TBT INESQUECÍVEL: Município de Codó recebe certificação internacional do UNICEF por avanços na garantia dos direitos de crianças e adolescentes

Irene Neres, Zé Francisco e Leonardo Alves

O município de Codó representado pelo prefeito Municipal, Dr. Zé Francisco, recebeu no dia 19 de novembro de 2024 o certificado e troféu do Selo UNICEF – Edição 2021/2024 por avanço na garantia dos direitos de crianças e adolescentes. A cerimônia de certificação aconteceu no Teatro Artur Azevedo, em São Luís.

O gestor esteve acompanhado da primeira dama e secretária de Assistência Social, Irene Neres e do Articulador Municipal do Selo UNICEF e presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Leonardo Alves.

A certificação internacional do Fundo das Nações Unidas para a Infância estimula e reconhece avanços reais e positivos na promoção, realização e garantia dos direitos de crianças e adolescentes em municípios do Semiárido e da Amazônia Legal brasileira.

O município reconquistou o Selo UNICEF – Edição 2021-2024, voltando a fazer parte de um grupo de municípios reconhecidos internacionalmente por seus avanços em favor da infância e da adolescência. Quando o município conquista o Selo os maiores beneficiados são as crianças e adolescentes. O Selo UNICEF foi perdido não gestão do ex-prefeito Francisco Nagib e reconquistado na gestão do prefeito Dr. Zé Francisco

Agradeço a confiança depositada na minha pessoa para conduzir a Articulação Municipal do Selo UNICEF em Codó. Nossa articulação foi feita com muita responsabilidade e competência. Para alcançarmos essa certificação internacional trabalhamos com muita dedicação e responsabilidade cumprindo todas as metas estabelecidas pelo UNICEF, visando o fortalecimento das políticas públicas municipais e garantia dos direitos de crianças e adolescentes”, destacou o articulado do Selo, Leonardo Alves.

Para concorrer a premiação do Selo UNICEF, Codó assumiu o compromisso de manter a agenda de suas políticas públicas pela infância e adolescência como prioridade e, com ações estratégicas, no prazo de quatro anos (2021 a 2024). No fim desse período, a UNICEF, avaliou os indicadores de impacto social, eixo de participação cidadã e gestão por resultados sistêmicos do município.

 

Com forte influência no segmento evangélico, Mical Damasceno não descarta candidatura ao Senado ou vice-governadoria

Durante entrevista ao jornalista Olavo Sampaio, no podcast Tete a Tete, a deputada estadual Mical Damasceno (PSD) foi questionada sobre projeto para permanecer na Assembleia Legislativa ou possibilidade de disputar cargo de deputada federal.

A parlamentar com forte aceitação e influência no segmento evangélico disse ver chances e oportunidades de ser eleita para Câmara Federal e não descartou possibilidade em disputar os cargos de senadora ou vice-governadora nas eleições de 2026.

Mical informou que está à disposição da Convenção Estadual das Assembleias de Deus do Estado do Maranhão (CEADEMA) e abordou diversos temas relacionados à sua atuação como parlamentar na Assembleia Legislativa do Maranhão.

Assista parte da entrevista extraída pelo Blog do Leonardo Alves:

Diretor da UPA de Codó faz balanço do primeiro mês de gestão e destaca avanços

O novo diretor da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Codó, Pedro Neres, usou as redes sociais para apresentar um balanço do primeiro mês à frente da unidade. Em sua publicação, Neres destacou os avanços conquistados em um curto espaço de tempo, fruto do trabalho conjunto com a equipe de profissionais da saúde e do apoio da Secretaria de Estado da Saúde.

Entre as principais melhorias citadas estão a reorganização da estrutura interna da UPA, a resolução de problemas técnicos que comprometiam o atendimento e a retomada de fluxos mais eficientes no acolhimento aos pacientes. O diretor também pontuou que, apesar das dificuldades encontradas no início da gestão, já é possível perceber resultados concretos na qualidade do serviço oferecido à população.

Pedro Neres aproveitou para agradecer a confiança depositada em seu trabalho e reafirmou o compromisso de continuar lutando por uma saúde pública digna e eficiente. “Seguimos firmes, com planejamento, dedicação e amor à saúde pública”, escreveu ele.

A publicação recebeu apoio de internautas que elogiaram a postura do novo gestor e demonstraram otimismo com os rumos da unidade de saúde.

Marco Silva Notícias

Governo aponta falta de verba para pisos da saúde e educação no Orçamento de 2027

O governo aponta falta de espaço no Orçamento de 2027 para cumprimento dos pisos da saúde e educação. A informação consta no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, entregue ao Congresso Nacional, disponibilizada nesta quarta-feira (16).

Essa situação ocorre por conta dos limites do arcabouço fiscal e também do pagamento de precatórios, além de indicar que as regras fiscais atualmente em vigor precisarão passar por mudanças.

As projeções da PLDO de 2026 mostram que a reinclusão integral das despesas com sentenças judiciais nas regras fiscais deixaria um espaço de apenas R$ 122,2 bilhões para gastos discricionários (não obrigatórios) em 2027, primeiro ano de gestão após a eleição.

Dessa quantia, R$ 56,5 bilhões são de reserva para o pagamento de emendas parlamentares, sobrando R$ 65,7 milhões e, com isso, faltariam R$ 10,9 bilhões para honrar os compromissos constitucionais e com os parlamentares.

Caso não haja alterações, o Executivo ficará sem recursos para pagar os pisos constitucionais e as despesas discricionárias (manutenção de máquinas e investimentos). Atualmente, o piso da saúde corresponde a 15% da receita corrente líquida (RCL), enquanto o piso da educação é 18% da receita líquida de impostos.

A secretária-adjunta do Tesouro Nacional, Viviane Varga, disse, durante coletiva de imprensa na terça-feira (15) que existe “todo um comprometimento da equipe econômica” com a política fiscal equilibrada.

“O ano de 2027 é um ano desafiador, e o governo vai adotar medidas para entregar a meta, como vem entregando continuamente”, destacou.

Em 2022, houve um problema parecido durante a gestão Bolsonaro. O ex-ministro Paulo Guedes enviou o Projeto de Lei Orçamentária Anual, de 2023, com cortes em várias políticas públicas, como o programa Farmácia Popular, e sem recursos suficientes para bancar o Auxílio Brasil de R$ 600 por família.

Por SBT News

Acusado de matar homem com garrafa é condenado em Magalhães de Almeida

Em julgamento realizado na última semana, dia 9 de abril, o réu Francisco das Chagas dos Santos Costa foi considerado culpado pelo Conselho de Sentença e recebeu a pena de 11 anos de reclusão. A sessão foi presidida pela juíza Muryelle Tavares Leite Gonçalves, titular da unidade judicial. Ele estava sendo julgado sob acusação de ter tentado contra a vida de Ronaldo Rodrigues da Conceição, em 31 de agosto de 2024, utilizando um casco de garrafa.

Consta no Inquérito Policial incluso que, na data citada, próximo ao Ginásio Poliesportivo, o denunciado tentou matar Ronaldo, mediante o uso de um casco de garrafa de vidro quebrado. Foi apurado que os dois estavam ingerindo bebida alcoólica e iniciaram uma discussão. O motivo foi o fato de que a vítima não queria mais dar uma dose de cachaça ao denunciado. Contrariado com a recusa da vítima, Francisco teria partido para a agressão, fazendo Ronaldo cair.

GOLPES COM CASCO DE GARRAFA

Nesse momento, aproveitando-se do fato da vítima estar com o pé lesionado e caída, Francisco das Chagas teria se apossado de uma garrafa e, após quebrá-la, teria aplicado golpes na vítima, atingindo rosto, braço, barriga e mãos. “Os elementos apontaram que o autor só cessou as investidas contra a vítima em razão da intervenção de sua mãe e de uma sobrinha do ofendido, as quais passavam pelo local e conseguiram conter o agressor”, pontuou o Ministério Público na denúncia.

“Em razão da pena aplicada e da natureza e gravidade do delito, bem como diante da necessidade do cumprimento da pena em estabelecimento compatível com o regime fechado e da manutenção dos requisitos autorizadores da prisão preventiva, nego ao réu o direito de recorrer em liberdade, mantendo a sua prisão preventiva, nos termos do Código de Processo Penal, devendo o condenado continuar recolhido”, finalizou a magistrada na sentença. A sessão de julgamento ocorreu no salão do Tribunal do Júri da comarca.

Assessoria de Comunicação

Corregedoria Geral da Justiça