selo UNICEF 2017-2020 – um dos maiores programas do UNICEF no mundo.

Maranhense e considerada uma das maiores influenciadoras digitais do País, Thay começou sua relação com o UNICEF em 2019. Naquele ano, a apresentadora propôs que o UNICEF fosse beneficiário das doações arrecadadas com o São João da Thay, evento anual que ela realiza em São Luís, capital do seu estado.

Desde então, Thay se tornou parceira do UNICEF não só no Maranhão, mas em todo o Brasil. Em 2019, ela visitou Bequimão (MA), para conhecer as ações do Selo UNICEF no munícipio. Lá, Thay participou de rodas de conversa com adolescentes e visitou unidades de saúde para entender as iniciativas voltadas ao pré-natal e aos cuidados na primeira infância. A apresentadora se engajou com o UNICEF, também, no evento de celebração dos 30 anos da Convenção sobre os Direitos da Criança, entre outros.

Influenciadora digital com milhões de seguidores no Instagram, Twitter, TikTok e Facebook, Thay vem usando seus canais para divulgar as ações do UNICEF nas redes sociais nos últimos dois anos.

Thaynara OG é apresentadora, repórter, influenciadora digital, atriz e advogada.

Ascom UNICEF

MENOS AVANÇOS E MENOS CONQUISTAS: Codó perde a certificação do Selo UNICEF

Em 2017, o prefeito de Codó, Francisco Nagib, aderiu ao Selo UNICEF Município Aprovado – Edição 2017-2020 e assumiu o compromisso de melhorar os indicadores sociais nas áreas da saúde, educação, assistência social e participação social de crianças e adolescentes do município. Codó já foi reconhecida quatro vezes pelo Selo UNICEF e desta vez, ficou fora da certificação. No Maranhão foram 209 municípios participantes e 37 certificados.

O anúncio e reconhecimento dos municípios que conquistaram o Selo UNICEF – Edição 2017-2020 foi realizado nesta terça-feira (08) transmitido ao vivo nos canais do UNICEF Brasil no YouTube e Facebook  pela TVC do Ceará, e também em uma parceria do UNICEF com o TikTok, a principal plataforma de vídeos curtos para dispositivos móveis do Brasil e do mundo.

Os embaixadores do UNICEF no Brasil – Renato Aragão, Daniela Mercury, Lázaro Ramos e a personagem Mônica  e outros convidados participaram do evento.

O município de Codó não receberá certificados de reconhecimentos, um troféu e a autorização para utilizar a logomarca do Selo UNICEF. O Articulador, o Mobilizador de Adolescentes e Jovens e o CMDCA, por meio de um representante, também não receberão certificados de reconhecimento.

Quando um município é certificado, os maiores beneficiados são, sem dúvida, as crianças e adolescentes, que passam a contar com políticas públicas de qualidade voltadas para a garantia de seus direitos. Também ganham as famílias e a comunidade porque, para ganhar o Selo UNICEF, a gestão municipal deverá promover intensa mobilização, participação e engajamento social.

Os municípios certificados pelo Selo UNICEF passam a fazer parte de um grupo de municípios reconhecidos internacionalmente pelo UNICEF por seus avanços em favor da infância e adolescência.

Infelizmente, Codó não atingiu a meta do programa Busca Ativa Escolar, que tem por objetivo mitigar os fatores que contribuem para a exclusão escolar, isto é que impedem crianças e adolescentes em idade escolar de frequentar as aulas.

O município tinha que confirmar a rematrícula de 650 alunos que estavam fora da sala de aula e até o prazo final só conseguiu justificar registro de matrícula de 450 alunos e 200 alunos não foram atingidos.

Pesquisadores de Comunicação da UFMA ajudam a escrever livros sobre rádios comunitárias no Brasil

No sábado, dia 5, durante a sessão do GP de Rádio e Mídia Sonora da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), foi realizado o pré-lançamento do livro “Rádios Comunitárias no Brasil: resistências, lutas e desafios”. O livro conta com o capítulo “Do alto-falante à rádio comunitária Bacanga-FM: comunicação e organização popular no bairro Anjo da Guarda, em São Luís-MA”, escrito pelo professor de Comunicação Social da UFMA, Ed Wilson Araújo, pelo mestrando em Comunicação da UFMA, Saylon Sousa, e por Rodrigo Mendonça, Robson Côrrea e Rodrigo Barbosa, três graduados em Rádio e TV pela UFMA.

Saylon Sousa explicou sobre o capítulo que ajudou a construir: “Ele é um recorte de outra pesquisa chamada ‘O Anjo fala’, que vem sendo desenvolvida desde 2016 e conta a história da rádio comunitária Bacanga FM, primeira rádio comunitária de São Luís. O artigo fala sobre o processo de organização popular do bairro Anjo da Guarda por meio da rádio comunitária. As lutas por meio de transporte, movimento de água, implantação de aparelhos públicos como a maternidade e o teatro, formação da própria área Itaqui-Bacanga, a presença de grandes empreendimentos como Vale, o Porto e a UFMA, como tudo isso interage com a rádio Bacanga FM, que em 2018 completou 20 anos, junto com a lei de radiodifusão. E nós fizemos esse recorte para o livro”.

O livro, de acordo com o resumo feito por seus responsáveis, aborda aspectos sobre como, a partir dos anos 1990, as rádios comunitárias se tornaram um dos principais movimentos pela democratização da comunicação no Brasil, resistindo a diversas perseguições. Conta ainda como o reconhecimento legal, por meio da lei nº 9.612/98, paradoxalmente marginalizou essas rádios, que passaram a sofrer uma série de restrições e estão submetidas a processos de autorizações que privilegiam grupos políticos partidários e religiosos. A obra aborda ainda emissoras que resistem e contribuem com a construção da participação social e da democratização da mídia.

O livro já se encontra a venda no site da editora Apris. O preço de capa está R$ 49, mas no final deste ano há uma promoção especial de R$ 33 com frete. E em breve estará disponível em e-book. Saylon Sousa comentou o que espera do alcance do livro: “É uma contribuição que a gente dá enquanto pesquisador de rádio, pesquisador de mídia sonora, pra história da radiodifusão comunitária e história das mídias no nosso país. Tenho certeza que nos próximos anos, principalmente com as ações dos 100 anos de rádio no país, que deveria ser celebrado este ano, mas acabou não acontecendo, ele vai se tornar uma referência para novos pesquisadores”.

Ascom UFMA

Cursos de Administração Bacharelado e Administração Pública EaD da UEMA são bem avaliados pelo Conselho Estadual de Educação

Os Cursos de Administração Bacharelado e Administração Pública da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) obtiveram pontuações elevadas na última avaliação do Conselho Estadual de Educação do Maranhão.

A avaliação foi feita de acordo com as dimensões estabelecidas no Artigo 50, da Resolução 109/2018. Foram consideradas a organização didático-pedagógica, corpo docente e instalações físicas.

O Curso de Administração Bacharelado teve nota máxima (5) e o Curso de Administração Pública EaD recebeu 4,28, o que garantiu a renovação do reconhecimento dos cursos.

Para a coordenadora dos cursos, Graça Mendes, esse resultado é o cumprimento da missão da UEMA em ofertar ensino de qualidade, por meio do trabalho conjunto de professores e todo corpo técnico-administrativo dos Cursos.

Médico é investigado por gravar sexo com câmera escondida nos óculos

Um médico, identificado como Jomo Mathurine, de 50 anos, está sendo investigado após fazer secretamente quase 100 vídeos dele mesmo fazendo sexo com uma câmera escondida, na maior parte das vezes, nos seus óculos de grau. De acordo com o ‘The Sun’,

O médico gravou os vídeos sem que as mulheres percebessem, incluindo sua namorada, uma estudante e estagiária de Enfermagem, de 19 anos. O “conceituado ginecologista” foi rotulado de “predador” num tribunal disciplinar do Conselho de Medicina do Reino Unido depois que se soube que ele fez 96 vídeos.

Mathurine também escondia câmeras em outros objetos, como chaveiros. Com elas, em gravou as relações sexuais que teve com a estudante em alojamento universitário durante dois anos de relacionamento.

Médico é acusado de gravar relações sexuais em câmera escondida em óculos

Sem conhecimento dela, o médico fez 26 vídeos “altamente explícitos” da genitália da universitária. Ao descobrir as filmagens, a estagiária confrontou o médico, que teria abusado da sua posição “superior”.

O escândalo fez com que Mathurine perdesse o emprego em hospitais privados de Redhill e Slough (Inglaterra). O presidente do tribunal, Simon Bond, afirmou que Mathurine se envolveu em “ações manipulativas predatórias” e que são altos os riscos de que elas se repitam.

Segundo a acusação, a universitária sofreu “graves danos psicológicos” que a fizeram regressar à Irlanda do Norte a fim de se recuperar. Em sua defesa, durante audiência, o médico afirmou que a sua motivação não era sexual.

Fonte: Extra Globo