Morre Valdecy Claudino, irmão de João Claudino e um dos fundadores do Armazém Paraíba

Foto: Arquivo Pessoal
Valdecy Claudino (à direita) ao lado do irmão João Claudino

Morreu neste domingo (28), em São Paulo, aos 94 anos, o empresário Valdecy Claudino, irmão de João Claudino com quem fundou o Armazém Paraíba. A família não divulgou a causa da morte.

Valdecy Cavalcante nasceu em Uiraúna, na Paraíba, em 1929, e, ao lado do seu irmão João Claudino, inaugurou no ano de 1958 o Armazém Paraíba. Em luto pela morte de um dos fundadores, as lojas permanecerão fechadas nesta segunda-feira (29).

Foi casado com dona Rivone, com quem teve quatro filhas, 7 netos e 4 bisnetos.

O velório será nesta segunda (29), no horário das 8h às 15h30 em São Paulo. Em seguida, ocorrerá o sepultamento.

 

Cidade Verde

Bolsonaro diz ser massacrado e volta a atacar Supremo, urna eletrônica e esquerda

Em live ao lado dos filhos Flávio, Eduardo e Carlos, o ex-presidente falou a aliados do PL de olho das eleições municipais deste ano

Em uma “superlive” na internet de quase duas horas, ao lado dos três filhos parlamentares, Flávio, Eduardo e Carlos, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) falou sobre fake news, sobre o gabinete do ódio, falta de provas nas acusações contra a família, sobre as suspeitas do caso Marielle, a facada que ele sofreu em Minas Gerais, em 2018, relembrou a morte do prefeito Celso Daniel (PT), sobre as eleições 2022, urnas eletrônicas e Tribunal Superior Eleitoral e o ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Com uma camisa da seleção de Israel, Bolsonaro ainda falou que é massacrado por parte da opinião pública e pelos meios de comunicação e avisou que os candidatos devem estar preparados para serem alvos de “mentiras”.

O ex-presidente está inelegível, condenado pelo TSE por abuso de poder político nas eleições de 2022.

Bolsonaro abriu a live citando o presidente Nicolás Maduro e o sistema eleitoral da Venezuela, em plebiscito com votos impressos simultâneos ao eletrônico. “Nesse plebiscito, que vimos há poucas semanas e teve a iniciativa do presidente Maduro, teve o voto impresso ao lado da urna eletrônica”, disse o ex-presidente, que voltou a defender o voto impresso e atacar as urnas eletrônicas.

Atos golpistas

Bolsonaro ainda classificou de farsa, os atos golpistas de 8 de Janeiro de 2023. “É uma farsa isso. Que 8 de Janeiro é esse que leva ao sofrimento inocentes, pobres coitados? Alguns depredaram, tem que pagar, como no próprio dia 8 dei uma tuitada, lamentei ocorrido”.

Segundo ele, não houve tentativa de golpe de estado. “Golpe de Estado sem um tiro? Sem um fuzil? E cadê as inteligências, falam tanto da inteligência, que não levantaram isso?”, indagou.

Fala a convertidos

O Evento Conservador 2024, nome da live transmitida neste domingo (28), às 19h, buscou “organizar a base bolsonarista” e “preparar futuros candidatos”, além de “criar influenciadores para atuarem localmente regidos pelas pautas do grupo”. “Chegou o momento de prepararmos os candidatos e as lideranças locais para este ano tão decisivo”, informou a página oficial do evento.

Bolsonaro destacou na live que Eduardo, deputado federal pelo PL de São Paulo, era o responsável pela “super live”. Em tom informal, eles falaram sobre suas histórias políticas e pessoais, contaram casos de campanhas eleitorais. Todos na mesa, com uma bandeira do Brasil, os quatro integrantes do clã Bolsonaro discursaram à militância.

Bolsonaro apresentou uma lista de temas obrigatórias para os aliados em 2024. Espécie de condição para receber o apoio político do clã, candidatos a prefeito e vereador do PL e aliados devem tratar sobre o combate ao aborto legal, às drogas, ao liberalismo e, principalmente, polarizar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o PT.

A live serviu para oficializar o lançamento de um curso para candidatos conservadores. Todos falaram, inclusive o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos), que raramente dá entrevistas ou faz discursos.

O senador Flávio (PL-RJ), falou em “disputa Bolsonaro versus a esquerda” nas urnas, neste ano. “Busquem aqueles candidatos que tenham referência, esses princípios, que o presidente Bolsonaro criou dentro do nosso partido.”

O PL quer lançar 1,5 mil candidatos a prefeito. Em 2020, foram eleitos 345 prefeitos.

Polêmicas

Bolsonaro citou o caso Marielle Franco e a tentativa de delação do ex-policial militar Ronnie Lessa, executor do crime. O ex-presidente lembrou que chegaram a acusá-lo de envolvimento com o crime. “Fomos massacrados.” Provocou ainda os petistas, sobre o assassinato do prefeito de Santo André Celso Daniel (PT), em 2001. “Por que a esquerda não fez a campanha “quem matou Celso Daniel?”

Defendeu ainda o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), alvo de investigação da PF por ter montado uma espécie de Abin paralela na Agência Brasileira de Inteligência, no governo Bolsonaro, para perseguir adversários.

SBT News

Papa Francisco volta a defender bênção para união homossexual

O líder católico, Papa Francisco (Foto: Reprodução/AP)

Em uma tentativa de justificar o injustificável, o Papa Francisco afirmou que a Igreja Católica não está alterando seus ensinamentos em relação a práticas homossexuais e uniões entre pessoas do mesmo sexo. Essa declaração ocorre em meio a críticas após o Vaticano aprovar um documento que autoriza padres a abençoarem uniões entre pessoas do mesmo sexo. O pontífice abordou a declaração conhecida como “Fiducia Supplicans” durante a sessão plenária do Dicastério para a Doutrina da Fé.

Na ocasião, o Papa Francisco destacou que a tarefa do Dicastério é promover e salvaguardar a integridade do ensinamento católico, recorrendo ao depósito da fé. Ele enfatizou que essa busca pela compreensão diante de novas questões visa proclamar o Evangelho em todo o mundo. A declaração “Fiducia Supplicans,” emitida em dezembro, gerou reações divergentes, sendo criticada por católicos conservadores.

Francisco explicou a intenção por trás das bênçãos pastorais, esclarecendo que não exigem perfeição moral e que, ao abençoar pessoas do mesmo sexo, não se está abençoando a união, mas as pessoas individualmente. O cardeal Victor Manuel Fernandez, autor da declaração, já havia afirmado anteriormente que o documento é claro sobre o casamento e a sexualidade, reiterando que a bênção é uma resposta pastoral.

Diante das reações, alguns bispos proibiram explicitamente as bênçãos de casais do mesmo sexo em suas dioceses. O Papa Francisco, em sua fala, criticou posições ideológicas rígidas, enfatizando a importância de continuar buscando e crescendo na compreensão da verdade, superando a tentação de ficar parado.

O pontífice católico vem se colocando cada dia mais distante das doutrinas bíblicas, abraçando uma visão ideológica progressista, contrariando o que a Bíblia instrui, o que vem gerando reação dentro da Igreja Católica.

Gospel Prime

Deputado Júnior Cascaria destina emenda de R$ 300 mil para Carnaval de Poção das Pedras

O deputado estadual Júnior Cascaria (Podemos) anunciou que encaminhou uma emenda parlamentar no valor de R$ 300 mil, que será destinada à realização do Carnaval no município de Poção de Pedras.

O investimento é oriundo da Secretaria de Estado de Articulação Política (Secap). O deputado Júnior Cascaria assinalou a importância do recurso para o município.

“Está confirmado: Poção de Pedras irá realizar o maior carnaval dos últimos tempos. Estou encaminhando essa emenda de R$ 300 mil com a certeza de que o prefeito Francisco Pinheiro fará um ótimo investimento para os dias de folia da nossa população. Um valor que terá um retorno muito positivo para o comércio e economia de Poção de Pedras”, frisou o deputado Júnior Cascaria.

Oposição se mobiliza por PEC que busca dificultar buscas da Polícia Federal no Congresso

Deputados da oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva estão coletando assinaturas para protocolar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que dificulta a execução de operações da Polícia Federal contra parlamentares do Congresso. A medida é uma resposta às ações policiais que, nos últimos dez dias, atingiram os deputados Carlos Jordy (PL-RJ) e Alexandre Ramagem (PL-RJ), aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A PEC, de autoria do deputado Rodrigo Valadares (União Brasil-SE), determina que mandados de busca e apreensão contra parlamentares somente poderão ser cumpridos após aval das mesas diretoras da Câmara ou do Senado. O texto estipula um prazo de dez dias para a análise do comando da respectiva Casa.

A proposta encabeçada pelo parlamentar diz que operações poderão ser feitas sem a permissão do Congresso apenas em crimes de “flagrante delito”. Hoje, não há uma legislação que blinde os parlamentares de buscas e apreensões.

“Quaisquer ações judiciais, mandados de busca e apreensão e investigações realizadas contra deputados e senadores a partir da expedição do diploma serão realizados mediante aprovação da Mesa Diretora da respectiva Casa Legislativa, exceto nos casos de flagrante delito”, diz trecho da proposta de emenda constitucional.

Para tramitar no Congresso, o texto precisa receber 171 assinaturas dos 513 deputados. Segundo Valadares, até ontem, 55 parlamentares já haviam manifestado apoio à proposta.

O Congresso está em recesso até o início de fevereiro, e o deputado pretende se reunir com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), após a retomada das atividades legislativas. A meta de 171 assinaturas deve ser alcançada apenas após a semana de carnaval, avaliam deputados ouvidos pela reportagem.

‘Abusos’

Ao Estadão, o autor da proposta afirmou que o texto busca “proteger” o mandato dos parlamentares contra “repetidos abusos cometidos pelo Poder Judiciário”. “Temos que frear esse desrespeito com o Parlamento brasileiro, que, por vezes, evidencia perseguição a alguns parlamentares e seus espectros políticos”, disse.

A operação da PF que cumpriu diligências em endereços de Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e pré-candidato à prefeitura do Rio, resultou em ásperas manifestações do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e do presidente do Senado e do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Valdemar criticou a operação da PF afirmando que ela tinha como objetivo atingir Bolsonaro e que só seria possível por Pacheco ser “frouxo” e “omisso” ao permitir diligências no Parlamento e por não “agir” para dar seguimento a um pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF)

O presidente do Senado reagiu de forma enfática. Disse ser “difícil manter algum tipo de diálogo com quem faz da política um exercício único para ampliar e obter ganhos com o fundo eleitoral e não é capaz de organizar minimamente a oposição para aprovar sequer a limitação de decisões monocráticas do STF”. Também acusou o dirigente de defender publicamente impeachment de ministro do Supremo “para iludir seus adeptos”. Mas, nos bastidores, de “passar pano quando trata do tema.”

A troca de mensagens explicitou o clima conflagrado no Legislativo, com uma parcela significativa incomodada e mobilizada contra o que classificam como interferências do Poder Judiciário na autonomia do Congresso.

‘Monitoramento’

Ramagem é o principal alvo da Operação Vigilância Aproximada, que investiga o uso ilegal da estrutura da Abin, com participação do “núcleo da alta gestão” da agência, para “monitoramento de alvos e autoridades públicas, bem como para serviço de contrainteligência

Cidade Verde